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sexta-feira, 5 de outubro de 2012

Saiba como ter em mente a hora certa de abrir uma empresa



Ser um empreendedor é algo difícil, e nem todo mundo está preparado para entrar no mundo dos empresários, por isso quem deseja abrir uma empresa deve considerar alguns fatores antes para evitar dores de cabeça futuras. Dalton Viesti, coordenador de graduação da Trevisan Escola de Negócios conta que quem quer tornar-se um empreendedor deve ler pelo menos um livro sobre o assunto, para entender o processo na prática. O segundo passo é buscar um mercado em que já possua algum know-how e analisar as possibilidades que esse setor dispõe para novas empresas.

"O que é básico e todo o empreendedor deve saber é: nunca entre em um negócio sem conhecimento nenhum", alerta o professor. Apostar em algo com zero de know-how torna o risco maior. "Até quem está há muitos anos em um setor admite que ainda tem muito a aprender", diz.

Perfil empreendedor
Para Dalton, a hora certa para abrir sua empresa é quando você já se considera maduro o bastante e sabe que tem o perfil adequado para essa carreira. O especialista comenta que algumas pessoas tem uma noção errada sobre empreender, e acham que podem resolver todos os problemas sem uma preparação. Uma coisa é a vontade de ter um negócio. Outra é a capacidade, a maturidade, para gerir esse empreendimento", esclarece Dalton. "Se sou taxista e ganho R$ 100 em uma corrida, tenho que saber que parte desse dinheiro vai para os impostos, para a manutenção do veículo, para o combustível, ou seja, para a gestão do meu negócio", exemplifica.

Dalton alerta ainda sobre o problema que pode aparecer caso você utilize sua empresa como uma válvula de escape para outros problemas profissionais ou pessoais. "Em uma situação de demissão, por exemplo, a pessoa pode acreditar que uma saída é usar a indenização para investir em um negócio próprio. Se o perfil dele não for de empreendedor, possivelmente não terá sucesso na carreira ou, assim que receber uma proposta de emprego, ele vai deixar tudo para voltar a ser funcionário", alerta. Nesse caso, o ideal é não agir por impulso. "É melhor refletir do que gastar o dinheiro que poderia ser garantia para os meses em que essa pessoa busca um novo emprego", orienta Dalton.

O mercado
Segundo o professor, não existe uma hora certa para deixar sua carreira para trás, mesmo que você tenha uma boa posição, salário satisfatório e estabilidade, porém você deseje seguir a carreira de empreendedor, é ideal que você tente. Mas antes de jogar tudo pro alto e tentar você deve analisar o mercado (nicho para o serviço ou produto que deseja oferecer) e vários outros fatores para não se decepcionar.

"Não adianta entender do mercado se o setor não tiver espaço para o que ele deseja oferecer", explica o professor. Por isso, é importante fazer uma boa pesquisa antes. Ou seja, sondar quem seriam seus concorrentes, entender o público-alvo e suas necessidades, fazer os cálculos de quanto o negócio custa e quanto pode render. "Uma ideia pode ser ótima na cabeça, mas, ainda no papel pode apresentar problemas de aplicação e custos", orienta Dalton.

Investimento
Se a sua empresa for precisar de investimento externo você deve buscar parcerias antes de seguir em frente. Deixar a procura por investidor para mais tarde é um risco alto. Já o empreendedor que vai investir do próprio bolso, precisa ter em mente que o negócio deve custar a metade do montante que possui. "A outra metade tem que estar guardada para eventuais dificuldades que não estão no planejamento", afirma o professor.

Quando lançar o negócio no mercado

Segundo Danton, você deve aproveitar a sazonalidade que o mercado escolhido favorece, mas o empresário deve tomar algumas precauções com esta estratégia. Ela, normalmente, tem mais sucesso com marcas que já são consolidadas, como as franquias.

Segundo o professor, para lançar uma nova marca, o ideal é abrir o negócio antes do período de grande movimento. Assim, nos picos de sazonalidade, o empreendimento já será conhecido dos consumidores que procuram o produto ou o serviço que ele oferece.

Com informações do Terra.

sexta-feira, 28 de setembro de 2012

Aprenda como planejar sua aposentadoria



Um bom empreendedor deve saber a hora de se aposentar, afinal nem todos querem trabalhar pelo resto da vida. O professor e coordenador do curso de ciências contábeis da Faculdade Santa Marcelina conta que essa  aposentadoria deve ser planejada desde a abertura da empresa.

"O plano de aposentadoria tem que ser pensado desde o início da empresa. É um assunto que obrigatoriamente tem que estar na pauta do empreendedor. No entanto, ele só vai conseguir colocá-lo em prática após meados do segundo ano de negócio, que é quando ele, possivelmente, terá o retorno do investimento inicial", explica Reginaldo. "Além disso, os primeiros anos são cruciais para a estabilização da empresa. Por isso, o foco é fazer o negócio dar certo."

Investimentos
É aconselhável que o empreendedor tenha uma reserva de dinheiro que seja suficiente para abrir uma carteira de investimentos. Dessa forma ele consegue investir em fundos diferentes: uma parte em títulos de longo prazo, como ações, que são um perfil de investimento mais arriscado, e outra em títulos mais conservadores, como poupança e Tesouro Direto. A previdência privada também é uma boa forma de poupar para o futuro.

Às vezes não é possível fazer isso, com custos altos e pouco lucro fica difícil guardar alguma coisa, mas o empresário pode optar por investimentos mais conservadores, como a poupança que é livre de riscos, e o empreendedor pode sacar o dinheiro a qualquer hora através do cartão.

Poupar ou salvar o negócio
A crise é inevitável em qualquer empresa, e o empreendedor pode precisar do dinheiro investido antes de se aposentar, caso isso aconteça Reginaldo afirma que o empresário deve utilizar todos os recursos que possui para salvar a sua empresa, mesmo que tenha que usar o investimento da aposentadoria.

"Não adianta ele ter o dinheiro do futuro bem guardado e não conseguir sobreviver no presente. Se for necessário, ele pode e deve reaver investimentos que possam salvar a empresa de um período de crise", completa.

Com informações do Terra

quarta-feira, 19 de setembro de 2012

Saiba escolher os aparelhos de Buffet para seu restaurante




O número de brasileiros que come fora cresce a cada dia, e muitos empreendedores buscam pegar uma fatia desse mercado, porém abrir um restaurante requer muito planejamento e muitos detalhes. Os aparelhos de Buffet merecem uma atenção e maior para aqueles que querem abrir um self-service.
Apresentação

Existem 2 tipos de Buffet: O quente e o refrigerado. O Buffet quente funciona com aquecimento em banho-maria e tem em sua composição o GN’s. Os GN’s são as cubas de aço que se enciaxam no Buffet. O tamanho delas é padrozinado, porém você pode mudar no Buffet a disposição deles. Existem também os rechauds. Os rechauds trazem uma elegância maior ao ambiente, mas requerem mais atenção por parte do empreendedor, além de ocupar mais espaço.

Já os buffets refrigerados que geralmente comportam saladas possuem uma pista fria. Normalmente dá-se a preferência para vasilhames de vidro ou plástico para a apresentação das saladas. As cubas de aço inox costumam “congelar” os alimentos em contato com elas.

Serviço
O fluxo de clientes podem fazer com que a os tipos de Buffet mudem. Existem buffets só com um lado em linha, em linha com dois lados e Buffet em ilha. Essa escolha dependerá do ambiente.
Pronto ou sob medida?
Várias lojas espalhadas pelo país disponibilizam todo tipo de Buffet, mas a pergunta é: você deve comprá-lo pronto ou sob medida? Alguns fatores podem lhe ajudar nessa escolha. O primeiro é relacionado ao investimento, se o Buffet estiver pronto você irá gastar menos do que em um Buffet sob medida. Em compensação o Buffet sob medida é feito para se adaptar a qualquer local e o acabamento ficará mais a cara do conceito  do restaurante, limitações estas frequentes na compra de um buffet comprado pronto.

Características técnicas
Você pode evitar várias dores de cabeça com algumas atenções básicas antes de fechar negócio. Veja se o Buffet tem rodas para deslocamento, pois isso irá facilitar bastante na hora de limpar. Verifique a tensão disponível para o aparelho e veja se você possui disponibilidade no seu imóvel. Na grande maioria dos buffet a tensão é de 220V. O Buffet também deve possuir um aquecimento ou resfriamento uniforme por toda sua superfície. As luminárias devem ser bem protegidas com acabamento plástico para evitar acidentes.

Com informações do site Gestão de Restaurantes.

quarta-feira, 22 de agosto de 2012

4 cuidados antes de investir em uma franquia famosa




Ser dono de uma franquia do McDonald’s, Habib’s ou de outras marcas famosas é o sonho de algumas pessoas. A principal vantagem de se investir em franquias como essas é que o risco para o empreendedor é menor se comparado com uma marca pouco conhecida. Mas, nem por isso você deve deixar de fazer seu dever de casa. “Independente de quão famosa a marca seja, não significa que ela não tenha problemas”, afirma Liana Bittencourt, sócia e diretora do Grupo Bittencourt.

E, como qualquer outro tipo de negócio, o empreendedor precisa estar atento a todos os detalhes que envolvem a empresa. Afinal, não é porque você é consumidor assíduo de determinado produto ou serviço que o trabalho de ser dono de uma franquia será mais fácil. Além do investimento inicial, prazo de retorno, valores das taxas e outras informações básicas, é preciso conhecer bem sobre como funciona a gestão dessa marca. De acordo com André Friedheim, diretor da Francap, é importante que o empresário saiba se terá dificuldade em contratar uma equipe ou como funciona o abastecimento da loja, por exemplo. Confira abaixo quatro dicas de especialistas para interessados em investir em uma franquia famosa.

1. Pergunte sobre o potencial de crescimento
Alinhe a sua expectativa com o que acontece na prática. No caso de marcas famosas, nem sempre é possível investir em quatro ou cinco franquias. Filomena Garcia, sócia-diretora da Franchise Store, explica que é importante que o empreendedor pergunte sobre o plano de expansão e quanto ainda há de espaço para crescer. O empresário também deve questionar sobre qual é o seu território de atuação e quais são os critérios para a abertura de novas unidades para aqueles que já operam.

2. Descubra quanto capital você realmente precisa
Os dados sobre investimento divulgados pela franquia normalmente são uma média do que os franqueados costumam gastar. Por isso, é importante que você calcule o quanto de capital de giro realmente é necessário para o negócio. “Procure saber como é o prazo de pagamento e recebimento. Hoje, 90% dos pagamentos são feitos com cartão de crédito e, por isso, são necessários 60 dias para receber“, explica Liana. Ela recomenda que o empreendedor faça uma pesquisa de campo com os franqueados e procure principalmente aqueles que tenham o perfil semelhante a ele ou que trabalhe em uma região com características parecidas com o local que deseja abrir um franquia. “Pergunte sobre qual foi o orçamento dos últimos investidores”, diz Friedheim.

3. Pesquise sobre o apoio do franqueador
É essencial entender os bastidores do negócio que você tem interesse em investir. Qual é o suporte do franqueador para o investidor iniciante? Como é o treinamento inicial? Filomena alerta que, ao entrar na rede, é preciso seguir o mesmo caminho que outros franqueados. No caso de uma franquia famosa, a vantagem é que, normalmente, esses programas são mais estruturados. “Veja se já existem comitês de franqueados para cuidar de assuntos diversos e qual é a efetiva participação de um franqueado”, conta Friedheim.

4. Questione sobre o plano de marketing
Redes grandes normalmente têm campanhas de marketing institucionais, por isso, é importante que o empreendedor entenda que, às vezes, o marketing local terá que sair de seu próprio bolso. “Franquias famosas anunciam bastante”, afirma Friedheim. O especialista recomenda que o empreendedor tenha claro que parte desses gastos com marketing é paga pelo franqueado.

Com informações do site Exame.

segunda-feira, 20 de agosto de 2012

As habilidades que todo empreendedor deve ter




Ter uma boa ideia e paixão pelo negócio não bastam para que você seja um empreendedor de sucesso. Para Fernando Campos, investidor-anjo e gestor da Devise, dominar técnicas de gestão de negócios é a habilidade que ele mais sente falta nos empreendedores brasileiros. “Você pode ter capacidade técnica, domínio de conhecimento e ótimas ideias, mas também é preciso ter visão de negócios, saber gerir e liderar pessoas”, afirma.

Edison Kalaf, professor de inovação e empreendedorismo da Business School São Paulo (BSP), conta que o essencial é acreditar no negócio e se dedicar. “É o trabalho que importa, não basta só investir”, diz.

Com a ajuda de Campos, Kalaf e Rose Mary Lopes, coordenadora do Centro de Empreendedorismo da ESPM, Exame.com listou algumas habilidades indispensáveis para ser um empreendedor de sucesso.

Ser determinado
Por mais que uma pessoa tenha cursos e certificados, dificilmente acertará seu negócio de primeira. “Tem que ser persistente usando a razão, pois alguns empreendedores se apaixonam pela ideia e não conseguem enxergar além disso”, explica Kalaf.

Para Campos, o empreendedor não pode desistir por qualquer barreira. “É preciso ter essa energia para, por exemplo, ligar para amigos e pedir indicações e também para bater na porta de clientes”, afirma. “Um empreendedor tem que matar vários leões por dia, mas tem que ter claro quais são os seus objetivos para poder casar com as oportunidades que surgirem”, explica Rose.

Dominar técnicas de gestão
Contabilidade, recursos humanos e áreas de suporte ao negócio exigem conhecimento formal. Mesmo em uma empresa muito pequena é preciso identificar em quais áreas ele precisa de ajuda e gerir. “Uma boa forma de aprender é frequentar competições de startups, quem ganha fala de seus negócios e conta como se prepara”, explica Campos.

Kalaf conta que o empreendedor precisa assumir que não é genial para tudo. “Improvisação em geral dá certo, mas não dá para improvisar sempre”, afirma. Para Rose, não é um aprendizado fácil: um empreendedor tem que aprender a demitir pessoas, por exemplo.

Manter-se informado
Para os especialistas, além da importância de se atualizar sobre o mercado em que atua, é preciso estar atento também com o que está acontecendo dentro de sua empresa. “Verifique se há insatisfações. Cocê pode não estar canalizando talentos adequadamente”, explica Rose.

“De nada adianta entrar em um negócio em que pouco se entende. Naturalmente que o empreendedor não precisa ter anos de experiência em um determinado segmento para poder empreender, mas ele deverá no mínimo fazer um belo dever de casa estudando tudo o que puder sobre o tema antes de se aventurar”, explica Campos.

Além disso, é bom o empreendedor circular em eventos de outros setores e trocar informações com pessoas de seu segmento.

Saber ouvir
“Muita gente acha que tem essa capacidade, mas alguns empreendedores têm uma postura muito confiante e não estão dispostos a ouvir opiniões que podem lhe ajudar e ajudar seus negócios”, afirma Campos. Ele explica que um empreendedor precisa, sim, ser confiante, mas precisa aceitar que algumas vezes ele pode estar errado. “Alguns fingem que sabem ouvir, mas depois acabam ignorando ou abandonando tudo que você falou “, diz.

Saber se comunicar
Kalaf diz que todo empreendedor precisa saber vender suas ideias e produtos bem. “Ele tem que ser capaz de comunicar a sua visão de negócios e valores para outros e conseguir inspirar as pessoas com quem trabalha”, explica. Essa habilidade o tornará líder para conseguir apoio para suas ideias e incentivará inovação.

Ter autocrítica
O empreendedor precisa se conhecer bem para identificar quais são os seus pontos fortes e fracos. “Caso contrário, ele pode extrapolar no otimismo, na sua vontade de achar que pode dar tudo certo e que pode fazer tudo sozinho”, afirma.

Ela explica que muitos empreendedores não conseguem perceber alguns sinais de alerta, como de que precisam de um parceiro que seja experiente em uma área que ele não domina.

Com informações do site Exame.

terça-feira, 7 de agosto de 2012

4 ações para sua empresa bater a concorrência

Investir na qualidade do produto ou serviço e focar no relacionamento com os clientes são recomendações de especialistas.

Lidar com um concorrente que anuncia promoções com preços baixíssimos não é uma tarefa fácil para um pequeno ou médio empresário. Apesar de ser fácil, oferecer desconto e baixar seu preço não é a melhor solução a longo prazo. Neste caso, fazer diferente é uma alternativa para quem não quer reduzir sua margem de lucro e, ainda assim, se destacar no mercado.

A raiva do concorrente grande e que oferece preço baixo pode levar o empresário a associar a concorrência com o termo inimigo, o que não é recomendável. Mário Rodrigues, diretor do Instituto Brasileiro de Vendas, conta que, às vezes, os esforços de empreendedores para anular o concorrente acabam resultando na perda do foco com os consumidores e com o negócio. “As pessoas acabam lembrando o cliente do concorrente de tanto que falam sobre outras marcas”, afirma.

1. Saiba tudo sobre sua empresa

É importante analisar as ações dos players no mercado, sem deixar de lado o seu negócio. É recomendável que o empresário faça uma revisão estratégica de seus objetivos periodicamente, de preferência a cada seis meses. “Ao tornar isso um hábito, ele saberá se está no caminho certo”, afirma Luis Henrique Stockler, sócio-diretor da consultoria ba}Stockler.

Para evitar que as vendas de sua pequena empresa sejam afetadas por promoções dos concorrentes, o ideal é se prevenir. Dependendo do tipo de negócio, em datas comemorativas, por exemplo, é possível se programar e investir.

2. Invista em qualidade

Liste os diferenciais do seu produto ou serviço em relação aos outros concorrentes: ressalte a matéria-prima utilizada, destaque a durabilidade do que você está oferecendo ou enfatize o design do seu produto.

Stockler recomenda que o empreendedor reserve um tempo para pensar em que pontos o que seu negócio se sobressai em relação ao concorrente. “A agenda do empreendedor fica muito focada no operacional e não sobra tempo para ter insights estratégicos”, afirma.

3. Evite comparações

Ressaltar o quanto você é melhor que as outras empresas pode ser um tiro no pé para quem está vendendo. “Evite ao máximo falar dos seus concorrentes na frente dos clientes”, afirma Rodrigues.

O cliente quer soluções para os seus problemas. Por isso, para evitar que ele vá literalmente bater na porta de outra empresa, invista no treinamento de sua equipe. Dessa maneira, o bom atendimento se transformará em uma qualidade do seu negócio.

4. Conheça as razões dos clientes

O cliente escolheu a sua empresa por algum motivo. Para especialistas, descobrir quais são as razões pelas quais o consumidor opta pelo seu produto ou serviço é importante. Se o caixa da empresa não permite o pagamento de uma pesquisa de mercado personalizada, busque alternativas baratas. Para Stockler, focar nas mídias sociais ou participar de grupos de discussão são atitudes de baixo custo para quem quer saber qual é o posicionamento do consumidor em relação à sua empresa.

Tente comprar ou criar uma metodologia para monitorar o concorrente. Vale, inclusive, acompanhar as promoções e alterações de preço que as outras empresas estão oferecendo.

Com informações do site Exame.

sexta-feira, 3 de agosto de 2012

Lei do Estágio ajuda empreendedor a descobrir novos talentos


Segundo dados de uma pesquisa nacional realizada em 2006 pela TNS Interscience, 64% dos estagiários brasileiros são efetivados ao final do estágio. Para Eduardo de Oliveira, superintendente de operações do Centro de Integração Empresa-Escola (CIEE), de São Paulo, esses dados só comprovam os benefícios da admissão de estagiários. "As vantagens são inúmeras, porque o mercado exige mão de obra capacitada. Nada mais lógico do que dar oportunidade ao estudante. Com isso, a empresa pode formar esse profissional e encontrar seus futuros talentos", afirma. "Dessa forma, ele tem, em pouco tempo, um funcionário pronto para assumir cargos efetivos."

Entre os benefícios desse regime estão a possibilidade da empresa estabelecer contratos com uma carga horária que atenda à sua demanda, uma vez que a jornada de um estagiário pode ser de quatro a seis horas diárias - o que não acontece em uma contratação CLT. A isenção de encargos trabalhistas e a economia devido aos valores mais baixos da bolsa-auxílio em relação aos salários também são pontos positivos para a empresa.

Contratação e benefícios Qualquer empresa ou profissional liberal de nível superior pode contratar estagiários. Segundo a Lei de Estágio, de 2008, é permitido que cada profissional efetivo supervisione até dez estagiários. "Não há a necessidade do registro em carteira. O contrato é um termo de compromisso de estágio feito entre a empresa, a escola e o aluno", explica Eduardo.

No contrato devem constar as atividades que serão desempenhadas pelo estagiário, que devem ter relação com o curso do estudante, e a carga horária, que deve ser de no máximo 30 horas semanais, para que o programa não interfira nos estudos. Os benefícios obrigatórios por lei são auxílio transporte, seguro de vida, e bolsa auxílio. "Deve-se ter por base o valor de mercado, mas o ideal é que essa bolsa cubra pelo menos a mensalidade escolar, ou uma parte dela", orienta Eduardo.

Ao completar um ano na empresa, o estudante tem direito a um recesso remunerado de 30 dias. O período máximo de permanência de um estagiário na mesma empresa é de dois anos.

A contratação do estagiário pode ser feita por conta do empreendedor ou com o auxílio de empresa e instituições especializadas nesse tipo de contratação. O CIEE, por exemplo, auxilia desde o processo de recrutamento e seleção do candidato até a gestão da relação empresário-escola.

Gestão

Ao admitir estagiários, a empresa tem, além das vantagens, algumas obrigações quanto à formação desse profissional. Eduardo assinala que o estudante deve ter um mentor dentro da companhia, que será o responsável por fazer relatórios regulares sobre o seu desempenho e evolução. As atividades do estagiário também devem estar de fato relacionadas com os trabalhos da empresa, uma vez que o programa visa uma atividade de formação profissional e não simplesmente transformar o estudante em um "faz-tudo".

Segundo dados do CIEE, estão abertas, no momento, 7,5 mil vagas de estágio, só no Estado de São Paulo. Eduardo acredita que, com o conhecimento da Lei de Estágio por parte dos empresários, a tendência é que esse número aumente ainda mais. "Às vezes, por desconhecimento o empresário acaba não contratando. Ele desconhece a questão da lei, mas é importante que ele se atente, principalmente nos dias atuais. Dessa forma, ele encontra talentos para a sua empresa e isso beneficia a sociedade como um todo", defende.

Com informações do Terra.

terça-feira, 31 de julho de 2012

O que um empreendedor iniciante não deve fazer?

O que um empreendedor iniciante não deve fazer?
Respondido por Marcio de Oliveira Santos Filho, especialista em empreendedorismo.

Quando um empreendedor está começando seu negócio é natural que esteja totalmente focado em viabilizá-lo, mas nunca deve esquecer as regras básicas de ética empresarial e transparência na gestão para que o negócio seja criado com pilares sólidos e sustentáveis.

Achar que sua ideia é a melhor do mundo, por exemplo, é uma atitude prepotente e arrogante que pode prejudicá-lo em uma negociação com um investidor, por exemplo. Tenha os pés no chão faz a negociação fluir muito melhor.

Ser prolixo ao explicar sua empresa também não pega nada bem e já mostra sinais claros de falta de foco e objetividade com potenciais cumprimento de metas. Tente mostrar o problema que está querendo solucionar e seja pragmático ao mostrar efetivamente qual a sua proposta de valor, ou seja, tenha muito clara sua vantagem competitiva frente ao que o mercado já pratica.

Na minha visão, o que é pior do que qualquer um dos itens acima é mentir. Essa atitude não só pega muito mal para o empreendedor, pois parte da premissa que você considera-se melhor que o outro e está enganando as pessoas (clientes, fornecedores e investidores). Seja honesto e verdadeiro sempre, admita suas fraquezas e pontos que precisa melhorar e isso jogará muito a seu favor.

Com informações do site Exame.

quarta-feira, 11 de julho de 2012

Ouça seus clientes, senão outros farão isso por você

Apesar de algumas divergências em relação aos números, todas as pesquisas feitas sobre o tema são unânimes no seguinte: clientes insatisfeitos sempre relatam para um número considerável de pessoas suas experiências desagradáveis com a marca. Sempre. É da natureza humana criticar, principalmente quando se tem razão. E ninguém se priva desse direito.

As consequências da insatisfação de um cliente divulgada por aí podem ser catastróficas, principalmente porque esse descontentamento não é manifestado apenas no boca a boca. Hoje, com a infinidade de blogs, redes sociais e tantos outros mecanismos que permitem a qualquer um falar o quiser para uma grande quantidade de pessoas, o estrago pode ser imediato e, às vezes, irreversível para a reputação da empresa.

Eis o problema. Mas o que fazer para lidar com ele? Ouvir o cliente, antes de tudo. Jamais permita que um cliente insatisfeito saia do seu estabelecimento sem a certeza de que a sua queixa tenha sido ouvida, acolhida e de que as devidas desculpas tenham sido dadas, se for o caso.

O que mais incomoda a maior parte dos consumidores não é a ocorrência de um erro, mas o descaso da empresa em ouví-los e ajudá-los. Erros todos cometem. Omitir-se já é uma questão de escolha e o cliente sabe bem quando não é a prioridade da empresa.

Portanto, a solução para não ver sua marca mal falada por aí passa por criar canais de comunicação entre o estabelecimento e o cliente. Quanto mais canais você criar, mais chances terá de diagnosticar uma eventual satisfação a tempo de contorná-la.

O cliente precisa saber que se quiser reclamar, elogiar ou sugerir algo terá todas as condições para fazê-lo e que tudo aquilo que disser será bem-vindo. Peça aos seus funcionários que deixem isso bastante claro quando interagirem com o público, desenvolva mecanismos que permitam aos clientes o contato direto com quem realmente resolve os problemas porque, a menos que exista tal liberdade, seu garçom não poderá oferecer uma cortesia como pedido de desculpas por um engano cometido.

É uma responsabilidade de quem gerencia o negócio. Em resumo, esteja com os ouvidos bem abertos para ouvir o que as pessoas que frequentam o seu estabelecimento têm a dizer, principalmente as críticas. Afinal, se é para o cliente falar mal do seu estabelecimento, que pelo menos seja para você.

Com informações do site Gestão de Restaurantes.

terça-feira, 3 de julho de 2012

1º semestre tem 47% a mais em formalizações

Crescimento na comparação com primeiros seis meses do ano passado foi de 26 mil adesões, diz Receita


O número de trabalhadores autônomos que decidiram migrar para o setor formal cresceu consideravelmente no primeiro semestre deste ano no Ceará. Segundo dados da Receita Federal, foram registradas 26.183 novas adesões ao programa Empreendedor Individual (EI) somente durante o período, o que representa um crescimento de 47% nos 55.635 registrados no início de 2012. Assim, o Estado contava, até ontem, com 81.818 registros no EI, ocupando a décima posição entre as unidades da Federação com os maiores índices.

Em valores absolutos, o crescimento de adeptos ao programa EI no primeiro semestre deste ano foi superior ao de 2011, mas proporcionalmente, houve certa desaceleração. É que, no ano passado, o número passou de 21.918 para 36.138 no período, uma alta de 65%.

Interior supera capital

Ainda de acordo com dados da Receita Federal, o número de empreendedores individuais formalizados nas cidades do interior do Ceará superaram o de Fortaleza no acumulado de 2012, tendo registrado 43.317 adesões ao EI contra 38.501 da capital cearense.

Fora Fortaleza, Caucaia foi o local onde houve maior registro de empreendedores individuais formalizados, com 3.335 adeptos. Maracanaú (2.639), Juazeiro do Norte (2.615), Sobral (1.934), Iguatu (1.154), Crato (1.022) e Crateús 1.014 também se destacaram, sendo as únicas cidades que registraram patamares superiores a mil.

Feira

Para incentivar ainda mais a formalização de autônomos, além de promover a qualificação através de oficinas, o Sebrae deu início ontem, em todo o Brasil, a 4ª Semana do Empreendedor Individual, que segue com programação até sexta-feira, dia 6, em Fortaleza e em cerca de 14 municípios cearenses.

"Recebemos muitas pessoas com dúvidas sobre os benefícios do programa Empreendedor Individual e que decidiram se registrar", disse Tuany Holanda, funcionária da unidade instalada na Praça do Ferreira.

Com informações do Diário do Nordeste.

Fotos de Waleska Santiago.

terça-feira, 26 de junho de 2012

Aplicativo ensina passo a passo para iniciar um negócio

Trilha do Empreendedor está disponível na internet e nos sistemas Android e IOS; futuros empresários esclarecem e testam conhecimentos sobre abertura de empresas em oito passos

Quando um empreendedor iniciante decide abrir um negócio pode não ter muito claro como e por onde começar. É comum pensar logo na legalização da nova empresa e 'queimar' algumas etapas anteriores que são fundamentais para o sucesso da atividade.

Para esclarecer futuros empresários sobre o que levar em consideração, ao se abrir uma nova empresa, o Sebrae/PR desenvolveu o aplicativo Trilha do Empreendedor, disponível para acesso via internet e a partir de aparelhos móveis, tais como smartphones e tablets.

A consultora, Adriana Schiavon Gonçalves, explica que o aplicativo atende à demanda de inúmeras pessoas que procuram a entidade em busca de um roteiro para iniciar um negócio próprio. "O aplicativo permite que o usuário teste conhecimentos de uma forma bastante lúdica. O Trilha do Empreendedor foi desenvolvido a partir de uma metodologia já utilizada na área de educação", comenta.

Após preencher um cadastro rápido, o interessado escolhe as características desejadas para seu personagem virtual: sexo, cor de cabelo, roupa, cor de pele e carro. A primeira resposta a ser fornecida é se a ideia do negócio já está definida. Há três opções de escolha que retornam diferentes orientações. A seguir, o internauta é levado a informar qual é a situação sobre a localização da futura empresa. E o terceiro passo é uma reflexão sobre o montante de dinheiro necessário para instalar e administrar o negócio.

Caso o futuro empreendedor não tenha refletido sobre esse ponto é aconselhado a baixar um modelo de plano de negócios para que possa projetar os custos e entender a necessidade de recursos financeiros. "Muitas vezes, o futuro empreendedor opta por um local para funcionamento do negócio sem avaliar o quanto isso é importante", explica Adriana Gonçalves. O quarto passo analisa o nível de conhecimento do candidato a empresário sobre o mercado e a atividade escolhida. A quinta etapa investiga se o empreendedor já realizou uma pesquisa junto aos possíveis fornecedores, clientes, concorrentes e governo. No sexto passo, é preciso dizer se as informações do futuro empreendimento estão organizadas, analisadas e prontas para serem levadas a uma consultoria de viabilidade. Somente no sétimo passo é que o registro da empresa é abordado.

Por fim, o internauta é questionado sobre como a empresa será administrada. O resultado obtido é encaminhado por e-mail para que o futuro empreendedor examine as orientações calmamente. "O aplicativo Trilha do Empreendedor democratiza informações importantes sobre abertura de negócios, possibilitando que mais pessoas tenham acesso ao conhecimento. Além disso, poupa tempo de candidatos a empresários que comparecem pessoalmente ao Sebrae para obter exatamente essas informações", afirma a consultora.

Adriana Gonçalves destaca que a empresa está atenta à ascensão e à importância dos conteúdos digitais. Ela cita que a Revista Soluções e o Boletim do Empreendedor, duas publicações mantidas pela entidade inicialmente impressas, ganharam versões móbile recentemente. Para se ter uma ideia do sucesso da aposta nas novas plataformas, desde janeiro de 2012, a revista obteve quase 2 mil downloads e o boletim, em média, 1.500.

  "Além dessas opções, também está disponível para os dispositivos móveis os aplicativos Teste do Perfil Empreendedor e Laboratório do Conhecimento", recorda.

O aplicativo Trilha do Empreendedor está disponível na Loja Apple, no Google Play e no site Trilha do Empreendedor.

Com informações do site Empreendedores.

segunda-feira, 26 de março de 2012

Especializações e MBA ajudam a empreender melhor, dizem especialistas


Vários empreendedores de pequenas e microempresas orgulham-se de ter aprendido a administrar na “escola da vida”. Porém estudos recentes mostram que os novos empreendedores que obtém sucesso nos negócios estão cada vez mais interessados em se especializar nas suas respectivas áreas.

Além do curso de administração, visto como porta de entrada para a gestão eficiente de um negócio, já é possível encontrar especializações específicas voltadas ao empreendedorismo.

"Isso é prova de que a cultura empreendedora ganhou corpo no País. Há 20 anos, quando me formei em administração, esta nem sequer era um tema da grade curricular", afirma Adir Ribeiro, professor e presidente-fundador da Praxis Education - consultoria especializada em educação corporativa.

Algumas instituições de ensino superior já possuem centros de empreendedorismo especializados e com um público cada vez maior. Há desde cursos modulados com menor duração à pós-graduação clássica - especialização, mestrado e doutorado - e Master in Business Administration (MBA).

Para o professor, empresários que desejam ter sucesso hoje já sabem que administrar não é fácil. "Aquela coisa romântica de que ter a própria empresa é a saída para todos os problemas não existe mais. A maioria já sabe o quanto é difícil virar patrão", afirma.

Adir Ribeiro comenta que o empreendedor de hoje que procura se especializar em sua área tem sua capacidade de analise critica aumentada. "Com uma visão mais madura do que é uma empresa, de fato ele consegue compreender a teoria sabendo aquilo que pode, e deve ser aplicado ao seu negócio e aquilo que não se encaixa", explica.

 Na opinião do professor, estudantes recém formados que queiram ingressar em uma pós-graduação em empreendedorismo ser a devida experiência de administrar pode não aproveitar o curso como o esperado. "Nesse caso, a falta bagagem e vivência da realidade podem gerar grande ansiedade no aluno", aponta.

Outra grande vantagem em investir na sua educação é o network que tende a ser extenso. Seja com professores - que geralmente atuam no mercado corporativo - ou com os colegas, vale a pena trocar experiências e sair um pouco da rotina da empresa. Isso além, claro, de estar em contato com requisitos básicos como aprender a gerir melhor o negócio e a pensar de maneira estratégica.

Com informações do Terra

quarta-feira, 21 de março de 2012

Quer ser um bom empreendedor? Confira 7 dicas que vão ajudá-lo.

Um número cada vez maior de pessoas estão tornando-se empreendedoras. Em 2010, foram constituídas 1.370.464 empresas, o que revela um crescimento de 101% em relação a 2009, segundo dados do Departamento Nacional de Registros do Comércio (DNRC) da Secretaria de Comércio e Serviços (SCS) do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC).

Porém, mesmo com esse crescimento nem todos os administradores sabem o que é necessário para se tornarem bons empreendedores. Por exemplo, não adianta nada você possuir vontade de trabalhar e fazer sua empresa crescer sem que se saiba usar a criatividade, ou disciplina na execução de tarefas sem um bom diálogo com os funcionários. 

Para o empresário Rogimar Rios, "um bom empreendedor precisa ter iniciativa para criar um novo modelo de negócio, já que o empreendedorismo é uma característica do administrador que tem com objetivo o sucesso". 

O empresário ainda dá boas dicas para quem quer tornar-se um bom admnistrador. Confira:

1 - Saiba lidar com personalidades desafiadoras – Escute com o coração e com os olhos, não somente com os ouvidos.

2 - Tenha determinação e disciplina – Sempre anote suas idéias e faça seu planejamento diário com hora e local em que tudo deverá acontecer.

3 – Seja inteligente, saiba usar o pensamento a seu favor – Seus pensamentos determinam sua frequência e seus sentimentos dizem em que freqüência você está, se você está se sentindo mal tende a pensar coisas ruins e isso pode prejudicar suas metas, por isso mantenha seus pensamentos sempre positivos e procure trabalhar mais quando você está se sentindo bem.

4 – Tenha meta e siga um método - Quando um empreendedor tem os dois, ele rompe barreiras e expectativas.

5 - Tenha fé, mas não deixe de agir para modificar a realidade. Vá do pensamento à ação.

6 – Um Empreendedor de sucesso deve encontrar, avaliar e desenvolver a oportunidade de criar algo novo.

7 - Tire proveito do fracasso – Seja inteligente e aprenda a utilizar um experiência sem sucesso em aprendizado.


Com informações do site admnistradores.com.br

terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

Frases que um empreendedor deve evitar


Quase todos os empreendedores adoram falar sobre as suas empresas. Contam para amigos, parentes, clientes ou conhecidos como a ideia do negócio surgiu, por que vale a pena apostar neste mercado, quais são seus desafios e por aí vai.

Em algumas situações, no entanto, ele precisa saber resumir o mais importante em poucos minutos, como em apresentações para investidores. Neste momento, além de clareza e credibilidade, o empreendedor deve convencer o seu interlocutor.

Aparentar desorganização ou mentir são os piores erros possíveis nesta hora.  Ele deve falar a verdade sobre o negócio. Alguns frases também devem ser evitadas:

“Meu produto é tão inovador que não tem concorrentes”
Ao invés de pensar que seu produto é realmente uma inovação, o investidor vai achar que você não observou bem o mercado. A concorrência sempre existe. Para observar isso é preciso fazer uma boa pesquisa de mercado.

‘Meu negócio não tem risco”
Não existem negócios sem risco. Fique atento a quais são os riscos e saiba explicá-los sem medo.

“Minha ideia é genial”
Mais do que um projeto no papel, os interessados na sua empresa querem conhecer de perto a viabilidade da ideia. Por isso, ficar inflando o valor do projeto e insistindo que não existe nada melhor ou parecido no universo pode ser prejudicial. 

“Ainda não defini minha área de atuação”
Com tanta imprecisão, os empreendedores que usam frases deste tipo não passam credibilidade ao público.


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