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quinta-feira, 13 de setembro de 2012

My Sandwich está a procura de franqueados no Brasil




A rede especializada em sanduíches e wraps, MySandwich, criada e muito popular em Portugal, onde opera com mais de 45 lojas, investiu R$ 2 milhões no desenvolvimento do projeto e abertura da primeira loja no Brasil. A loja foi inaugurada ontem na  praça de alimentação do Shopping Pátio Paulista, na capital paulistana. A chegada da marca ao País provém da união do Grupo Ornatus, fundador das marcas Jin Jin Sushi, Morana e Balonè, com a Starfoods.

“A previsão para este ano é a de abrir três unidades próprias na capital e posteriormente expandir pelo País por meio de franquias”, afirma Jae Ho Lee, CEO do Grupo Ornatus. Segundo a assessoria, a rede ainda não informou o preço de cada franquia, por ainda estar pesquisando os preços no País.

Com informações do site Info Money.

quarta-feira, 22 de agosto de 2012

4 cuidados antes de investir em uma franquia famosa




Ser dono de uma franquia do McDonald’s, Habib’s ou de outras marcas famosas é o sonho de algumas pessoas. A principal vantagem de se investir em franquias como essas é que o risco para o empreendedor é menor se comparado com uma marca pouco conhecida. Mas, nem por isso você deve deixar de fazer seu dever de casa. “Independente de quão famosa a marca seja, não significa que ela não tenha problemas”, afirma Liana Bittencourt, sócia e diretora do Grupo Bittencourt.

E, como qualquer outro tipo de negócio, o empreendedor precisa estar atento a todos os detalhes que envolvem a empresa. Afinal, não é porque você é consumidor assíduo de determinado produto ou serviço que o trabalho de ser dono de uma franquia será mais fácil. Além do investimento inicial, prazo de retorno, valores das taxas e outras informações básicas, é preciso conhecer bem sobre como funciona a gestão dessa marca. De acordo com André Friedheim, diretor da Francap, é importante que o empresário saiba se terá dificuldade em contratar uma equipe ou como funciona o abastecimento da loja, por exemplo. Confira abaixo quatro dicas de especialistas para interessados em investir em uma franquia famosa.

1. Pergunte sobre o potencial de crescimento
Alinhe a sua expectativa com o que acontece na prática. No caso de marcas famosas, nem sempre é possível investir em quatro ou cinco franquias. Filomena Garcia, sócia-diretora da Franchise Store, explica que é importante que o empreendedor pergunte sobre o plano de expansão e quanto ainda há de espaço para crescer. O empresário também deve questionar sobre qual é o seu território de atuação e quais são os critérios para a abertura de novas unidades para aqueles que já operam.

2. Descubra quanto capital você realmente precisa
Os dados sobre investimento divulgados pela franquia normalmente são uma média do que os franqueados costumam gastar. Por isso, é importante que você calcule o quanto de capital de giro realmente é necessário para o negócio. “Procure saber como é o prazo de pagamento e recebimento. Hoje, 90% dos pagamentos são feitos com cartão de crédito e, por isso, são necessários 60 dias para receber“, explica Liana. Ela recomenda que o empreendedor faça uma pesquisa de campo com os franqueados e procure principalmente aqueles que tenham o perfil semelhante a ele ou que trabalhe em uma região com características parecidas com o local que deseja abrir um franquia. “Pergunte sobre qual foi o orçamento dos últimos investidores”, diz Friedheim.

3. Pesquise sobre o apoio do franqueador
É essencial entender os bastidores do negócio que você tem interesse em investir. Qual é o suporte do franqueador para o investidor iniciante? Como é o treinamento inicial? Filomena alerta que, ao entrar na rede, é preciso seguir o mesmo caminho que outros franqueados. No caso de uma franquia famosa, a vantagem é que, normalmente, esses programas são mais estruturados. “Veja se já existem comitês de franqueados para cuidar de assuntos diversos e qual é a efetiva participação de um franqueado”, conta Friedheim.

4. Questione sobre o plano de marketing
Redes grandes normalmente têm campanhas de marketing institucionais, por isso, é importante que o empreendedor entenda que, às vezes, o marketing local terá que sair de seu próprio bolso. “Franquias famosas anunciam bastante”, afirma Friedheim. O especialista recomenda que o empreendedor tenha claro que parte desses gastos com marketing é paga pelo franqueado.

Com informações do site Exame.

quarta-feira, 18 de julho de 2012

Como transformar seu negócio em franquia?

Segundo dados da Associação Brasileira de Franchising (ABF), o setor de franquias no país faturou R$ 89 bilhões em 2011.


 Depois de conseguir consolidar um negócio, é natural a vontade de caminhar a passos largos para expandi-lo. E uma das opções para multiplicar o modelo do seu empreendimento de sucesso é transformá-lo em uma franquia. Para isso, é importante fazer algumas adaptações, de modo que seu negócio possa ser replicado seguindo sempre o mesmo padrão.

Segundo dados da Associação Brasileira de Franchising (ABF), o setor de franquias no país faturou R$ 89 bilhões em 2011. Em números, são 2.031 redes e 93.098 unidades, que geram 837.882 empregos diretos. E a expectativa é que o faturamento seja 15% maior neste ano.

Há muitas vantagens em franquear o negócio. Porém, não basta apenas achar que sua ideia é franqueável, é preciso preencher outros requisitos antes de entrar nesse promissor mercado. A essência do sistema de franquia é o que se oferece ao consumidor final, tanto em serviços quanto em produtos. Sendo assim, é fundamental buscar um diferencial no que se vende, para que desperte o interesse dos investidores.

Uma das principais vantagens para o dono da marca é a expansão com baixo investimento de capital, o que acelera o processo de consolidação territorial em comparação à montagem de uma rede própria. Isso porque são os franqueados que arcam com os gastos na instalação de suas unidades, enquanto que ao franqueador cabe a tarefa de fornecer uma estrutura de suporte à rede e também a de fiscalizar se tudo está sendo seguido à risca. Desse modo, a imagem da marca se fortalece e há economia de escala, já que o fato de se trabalhar em rede permite que a matriz negocie melhor com seus fornecedores. E esses benefícios devem ser repassados aos parceiros, claro.

Há potenciais franqueadores com os mais variados perfis, dos extremamente centralizadores, que gostam de "colocar a mão na massa" e trabalhar no dia a dia do negócio, aos que delegam totalmente a execução para se dedicar à administração do empreendimento. Independentemente do estilo de trabalho, é importante analisar se o know-how é sistemático, transmissível e replicável; ou seja, se o negócio pode ser rentável nas mãos de outras pessoas além do seu fundador e se tem futuro em longo prazo.

A experiência do dono é seu principal atestado de sucesso. Então, quando surge algum tipo de problema em que é necessária a interferência do franqueador, a resposta deve ser rápida e eficiente. Se o franqueado identificar que faltam expertise e competência ao criador da rede, há o risco de cada um começar a tomar suas próprias decisões, com base no que entende que seja melhor para si, e a matriz perde o controle sobre sua marca.

Para que esse atendimento seja adequado, a franqueadora deve dispor de pessoal. O início até pode ser com uma equipe mais enxuta, mas que deve crescer juntamente com a empresa. Isso para que o quadro de funcionários seja suficiente para atender à comercialização de franquias, ao treinamento e à operação da rede em si.

Mas o ponto principal é a formatação do sistema de franquia, já que o mercado rejeita profissionais despreparados. Pode até ser que o seu negócio tenha começado sem compromisso e dado certo, mas lembre-se de que não há mais espaço para amadorismo. Na fase de estruturação da rede, o ideal é contratar um profissional do ramo para ajudar. Caberá a ele estudar os impactos de impostos, calcular o número necessário de funcionários, definir a logística do trabalho e as taxas do sistema e pensar na proteção do negócio. Caso este seja baseado em uma marca, pensar no método registrável ou patente de invenção. Isso além de elaborar os manuais de operação da franquia e um business plan.

Essa formatação inclui também elaborar os documentos jurídicos a respeito da relação entre os franqueados e o franqueador. Um deles é a Circular de Oferta de Franquia, que traz informações básicas sobre o sistema – incluindo a mostra de um modelo de contrato, com todos os serviços, produtos e suporte que o franqueador pretende oferecer aos franqueados, e também de pré-contrato, quando necessário – e determina as obrigações de cada uma das partes.

Cercar-se de uma boa documentação, que garanta o amparo pela lei, minimiza problemas comuns a esse sistema de negócio, decorrentes do baixo controle sobre os franqueados – que, vale lembrar, não são empregados do franqueador, mas empreendedores independentes, que anseiam gerir sua própria empresa. Para isso, é essencial definir que tipo de perfil você quer para ser seu parceiro, já que a má escolha dos franqueados pode trazer sérios prejuízos e, no limite, levar sua rede ao fracasso.

Acredito no franchising como um excelente sistema para expandir negócios. Com boas ideias e estratégias podem nascer ótimos conceitos, possíveis de se consolidar no mercado, permitindo a expansão. É claro que, como todo processo de mudança e crescimento, requer muito trabalho. Meu principal conselho: cerque-se dos melhores profissionais para evitar erros nas etapas essenciais e, assim, garantir o sucesso de sua marca.

Com informações do site Administradores.com.

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