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terça-feira, 24 de julho de 2012

Publicidade em tela dupla: o consumidor conectado

Especialistas em mídia apontam que esse tipo de publicidade alcança as pessoas de maneira altamente impactante, desde a transmissão para audiência em massa a partir da primeira tela (TV) até uma uma interação mais personalizada que ocorre na segunda tela.

Qual foi a última vez que você assistiu a um programa de TV do começo ao fim? Apesar de ser um comportamento cada dia mais raro, isso não é difícil de acontecer. Mas tenho certeza que você dividiu sua atenção com o conteúdo exibido na tela de um smartphone, tablet, laptop ou qualquer outro aparelho com acesso à internet. Entre 63% a 80% das pessoas interagem com outro dispositivo enquanto assistem à televisão. E os anunciantes já se demonstram dispostos a embarcarem nessa tendência. No entanto, ainda há uma série de desafios para explorar todo o potencial que a publicidade para tela dupla (dual screening) tem a oferecer.

Os especialistas em mídia apontam que esse tipo de publicidade alcança as pessoas de maneira altamente impactante, desde a transmissão para audiência em massa a partir da primeira tela (TV) até uma uma interação mais personalizada que ocorre na segunda tela. Emissoras, marcas e anunciantes buscam soluções para engajar a audiência com conteúdos relevantes e inovadores.

Mas o que realmente significa \'dual screening\'? Em um primeiro momento, a definição seria uma tela secundária capaz de duplicar o conteúdo exibido em uma tela primária, ou seja a TV, certo? Não é bem assim. As possibilidades se reduzem muito se pensarmos apenas em replicar o conteúdo da primeira tela ou esperar que o telespectador busque conteúdo relacionado a uma marca ou anúncio.

A força do vídeo in-stream

O aumento das taxas de cliques para anúncios com vídeo mostram que esse tipo de publicidade atravessa um bom momento. De acordo com um estudo da MediaMind (http://bit.ly/NmPpc4), os internautas são 200 vezes mais propensos a clicarem em um anúncio com vídeo in-stream que em um banner standard.

Ao mesmo tempo em que um anúncio apresenta novidades tecnológicas e possibilidades inéditas de interação, ainda há um abismo entre os anúncios clicáveis e o tempo em que o conteúdo da segunda tela deve ser exibido. Se o fator de inovação se desgastar, as marcas e os anunciantes devem descobrir novas maneiras de engajar as audiências a ativarem conteúdos "clique aqui" ainda mais desafiadores.

Entendendo os consumidores

Acredito que o telespectador não deva ter a responsabilidade de ativar o conteúdo da segunda tela. A riqueza tanto em um vídeo como no conteúdo da segunda tela extrapola o clique. Para tornar a experiência do usuário realmente engajadora o usuário não deve, por exemplo, apenas fazer uma busca no na Internet para encontrar o conteúdo relacionado a um determinado produto.

Ao invés disso, o conteúdo da publicidade para telas secundárias deve ser uma extensão natural e um reflexo da pessoa conectada a um tablet ou smartphone. Podemos pensar em um cara assistindo a um jogo de futebol na tela grande de um bar. O smartphone, nesse caso, é a segunda tela. Mais tarde, ele volta para casa e assiste a um programa de entrevistas, enquanto checa a classificação do seu time no tablet. O próximo passo é alcançar essa pessoa – e outras pessoas – de acordo com seus hábitos de consumo.

Repensando a TV

Conectar o consumidor à sua segunda tela, oferecer conteúdo em tempo real e engajar os consumidores com sua marca. Tudo isso é mágica? Claro que não. Oferecer conteúdo e sincronizá-lo em duas telas em tempo real já é uma realidade. Mas quão longe podemos ir? Os programas de TV podem trazer alguns pontos posicionados estrategicamente na narrativa. Eles são criados para encorajar audiência a complementar a ação a partir de uma segunda tela.

Imagine, portanto, um anúncio de um refrigerante exibido durante o intervalo de um programa no horário nobre. O telespectador posiciona o smartphone na frente da imagem do produto para ser direcionado a um site com promoções, cupons ou links com os endereços dos pontos de venda mais próximos. Agora pense em um spot de TV 3D. Uma mão sai da tela, oferece uma garrafa da bebida e a tela do seu celular se transforma em um copo que vai se enchendo aos poucos... As possibilidades são infinitas basta sabermos qual é maneira mais eficiente para nos conectarmos com o telespectador e oferecermos uma experiência altamente engajadora.

Com informações do Administradores.com.

segunda-feira, 28 de maio de 2012

QR Code: uma nova possibilidade de publicidade na web


Se você pensa que o compartilhamento de web publicidade acontece somente por meio de computadores, está enganado. As empresas publicitárias estão recorrendo ao QR code como uma nova forma de interação com os consumidores. E o que significa isso?

QR code, abreviação de Quick Result (em português, Código de Resultado Rápido), é um código de barras bidimensional que, ao ser escaneado por um celular smartphone, direciona o usuário para um website, uma localização, uma foto ou um contato, por exemplo.

No Brasil, o primeiro anúncio publicitário a utilizar esse código como estratégia foi a loja Fast Shop, em 2007. No ano seguinte, foi a vez da Nova Schin aderir a QR code como parte da campanha publicitária. A popularização de celulares smatphonesvem possibilitando a difusão do código QR. Segundo os dados de uma pesquisa realizada pela Nilsen, a procura por esses aparelhos telefônicos no Brasil, aumentou em 179% das vendas. No entanto, apesar dos números serem positivos, a tecnologia bidimensional ainda segue em passos tímidos no país.

Uma estratégia, utilizando o código, que chamou atenção em 2011 foi o da agência de publicidade alemã Scholz & Friends. Procurando por profissionais para fazerem parte da equipe de “criativo digitais”, a agência enviou, gratuitamente, pizzas com QR codes ,feitos de molho de tomate, para funcionários de agências concorrentes. As pessoas que utilizavam o smartphone na pizza eram direcionadas ao site com informações sobre as vagas de trabalho da Scholz & Friends. A agência teve como resultado 12 entrevistas e duas contratações.



Essa tecnologia e a nova forma de interação trazem junto as discussões relacionadas ao capítulo sobre a “Não-Coisa”, de Vilém Flusser. Para Flusser, todas as coisas possuem informação: uma revista, um lápis ou um quadro, por exemplo, mas as coisas precisam ser interpretadas, “decodificadas”, para que apresentem essa informação. Segundo Flusser, a informação sempre existiu, no entanto, a que toma conta do nosso meio, atualmente, é a informação imaterial. Nesse caso, as informações contidas no aparelho de celular, por exemplo.

Hoje, as “não-coisas”, que são chamadas de “informação” por Flusser, fazem parte do nosso meio de tal maneira que conseguem deslocar as coisas. Para Flusser, a informação no seu novo estilo não está presa ao local de sua inscrição como dita as “coisas”. A publicidade na web não está, por exemplo, limitada ao computador, mas passeia por outros formatos, a partir da possibilidade de outras formas de tecnologia, como o QR code, por exemplo.

Segundo Flusser, o novo homem é aquele que não utiliza as mãos, que não segura nada e o que importa são as pontas dos dedos, onde ele pode tocar as teclas. A publicidade na web está cada vez mais perto e acessível ao homem, pronta para ser consumida. Pensando dessa maneira, a equipe do Briefando também decidiu deixar o blog ao alcance das pontas dos dedos dos usuários. Abaixo está um QR code que direcionará o internauta à pagina do Briefando. Além disso, os códigos impressos estarão espalhados pela faculdade, com o intuito de difundir o blog. 

Utilize o celular para ser direcionado

Fontes:
 FLUSSERVilémO mundo codificado: por uma filosofia da comunicação. São Paul: Cosac Naif, 2007


sexta-feira, 4 de maio de 2012

Publicidade em blogs: como funciona?


O que a maioria dos blogueiros almejam é possuir muitos patrocinadores e parceiros que o dêem algum tipo de retorno (financeiro ou não), mas o que quase ninguém sabe é: como funciona o firmamento de uma parceria entre o blogueiro e as empresas ou instituições? Quais as contra-partidas de ambas as partes? Quem necessita mais um do outro?

É fato que muitos blogueiros vivem de publicidade em seus blogs, tanto com patrocinadores que os pagam para divulgar algum tipo de produto ou a inserção de algum banner no blog quanto com Adsenses, serviço do Google no qual o dono do blog se inscreve em um programa para exibir anúncios em texto, imagem e mais recentemente, em vídeos. Com o Adsense, o blogueiro, geralmente, recebe “alguns centavos de dólares por clique”, segundo Marisa Ono, uma das donas do site “Advivo” (http://www.advivo.com.br), mas não recebem por visualizações.

Exemplo de Adsense

Outra ferramenta utilizada por blogueiros é a Boo-Box, empresa que utiliza um sistema de rentabilização de sites, blogs e redes sociais, nos quais os anunciantes fazem anúncios online nas mídias sociais controladas pela empresa. Marisa conta sua experiência ao cadastrar uma campanha na Boo-Box. “A título de teste, cadastrei uma. Disseram que demoraria um dia para a campanha começar a ser veiculada no meu blog e então receberia por clique. Um dia, dois dias e nada. Enquanto isso, foram milhares de visualizações gratuitas para as empresas afiliadas”, afirma ressaltando que o autor do blog ou site só receberá dinheiro se alguém efetuar alguma compra, mas que não é possível saber quem gastou ou quanto foi gasto na compra.



Para esclarecer algumas questões, contactamos Tuka Sampaio, dona do Capricha no Blush (http://www.caprichanoblush.com/), blog de moda e maquiagem voltado para o público feminino que possui parceiros como a Vult Cosmética, a Sigma Beauty e algumas lojas de cosméticos como a Fabulous Store. Tuka explicou que, quando o autor do blog é novo nesse “mercado”, há muita exploração por parte dos possíveis patrocinadores. “Quando eu comecei, existiram muitas propostas de “parceria” de empresas que queriam fazer um tipo de exploração muito recorrente e que muitos blogueiros acabam caindo no começo: a chamada parceria de brinde”. Essa parceria funciona da seguinte forma: uma empresa ou uma loja te envia um produto de sua coleção ou estoque e, em troca, você: faz uma resenha sobre o tal produto oferecido; ou coloca um banner permanente com link do site da empresa na sua aba para patrocinadores e parceiros; ou posta, semanalmente, releases que a marca te envia. Ela conta que tentaram essa opção com ela, mas, devido à experiência com blogs, não aceitou. “Como já tive e outros blogs antes do Capricha, eu não me deixei levar e aguardei até que chegassem propostas de parcerias com reais benefícios”.

As contrapartidas existentes entre os blogueiros e as empresas podem ir desde ganhar maior visibilidade até a retorno financeiro. “Os patrocinadores ganham visibilidade. Na área de cosméticos, por exemplo, ao enviar um produto para uma blogueira, ela irá exibir o produto no blog e dar a sua real opinião sobre ele, atraindo futuros compradores para tal produto. Para os blogueiros, geralmente bem a retribuição financeira (para pôr banner no blog, por exemplo, é cobrada uma taxa mensal), seja ela em produtos da marca ou em um valor equivalente a uma divulgação de lançamento ou produto”, explica Tuka Sampaio. Para o blogueiro, o retorno não é apenas financeiro. Segundo Tuka, alguns parceiros, além do auxílio financeiro, disponibilizam materiais para teste, assim dando conteúdo para ser tratado no blog ou para sorteio, o que aumenta o número de visitantes, seguidores e a visibilidade do blog em geral.  

segunda-feira, 9 de abril de 2012

Novos Ads no Facebook



A maior rede social do mundo, com aproximadamente 700 milhões de usuários, vem se afirmando cada vez mais como um dos melhores espaços para anúncios online, faturando, somente em 2010, US$ 1,86 bilhão (dado divulgado pela eMarketer). O Facebook quase dá a impressão de ter sido pensado para a publicidade e propaganda, devido às várias ferramentas destinadas à promoção de empresas e seus produtos: desde as páginas, perfis onde as marcas podem indexar conteúdo e se relacionar diretamente com seu público, até os aplicativos sociais, que permitem um serviço mais atraente e lúdico, como os jogos, incentivando o usuário a compartilha-los com seus amigos.

Esse leque de opções publicitárias é potencializado pelo maior trunfo da rede social: a apurada segmentação de público. O Facebook Ads é uma plataforma de anúncio semelhante ao Adwords do Google, porém com a vantagem de exibir propagandas voltadas para parcelas específicas de usuários, que são selecionadas a partir de informações que vão desde o seu país de origem, faixa etária e gênero, até escolaridade, local de trabalho, estado civil e orientação sexual.

No último mês, a empresa de Mark Zuckerberg anunciou duas novidades para incrementar o potencial de marketing da rede. A primeira delas, ainda em fase de teste (apenas 1% do público já tem acesso), é a publicidade segmentada em tempo real, a partir das atualizações dos usuários.  O objetivo é que se alguém publicar “Que fome!”, apareça em sua página o anúncio de um restaurante, por exemplo. Essa ferramenta tem como base um sistema algoritmo que calcula o feed de notícias que interessa a cada usuário. 



A segunda boa nova para o meio publicitário é um novo formato de anúncios posicionados ao fazer o logout da página. Com isso, a propaganda deixa de competir diretamente com o conteúdo veiculado na parte interna da rede social e passa a ter um espaço próprio, sendo também segmentada de acordo com o perfil de cada pessoa. A “Logout Experience” foi anunciada em fevereiro, no fMC, evento oficial de marketing do Facebook. Para veicular uma propaganda durante 24h nesse espaço, os anunciantes devem pagar US$ 700 mil, segundo o Ad Age Digital. O novo formato também apresenta a funcionalidade “Ofertas”, uma forma direta de apresentar promoções e despertar o interesse do público. No Brasil, a primeira a experimentar a novidade foi a Unilever, que divulgou filmes publicitários de produtos cosméticos.


           Agenciars
         eMarketer

segunda-feira, 2 de abril de 2012

Anúncios no Youtube dividem opiniões

Fundado em 2005, pelos amigos Chen, Chad Hurley e Jawed Karim, o Youtube é hoje umas das principais ferramentas de publicidade na internet. Um ano após ter sido comprada pelo Google, a rede social incorporou um novo modelo de publicidade, desenvolvido pela empresa. O modelo consiste no aparecimento do anúncio na parte inferior da tela e permite ao usuário, após cinco segundos iniciais, assistir ou não a propaganda. 

Para os anunciantes, o projeto é uma faca de dois gumes: se por um lado, os internautas podem simplesmente ignorar as campanhas publicitárias, a partir da ferramenta chamada TrewView, por outro, a partir dos cliques, as empresas conseguem ter maior controle sobre o público que desejam atingir. Antes de ser implantada, a ideia foi submetida a um teste, em 2007, no qual somente 10% dos usuários fecharam o anúncio, enquanto 75% assistiram à propaganda até o final. 

No entanto, uma pesquisa da International Business Machines (IBM) afirma que 40% dos entrevistados não gostam de assistir publicidade de grande duração, em vídeos online. A pesquisa chamada “The Endo f Advertising as We Know It”, teve como base os depoimentos de 80 executivos de publicidade e 2400 usuários. Apesar disso, 94 de cada 100 das maiores empresas de publicidade, veiculam anúncios no Youtube, e também em outras páginas do Google, como mostra o infográfico abaixo:

Fontes:

terça-feira, 27 de março de 2012

Publicidade no sistema Android: o barato sai caro?



     Uma estratégia de utilização da publicidade de forma alternativa é o que a empresa Android faz: colocá-la embutida nos mais diversos aplicativos. Dentre os produtos oferecidos há hoteis, viagens, informações sobre o trânsito ou até mesmo uma propaganda de um outro aplicativo da empresa que seja relacionado ao que você está usando. Apesar de ser uma estratégia interessante, ela vem acompanhada de uma série de problemas.
     Que a utilização de apps consome mais bateria, a maioria dos usuários do sistema operacional Android já sabem, mas, segundo uma pesquisa da Purdue University, nos Estados Unidos, os aplicativos gratuitos que vêm com anúncios consomem quase 75% de energia da bateria a mais do que os demais. O teste foi feito com cinco aplicativos populares: o app do New York Times, os games Angry Birds e Freechess, o serviço de GPS Map Quest e o navegador padrão do sistema.
     No Angry Birds, a maior parte da energia consumida é devido ao envio de dados sobre o usuário e o download de publicidade, já que a cada nível que passa, um novo banner de anúncio é baixado. No Freechess(jogo de xadrez), metade da energia gasta é devido à publicidade e a demora para carregar os dados pessoais (30 segundos) também consome muita energia da bateria. Já nos demais apps testados (GPS Map Quest, New York Times e o browser original do sistema), são gastos, respectivamente 20%, 15% e 16% da energia da bateria do usuário.

Exemplo de publicidade em aplicativo do sistema operacional Android.

     Outro ponto negativo de se utilizar os apps gratuitos do sistema operacional Android é a própria segurança das informações dos usuários. Um grupo de investigadores da Universidade Estatal da Carolina do Norte, nos EUA, descobriu que há problemas de segurança em diversas bibliotecas utilizadas para apresentar essa publicidade.
     Os apps que utilizam essas bibliotecas podem até ser inofensivos, mas muitos utilizadores mal-intencionados podem passar pela defesa do próprio sistema operacional. Em alguns casos, as bibliotecas de softwares usadas por estes apps “recorrem a um mecanismo inseguro para ir buscar código de internet e difundi-lo, o que representa um risco imediato e sério para a segurança”, como dito pelos pesquisadores durante a 5th ACM Conference on Security and Privacy in Wireless and Mobile Networks.
     Das 100 mil aplicações do Google Play examinadas pelo grupo, foi constatado que quase metade utilizam o GPS para seguir a localização do usuário; uma em cada 23 permite que esses dados sejam passados para os anunciantes e, em alguns casos, o grupo descobriu que esses aplicativos podem ter acesso ao registro de chamadas, número de telefone do utilizadores e à lista dos demais aplicativos do celular.
     Como a maioria dos serviços gratuitos, o sistema operacional Android apresenta muitas falhas. Os pesquisadores sugerem que pouco pode ser feito sobre isso diretamente, já que é muito mais complicado para um usuário desses apps comprarem as versões pagas, sem anúncios; o que, ainda assim, não impede esses aplicativos de solicitarem sua localização e dados pessoais (ativando a rede 3G e o GPS) da mesma forma. Uma medida paliativa que os pesquisadores sugerem é que, ao utilizar esses aplicativos por longos períodos, o usuário desligue sua conexão de dados e o GPS ou então que ele tente utilizar um Firewall.

domingo, 18 de março de 2012

A Nova Publicidade


A internet, meio de comunicação que mais se expande no mundo, tem sido cada vez mais explorada pela publicidade. Em 2011, o crescimento do acesso à web, que chegou a 20%, foi acompanhado pelo aumento de 8,5% do mercado publicitário, refletindo a interação quase simbiótica entre as duas áreas, atualmente.

Essa relação iniciou-se em 1995, quando a Netscape (empresa de comunicação) lançou o browser que transacionou para a rede o modelo de contrato publicitário CPM (cost per thousand – custo por mil impressões), típico de meios como jornais e revistas. Na internet, o CPM foi rapidamente substituído pelo CPC (cost per click – custo pelo clique), que fornece ao anunciante dados imediatos sobre a repercussão de sua propaganda. A partir daí, a publicidade passou a investir nos formatos display, search e, principalmente nas redes sociais, sendo impulsionada também pelo consumo de vídeos e áreas de entretenimento.

Com o objetivo de analisar as dinâmicas que envolvem a web publicity, o Briefando, projeto da disciplina Comunicação e Tecnologia, da Faculdade de Comunicação da UFBA, pretende abordar as novidades, as vantagens e desvantagens dessa relação, tanto para os consumidores, quanto para os anunciantes.


O vídeo abaixo é uma propaganda de uma empresa de publicidade, a Epipheo (Epiphania + Video), que mostra como a chegada da internet revolucionou o modo de fazer e pensar publicidade. Apesar da falta de legenda, as animações interativas explicam bem de que forma o ser humano adaptou-se às novas tecnologias, desde a pré-história até os tempos modernos.


Fontes:
Ibope Nielsen 
Online comScore

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