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sexta-feira, 5 de outubro de 2012

Saiba como ter em mente a hora certa de abrir uma empresa



Ser um empreendedor é algo difícil, e nem todo mundo está preparado para entrar no mundo dos empresários, por isso quem deseja abrir uma empresa deve considerar alguns fatores antes para evitar dores de cabeça futuras. Dalton Viesti, coordenador de graduação da Trevisan Escola de Negócios conta que quem quer tornar-se um empreendedor deve ler pelo menos um livro sobre o assunto, para entender o processo na prática. O segundo passo é buscar um mercado em que já possua algum know-how e analisar as possibilidades que esse setor dispõe para novas empresas.

"O que é básico e todo o empreendedor deve saber é: nunca entre em um negócio sem conhecimento nenhum", alerta o professor. Apostar em algo com zero de know-how torna o risco maior. "Até quem está há muitos anos em um setor admite que ainda tem muito a aprender", diz.

Perfil empreendedor
Para Dalton, a hora certa para abrir sua empresa é quando você já se considera maduro o bastante e sabe que tem o perfil adequado para essa carreira. O especialista comenta que algumas pessoas tem uma noção errada sobre empreender, e acham que podem resolver todos os problemas sem uma preparação. Uma coisa é a vontade de ter um negócio. Outra é a capacidade, a maturidade, para gerir esse empreendimento", esclarece Dalton. "Se sou taxista e ganho R$ 100 em uma corrida, tenho que saber que parte desse dinheiro vai para os impostos, para a manutenção do veículo, para o combustível, ou seja, para a gestão do meu negócio", exemplifica.

Dalton alerta ainda sobre o problema que pode aparecer caso você utilize sua empresa como uma válvula de escape para outros problemas profissionais ou pessoais. "Em uma situação de demissão, por exemplo, a pessoa pode acreditar que uma saída é usar a indenização para investir em um negócio próprio. Se o perfil dele não for de empreendedor, possivelmente não terá sucesso na carreira ou, assim que receber uma proposta de emprego, ele vai deixar tudo para voltar a ser funcionário", alerta. Nesse caso, o ideal é não agir por impulso. "É melhor refletir do que gastar o dinheiro que poderia ser garantia para os meses em que essa pessoa busca um novo emprego", orienta Dalton.

O mercado
Segundo o professor, não existe uma hora certa para deixar sua carreira para trás, mesmo que você tenha uma boa posição, salário satisfatório e estabilidade, porém você deseje seguir a carreira de empreendedor, é ideal que você tente. Mas antes de jogar tudo pro alto e tentar você deve analisar o mercado (nicho para o serviço ou produto que deseja oferecer) e vários outros fatores para não se decepcionar.

"Não adianta entender do mercado se o setor não tiver espaço para o que ele deseja oferecer", explica o professor. Por isso, é importante fazer uma boa pesquisa antes. Ou seja, sondar quem seriam seus concorrentes, entender o público-alvo e suas necessidades, fazer os cálculos de quanto o negócio custa e quanto pode render. "Uma ideia pode ser ótima na cabeça, mas, ainda no papel pode apresentar problemas de aplicação e custos", orienta Dalton.

Investimento
Se a sua empresa for precisar de investimento externo você deve buscar parcerias antes de seguir em frente. Deixar a procura por investidor para mais tarde é um risco alto. Já o empreendedor que vai investir do próprio bolso, precisa ter em mente que o negócio deve custar a metade do montante que possui. "A outra metade tem que estar guardada para eventuais dificuldades que não estão no planejamento", afirma o professor.

Quando lançar o negócio no mercado

Segundo Danton, você deve aproveitar a sazonalidade que o mercado escolhido favorece, mas o empresário deve tomar algumas precauções com esta estratégia. Ela, normalmente, tem mais sucesso com marcas que já são consolidadas, como as franquias.

Segundo o professor, para lançar uma nova marca, o ideal é abrir o negócio antes do período de grande movimento. Assim, nos picos de sazonalidade, o empreendimento já será conhecido dos consumidores que procuram o produto ou o serviço que ele oferece.

Com informações do Terra.

terça-feira, 11 de setembro de 2012

Funcionário em primeiro lugar é o novo lema das grandes empresas




As empresas estão mais preocupadas com o bem estar de seus funcionários. E o que constatou a pesquisa realizada pela consultoria Towers Watson, 198 companhias nacionais e multinacionais foram analisadas, e 36% oferecem programas de Employee Assistance Program - EAP, que fornecem serviços de apoio a problemas pessoais, como advogado, psicólogo e consultor financeiro. No ano passado, 20% das empresas ofereciam o benefício.

Empresas como Albenture, Auster e Prestus já ajudam o funcionário a encontrar empregada doméstica, levar filhos para escola, tratar de tarefas de cartório. Tudo para não perder o tempo do funcionário. "Às vezes, os problemas pessoais podem prejudicar o desempenho do trabalhador. Ele fica com aquilo na cabeça, ao mesmo tempo em que tem reuniões, planejamento, orçamento. Isso gera um conflito que se torna estressante", diz Peter Rosemberg, diretor da Albenture no Brasil.

O Grupo BB e Mapfre, por exemplo, oferece como benefício, para os 5 400 funcionários no Brasil, o Programa de Ouvidoria e Papo - POP, fornecido pela Auster e que inclui, além de ouvidoria, orientação jurídica, financeira, nutricional e apoio emocional em problemas vividos pelos profissionais.

Com informações do site Você S.A

sexta-feira, 31 de agosto de 2012

Conheça algumas vantagens de usar o mail marketing em relação a outras redes sociais




Existe um boato de que o mail marketing está chegando ao seu fim, este rumor provém do avanço das ações de marketing divulgadas pelas redes sociais. Mas será mesmo que o marketing social pode ser considerado um concorrente do já consagrado email marketing? Especialistas dizem que não, embora as redes sociais tenham um imenso potencial, principalmente quando se trata de construção de imagem, mas é preciso entender que as duas mídias não são inimigas e por isso não devem se anular.

Uma pesquisa feita pela Ipsos no primeiro semestre de 2012, analisou o comportamento de 19.216 mil usuários de internet em 24 países, e constatou que 85% dos usuários preferem usar o email para se informar e ter acesso a ofertas de produtos. A pesquisa revelou também que os usuários ainda utilizamo email marketing como o principal canal de relacionamento com as empresas, enquanto apenas 62% utilizam as redes sociais para os mesmos fins informativos.

Custo operacional
Comparando os gastos de uma empresa que utiliza o mail marketing, com uma que teria iniciativas publicitárias em outras mídias, a competição acaba ficando desleal. Segundo dados do Instituto Forrester, especializado em pesquisas do mercado de tecnologia, ao longo de um ano, juntas, as principais empresas norte-americanas gastaram cerca de 1,5 bilhões de dólares com campanhas de email marketing. O número isolado parece alto, mas quando comparamos com as outras mídias vemos uma avassaladora diferença. De acordo com a eMarketer, centro de pesquisas e análises de marketing digital, cerca 64 bilhões dólares foram gastos em anúncios na TV, 34 bilhões com jornais e revistas e outros 39 bilhões com publicidade online. Ou seja, o mail marketing continua sendo um meio de comunicação mais barato e com um alcance bem satisfatório.

Oportunidade
Marcas que almejam o sucesso com o público precisam estar presentes nos ambientes em que esse público circula, não é mesmo? Nos dias de hoje a internet é o ambiente mais adequado para atingir um grande número de pessoas. Muitos trabalham on-line com seus e-mails abertos por até 8 horas. Aproveitar essa audiência para enviar conteúdos relevantes diretamente para os emails acaba sendo uma ótima maneira de impulsionar as vendas online.

Compartilhamento nas redes sociais
Muitas ações em redes sociais podem não ser uma forma de publicidade direta, já que você não está efetivamente vendendo seus produtos, mas essa relação é muito importante para criar uma identificação do usuário com a sua empresa. É importante que os emails marketing também disponibilizem links que levam o usuário não apenas às redes sociais, mas também ao site da empresa em questão. Quando uma pessoa entra na sua rede social, passa a interagir com as ações da sua marca, criando um relacionamento de confiança.

Mensuração
Um dos grandes diferenciais do mail marketing é poder medir, com precisão o resultado e que alcance estão tendo suas ações. Em campanhas televisivas, por exemplo, você não consegue identificar o perfil do público que está assistindo. O mesmo ocorre nos anúncios impressos, que, mesmo veiculados levando em conta a segmentação, não oferecem a possibilidade de avaliar os impactos imediatos. Já com o email marketing, por meio dos relatórios oferecidos, em algumas horas já é possível enxergar quais mensagens foram abertas, por quem, que tipo de interesse gerou, entre outros. Com base nessas respostas, é possível traçar novas e específicas estratégias, gerando mais acessos e consequentemente, vendas para a sua empresa.

Com informações do site Administradores.

terça-feira, 28 de agosto de 2012

Veja como administrar seu negócio como grande empresa




Uma pequena empresa tem particularidades que as grandes não têm, mas há práticas e modelos que já são considerados clássicos, ou seja, a sua implantação pode ocorrer em organizações de qualquer porte. Para João Bonomo, professor de empreendedorismo do Ibmec de Minas Gerais, não é raro perceber que algumas ferramentas de administração adotadas nas grandes empresas terão o mesmo efeito nas pequenas. O problema é que nem sempre os empreendedores conhecem essas ferramentas.

Saiba quais áreas da empresa em que se espelhar nas grandes companhias vale a pena. Veja as dicas.

Área financeira
E recomendável que o empreendedor saiba exatamente quais são as fontes de receita, de custos e despesas e, mais do que isso, o que elas representam para o negócio. É preciso sempre ter em mente o "ponto de equilíbrio", momento em que o capital que entrar passará a ser lucro, e poderá desta forma, ser usado tanto para usufruto próprio, como para reinvestir no negócio. Outra dica é estabelecer, desde o começo, o valor do pró-labore. “O empresário precisa ter claro qual a sua dependência financeira para, a partir daí, determinar uma quantia”.
Nas grandes organizações, um ou mais departamentos cuidam das finanças. Se o empreendedor não possui colaboradores com essa especialização e ele próprio não tiver conhecimento do assunto, vale recorrer a cursos rápidos e consultorias.

Conhecimento do mercado de atuação
Uma grande empresa sabe exatamente quem são seus concorrentes, qual é o preço praticado no mercado por aquele produto ou serviço que ela comercializa e o perfil dos clientes. "Esses itens são obrigatórios para organizações de qualquer porte", opina Bonomo.
Na lista entra ainda o contato estreito com fornecedores, visto que, para negociar melhor preço, prazo de entrega e se beneficiar de promoções, por exemplo. "Uma grande empresa contrata consultorias e funcionários capacitados para lidar com as questões de mercado.
Ele acredita que um pequeno empresário naturalmente saiba quem é seu o público-alvo. Caso não tenha isso muito claro, pode procurar ajuda. "Essa é uma das diferenças entre as grandes e as pequenas: as primeiras investem em conhecimento. Já as de menor porte se acomodam com mais facilidade.

Recursos humanos
Uma grande empresa enxerga os seus funcionários como investimento e não como custo, acredita Bonomo. "Claro que se trata de uma organização e, assim como qualquer investimento, espera-se que o colaborador gere retorno", diz o professor.
Segundo ele, uma lógica deve prevalecer: se a empresa cresce, o colaborador cresce junto. E o inverso também é válido. Por isso, vale a pena investir em treinamento e qualificação para os funcionários. Alinhar as expectativas também é importante. O objetivo é que empreendedor, depois de um tempo, saiba exatamente qual perfil de colaborador seja mais adequado e que mais agregue para a sua empresa.

Operações
De acordo com Bonomo, a maior parte do empreendedores abre empresas porque já tem conhecimento prévio daquilo que vão comercializar ou dos serviços que vão prestar. Uma parcela, porém, escolhe negócios da moda. "Mesmo sem entender da parte operacional, há pessoas que escolhem o segmento de atuação pelo glamour da atividade ou porque vêem outras se dando bem naquele nicho".
A prática, claro, não é recomendada. Para o professor, a grande empresa possui uma área técnica extremamente qualificada, que sabe a importância da pré-produção e do pós-produção. "Quem não entende muito bem do negócio pode vender um produto ruim, porque escolheu mal a matéria-prima, por exemplo. Esse empreendedor vai ter um trabalho a mais no pós-venda, por conta da reclamação dos clientes", diz.
Por isso, mesmo que o empreendedor não ponha a "mão na massa" de fato, ele precisa saber de que maneira é feito o seu produto, quais são as melhores e piores matérias-primas e onde é possível economizar na mão de obra, por exemplo.

Inovação
“Uma grande empresa geralmente é precursora quando o quesito é inovação, as MPE muitas vezes não têm tempo de pensar nisso", afirma Bonomo. Mas o conselho do professor é de que, mesmo assim, as organizações de menor porte não abandonem a inovação, que podem ser feitas em pequena ou grande escala.
Para ele, um negócio jamais pode ser visto como algo fechado, imutável. "As empresas são orgânicas, evoluem. E é isso o que as grandes fazem: pensam em como podem reinventar o seu negócio, mesmo que tenham o mesmo produto e o mesmo mercado", comenta o professor. Às vezes, a inovação pode ser simplesmente ter uma presença mais eficaz na internet. Outras, firmar parcerias para apresentar seu produto ou serviço para um consumidor que até então não era atingido.

Para o professor João Bonomo é importante que os empreendedores procurem encontrar tempo na rotina atribulada de patrão para refletir sobre o negócio e pensar em ações, mudanças, que possam agregar mais valor ao que é comercializado. Para ele, é isso que faz uma empresa se estabelecer e crescer.

Com informações do site Cross Content.

terça-feira, 21 de agosto de 2012

9 apps gratuitos para controlar seu negócio à distância



É importante para o empreendedor sair da empresa. Apesar da figura da barriga no balcão ser comum, ir para a rua é uma forma de ter novas ideias, perceber tendências e conversar com as pessoas. Com as novas tecnologias, ficou mais fácil ficar fora da empresa, mas ainda assim continuar informado sobre os passos do seu negócio.

Confira nove apps que ajudam na tarefa de manter o seu negócio sempre sob controle. Eles funcionam na maioria dos smartphones e são gratuitos.

E-Task Project
Ajuda a administrar projetos em andamento pela internet. O app permite compartilhar as informações entre uma equipe e sincronizar vários colaboradores para compartilhar dados de clientes, tempo de tarefas e atividades internas. Está disponível para iPad.

Expensify
Ajuda a fazer relatórios de gastos. É possível incluir gastos manualmente, fotografando os recibos de compra. Além disso, várias pessoas podem adicionar as despesas em uma mesma conta. Está disponível para iPhone, aparelhos com Android e Blackberry.

Gist
Este app é uma nova forma de organizar os seus contatos profissionais. Ele permite colocar os dados de profissionais e parceiros, além de acompanhar o que eles postam em redes sociais, como o Facebook e o Twitter. Está disponível para iPhone, aparelhos com Android e Blackberry.

MightyMeeting
Este app permite armazenar apresentações e vídeos na nuvem e acessá-los de qualquer lugar. Fica mais fácil na hora de demonstrar seu produto em uma venda externa ou durante uma visita a um cliente. Está disponível para iPhone e aparelhos com Android.

Remember The Milk
A listinha de tarefas foi parar no smartpohone com o Remember The Milk e ficou mais fácil compartilhar atividades com outras pessoas. Tem versão em português. Está disponível para iPhone, aparelhos com Android e Blackberry.

Shoeboxed
Este app ajuda a manter as finanças sob controle. É possível inserir informações de gastos e despesas manualmente. O app permite ainda fotografar recibos e notas fiscais para não esquecer de lançar nenhum gasto. Está disponível para iPhone e aparelhos com Android.

TripIt
Este é um app que ajuda os empreendedores que viajam muito. Você pode incluir os dados de voos, locais a serem visitados e horários e o aplicativo organiza o itinerário. É possível ainda compartilhar o plano com outras pessoas que vão participar da mesma viagem, por exemplo. Está disponível para iPhone, aparelhos com Android e Blackberry.

TweetDeck
Quase ninguém consegue se desconectar das redes sociais hoje em dia. Para empresários, a presença ativa nesse ambiente é importante e ajuda a manter a imagem do negócio. O TweetDeck é uma ferramenta para monitorar o perfil no Twitter. Está disponível para iPhone e aparelhos com Android.

Vignature
Este app insere assinaturas em documentos PDF através de aparelhos móveis e é útil para vendas externas. Junto com a assinatura, é possível ainda inserir uma fotografia. Está disponível para iPhone e aparelhos com Android.

Com informações do site Exame.

sexta-feira, 27 de julho de 2012

Empresa deve identificar quando e a quem dar aumento, ressalta especialista

Consultor traz ainda algumas dicas para que profissionais mudem suas atitudes no dia a dia de trabalho.
Depois de ouvir mais de 11.500 mil representantes de empresas privadas em 40 países, a pesquisa International Business Report (IBR) 2012, da Grant Thornton, divulgou dados que apontam que 88% dos empresários brasileiros pretendem aumentar o salário de seus funcionários nos próximos 12 meses. Mas será que você, empresário, sabe o que fazer para dar o aumento a quem realmente merece? Essa é a melhor maneira de incentivar e obter um melhor desempenho de seus subordinados?

O especialista em gestão comportamental aplicada aos negócios, Luiz Fernando Garcia, afirma que mostrar reconhecimento de um trabalho é uma das melhores maneiras de potencializar a performance de seus empregados. "Ao entender sua própria mente, o empresário passa a mudar suas atitudes e, consequentemente, aprende a lidar melhor com sua equipe. Em vez de apenas cobrar resultados, passa a incentivar conquistas e consegue distinguir os funcionários que realmente merecem aumento", explica.

A pesquisa aponta, entretanto, que 63% dos donos de empresas pretendem melhorar o rendimento de seus subordinados em linha com a inflação, enquanto apenas os outros 25% querem tomar tal medida acima da taxa. "Embora a situação econômica brasileira tenha melhorado muito nos últimos anos, ainda há o problema da falta de mão de obra qualificada. Isso faz com que os profissionais diferenciados do mercado busquem, merecidamente, melhores condições. O bom chefe deve controlar sua impulsividade para analisar os que realmente merecem ganhar mais. Ao serem incentivados, esses funcionários tendem a não se acomodar e colaborar ainda mais para os bons resultados da empresa", defende Garcia.

O que fazer para ser um profissional diferenciado

O especialista em gestão comportamental aplicada aos negócios também traz algumas dicas para que profissionais mudem suas atitudes no dia a dia de trabalho. Para Garcia, a proatividade e a busca por bons relacionamentos são características frequentemente presentes nos tais "funcionários diferenciados". "Essas pessoas, quase sempre, se metem em situações por conta própria, sem que recebam pedido ou ordem", afirma. "Hoje vivemos na era da interpessoalidade, e não mais da intrapessoalidade. Ou seja, as empresas estão, cada vez mais, atrás de quem pense em conjunto, com a capacidade de se relacionar bem em grupo. Quem tem capacidade de gerar vínculos acaba se tornando um agente catalisador de mudanças para todo o negócio", complementa.

Luiz Fernando Garcia também afirma que apresentar soluções de problemas é um fator primordial nos profissionais indispensáveis. "Quem tem uma personalidade empreendedora, dessas que conduzem a própria empresa ou mesmo lideram grandes corporações, conseguem enxergam 30 anos à frente, enquanto bons diretores têm uma visão de dez anos e bons gerentes, de três anos", comenta.

Com informações do Administradores.

quinta-feira, 26 de julho de 2012

Saiba a importância de missão, valores e visão para uma PME

Da mesma forma que para viver em sociedade precisamos de valores estabelecidos, tais como honestidade e ética, com uma empresa não é diferente. Ela deve se pautar em valores coerentes com as necessidades de clientes, funcionários e fornecedores, e que levem em conta o bem da sociedade como um todo. "A definição de missão, valores e visão como pilares de sustentação são importantes para que haja uma maior liderança e qualidade no produto ou serviço prestada", aponta João Paulo Paes de Barros Boyadjian, gestor de talentos da consultoria HR Ecellence Group. Segundo ele, a importância desses preceitos é igual tanto para grandes quanto para pequenas empresas.

João Paulo explica que o conjunto de crenças e princípios que dão sustentação a uma empresa é chamado de identidade organizacional. A missão representa o que a empresa faz e para quem. O enunciado deve ser formado por uma declaração curta do propósito e das responsabilidades da empresa. Os valores são princípios que regem o comportamento e a atitude dos colaboradores. Isso deve estar alinhado com a missão, e levar em conta também a visão corporativa. Já a visão deve transmitir a aspiração, ou seja, aonde a empresa quer chegar, e a inspiração para aqueles que vão participar dessa construção.

Para João Paulo, esses princípios devem servir de apoio e consulta sempre que alguém da empresa estiver em dúvida sobre o que fazer, ou sobre como fazer algo.

Incorporando os conceitos no dia a dia de uma PME

Segundo o professor da Escola Superior de Marketing e Propaganda de São Paulo (ESPM-SP) José Eduardo Balian, essa é uma questão que deve começar a ser definida desde a formação societária. Ele acredita que os sócios precisam ter os mesmos valores e objetivos. "Não adianta o empreendedor certinho, cheio de princípios, se associar a um que não vê problema em fazer coisas erradas. Os valores devem sempre estar alinhados", diz.

Marcos Assi, professor da Trevisan Escola de Negócios, de São Paulo, diz que missão, valor e visão precisam ser estabelecidos no começo da empresa, mas devem ser aprimorados com as mudanças e evoluções do negócio. Segundo ele, se o empreendedor deixa de estabelecer seus princípios por se considerar pequeno, corre o risco de continuar assim. "Quando os pequenos entendem que são eles que prestam serviço para os grandes, eles crescem e deixam de ser pequenos", analisa.

Como fazer

Embora haja consultorias especializadas em auxiliar empresas na tarefa de construir ou rever sua identidade organizacional, o próprio empreendedor, com ajuda de sua equipe, pode definir esses princípios. "Dá para o empresário fazer isso sem a necessidade de grandes investimentos", conta José. "Existe muito material sobre o assunto e os donos das pequenas empresas podem contar com o apoio do Serviço Brasileiro de Apoio à Micro e Pequenas Empresas (Sebrae)." Para que os objetivos e metas da empresa fiquem claros, é essencial que haja divulgação dentro da organização. Marcos explica que dividir os conceitos com a equipe cria um diferencial. "O contato próximo e a transparência nas relações deve sempre existir, inclusive para mostrar aos funcionários que, se a empresa não vai bem, todos vão mal", diz.

 Com informações do Terra.

sexta-feira, 20 de julho de 2012

Veja cinco maneiras de conseguir crédito para a sua empresa

A maior parte das empresas - não importa o porte ou o segmento - necessita, ou vai precisar, no futuro, de crédito. Esta é uma prática comum do mercado, já que para expandir a atuação e implantar inovações, é preciso investir capital. Com a ajuda de Samy Dana, professor da Escola de Economia de São Paulo da Fundação Getulio Vargas (FGV-EESP), listamos cinco maneiras de conseguir crédito para sua empresa.

Cartão BNDES

O produto do Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) serve para financiar a compra de equipamentos com juros fixos que chegam, atualmente, a 0,97% ao mês. A vantagem é a agilidade. Uma vez obtido o cartão, o empreendedor tem acesso a crédito pré-aprovado, ou seja, não precisa passar pela aprovação de sua instituição financeira quando quiser liberar o dinheiro. O teto é de R$ 1 milhão. O crédito, no entanto, pode ser gasto apenas com fornecedores cadastrados junto ao BNDES. Atualmente, esses são mais de 41 mil, entre fabricantes e distribuidores, trabalhando com cerca de 196 mil produtos.

Empréstimo bancário

Essa é a forma mais criticada de crédito pelos especialistas. Isso porque a lógica dos bancos eleva os juros quanto maior é o risco. "Por isso o financiamento de uma casa - que é um ativo e, caso não haja pagamento, vai a leilão - tem os juros mais baixos do que o empréstimo para pequenas empresas, que teoricamente oferecem um risco maior", explica Samy.

Caixa futuro como garantia

A operação, conhecida como factoring, acontece quando uma empresa pequena, mas que tem clientes de grande porte, comprova que tem notas para receber e consegue o empréstimo bancário com juros menores, parecidos com os praticados para grandes organizações. "O pequeno empresário usa o seu caixa futuro como garantia", explica Samy.

Cooperativas

Ao contrário dos bancos, que dependem em grande parte de empréstimos tomados diretamente do Banco Central, a maioria das cooperativas se financia com o dinheiro dos próprios correntistas cooperados. Isso torna o preço do crédito desconectado, ao menos de forma direta, das variações das taxas de juros. Por reverter a maior parte dos lucros em custos administrativos - como contratação de funcionários e encargos fiscais - ou no próprio barateamento do crédito, as cooperativas fornecem taxas mais baixas do que a média do mercado. Em geral, as instituições oferecem produtos similares àqueles de um banco comum, como conta corrente, poupança e financiamento.

Empréstimo familiar

A modalidade mais informal de crédito tem justamente no seu caráter pouco profissional o maior problema. "Se a empresa quebra e o empresário vai à falência, ele vai precisar lidar também com a tensão familiar que o calote traz" diz Samy. Além disso, pode acontecer de o parente pedir a antecipação do pagamento porque precisa do dinheiro, o que gera, novamente, um desconforto familiar. Levado isso em consideração, é importante que o pagamento do crédito seja feito com juros. Samy recomenda que se pague o percentual da taxa Selic, que é a quantia que o familiar ganharia caso tivesse investido o dinheiro em títulos públicos.

Com informações do Terra.

quinta-feira, 28 de junho de 2012

Confira 5 formas de analisar o fluxo de caixa para melhorar as contas da empresa

O fluxo de caixa é importante para qualquer empresa, pois possibilita visualizar melhor as condições financeiras em que ela se apresenta e, por meio dele, pode-se também projetar investimentos futuros de crescimento do negócio.

Na prática, as entidades precisam dos recursos de caixa para efetuar suas operações, pagar suas obrigações e prover um retorno para seus investidores (sócios).

As informações sobre os fluxos de caixa são úteis para avaliar a capacidade de o negócio gerar recursos e possibilitam o desenvolvimento de métodos mais eficazes de estocagem de mercadorias, bem como o trabalho com os pagamentos a serem feitos aos fornecedores e a flexibilização nas vendas com relação aos prazos que se pode dar ao cliente.

Além disso, informações históricas dos fluxos de caixa são frequentemente usadas como indicador do valor, época e grau de segurança dos fluxos de caixa futuros. Também são úteis para verificar a exatidão das avaliações feitas, no passado, dos fluxos de caixa futuros, assim como para examinar a relação entre a lucratividade e os fluxos de caixa líquidos e o impacto de variações de preços.

Empresas organizadas têm mais facilidade em elaborar seu fluxo de caixa, para maior controle financeiro, e em verificar periodicamente as disponibilidades para futuros investimentos no seu negócio. Para elaborar o fluxo de caixa com maior precisão, tomei como base a cartilha do Sebrae, considerando cinco passos essenciais para usá-lo. Confira:


Previsão de vendas e prazos de recebimento

Deve-se trabalhar com quatro meses para efetuar a previsão de vendas futuras. Nesse caso, projetam-se as vendas tomando-se por base os mesmos meses do ano anterior mais projeção de crescimento conforme a tendência de mercado. Caso trabalhe com projeção de metas de vendas, calcule essa projeção para os próximos quatro meses.

Para efetuar esses cálculos, você também deverá projetar os percentuais de vendas à vista e a prazo, considerando os números de dias que levará para receber. Aqui também é importante fazer a previsão dos recebíveis, ou seja, quanto será à vista e quanto será a prazo, e o seu respectivo prazo de recebimento em: à vista, 30 dias, 40 dias, e assim sucessivamente.


Previsão de compras e prazo de pagamentos


É importante efetuar esta previsão para não resultar em estoque excedente, ficando sempre nas metas de compras previstas para o período. Outro fator relevante é a condição de pagamento aos fornecedores. Atinge-se um ponto de equilíbrio, por exemplo, ao comprar 30% à vista, 20% para pagamento em 60 dias, 40% para 90 dias e 10% para 120 dias.


Planilha de recebíveis, ou seja, valores a receber de vendas já realizadas

Esta planilha deve ser dividida em recebimentos à vista e recebimentos a prazo, bem como o risco da inadimplência, procurando descobrir qual o índice de atraso para incluir no seu fluxo de caixa, tendo em vista a influência no resultado final. Devem ser incluídos também os descontos feitos em pagamentos, bem como os cheques pré-datados.


Planilha de fornecedores a pagar e pagamentos de despesas correntes


Esta planilha controla os pagamentos a serem feitos aos fornecedores, bem como outros compromissos. Relaciona todos os seus pagamentos, inclusive a folha de pagamento dos empregados, bem como as despesas administrativas (telefone, água, luz etc.)


Disponibilidade financeira imediata, ou seja, saldo de caixa/bancos

Aqui será demonstrado o seu fluxo de caixa real, podendo-se verificar a quantidade de dinheiro que tem no caixa no período, levando-se em conta todos os recebimentos e os pagamentos, bem como as suas aplicações financeiras e a movimentação bancária.

Com informações do UOL.

segunda-feira, 25 de junho de 2012

Ter sócio pode valer a pena; saiba o que procurar nele



Apesar de muitos empreendedores reclamarem de experiências malsucedidas com sócios, a sociedade em um negócio próprio geralmente traz mais benefícios do que problemas. Isso se você souber escolher adequadamente os seus sócios.

Mas como escolher o sócio? Não existe uma regra exata para que isso ocorra, mas vale atentar para algumas recomendações:

Perfil complementar

Busque pessoas que complementem o seu perfil. Um dos principais erros em sociedades que não funcionam é o fato de os sócios terem perfis similares e nada complementares. Com o tempo haverá mais conflito que consenso e a sociedade deteriorará inclusive a amizade.

Comprometimento

Não escolha um sócio apenas pelo fato de ser uma pessoa amiga. Negócios precisam de sinergia e comprometimento comum das pessoas envolvidas para que tenham sucesso. Às vezes, o amigo não tão comprometido não exprime o que realmente pensa a respeito da empresa e de seus rumos com o receio de prejudicar a amizade.

Talento

Sociedade em família nem sempre funciona. Perguntas chave que você precisa fazer antes de envolver um familiar no seu negócio: Há complementariedade? Vocês compartilham do mesmo objetivo? Você está envolvendo a pessoa da família por que confia nela ou porque você vê nesta pessoa condições de exercer uma função importante na empresa?

Objetivos em comum

O mais importante de tudo: o seu sócio compartilha do mesmo sonho que você tem para a empresa? Ele está disposto a sacrifícios para conseguir concretizar o sonho? O perfil de risco é similar ao seu? Vocês têm um relacionamento pessoal que permite fazer e ouvir críticas um ao outro?

Competência

Lembre-se que para construir algo grandioso você precisará de pessoas competentes ao seu lado. Sem uma equipe de primeira linha será difícil você ter uma empresa com potencial de crescimento duradouro.

*Esta coluna foi escrita com base no livro “Seja dono do próprio nariz”

Com informações do UOL.

segunda-feira, 28 de maio de 2012

10 dicas para tornar sua empresa líder de mercado

O lugar mais alto no pódio e a liderança, normalmente, são destinados a apenas um. Poucas vezes encontraremos dois ocupando esse espaço. Qualquer que seja o evento, quanto mais ampla a possibilidade de participação de concorrentes, mais dura a competição.

O mundo dos negócios nos permite notar com clareza como o ser humano é surpreendente, criando e tornando obsoletos produtos e conceitos. Nesse aspecto, maior poder terão gestores com visão de futuro, pois poderão não apenas prevê-lo, mas criá-lo.

No ambiente empresarial, onde não há métodos e verdades absolutas, o capital intelectual tem estabelecido as vantagens competitivas. 

O domínio dos recursos naturais há muito tempo é superado pela competência em fornecimento de tecnologia. O barateamento, simplificação de produtos e equipamentos, a facilidade de importação em um mundo globalizado, possibilita a criação de empresas e a sua transferência para locais que permitam a fabricação com custos competitivos.

Nações e empresas que se destacam são aquelas com determinação para investimento e desenvolvimento do capital intelectual de seus recursos humanos. Estes são ambientes que atraem, retém e geram talentos para exercício da sua vocação.

Um produto inovador pode alterar não só futuro de uma empresa, mas de todo mercado. Alcançar o sucesso já um processo é difícil, como mantê-lo? 

Grandes empresas têm sucesso e longevidade porque criam novos produtos continuamente. A essência de qualquer negócio bem sucedido é ter produtos campeões de venda, todo o resto é discurso sem propósito. Produtos e serviços inovadores, que fornecem valores aos clientes, percorrem uma estrada congestionada até ocupar um espaço na mente de seus consumidores.

A relevância do produto e marca não ocorre de forma simples, rápida e graciosa. Há um longo e complexo trabalho a ser desenvolvido com o uso racional e inteligente da mídia para se obter visibilidade significativa.

Não faltam exemplos de marcas e produtos prestigiados que caíram no esquecimento, perderam relevância e foram substituídos por outros, porque os gestores das empresas que os detinham negligenciaram a relação com os clientes.

Fala-se muito em relação com os clientes (CRM – Customer Relationship Management), mas pratica-se pouco. O contato costuma ter como foco o revendedor, quando o efetivo decisor das compras é o consumidor. Há uma verdade que poucos se dão conta: o comerciante está sempre um passo atrás do consumidor. 

Distinguir uma onda de uma tendência é um processo complexo. Antes de abandonar um movimento os consumidores se esbaldam, com isso dificultam a leitura dos comportamentos. Os comerciantes querem segurança antes de aderir, por essa razão muitos entram quando os consumidores já estão saindo atrás de novas propostas.

Em um ambiente competitivo são necessários técnicas de produção e acesso a materiais e recursos para produzir a baixo custo. Por isso, o baixo custo, a excelência em qualidade e os preços competitivos favorecem a organização no estabelecimento de importantes vantagens mercadológicas. Ainda, gestão competente de recursos que permite à empresa manter a saúde financeira para que seus gestores possam se dedicar aos aspectos estratégicos dos negócios.

E, acompanhamento dos planos de trabalho e metas. Sem controle de desempenho não é possível efetuar correções nos desvios observados.

Dessa forma, como pode ser visto, a condução de uma empresa à liderança de mercado requer atenção a 10 passos: 
1 – Visão de futuro;
2 – Investimento em capital intelectual;
3 – Técnicas de produção de baixo custo;
4 – Oferta de valores aos consumidores a preços competitivos;
5 – Investimento em mídia; 
6 – Posicionamento de produto;
7 – Posicionamento de marca; 
8 – Gestão de relacionamento com o cliente – CRM; 
9 – Gestão competente de recursos; 
10 – Controle de desempenho;

A falta de atenção a esses aspectos no médio prazo torna as empresas sobreviventes em decadentes. Dez passos que ratificam que a luta pelo futuro começa não como uma batalha pela participação de mercado, mas como uma batalha pela liderança intelectual.


Com informações do site Sobre Administração

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