E-mail marketing influencia 2 em cada 3 brasileiros a comprar
Pesquisa recente divulgada pela Exact Target, empresa especializada em soluções de marketing digital, mostra que dois terços dos brasileiros compraram produtos após receberem e-mail marketing. A pesquisa ouviu 1.400 consumidores.
Conheça algumas vantagens de usar o mail marketing em relação a outras redes sociais
Uma pesquisa feita pela Ipsos no primeiro semestre de 2012, analisou o comportamento de 19.216 mil usuários de internet em 24 países, e constatou que 85% dos usuários preferem usar o email para se informar e ter acesso a ofertas de produtos. A pesquisa revelou também que os usuários ainda utilizamo email marketing como o principal canal de relacionamento com as empresas, enquanto apenas 62% utilizam as redes sociais para os mesmos fins informativos.
Linha de assunto no e-mail marketing: como persuadir o consumidor?
Um bom assunto requer desenvolvimento de pesquisa e estratégia; ele quem vai fazer o internauta abrir ou não a mensagem. Além disso, é crucial para o sucesso de qualquer ação por e-mail, entender as necessidades e o comportamento da sua base de contatos e oferecer ao público alvo o que ele quer receber em sua caixa de e-mails, no momento mais oportuno. O que faz do e-mail marketing um diferencial é, que, basta um clique para você se aproximar do seu público.
Aumente as vendas de seu e-commerce atraindo o seu cliente
O e-commerce no Brasil já está bem assimilado pelos consumidores de uma forma geral. As pessoas usam muito mais a internet hoje, movimentando o e-commerce com cada vez mais transações, pesquisando preços e produtos e sendo cada vez mais exigentes com suas compras.
3 dicas para seu e-commerce se sobressair entre os concorrentes
Vivenciamos uma era totalmente digital e globalizada, em âmbito nacional podemos notar o poder de disseminação, a grandeza e magnitude da internet. Este meio, por abranger majoritariamente os brasileiros, bem como pela facilidade de acesso, vem seduzindo-os e tornando-os propensos a iniciarem novas experiências online, tal como o comércio eletrônico.
terça-feira, 8 de maio de 2012
Como ser um executivo em uma empresa familiar
terça-feira, 24 de abril de 2012
Como motivar seus funcionários mais competentes
terça-feira, 17 de abril de 2012
Quais habilidades um gestor de sucesso precisa ter?
Comandar uma grande empresa requer habilidades para lidar com inúmeros desafios, que vão desde saber gerir equipes e mantê-las motivadas até traçar rotas de crescimento competitivas, mesmo com alguma alteração de regra do mercado.
Ainda assim, saber dar nó em pingo d´água não é o suficiente para ser um bom líder. Algumas habilidades são essenciais para executivos que conduzem cargos estratégicos das grandes companhias e querem fazer delas as melhores dentro de seus ramos de atividades. A seguir estão cinco delas apontadas por Fabio Marra, diretor de recrutamento executivo da Mariaca.
Adaptabilidade
Uma hora, ele trabalha numa empresa petroquímica nacional. Em outra, numa farmacêutica inglesa. Mais para frente em uma varejista familiar. Não importa onde, o bom líder sabe se adaptar às regras de qualquer companhia que saiba o que faz, para quem e onde quer chegar. Não importa se terá de se reportar a seis conselheiros de administração ou ao fundador de uma empresa tradicional, ele sabe exatamente o que em de ser feito.
“As maneiras como os negócios são conduzidos nesses vários universos são muito diferentes, mas para ele é fácil se adaptar às várias formas de reportar os resultados, já que o mais importante é trazê-los", afirma Marra.
Resiliência
Sabe quando um executivo é colocado sob muita, muita pressão e, depois de entregar os resultados, passado o momento mais turbulento, ele se revolta por ter passado por aquilo? Pois então, resiliência é justamente o oposto disso. O executivo resiliente sabe que a pressão faz parte do jogo. E tem plena convicção de que assumiu o cargo na condição de jogar e jogar muito bem, diga-se de passagem.
Para ele, picos de trabalho não significa estresse acumulado, falta de respeito pelo seu trabalho ou excesso de carga. Picos de trabalho são apenas picos de trabalho... e eles passam. E são sem importância diante do desafio de comandar uma empresa.
Interatividade
É claro que líderes de cargos estratégicos precisam se cercar de pessoas confiáveis e competentes no que fazem. Mas seu maior diferencial é saber manter essas pessoas ao seu lado e fazer com que eles se inspirem no chefe que tem. O contrário a isso pode ser desastroso. “Você pode ter as melhores pessoas possíveis na sua equipe. Mas se não souber conduzi-las, não terá como extrair o potencial delas ao seu lado”, afirma o headhunter.
O bom líder não cobra apenas resultados, ele também trabalha para alcança-los juntos a sua equipe. E por isso comemora cada pequeno avanço com eles. A proximidade com a equipe faz com que o líder também tenha uma visão melhor de quem trabalha com ele. “Há ótimos profissionais que não sabem fazer marketing pessoal”, diz Marra. “Só com uma avaliação mais minuciosa o gestor saberá do talento que cada colaborador tem”.
Polivalência
Da mesma maneira que o bom líder sabe se adaptar aos vários tipos de empresas, ele também consegue ter uma boa desenvoltura em vários departamentos. Os melhores gestores são aqueles que já passaram por áreas tão distintas quanto logística e marketing e souberam extrair o melhor de cada experiência. “A estratégia de uma companhia é feita em várias frentes e um líder que já tenha passado por várias áreas tem uma visão global de onde quer chegar e como“, afirma o headhunter.
Ponderação
Demitir pessoas, reduzir custos, inovar serviços... decisões que mudam todo o rumo de companhia, e algumas vezes até o destino de pessoas fazem parte do cotidiano de gestores de grandes companhias. Ponderar as melhores alternativas para ele, a companhia e demais envolvidos é uma habilidade essencial para que o executivo tenha sucesso nisso. “Ele precisa avaliar quão benéfico será o impacto das mudanças para os resultados”, diz Marra.
segunda-feira, 2 de abril de 2012
Aprenda como não desmotivar aquele funcionário que deixou de ser promovido
Para o sócio-fundador da consultoria de gestão Muttare, Tatsumi Roberto Ebina, apenas um bom líder pode fazer a diferença na ocasião e se possível, transformar a frustração em oportunidade.
“Ao perceber um baixo desempenho do profissional e até mesmo certo abatimento, o gestor deve convidar o colaborador em questão para uma conversa para detectar o que está acontecendo”, explica. Para ele, apenas desse modo é possível entender o ponto de vista do colaborador e então orientá-lo para que o mesmo possa buscar seus objetivos.
Dicas
É muito importante que o gestor esteja sempre um passo a frente de sua equipe, podendo assim prever e antecipar qualquer reclamação de colaboradores insatisfeitos com decisões.
“Ele não deve esperar que um profissional o procure. Dependendo do perfil do contratado, tal questionamento pode ser feito de forma tempestiva e isso não é apropriado”, diz a manager da divisão de RH da Michael Page, Thais Teperman.
E qual seria a solução? Para Roberto Ebina, a melhor maneira de resolver este problema é conversar com o funcionário, conversando de forma que o empreendedor descubra as razões da desmotivação. “Sem esse papo fica difícil não frustrar alguém que esperava uma promoção”, diz.
“Um líder habilidoso deve sempre testar os funcionários que se acharem capazes por meio de novas oportunidades e desafios. Esse pode ser o diferencial para manter um profissional competente na empresa ou para perdê-lo para o mercado”, diz Ebina.
Profissional: como agir
Uma boa dica para os profissionais que não possuem a sorte de contar com um líder atento por perto é convidar o superior para uma conversa. Nessa hora, nada de timidez ou grandes arroubos emocionais; a recomendação é sempre fazer uso do bom senso.
Com informações do site Administradores.com
terça-feira, 20 de março de 2012
Liderança na empresa
Não há nada pior para um gestor do que perder o respeito de sua equipe. Aliás, há: nunca tê-lo sequer conquistado. Há vários motivos para cair em desgraça, mas um cada vez mais frequente é não saber lidar com funcionários melhores do que você.
Vários caminhos podem levá-lo a essa situação, desde a crescente melhoria do nível profissional de quem chega ao mercado de trabalho, até a sua própria preguiça em desenvolver novas habilidades.
De qualquer modo, algumas estratégias ajudam a liderar funcionários brilhantes, mesmo que, diante deles, você se sinta apenas um pobre mortal e sem parecer um completo idiota. Pelo menos, é o que afirma Tom Yuin, colunista da Forbes. Veja as principais:
Aprenda a lidar com pessoas (qualquer pessoa)
À medida que alguém sobe na hierarquia, as qualidades técnicas não são mais suficientes. É preciso também aprender a se relacionar com gente. Segundo Yuin, isso envolve três coisas: compreender profundamente o que a outra pessoa deseja; saber lidar com as expectativas dela; e ser um bom comunicador, capaz de explicar claramente sua posição e o que oferece na negociação.
Coloque os competentes na vitrine (e não embaixo do tapete)
Os gestores inseguros tendem a sufocar qualquer pessoa competente pelo caminho, com medo de que lhe roube o cargo. Já os bons líderes valorizam quem se destaca. Na prática, isso significa:
a) Reconhecer que o expert é o funcionário, e não você, e consultá-lo quando for preciso;
b) Dar bastante autonomia para que ele atue; não fique gerenciando cada passo dele no projeto;
c) Interessar-se pelo que ele sabe.
Aproveite: aprenda com ele.
Ao lhe dar espaço e liberdade de decisão, esteja ciente de que ele, mais dia, menos dia, tentará mudar algo – uma rotina de trabalho; uma norma interna, o que for. E, mais do que isso, um dia ele irá errar. Avalie a situação: se ele agiu de boa-fé, buscando melhorar os resultados da equipe, e se os erros são administráveis, fique ao seu lado.
Seja alguém com quem eles podem trocar ideias
Vamos lá: a menos que nem você entenda como conquistou um cargo de liderança na empresa, deve haver algo que sabe e que seja útil para a equipe. Deixe que as pessoas o vejam como alguém para trocar ideias, tirar dúvidas, pensar alto.
Quem gosta do seriado Dr. House deve se lembrar de quando o médico rabugento pede uma má ideia, qualquer má ideia, para que ele a possa transformar em algo bom. Mesmo que você não seja brilhante, sua opinião pode ser o ponto de partida para um belo insight.
Seja um cara descolado
Pessoas brilhantes gostam de gente antenada, e não apenas nas últimas tendências do mercado em que atuam. Gente boa costuma ser atraída por ideias diferentes e inovadoras em qualquer área, dos novos programas de TV até o que virou moda nos esportes (e muito mais). Fique ligado.
Fonte: Exame
quinta-feira, 15 de março de 2012
Jovens impulsionam empreendedorismo no Brasil
A força do empreendedorismo no Brasil está na juventude. E pode ser medida pela capacidade de renovação nas duas faixas etárias que mais crescem. Hoje, o grupo dominante é formado por jovens adultos de 25 a 34 anos - soma 22,4%. Mas os que têm de 18 a 24 anos vêm logo atrás e formam a faixa que mais cresceu na última década: 7,4%.
Quando se toma como parâmetro o IBGE (Instituto Brasilerio de Geografia e Estatística), que classifica o jovem adulto como pertencente à faixa de 18 a 29 anos, pode-se considerar uma parcela ainda maior de jovens com papel ativo na economia brasileira.
Entre os países desenvolvidos e emergentes, o chamado G20, o Brasil e a Rússia são os únicos nos quais os empreendedores na faixa de 18 a 24 anos representam um número maior do que aqueles que têm 35 anos ou acima disso. Em 2010, o primeiro grupo representou 17,4% dos empreendedores nacionais.
Para Cláudia Bittencourt, diretora-geral do Grupo Bittencourt, focado na seleção de franqueados para diversas marcas, o jovem tem a favor de si uma disposição para o trabalho maior, além de estar naturalmente ligado a novas tendências do mercado devido à pouca idade. Ela aponta algumas empresas de seu portfólio como adequadas para investidores jovens, como as Havaianas, a Empório Body Store e a UZ Games.
João Bonomo, professor de empreendedorismo da Ibmec Minas Gerais, concorda com a tese. "Os alunos que eu acompanho focam negócios com dinamismo, que exigem muita energia. São jovens que se comunicam muito bem, fazem mais de duas coisas ao mesmo tempo e têm um perfil de relacionamento muito intenso."
Segundo ele, uma característica comum aos jovens é a busca de oportunidades de negócios que sejam dinâmicas e que exijam atualização constante. Alguns segmentos que destaca como ideais para esses empreendedores são as áreas de e-commerce, moda, design, música e esportes de aventura. "O jovem sempre teve um perfil mais dinâmico, antes do e-commerce tivemos a onda das empresas de turismo", exemplifica. Em sua opinião, no entanto, essas áreas não são exclusivas para as novas gerações.
Cláudia Bittencourt ressalta que o jovem empreendedor deve avaliar se o seu perfil pessoal e profissional se alinha com o negócio que tem em vista. "Na hora de buscar uma franquia, por exemplo, é preciso medir a sinergia dele com o nicho. Um jovem mais tímido, por exemplo, terá dificuldades com franquias que exijam muito dele na área de vendas", explica. Dito isso, ela lembra que o empreendedor iniciante está acostumado com um mundo mais dinâmico e interconectado, o que lhe dá uma vantagem na interação com clientes e - no caso de franqueados - com o franqueador. "Há negócios que exigem grande capacidade de atualização rápida, como é o caso do varejo". Segundo ela, o dono de uma empresa nessa área deve aprofundar o relacionamento com clientes e fornecedores, assim como estar permanente atento à divulgação de sua marca.
Para Bonomo, áreas que exigem menos atualização tendem a ser menos atraentes para os empreendedores jovens. "Uma loja de tinta, uma oficina de banners ou uma empresa de manutenção de extintores podem até possuir certo dinamismo, mas não tão intenso quanto áreas como a de e-commerce" exemplifica.
Outro nicho propício para o empreendedorismo jovem citado por Cláudia Bittencourt é a área da alimentação, que exige muita energia e grande dedicação. "De domingo a domingo", diz. Ela também ressalta alguns segmentos que têm sido procurados por jovens interessados em empreender, como escolas de idiomas, moda, esportes e turismo. "Se ele gosta muito de viajar, por que não abrir uma agência de intercâmbio?"
terça-feira, 13 de março de 2012
Como formar lideranças numa empresa
terça-feira, 14 de fevereiro de 2012
Frases que um empreendedor deve evitar
terça-feira, 7 de fevereiro de 2012
Documentos que sua empresa deve ter sempre em dia
13:09
Unknown








