“É importante observar que os setores que demonstram maior crescimento de consumo das famílias também são os que têm maior oferta. Assim, quem optou por empreender nestes segmentos precisa estar atento ao mercado pela forte concorrência que vai enfrentar. Neste caso, planejamento e inovação são questões cruciais para a sobrevivência deste negócio”, observa o superintendente do Sebrae, Bruno Caetano.
Considerando o consumo das famílias, no estado de São Paulo, a população tem como principal despesa a habitação, transporte, alimentação e assistência à saúde, com diferentes participações, dependendo da classe de rendimento. O estudo aponta que na medida em que a renda sobe, observa-se uma diversificação no consumo das famílias, com um aumento claro no consumo de serviços.
Nas classes D e E, com renda inferior a R$ 700, os gastos com habitação são bem fortes, ocupando quase a metade do orçamento (45%), seguido pela alimentação (24%), com índice também acima da média. Essas classes de consumo seguem o “Critério Brasil”, da Associação Brasileira de Empresas de Pesquisas (Abep).
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