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sexta-feira, 5 de outubro de 2012

Saiba como ter em mente a hora certa de abrir uma empresa



Ser um empreendedor é algo difícil, e nem todo mundo está preparado para entrar no mundo dos empresários, por isso quem deseja abrir uma empresa deve considerar alguns fatores antes para evitar dores de cabeça futuras. Dalton Viesti, coordenador de graduação da Trevisan Escola de Negócios conta que quem quer tornar-se um empreendedor deve ler pelo menos um livro sobre o assunto, para entender o processo na prática. O segundo passo é buscar um mercado em que já possua algum know-how e analisar as possibilidades que esse setor dispõe para novas empresas.

"O que é básico e todo o empreendedor deve saber é: nunca entre em um negócio sem conhecimento nenhum", alerta o professor. Apostar em algo com zero de know-how torna o risco maior. "Até quem está há muitos anos em um setor admite que ainda tem muito a aprender", diz.

Perfil empreendedor
Para Dalton, a hora certa para abrir sua empresa é quando você já se considera maduro o bastante e sabe que tem o perfil adequado para essa carreira. O especialista comenta que algumas pessoas tem uma noção errada sobre empreender, e acham que podem resolver todos os problemas sem uma preparação. Uma coisa é a vontade de ter um negócio. Outra é a capacidade, a maturidade, para gerir esse empreendimento", esclarece Dalton. "Se sou taxista e ganho R$ 100 em uma corrida, tenho que saber que parte desse dinheiro vai para os impostos, para a manutenção do veículo, para o combustível, ou seja, para a gestão do meu negócio", exemplifica.

Dalton alerta ainda sobre o problema que pode aparecer caso você utilize sua empresa como uma válvula de escape para outros problemas profissionais ou pessoais. "Em uma situação de demissão, por exemplo, a pessoa pode acreditar que uma saída é usar a indenização para investir em um negócio próprio. Se o perfil dele não for de empreendedor, possivelmente não terá sucesso na carreira ou, assim que receber uma proposta de emprego, ele vai deixar tudo para voltar a ser funcionário", alerta. Nesse caso, o ideal é não agir por impulso. "É melhor refletir do que gastar o dinheiro que poderia ser garantia para os meses em que essa pessoa busca um novo emprego", orienta Dalton.

O mercado
Segundo o professor, não existe uma hora certa para deixar sua carreira para trás, mesmo que você tenha uma boa posição, salário satisfatório e estabilidade, porém você deseje seguir a carreira de empreendedor, é ideal que você tente. Mas antes de jogar tudo pro alto e tentar você deve analisar o mercado (nicho para o serviço ou produto que deseja oferecer) e vários outros fatores para não se decepcionar.

"Não adianta entender do mercado se o setor não tiver espaço para o que ele deseja oferecer", explica o professor. Por isso, é importante fazer uma boa pesquisa antes. Ou seja, sondar quem seriam seus concorrentes, entender o público-alvo e suas necessidades, fazer os cálculos de quanto o negócio custa e quanto pode render. "Uma ideia pode ser ótima na cabeça, mas, ainda no papel pode apresentar problemas de aplicação e custos", orienta Dalton.

Investimento
Se a sua empresa for precisar de investimento externo você deve buscar parcerias antes de seguir em frente. Deixar a procura por investidor para mais tarde é um risco alto. Já o empreendedor que vai investir do próprio bolso, precisa ter em mente que o negócio deve custar a metade do montante que possui. "A outra metade tem que estar guardada para eventuais dificuldades que não estão no planejamento", afirma o professor.

Quando lançar o negócio no mercado

Segundo Danton, você deve aproveitar a sazonalidade que o mercado escolhido favorece, mas o empresário deve tomar algumas precauções com esta estratégia. Ela, normalmente, tem mais sucesso com marcas que já são consolidadas, como as franquias.

Segundo o professor, para lançar uma nova marca, o ideal é abrir o negócio antes do período de grande movimento. Assim, nos picos de sazonalidade, o empreendimento já será conhecido dos consumidores que procuram o produto ou o serviço que ele oferece.

Com informações do Terra.

terça-feira, 17 de julho de 2012

E-Commerce de moda se populariza no Brasil


O comércio de roupas e acessórios pela internet é uma realidade cada vez mais presente no Brasil, segundo um levantamento realizado pelo Mercado Livre. 51,4% dos consumidores afirmam que utilizam a internet frequentemente para adquirir itens de vestuário, enquanto 18% revelam comprar esporadicamente.
O preço é o atributo mais ponderado no momento da decisão de compra, fator lembrado por 71% dos entrevistados. Além disso, 47,4% destacam a variedade de estilos e modelos que os sites proporcionam e 28% confirmam que gastam entre R$ 100,00 e R$ 200,00 mensais em produtos do gênero.
Para a gerente de desenvolvimento de vendedores do MercadoLivre, Flávia Marcon, os itens de vestuário serão cada vez mais importantes para o e-commerce. “O segmento de moda tem apresentado um crescimento representativo e, a médio prazo, deve se tornar um dos mais relevantes para o comércio eletrônico. Oferecer uma melhor experiência de navegação para este público tem sido uma prioridade para o MercadoLivre e, pensando nisso, desenvolvemos novas funcionalidades nos anúncios, como a possibilidade de definir as disponibilidades de cores e tamanhos de sapatos oferecidos”, afirmou a executiva.
Se considerado o ranking de produtos mais vendidos na plataforma MercadoLivre, o segmento de moda vem registrando um crescimento acelerado. Em 2008, a única categoria de roupa que constava entre as Top 10 eram as camisas de times de futebol (oitavo posto). No levantamento de 2011, a categoria de calçados, roupas e bolsas estava em quinto.
A pesquisa ouviu 753 usuários do Mercado Livre no Brasil, de 25 estados, entre os dias 22 e 26 de julho. 59,4% dos entrevistados foram homens.
Matéria publicada no site E-commercebrasil

sexta-feira, 13 de julho de 2012

E-commerce deve atingir US$ 22 bi em 2016





As vendas geradas pelo comércio eletrônico crescem a uma velocidade de 24,4% ao ano desde 2005, ante os 11,8% registrados pelo varejo em geral, segundo dados da Bain & Company publicados na edição desta segunda-feira, 2, pelo jornal Valor Econômico. O cenário obriga os varejistas a rever a sua estratégia de atuação na internet. Hoje, o e-commerce só responde por cerca de 3% das vendas totais do varejo, índice que alcança entre 8% e 10% nos Estados Unidos e Inglaterra.
Mas de acordo com o estudo, as vendas do varejo on-line devem passar de US$ 9,8 bilhões em 2011 para US$ 22 bilhões em 2016 no Brasil, com taxas expressivas de expansão especialmente no segmento de vestuário. A comparação da performance entre importantes players digitais e os varejos tradicionais dá uma dimensão do cenário.
O valor de mercado da Amazon, por exemplo, foi 115 vezes o seu lucro nos últimos cinco anos, enquanto a médica encontrada entre nove varejistas tradicionais foi de 16 vezes o seu lucro. O estudo aponta, no entanto, a necessidade de melhorar a experiência de compra no Brasil, como a logística de entrega, a fim de aumentar as taxas de conversão, ainda presas a um patamar de 40%, contra um percentual entre 60% a 65% nos Estados Unidos.

sexta-feira, 6 de julho de 2012

segunda-feira, 28 de maio de 2012

10 dicas para tornar sua empresa líder de mercado

O lugar mais alto no pódio e a liderança, normalmente, são destinados a apenas um. Poucas vezes encontraremos dois ocupando esse espaço. Qualquer que seja o evento, quanto mais ampla a possibilidade de participação de concorrentes, mais dura a competição.

O mundo dos negócios nos permite notar com clareza como o ser humano é surpreendente, criando e tornando obsoletos produtos e conceitos. Nesse aspecto, maior poder terão gestores com visão de futuro, pois poderão não apenas prevê-lo, mas criá-lo.

No ambiente empresarial, onde não há métodos e verdades absolutas, o capital intelectual tem estabelecido as vantagens competitivas. 

O domínio dos recursos naturais há muito tempo é superado pela competência em fornecimento de tecnologia. O barateamento, simplificação de produtos e equipamentos, a facilidade de importação em um mundo globalizado, possibilita a criação de empresas e a sua transferência para locais que permitam a fabricação com custos competitivos.

Nações e empresas que se destacam são aquelas com determinação para investimento e desenvolvimento do capital intelectual de seus recursos humanos. Estes são ambientes que atraem, retém e geram talentos para exercício da sua vocação.

Um produto inovador pode alterar não só futuro de uma empresa, mas de todo mercado. Alcançar o sucesso já um processo é difícil, como mantê-lo? 

Grandes empresas têm sucesso e longevidade porque criam novos produtos continuamente. A essência de qualquer negócio bem sucedido é ter produtos campeões de venda, todo o resto é discurso sem propósito. Produtos e serviços inovadores, que fornecem valores aos clientes, percorrem uma estrada congestionada até ocupar um espaço na mente de seus consumidores.

A relevância do produto e marca não ocorre de forma simples, rápida e graciosa. Há um longo e complexo trabalho a ser desenvolvido com o uso racional e inteligente da mídia para se obter visibilidade significativa.

Não faltam exemplos de marcas e produtos prestigiados que caíram no esquecimento, perderam relevância e foram substituídos por outros, porque os gestores das empresas que os detinham negligenciaram a relação com os clientes.

Fala-se muito em relação com os clientes (CRM – Customer Relationship Management), mas pratica-se pouco. O contato costuma ter como foco o revendedor, quando o efetivo decisor das compras é o consumidor. Há uma verdade que poucos se dão conta: o comerciante está sempre um passo atrás do consumidor. 

Distinguir uma onda de uma tendência é um processo complexo. Antes de abandonar um movimento os consumidores se esbaldam, com isso dificultam a leitura dos comportamentos. Os comerciantes querem segurança antes de aderir, por essa razão muitos entram quando os consumidores já estão saindo atrás de novas propostas.

Em um ambiente competitivo são necessários técnicas de produção e acesso a materiais e recursos para produzir a baixo custo. Por isso, o baixo custo, a excelência em qualidade e os preços competitivos favorecem a organização no estabelecimento de importantes vantagens mercadológicas. Ainda, gestão competente de recursos que permite à empresa manter a saúde financeira para que seus gestores possam se dedicar aos aspectos estratégicos dos negócios.

E, acompanhamento dos planos de trabalho e metas. Sem controle de desempenho não é possível efetuar correções nos desvios observados.

Dessa forma, como pode ser visto, a condução de uma empresa à liderança de mercado requer atenção a 10 passos: 
1 – Visão de futuro;
2 – Investimento em capital intelectual;
3 – Técnicas de produção de baixo custo;
4 – Oferta de valores aos consumidores a preços competitivos;
5 – Investimento em mídia; 
6 – Posicionamento de produto;
7 – Posicionamento de marca; 
8 – Gestão de relacionamento com o cliente – CRM; 
9 – Gestão competente de recursos; 
10 – Controle de desempenho;

A falta de atenção a esses aspectos no médio prazo torna as empresas sobreviventes em decadentes. Dez passos que ratificam que a luta pelo futuro começa não como uma batalha pela participação de mercado, mas como uma batalha pela liderança intelectual.


Com informações do site Sobre Administração

segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

Mercado de tecnologia alcançará R$ 1,8 trilhão em 2012

O mercado de tecnologia pessoal, que inclui smartphones, tablets, tocadores de DVD, TVs, computadores, entre outros produtos, deve representar R$ 1,8 trilhão (US$ 1 trilhão) em 2012. Os dados Consumer Electronics Association (CEA), foram apresentados neste domingo, em Las Vegas (EUA). Esse valor representa a receita total do mercado e mostra um crescimento de 5% em relação ao ano passado.

A América Latina é uma das regiões que lideram o crescimento do mercado de tecnologia no mundo todo. 
No ano de 2010, a América Latina representou 34% do crescimento do mercado registrado no período. Steve Bambridge, diretor global de negócios da GfK “O Brasil é o país mais importante da região, mas apesar do crescimento explosivo, o total de unidades de smartphones e tablets vendidos ainda é pequeno”.

Ainda assim o crescimento da região é impressionante, já que a participação dos países desenvolvidos, como EUA, Japão e alguns países europeus caem a cada ano. Enquanto isso o Brasil engatinha no acesso à tecnologias. 

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