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quinta-feira, 27 de setembro de 2012

Nova Loja - Canário Amarelo




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"O CANÁRIO AMARELO comercializa produtos e marcas refinadas de altíssima qualidade.
Buscamos proporcionar felicidade através de nossos produtos, estando bem informados e atentos às mudanças do mercado inovador, indo ao encontro das preferências dos consumidores, oferecendo negociação segura e alto nível de relacionamento.
Trabalhamos com o prazer da emoção, visamos preencher com a excelência o interesse do investidor, na motivação do colaborador e satisfação do consumidor."

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terça-feira, 25 de setembro de 2012

Como vender mais?


Muitas pessoas ficam com medo na hora de vender os produtos de suas companhias. Isso acontece porque não entendem o mecanismo da venda. Ao contrário do que muita gente pensa, não é preciso ter “técnicas secretas” para que se possa fazer uma boa venda. Tenha em mente, que a venda nada mais é, do que você resolver o problema do seu cliente com seus produtos. Preocupe-se sinceramente com o problema que o seu cliente tem, e mostre as soluções. Porém, há mais algumas coisas que você precisa saber para ter sucesso com suas vendas.

Siga estas 5 dicas:


1. Conheça seu produto.

Não pense em fazer anúncios dos seus produtos sem que conheça tudo a respeito deles. Eu recomendo que você os use, para que você saiba se realmente funcionam e quais os benefícios que darão aos seus clientes. Se você fizer isso, as pessoas verão que você tem autoridade quando falar sobre eles e a venda será muito mais fácil.


2. Desenvolva seu próprio modelo de vendas.

O modelo usado por outras pessoas, pode não funcionar com você. Procure perceber quais os métodos que você mais gosta de fazer e quais os que trazem melhores resultados e fique com eles. Se você for orientado a fazer alguma coisa de uma maneira e perceber que não está tendo resultado, mude sua estratégia. O importante é que seus produtos estejam sendo vendidos e o dinheiro entrando no seu bolso.


3. Confiança.

Se você tem problemas de auto-estima e sofre com complexo de inferioridade, dificilmente terá sucesso com vendas. Procure livrar-se disto o mais rápido possível. Você tem de ser confiante o tempo todo, pois as pessoas irão reparar nas suas emoções. Lembre-se de que seus clientes dependem de você quando querem tomar as decisões certas, e dificilmente confiarão em uma pessoa que não tem confiança nem em si mesma.


4. Tenha bom humor.

Este é uma das melhores qualidades de um bom vendedor. Tenha bom humor quando estiver fazendo uma apresentação ao seu cliente. Ao contrário do que muita gente ensina, nunca presuma que você irá fazer a venda. Procure ser divertido e preocupe-se genuinamente com o problema da pessoa.


5. Crie um senso de urgência.

Claro que você não irá querer que seu prospecto saia sem que você faça uma venda. Então, procure sempre criar um senso de urgência em suas apresentações. Um bom exemplo é oferecer algum desconto ou mesmo alguma coisa gratuita se a pessoa comprar naquele momento.


Seguindo estas pequenas dicas, com toda certeza terá mais sucesso em suas vendas e conquistará muito mais clientes satisfeitos a longo prazo.


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3 dicas para seu e-commerce se sobressair entre os concorrentes


Vivenciamos uma era totalmente digital e globalizada, em âmbito nacional podemos notar o poder de disseminação, a grandeza e magnitude da internet. Este meio, por abranger majoritariamente os brasileiros, bem como pela facilidade de acesso, vem seduzindo-os e tornando-os propensos a iniciarem novas experiências online, tal como o comércio eletrônico.

A exemplo disto as estatísticas apontando que, apenas em 2011, mais 9 milhões de pessoas fizeram sua primeira compra online, ressaltando que metade desses novos consumidores são da classe C.

Tendo isto em mente, é necessário se sobressair dentre tantos concorrentes, modificando seu empreendimento em prol de uma experiência cativante, única e exclusiva, tornando seu e-commerce a mais eficiente ferramenta de marketing existente, com o intuito de fidelizar estes novos potenciais clientes.

Deste modo, citamos três dicas valiosas para auxiliar você, lojista, nesta tarefa, confira.

O dinamismo e a usabilidade caracterizam o e-commerce de sucesso nos dias atuais. A otimização perante aos mecanismos de busca não visam quantidade, mas sim a qualidade do conteúdo publicado e a originalidade do mesmo, desta forma, tornar seu empreendimento relevante significa atualizá-lo todos os dias, para que, além de bem posicionado, seu e-commerce seja bem visitado, lembrando que, para os buscadores conteúdo repetido é visto como spam, atente-se;

Elimine qualquer impedimento e empecilho, tudo que possa dificultar a navegação de um visitante deve ser terminantemente excluído e, ou modificado. Não utilize-se, por exemplo, de arquivos em PDF, isto servirá apenas para dificultar a vida do usuário. Qualquer desempenho que necessite iniciar aplicativos e etapas extras não deve compor seu e-commerce;

O uso da internet é essencialmente intuitivo, ou seja, é necessário facilitar a navegação, a procura e a compra em si, ao máximo. Trabalhe um layout “clean”, simples e funcional, destacando elementos estratégicos, de modo a impactar o usuário.

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A Fotografia no Ecommerce como estratégia



Várias vezes ouvi os alunos dos nossos cursos de ecommerce dizerem que uma das diferenças do ecommerce para as vendas físicas é que no ecommerce o consumidor não compra por impulso. É verdade que no ecommerce o consumidor tem mais tempo para comparar produtos, ler opiniões de outros consumidores e tomar a sua decisão com tranquilidade, sem a pressão de um vendedor ao seu lado.


Mesmo assim, muitas pessoas compram pela Internet por impulso. Os bons resultados de campanhas de e-mail marketing e o alto volume de vendas dos sites de compras coletivas são algumas das provas disso. Enviar ofertas relevantes e atraentes para o consumidor, na hora certa, aumentam muito as vendas da loja virtual.

Além das ofertas, o lojista virtual deve explorar ao máximo as descrições e as imagens de seus produtos. Do ponto de vista das descrições, são importantes não apenas para que os visitantes tirem todas as dúvidas em relação aos produtos, entendam suas características, funcionalidades e vejam o que outras pessoas estão falando sobre aquilo. As descrições bem feitas irão ajudar também o robozinho do Google a entender melhor o que é aquele produto, quais as palavras-chave que estão relacionadas a ele e melhor posiciona-lo nos resultados de buscas.

Dessa forma, descrever bem é um investimento de tempo e dinheiro para que a loja virtual fique bem posicionada na busca orgânica e assim o lojista poderá investir sua verba de links patrocinados em outras palavras.

Com relação às fotos dos produtos, ainda há muita dificuldade das lojas virtuais brasileiras em fazer bom uso delas. A captação e tratamento é vista como cara, o que faz com que grande parte dessas imagens acabem sendo buscadas nos sites e catálogos dos fabricantes. O ruim disso é que no final das contas, todo mundo usa as mesmas imagens.

Como já dizia uma velha propaganda de refrigerantes, imagem é tudo. Boas fotos, exclusivas, aumentam muito as taxas de conversão. Aumentam até mesmo as compras por impulso. Saber tirar boas fotografias no ecommerce é um diferencial competitivo que deve ser explorado principalmente pelos micro e pequenos empresários, que teoricamente, tem um mix de produtos menos do que os médios e grandes.

Não há muito mistério em captar boas fotos no ecommerce, basta ter o equipamento adequado e conhecer algumas técnicas. Segue abaixo algumas dicas para captar boas fotos para sua loja virtual:


  • Compre uma câmera semiprofissional
  • Dependendo do tamanho dos produtos que você vende, compre uma tenda fotográfica (produtos pequenos) ou uma mesa still (produtos maiores)
  • Compre pelo menos duas boas fontes de luz com tripés (use uma de cada lado). O ideal são três, uma de cada lado e outra por cima do produto
  • Digitalize as imagens com alta definição
  • Use fundo branco (há exceções)
  • Capture o produto por diversos ângulos e detalhes
  • Faça a calibragem correta da câmera
  • Configure o ISO da câmera
  • Conecte a câmera ao computador para ganhar agilidade
  • Quanto melhor for a qualidade da iluminação e a calibragem do equipamento, menos trabalho você terá no tratamento das imagens. Algumas pessoas podem confundir qualidade com resolução. São coisas diferentes. A qualidade é a forma com que a imagem foi captada, sem sombras, com ângulos bem feitos. A resolução é o que dará a definição das bordas do produto, caso você utilize a ferramenta de zoom na imagem. Também não adianta exagerar na resolução e subir imagens pesadas. Isso vai prejudicar as pessoas que ainda usam conexões discadas de Internet, por exemplo. Quem quiser visualizar as fotos usando dispositivos móveis como smartphones e tablets, também terá dificuldade. Portanto use o bom senso ao subir as imagens pra loja virtual. Teste o carregamento usando uma conexão discada.


Ainda com relação ao tratamento das fotos para ecommerce, você pode excluir o fundo branco, deixando transparente e salvando no formato de PNG ao invés de JPG. Use também marcas d’água nas suas fotos. Há pessoas inescrupulosas, que adoram copiar conteúdos de terceiros sem citar a fonte.

Por último, salve suas fotos para ecommerce sempre com o nome e modelo do produto. Isso vai ajudar muito o SEO. Se você fotografou uma camisa listrada, por exemplo, pode salvar o arquivo com um nome parecido com Camisa-Social-Listrada-Manga-Curta.JPG. É muito importante que você nunca deixe espaços em branco no nome do arquivo.

Vá em frente e invista nas fotos de seu ecommerce. Com certeza as vendas aumentarão.

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Fonte: e-commerce news

sexta-feira, 14 de setembro de 2012

Baterias Klein - Novo Site

www.bateriasklein.com.br

Fundada há mais de 40 anos, especializada no comercio e manutenção preventiva de baterias para automóveis, caminhões , tratores, ônibus, no-break, iluminação de emergência entre outras aplicações, comercializando produtos das melhores marcas do mercado de baterias, empresas que assim como as Baterias Klein priorizam pela excelência nos seus produtos e serviços prestados.

Missão: Nosso foco está sempre voltado para a qualidade de atendimento, assim como dos produtos e serviços prestados.

Valores: Seriedade, honestidade, transparência , competência e qualidade.

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quarta-feira, 5 de setembro de 2012

Prazo de retorno do investimento no e-commerce

 Existe uma certa confusão em torno do retorno do investimento no e-commerce, principalmente de parte de alguns novos empreendedores digitais. Criou-se um mito de que na Internet o retorno do investimento em um determinado projeto é imediato, crença que às vezes causa uma profunda decepção em quem, antes de montar sua loja virtual, não se informou adequadamente sobre o ambiente de negócios com o qual iria se deparar.

O retorno do investimento no e-commerce obedece à mesma lógica aplicada no varejo físico. Dependendo do projeto e do apelo que ele traz, pode ser bem curto, mas se o ambiente for mais competitivo, temos que trabalhar com um horizonte temporal maior. É por isso que em nosso curso sobre criação de lojas virtuais sempre indicamos que os novos empreendedores online optem por trabalhar em nichos de mercado.

As variáveis para o retorno do investimento no e-commerce
Podemos passar horas falando sobre o prazo de retorno do investimento no e-commerce, mas o fato é que isso depende de uma série de variáveis que irão afetar o desenrolar do processo.

Margem de lucro é determinante para o retorno do investimento no e-commerce
A margem de lucro é fundamental para determinação do prazo de retorno do investimento no e-commerce como em qualquer investimento no mundo físico. Em função das distorções econômicas de nosso país, alguns segmentos ficam quase impraticáveis para o comércio eletrônico em função das baixas margens praticadas, notadamente aqueles que enfrentam a concorrência com produtos chineses.

Segmento de atuação
Quanto mais nicho for o mercado em que você pretende atuar menor será o prazo de retorno do investimento em seu comércio eletrônico. A explicação é bem simples, a concorrência é menor e geralmente as margens de lucro são maiores, justamente pela falta de concorrência.

O e-commerce no Brasil ainda está em um estágio inicial e por isso existem áreas que não foram sequer arranhadas. Existem muitas minas de ouro espalhadas por ai, acredite.

Capacitação de pessoal reduz o prazo de retorno do investimento
Estamos vivendo um momento em que ocorre uma transição do capital financeiro para o capital humano nas empresas. Pessoal capacitado é essencial para o sucesso de qualquer negócio, e no e-commerce isso é mais sensível ainda. Uma equipe capacitada, principalmente na área do marketing digital, é essencial para fazer com que o retorno do investimento ocorra no menor prazo possível.

Comércio eletrônico também é percepção de novas oportunidades de negócios e uma equipe treinada para identificar essas oportunidades, certamente será um diferencial para o seu e-commerce.

Velocidade e capacidade de transformação
Para que o retorno do investimento no e-commerce seja o maximizado e no menor tempo possível, é importante também que a empresa tenha capacidade de identificar tendências e mudanças tanto em termos tecnológicos quanto em relação aos hábitos dos consumidores. O caminho para isso é a análise detalhada dor relatórios fornecidos pelo Google Analytics ou qualquer outro software de monitoramento de tráfego que você estiver usando em sua loja virtual.

É importante que você, na hora de escolher a sua plataforma de e-commerce, se certifique que ela possui a opção de uso do Google Analytics para e-commerce.

Quando você for avaliar o prazo de retorno do investimento no e-commerce, tenha uma visão do negócio como um todo e não somente pelo aspecto numérico, pois a quantificação de algumas variáveis é bem subjetiva.


Fonte: Ecommercenews

Como escolher o melhor meio de pagamento para sua loja virtual


Quando falamos em ter um site vendendo online não raras às vezes o item “meios de pagamento” é o último a ser pensado. Esse assunto é tão ou mais importante para a loja virtual do que várias outras áreas operacionais na gestão do eCommerce. A escolha dos meios de pagamento não se trata somente das opções de pagamentos que você oferecerá em sua loja virtual. Isso por si só já aumentaria suas vendas, mas ela é principalmente uma decisão de gestão/management no entendimento do processo de vendas e conhecimento do cliente. Se analisarmos com cuidado é o “pequeno item” capaz de determinar se todo o investimento feito para levar o consumidor final para o momento de clicar “comprar” virará receita ou só um custo.

Gateway de Pagamento: Primeiramente, a escolha do sistema de pagamento é fator estratégico para o sucesso do seu negócio. Escolher uma plataforma completa que dá flexibilidade suficiente para maximizar o seu negócio especificamente é a porta de entrada para uma boa gestão de todo o processo de pagamento. Outras perguntas que você deve fazer é se esse gateway processa pagamentos com as mais novas tecnologias e melhores práticas, se ele é PCI compliant (segurança de dados), se tem uma plataforma de conciliação de recebíveis que suporte suas necessidades, se tem suporte em português e mais tantas variáveis que só serão descobertas quando você precisar de ajuda durante um problema.

Capacidade de transação e SLA: Independente do tamanho da sua loja virtual, ter sempre a plataforma de pagamentos disponível é de suma importância. Então, nesse momento é preciso identificar quantas transações o gateway é capaz de realizar por segundo e também qual o nível de acordo de serviço (SLA) dele. No final das contas, se a sua solução de pagamentos estiver fora do ar, você não está vendendo.

Custos: Nesse momento, é preciso colocar alguns números na ponta do lápis. A primeira pergunta a fazer é se você sabe qual é o custo atual de processar uma transação de pagamento. Ele não envolve apenas a conexão com seu adquirente e a taxa de administração do mesmo, ele envolve a manutenção dos seus sistemas, servidores, firewalls etc. Além do custo fixo da sua infraestrutura, existem vários custos operacionais na viagem de uma transação do momento de compra até dinheiro na conta e tudo conciliado na sua contabilidade. Todos esses custos podem ser muito reduzidos e otimizados com o uso de empresas especializadas em processar pagamentos. Elas normalmente só cobram pelo serviço prestado, ou seja, pelas transações processadas; e algumas delas não cobram sequer o setup.

Gestão de riscos e outros serviços: Valor agregado. Essa é a palavra de ordem. Quanto mais valor agregado o seu parceiro de soluções de pagamentos lhe proporciona, mais você consegue extrair e otimizar de seus processos. Não deixe de perguntar se a plataforma conta com algum sistema de antifraude; ou se existem alarmes de cartões em blacklist; sistemas que conseguem capturar um charge back antes mesmo que sua fatura seja paga. Esses são itens que tornarão sua empresa capaz de brigar de igual para igual com qualquer competidor.

Pense sempre em pagamentos num nível estratégico – é a chave para maximizar as suas vendas e minimizar os seus custos operacionais.

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Fonte: ecommercenews

quarta-feira, 15 de agosto de 2012

Novo Portal Desenvolvido - Portal Vaidosa



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segunda-feira, 13 de agosto de 2012

Nova Loja Desenvolvida - SC Arte Digital



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quarta-feira, 25 de julho de 2012

Pagamentos via celular devem se tornar comuns em 2 ou 3 anos


De acordo com a Visa, período é necessário para adequações tecnológicas e para a adoção do modelo por parte dos consumidores.

Pagamentos por perfumarias, corridas de táxi e vários outros produtos e serviços utilizando a tecnologia NFC (Near Field Communication) de celulares já é uma realidade. Entretanto, apenas em situações isoladas — algo que ainda passa muito longe do mainstream comercial, por assim dizer. Em quanto tempo isso deve mudar? Bem, de acordo com a Visa, algo em torno de 2 ou 3 anos.

Segundo a joint venture, trata-se do período necessário para que a tecnologia seja majoritariamente adotada pelo comércio... E também para que os consumidores acostumem-se com a ideia de pagar contas utilizando a tecnologia. Entretanto, conforme disse o responsável pelo setor mobile da Visa, Bill Gajda, em entrevista  ao site CNET, os primeiros movimentos substanciais para a transição devem ocorrer já em 2013, “mas será mais para lançamentos e escalas comerciais”.

De fato, deve haver um mostruário do novo potencial do NFC durante as próximas Olimpíadas. Isso porque a empresa equipou mais de 140 mil terminais com a tecnologia em Londres — trata-se de 5 mil táxis e 3 mil pontos de venda. Além disso, milhares de aparelhos Galaxy S3 foram distribuídos para clientes VIP, incluindo diversos atletas que dividirão a vila olímpica, a fim de testar a funcionalidade.

Mas a Visa passa longe de uma leitura utópica da projeção do NFC, pelo menos para breve. Segundo Gajda, grande parte do desafio virá da necessidade de alterar hábitos dos consumidores, a fim de substituir a comodidade dos pagamentos em dinheiro ou com cartões — embora o potencial do mercado mobile e a possibilidade de veicular novos serviços e propagandas tenha atraído diversos “peixes grandes” da indústria.

Fonte: CNET

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quarta-feira, 4 de julho de 2012

Aumente a conversão do seu produto com a correta categorização


Muitas pessoas se queixam comigo que em seus comércios eletrônicos os clientes quase sempre desistem de procurar por produtos através dos menus e migram para o mecanismo de busca.

Esse comportamento já é um velho conhecido de quem tem loja virtual, mas poucos atacam corretamente a causa dele: a má categorização dos seus produtos. Concordam que se esta categorização fosse bem feita, muito menos clientes precisariam recorrer ao mecanismo de busca?

Quero aqui mostrar para vocês que fazer uma boa categorização não é nenhum bicho de sete cabeças.
Antes de tudo, não partam do princípio que seu comércio eletrônico deve ter três níveis de categorias. Quem dirá a você quantos níveis de categorias ou menus e submenus, serão seus próprios produtos.


Passo 1: agrupe seus produtos pelo que eles são
O que eu quero dizer com isso? Quero dizer que TV é TV, sapato é sapato e farol é farol. Simples assim. Faça isso com todos os seus produtos. Só isso? Não.
Aí vem a primeira dica. Esse agrupamento de produtos é o último nível da sua categorização. Se pensarmos que o mapa da categorização é uma pirâmide, este agrupamento é a base desta pirâmide. Ou seja, a categorização dos seus produtos começa de baixo para cima. E sempre será o tipo de produto que você vende.


Segunda dica deste primeiro passo. Cada agrupamento criado não deve ter mais que duas, no máximo três páginas de produtos. Mas, quantos produtos devemos ter em cada página? Simples! Se as vendas do agrupamento estiverem concentradas em poucos produtos, coloque o mínimo possível de produtos por página. Doze ou vinte.

Por exemplo, se você vende GPS e possui trinta modelos diferentes, mas cerca de 60% do seu faturamento neste agrupamento está concentrado em apenas três ou quatro modelos mais vendidos, neste agrupamento, coloque cerca de doze produtos por página. Sendo que os campeões de vendas devem estar sempre nas primeiras posições da primeira página do agrupamento.

Agora, se o faturamento deste agrupamento está pulverizado em um grande número de produtos, experimente criar páginas com até sessenta produtos e reduza ao máximo a possibilidade de paginar. É importante que o cliente veja as opções de bons produtos logo na primeira página.

Passo 2: suba o nível da sua pirâmide
Depois que você agrupar todos os produtos na base da pirâmide, você começará a agrupar todos os agrupamentos que você criou. Para efeitos didáticos, vamos chamar esses agrupamentos da base da pirâmide de categorias.

Agrupar categorias é mais fácil que produtos. Separe em novos agrupamentos todas as categorias que possuem afinidade.

Supondo que temos as categorias sapatos, camisas, vestidos, bolsas, óculos, saias, botas e brincos. Devemos agrupá-las por alguma característica em comum e que seja genérica.


Esta característica genérica torna-se o agrupamento acima das categorias, que para efeitos didáticos, chamaremos aqui de seções.

Passo 3: se necessário, chegue ao topo da pirâmide
Sempre que eu faço categorização de produtos, tento parar por aqui. Acredito que dois níveis já são o suficiente para o cliente se localizar e refinar sua navegação por meio de características específicas de produtos. Porém, se seu mix de produtos é muito grande você pode repetir o passo 2 para criar um novo nível de agrupamento, que também para fins didáticos, podemos chamar de departamentos.


Passo 4: transformando a pirâmide em losango
Agora que você categorizou todos seus produtos em departamentos, seções e categorias, já está na hora de qualificá-los com suas caraterísticas específicas. Esse tipo de característica serão os filtros que seus clientes usarão para chegar ao produto exato que ele procura.

Não economize nas características. Cada cliente que entra em seu comércio eletrônico pode querer o mesmo produto, mas também pode procurar este mesmo produto de formas diferentes.

Vamos supor que quatro clientes procuram pelo sapato da foto abaixo. Cada uma procura o produto de acordo com sua necessidade. A primeira procura por um sapato marrom. A segunda quer um de couro. A terceira quer um sapato de uma numeração específica e a última procura um sapato que combine com uma calça social.


Percebam que sem esforço temos quatro maneiras de filtrar este mesmo produto. Por sua cor, pelo material de que é feito, pela recomendação de uso e por sua numeração. Poderíamos ainda pensar que um sapato pode ser recomendado para uma determinada ocasião, como casamento ou casual. Ou seja, podemos criar quantas características específicas quisermos para ele.

O resultado dessa filtragem será uma apresentação do produto mais adequada às necessidades de quem está navegando e, consequentemente, as chances de venda serão maiores.

Quanto mais filtros por categoria de produto, ou seja, por cada agrupamento da base da pirâmide você criar, melhor será o filtro, ou o funil, que levará o cliente àquilo que procura. Por isso digo que a pirâmide se transforma em losango, onde na sua extremidade baixa estão produtos, com maior assertividade.


Seguindo essas dicas, com certeza você categorizará seus produtos de forma eficiente, que resultarão em um aumento da taxa de conversão do seu comércio eletrônico.

Fonte: ecommerce news

E-varejo deve crescer anualmente 12% nos próximos cinco anos

O varejo on-line no Brasil deve crescer anualmente 12% durante os próximos cinco anos, segundo um estudo divulgado pela A.T. Kearney, em junho de 2012. Além disso, o mercado brasileiro de e-commerce representa atualmente 10,6 bilhões de dólares, valor que coloca o país como líder absoluto na América Latina e na segunda posição entre os emergentes.

O estudo também mostra que os eletrodomésticos e eletroeletrônicos são os produtos mais vendidos pela internet no Brasil, enquanto os artigos de vestuário são menos populares, devido à preferência dos consumidores por comprar estas mercadorias em lojas tradicionais.

Ainda assim, esta categoria de produto está entre as duas mais populares na China, país que deve crescer impressionantes 29% no e-commerce durante os próximos cinco anos.

A Rússia possui mais de 60 milhões de internautas, sendo que 15 milhões são consumidores. O país deve crescer no mesmo ritmo do Brasil nos próximos cinco anos (12%), embora o mercado atual seja menor ($ 10,6 bi do Brasil contra $ 9,1 bi da Rússia).

Fonte: ecommerce news

sexta-feira, 25 de maio de 2012

segunda-feira, 23 de abril de 2012

Quer vender o seu rim? Saiba quanto ele vale no mercado negro

Infográfico criado pelo site Medical Transcription mostra o valor de cada parte do corpo humano no mercado ilegal de órgãos.


(Fonte da imagem: Reprodução/Medical Transcription)

Já pensou em vender um de seus órgãos para conseguir comprar um iPad novo, o mais recente smartphone da Samsung ou um PlayStation 3? O site Medical Transcription criou um infográfico que mostra o valor que olhos, rins, ombros e outras partes do corpo humano têm no mercado negro internacional.

Caso você esteja disposto a ceder seu baço, pode conseguir uma quantia de US$ 500 (935 reais, na cotação do dia 23 de abril). Já um rim em bom estado pode render nada menos que US$ 262 mil, suficiente para você bancar os medicamentos que vai ter que tomar pelo resto da vida. Os valores são referentes aos Estados Unidos: dependendo do país, os preços podem subir vertiginosamente ou cair de maneira radical.

Confira a lista completa dos órgãos relacionados pelo site:
  • Par de olhos – US$ 1.525;
  • Escalpo – US$ 607;
  • Caveira com dentes – US$ 1.200;
  • Ombros – US$ 500;
  • Artéria coronária – US$ 1.525;
  • Coração – US$ 119 mil;
  • Fígado – US$ 157 mil;
  • Mão e antebraço – US$ 385;
  • Litro de sangue – US$ 337;
  • Baço – US$ 508;
  • Estômago – US$ 508;
  • Intestino delgado – US$ 2.519;
  • Rim – US$ 262 mil;
  • Vesícula biliar – US$ 1.219;
  • Pele – US$ 10 por polegada quadrada.
O Medical Transcription esclarece que a maioria dos órgãos vendidos no mercado negro tem origem nos cadáveres enviados a funerárias. Normalmente, um funcionário do local é pago para retirar as partes do corpo que vão ser vendidas sem que a família tenha qualquer conhecimento da situação — quando a pessoa é cremada, não é incomum que a maior parte das cinzas entregues pela empresa não pertençam ao falecido.

Fonte: Tecmundo

segunda-feira, 9 de abril de 2012

Vale a pena revelar fotos com serviços online?

Os preços são menores e não é preciso nem sair de casa. Mas será que a impressão online é a melhor alternativa para as suas fotos?

Com a popularização da fotografia digital e da internet, aos poucos o costume de revelar fotos foi sendo deixado de lado, já que as pessoas passaram a usar mais as suas imagens em álbuns de redes sociais em vez dos álbuns físicos.

Tenha as suas fotografias em mãos, e não apenas em arquivos no computador. (Fonte da imagem: Thinkstock)
Ainda assim, o hábito de revelar fotografias não morreu completamente. Muitos laboratórios adotaram as máquinas de revelação digital para atender àqueles que ainda gostam de ter as suas imagens em mãos, não apenas em um arquivo no computador.
Porém, com a diminuição da procura, este se tornou um serviço cada vez mais caro, sendo que é possível achar locais que cobram até dois reais pela impressão simples de uma única foto. Se você não quer pagar tanto, é preciso juntar muitas imagens para conseguir um preço promocional, que raramente é menor do que 50 centavos.

Uma alternativa interessante

Se você não quer pagar caro para imprimir as suas fotos, existe uma alternativa que parece mágica e pode ser uma boa solução para esse problema: a revelação online. Você escolhe as fotos, manda para um site e recebe todas elas reveladas em casa, sem precisar ir até uma loja para realizar o serviço.
Além da praticidade, um detalhe chama muito a atenção: os preços. Enquanto nas lojas físicas a média de valores encontrada é entre R$ 0,75 até R$ 2 por uma única foto 10 x 15 cm, na internet quase todos os sites prometem revelar as suas fotografias por menos do que R$ 0,40 a unidade. Além disso, o preço é fixo, não importando a quantidade de fotos que você vai pedir.

Mas que bruxaria é essa?

Como é que os preços podem ser tão baixos? (Fonte da imagem: Thinkstock)
Essa redução elevada nos preços pode levantar suspeita, já que não existe um motivo aparente para uma diferença tão grande de valores. Quando a oferta é muito grande, é bom mesmo desconfiar, e neste caso é melhor dar uma olhada mais a fundo para entender o que leva os preços a caírem tanto.

No valor de uma revelação feita em uma loja física, é embutida também uma taxa para a manutenção dela, como o pagamento de aluguel do ponto, salário dos funcionários etc. Como existe cada vez menos procura por esse serviço, o preço precisa ser elevado para poder continuar pagando as despesas.

Em lojas virtuais, isso é um pouco diferente, pois os gastos com local e funcionários são bem reduzidos. Além disso, existe uma demanda maior dessa forma de revelação, e geralmente ele é oferecido por empresas que já possuem uma linha vasta de outros produtos.
Por exemplo, para este artigo foram analisados três serviços diferentes: o Oi Fotos, o UOL Revelação Digital e a ferramenta da Livraria Saraiva — todos partes de empresas que possuem outras formas de renda principal.

É barato, mas vale a pena?

Ao olhar apenas para o preço unitário, é bastante óbvio que o vencedor desta disputa é a revelação online. Porém, apesar de ser numa ótima alternativa, é preciso analisar isso mais a fundo antes de dizer que esse modo de compra vale sempre a pena.
O primeiro ponto de comparação precisa ser a qualidade das imagens. Isso é preciso ser avaliado em qualquer local no qual você for imprimir as suas fotografias, já que existem lojas que utilizam um papel fotográfico melhor ou pior.

A qualidade das imagens impressas nos grandes serviços online não costuma decepcionar. (Fonte da imagem: Thinkstock)
Em geral, os serviços online mais conhecidos oferecem um resultado totalmente satisfatório. A impressão é feita em um bom papel e as fotos são entregues em uma embalagem apropriada, protegidas de luz e umidade.

Um detalhe que não pode ser esquecido é o frete. Todos os sites que oferecem o serviço de revelação online cobram uma taxa de entrega, que varia de acordo com a quantidade de imagens, mas que geralmente é menor do que R$ 10.

Dessa forma, além do preço das fotos, é preciso levar em conta que você vai pagar um frete e vai precisar esperar alguns dias para que as suas imagens sejam entregues na sua casa. Se você procura algo imediato, pode ser que valha a pena ir até uma loja física, que normalmente entrega as suas fotografias em no máximo duas horas.

Porém, mesmo com o preço do frete, no geral a revelação online ainda vale muito mais a pena, principalmente por ter um preço fixo. Nós fizemos um teste para saber quando é mais vantajoso utilizar a internet e quando é melhor que você saia de casa e encontre um ponto de impressão para as suas fotografias.

Falando de valores reais

Quanto é preciso pagar para imprimir fotografias online? (Fonte da imagem: Thinkstock)
Vamos considerar, para os efeitos dessa comparação, o preço da revelação individual em uma loja física como sendo R$ 0,75. A maior parte dos locais pesquisados em Curitiba cobra mais do que isso, principalmente para imprimir pequenas quantidades, mas nós optamos por utilizar o menor valor encontrado. Você pode achar valores menores ou maiores do que esse.

Nos serviços online, o custo unitário das fotografias é, em média, R$ 0,38. Vamos utilizar os valores de frete praticados pelo Oi Fotos, mas isso não muda muito nos outros sites pesquisados.

Com essa base de valores, só vale a pena mandar imprimir as suas imagens utilizando um serviço online quando a quantidade for superior a 20 fotografias. Quando este número é menor do que 20, o valor do frete ainda pesa mais do que a diferença de preço entre os dois métodos.

Quanto mais imagens, menor é o preço unitário real das fotografias (Fonte da imagem: Thinkstock)
Porém, se você considerar um valor maior para a impressão em lojas físicas, essa quantidade mínima cai bastante. Se você tiver que escolher, por exemplo, entre uma loja que cobra R$ 1 por foto (o valor mais comum) e um serviço online, pode optar pela segunda opção sem medo quando o número de imagens for maior do que 12.

O melhor negócio

Se você procura a melhor pechincha e ainda acha muito caro pagar R$ 0,75 em uma fotografia, siga esta dica simples para obter a maior vantagem: quando você não precisar delas na hora, junte a maior quantidade de fotos que você puder e envie todas de uma vez para um serviço online.

Quanto maior o número de fotos que você enviar, maior é o desconto em relação à impressão em lojas físicas. Se for possível, veja amigos e familiares que também queiram, para aproveitar o valor reduzido e rachar o preço do frete. Dessa forma, você não precisa nem sair de casa para economizar.

Fonte: Tecmundo

Pinterest se torna a terceira rede social mais acessada dos EUA


Site teve 104 milhões de visitas durante março, diz pesquisa

A rede social Pinterest, baseada em publicação de imagens, se tornou a terceira mais acessada nos Estados Unidos, segundo pesquisa da Experian Hitwise. O site teve 104 milhões de visitas durante o mês de março e está atrás apenas do Facebook e do Twitter, com 7 bilhões e 182 milhões, respectivamente.

As mulheres são as que mais acessam o Pinterest, representando 60% dos visitantes da rede social.

A pesquisa afirma que o Pinterest passou o Linkedin, rede social para troca de informações sobre trabalho e currículos, em fevereiro. Em março, o Linkedin teve 84 milhões de visitas nos Estados Unidos.

Curiosamente, o Google+, rede social do Google, teve 61 milhões de visitas. No entanto, o cofundador e presidente-executivo da empresa, Larry Page, divulgou recentemente que o site tem 100 milhões de usuários.

O que é o Pinterest?
O Pinterest é uma rede social baseada na publicação, organização e compartilhamento de imagens pelos usuários e foi lançado oficialmente em 2010. Atualmente, é a oitava maior rede social dos EUA com cerca de 5 milhões de usuários no país, com mais de 10 milhões em todo o mundo, segundo a comScore.

Durante o mês de fevereiro, o site teve quase 18 milhões de visitas únicas, um crescimento de 52% em relação a janeiro, de acordo com pesquisa divulgada pela consultoria, que afirma que o Pinterest vale US$ 500 milhões.

O site é utilizado por lojas, que apresentam vestidos, sapatos, bolsas e maquiagem, por exemplo, por meio de publicações no Pinterest, levando o usuário para o site que vente estes produtos por meio de poucos cliques. Por conta disso, ele é acessado por uma maioria feminina. As imagens são dispostas em categorias como arquitetura, roupas, alimentos, etc, e aparecem como se fossem colocadas em um mural. Os usuários podem "gostar" de uma imagem e até republicá-la em seus murais. É possível conectar a conta do Facebook e do Twitter para publicar automaticamente as imagens nestes serviços. A empresa é sediada em Palo Alto, na Califórnia, e tem 30 funcionários.

Nas últimas semanas um novo hype social tomou a timeline de muitos. Um tal de Pinterest está crescendo de forma assustadora e já é visto como uma ferramenta de marketing digital por grandes companhias, mas afinal de contas, o que é o Pinterest, o que se pode fazer com ele e como como ele funciona?
 
O site é uma modernidade daquela mania de recortar imagens interessantes e pendurar no mural do quarto, algo comum entre crianças e adolescentes na década de 90. O nome vem de um acrônimo das palavras pin (alfinete) e interest (interesse), a rede social atingiu 10 milhões de usuários norte-americanos em apenas nove meses, registrando o maior crescimento já visto até hoje em uma rede social.

O Pinterest é um grande mural de imagens. Lá o internauta compartilha imagens e vídeos que julgue interessante. Você pode até achar esse conceito ultrapassado e já utilizado pelo Tumblr, por exemplo, só que a grande diferença da rede social é a possibilidade de dividir sua imagem em boards, ou seja, em murais.

Você pode montar um board sobre decoração, outro sobre bandas favoritas e culinária. Assim, você não  precisa ficar restrito a um assunto só e os seus contatos tem a opção de seguir o seu perfil ou apenas um board, permitindo controle sobre o que você vai consumir de conteúdo na rede social.
 
O internauta pode subir uma foto ou fazer uma pesquisa e “repinar” a imagem. “Pinar” é o termo predominante nesse ambiente repleto de imagens que agrada muito as mulheres, que hoje, representam quase 80% da audiência do site.

segunda-feira, 19 de março de 2012

Novidades da Loja Virtual 2012

Já publicamos aqui no Blog diversas dicas de como administrar melhor a sua Loja Virtual, como aumentar as vendas utilizando as redes sociais etc.

Agora iremos abordar as novas ferramentas que estamos disponibilizando aos nossos clientes em 2012. Houve muitos pedidos para que estas ferramentas fossem instaladas em nossas Lojas Virtuais e agora estamos colocando a disposição. São elas:


Sim, são ferramentas muito úteis e importantes para que o cliente possa realizar uma compra rápida, fácil e segura. Dentre outras ferramentas já existentes estão entre elas:

 - Loja Virtual completa em BR;
 - 3 Modelos de banners na Home;
 - Imagem de produto com frete grátis;
 - Administração completa;
 - Cadastro de produtos ilimitados;
 - Cadastro de clientes ilimitados;
 - Vídeos do Youtube por produto;
 - Imagens por produtos ilimitadas;
 - Caixas de E-mails @seudomínio.com.br;
 - INTEGRAÇÃO COM: boleto Itaú, Bradesco, BB, F2B, Banco Real, Dinheiro Mail, Mercado Pago, Moip, Pagamento Digital, Pag Seguro, PayPal, Depósito Bancário, Cheque;

 - e muitos outros detalhes.

Alguns trabalhos concluídos recentemente:
Portal Beleza e Cia
AZ América Box
Fort Import
Shop Light
Multi Versos
Só Camisetas
Porto Materiais de Escritório
Office Móveis
Nutri Life
D' escritorio
Oba Fashion

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Sinal de rede mostrado na tela do celular não reflete a realidade

Barras cheias ou indicação de 3G podem não representar com fidelidade a qualidade do sinal onde você está.


(Fonte da imagem: iStock)

Há alguns anos, a AT&T veiculou um comercial nos EUA que tinha como principal mensagem o fato que com um aparelho da operadora o consumidor tinha acesso a “mais barras em mais lugares”. A referência da propaganda era as barras de sinal, que estamos a acostumados a ver na parte de cima do mostrador do smartphone.

Entretanto, o sinal mostrado nas barrinhas hoje é apenas um dos indicadores possíveis que apontam para a qualidade do sinal disponível. No caso do iPhone, com a atualização para o iOS 5.1, a situação ficou ainda um pouco mais complexa.

Se você estiver em uma rede da AT&T, por exemplo, com um iPhone 4S é possível visualizar o símbolo “4G” onde habitualmente estava escrito “3G”. Entretanto, isso não significa muita coisa, já que a velocidade é exatamente a mesma. No caso da AT&T, o mostrador “4G” faz referência à sua rede HSPA+ e não à rede LTE. Ela será chamada futuramente de “4G LTE”. Confuso, não é mesmo?

Mas afinal, o que isso significa?

As barras de sinal, em tese, devem mostrar o quão forte é o sinal de transmissão entre a torre e o dispositivo. Isso não significa que ele seja de maior ou menor qualidade, apenas que ele é de maior ou menor intensidade. Um sinal mais intenso não significa, necessariamente, um sinal melhor, sabe por quê?

Graças ao indicador de rede. Ela mostra o tipo de faixa a qual você está conectado, podendo ser GRPS (1G), EDGE (2G), UTMS (3G), HSPA+ (3G, mas chamado pela AT&T de 4G) ou LTE (4G). Dessa forma, mesmo que você tenha um nível de sinal intenso, ainda assim pode estar desconectado do serviço exibido no indicador de rede ou ainda navegando com qualidade muito aquém do que você imagina.

Tamanha confusão nos deixa apenas uma certeza. Esta na hora de alguma empresa inventar uma nova forma de indicar a qualidade de sinal dentro de uma determinada rede. Dessa forma, os consumidores poderão ter uma noção clara do quão bom é ou não o sinal da rede em que estão trafegando.
Fonte: Tecmundo

Naufrágio do Titanic será reconstituído no Twitter

Seguindo o diário de bordo, perfil transmitirá aos seguidores as impressões do capitão de um dos maiores naufrágios da história.

(Fonte da imagem: Reprodução/Wikimedia Commons)
No próximo dia 15 de abril completará um século desde a tragédia do Titanic. O navio afundou depois de se chocar contra um iceberg, matando mais de 1,5 mil pessoas. A história se tornou ainda mais conhecida depois de virar filme e alcançar uma das maiores bilheterias da história do cinema.

Para reproduzir um pedaço da história utilizando as ferramentas disponíveis na atualidade, o perfil @TitanicRealTime vai reproduzir toda a trajetória do navio no Twitter, desde a sua saída do porto, em 10 de abril de 1912 até a data da colisão com o iceberg. O perfil já tem mais de 30 mil seguidores.

Outro fato curioso é que a divulgação das mensagens via microblog é uma iniciativa de parentes das vítimas e sobreviventes do desastre. Enquanto a partida do navio não chega, o perfil tem divulgado diversas imagens e fatos interessantes sobre a embarcação.
Fonte: Tecmundo

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