Mostrando postagens com marcador restaurante. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador restaurante. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 11 de outubro de 2012

Conheça os cinco itens que um empresário da área de restaurantes não pode ficar sem




Ser um empresário exige mais do que dedicação, exige disponibilidade: mesmo fora do cotidiano de uma empresa, um bom profissional precisa estar atento à qualquer oportunidade que possa surgir. Por isso, não importa onde ele vá, o ideal é que o mesmo sempre tenha à mão alguns itens essenciais que possam ajudá-lo no mundo dos negócios.

Quem quiser causar uma boa impressão, por exemplo, precisa primeiramente cuidar da própria imagem. Assim, as roupas e acessórios devem ser cuidadosamente selecionadas. “Com uma boa imagem fica mais fácil ganhar a confiança de quem está do outro lado”, diz a gerente da Page Personnel, Fabricia Antunes.

E engana-se quem imaginar que apenas boas roupas sejam indispensáveis em um encontro. Outros itens como celulares, tablets, canetas e até mesmo carros também são fundamentais para o dia a dia de um executivo.

“Uma caneta plástica com a tampa roída pode depor contra um profissional que queira causar uma boa impressão. Da mesma forma, um bom relógio pode contar muitos pontos à favor”, diz Fabricia e o diretor Executivo da Thomas Case & Associados/Case Consultores, Ricardo Munhoz, que listam os cinco principais itens que um empresário não pode "sonhar" em ficar sem.

Não pode faltar:
Carro: segundo Fabricia, ter um um carro é importante, mas não um carro qualquer. O veículo indica a importância do profissional na empresa.

Cartão de visita: indispensável, o cartão pessoal tem um papel estratégico na vida de um empresário: ser lembrado na hora que uma boa oportunidade de negócios aparecer. Por isso, não importa o destino, leve sempre alguns cartões com você. “Um empresário nunca sabe quando encontrará um cliente em potencial ou quando uma oportunidade de negócios irá acontecer”, explica Munhoz, que garante que ter um cartão sempre à mão pode ser de grande valia em qualquer situação.

Caneta: esqueça as esferográficas comuns, um empresário jamais pode se dar ao luxo de andar por aí com uma caneta qualquer. Sem alguma então, menos ainda. Segundo Munhoz, ter uma boa caneta traz um ganho enorme à qualquer profissional.

Smatphone, note e tablet: comunicação é essencial, por isso, não é à toa que tais equipamentos sejam tão indispensáveis nos dias de hoje. Antes de sair, o empresário deve se lembrar de todos os itens, mas não apenas deles: os acessórios também são importantes. “Leve sempre o carregador dos equipamentos, um modem 3G para acessar a internet de qualquer lugar, e não se esqueça de ter um adaptador universal de tomadas sempre com você”, recomenda Munhoz. ,

Aplicativos: programas que possam facilitar a rotina também são muito indicados, especialmente nos dias atuais. Na App Store ou no Google Play diversos aplicativos,pagos e gratuitos, estão à disposição de quem se interessa por aplicativos. Entre os mais recomendados, as calculadoras científicas, agendas, calendários de negócios e programas de acesso ao mercado financeiro, são os que mais se destacam.

Com informações do site Infomoney.

quarta-feira, 10 de outubro de 2012

Pretende abrir seu restaurante em um shopping? Confira algumas dicas



Atualmente o Brasil tem 378 shoppings distribuídos por todos os estados (12 só em Fortaleza), e ainda existem 23 em construção por todo o país, segundo dados da Associação de Shopping Centers (Abrasce). No ano de 2008, os chamados templos do consumo tiveram uma alta nas vendas de 11,4%, o que representou um faturamento de R$ 64 bilhões. Se você está pensando em abrir um restaurante em um shopping, a oportunidade é boa. Mas leve em consideração alguns fatores:

Vale a apena?
Dependendo do ponto de vista sim. Os shoppings oferecem mais comodidades que os pontos nas ruas. Bancos, segurança, banheiro, conforto e estacionamento são algumas das amenidades disponibilizadas aos clientes. Porém você deve avaliar bem os custos que não são baratos, comparados aos pontos na rua.

Como escolher
O primeiro fator que o empreendedor deve observar é o perfil do freqüentador do shopping, avalie se ele tem o mesmo perfil que o seu empreendimento pede. Se for se instalar em cidades do interior, prefira locais que atraiam moradores de toda a região e não apenas da cidade. Nas grandes cidades, os shoppings buscam atrair os consumidores das redondezas, chamados de público primário. Isso porque, hoje, a tendência do consumidor é ir a um estabelecimento próximo de sua casa ou trabalho.

A dura realidade das luvas
A primeira despesa que você deve considerar na hora de avaliar se um ponto em shopping vale a pena é o valor das luvas do ponto comercial (a serem pagas uma vez, na escolha do local, a quem for o “dono” do ponto). O preço das luvas varia. Para quem está começando um negócio do zero, os valores são geralmente inviáveis. Mas esses valores podem variar.

Custos de ocupação
Calcule corretamente o custo de ocupação, esse valor é a soma das três despesas mensais: aluguel + taxa de fundo de promoção + taxa de condomínio. “O custo total não deve superar 15% do faturamento mensal do negócio, sob risco de inviabilizar o projeto”, diz o consultor Marcos Hirai, do Grupo Cherto.

O aluguel da loja
No mercado já é comum definir, como aluguel, um valor mínimo em reais e também um percentual sobre as vendas. Ao fim do mês, paga-se o que for maior. Definir o valor do aluguel é operação complexa: um único shopping pode ter 20 preços diferentes por metro quadrado. São valores cobrados para áreas distintas, como corredor principal e praça de alimentação. Pela regra, quanto maior o fluxo de pessoas em determinado local, mais caro será o aluguel.

Fundo de promoção e condomínio
O fundo de promoção é a taxa cobrada mensalmente para divulgar o shopping, e no geral, é 20% do valor do aluguel. A taxa mensal de condomínio, por sua vez, cobre despesas com energia, água, limpeza, administração e segurança do shopping.

Abrir um restaurante em um shopping requer preparo, capital e organização, mas essa complexidade pode ser substituída por bons lucros, visto o público e  facilidade que o shopping tem para atrair clientes, principalmente se for bem localizado.

Com informações do site Uol

quinta-feira, 4 de outubro de 2012

Bares e restaurantes deverão oferecer cardápio em braile



Segundo projeto de Lei da Câmara dos Deputados, os estabelecimentos como: restaurantes, bares e lanchonetes, deverão oferecer para os clientes, com deficiência visual, o cardápio em braile, como uma forma de promover acessibilidade em todos os níveis.

Contudo, o estabelecimento que não disponibilizar as informações em braile, poderá ser multado em R$ 100,00, reajustado com base no índice de correção de tributos federais. Em caso de reincidência da infração o valor será duplicado. A lei que resultar do projeto, terá 180 dias para entrar em vigor após ser publicada.

O projeto está pronto para ser votado na CDH (Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa) do Senado. A lei garante a autonomia do deficiente visual, para que ele ganhe dignidade e exercite suas funções como qualquer outra pessoa, sem precisar pedir ajuda para tudo.

Se o projeto for aprovado na CDH, sem emendas e não houver recurso para votação em Plenário, o projeto deve ser encaminhado à Presidência da República para sanção.

Com informações do site Infomoney

quarta-feira, 3 de outubro de 2012

Conheça algumas idéias que farão seu restaurante brilhar


No ramo da alimentação costuma-se dizer “uma imagem pode valer mais que mil sabores”, e isso parece ser verdade, por isso é muito importante que o empreendedor que deseja o sucesso de seu estabelecimento deve ter em mente que não basta apenas um prato saboroso, ele deve oferecer um prato com um visual atraente, ambientes aconchegantes, local limpo, etc. A primeira impressão da arquitetura, iluminação e limpeza contam muito.

É claro que não existe uma fórmula de sucesso única para todos, afinal o ambiente de um jantar não pode ter a iluminação de um café da manhã. O bar próximo a praia não vai ter uma decoração igual a de um restaurante luxuoso. “É como colocar muita pimenta na comida errada”, compara o lighting designer Guinter Parschalk, diretor do Studio Ix, escritório especializado em percepção visual e luminotécnica. Ele ressalta que o resultado do aproveitamento da luz deve ser uma equação que leva em consideração quanta luz é ideal para o exercício de determinada atividade no ambiente. “Excesso de luz é tão prejudicial quanto sua ausência”, observa.

Guinter diz que a iluminação ideal leva mais que uma medida certa de luz. É preciso conhecer o público que frequenta o estabelecimento, considerar a arquitetura do local antes de definir o conceito e decidir questões técnicas e elaboradas, como, por exemplo, a luz que incidirá sobre o alimento ou sobre o ambiente como um todo. “Depois de relacionar a necessidade do cliente com o ambiente que ele possui, precisamos tornar o sonho realidade, inovar e, até, causar certa surpresa”, revela.

Guinter aconselha que quando você for definir a iluminação do seu restaurante ou bar o empresário deve buscar modelos de ambientes que têm a ver com o seu desejo e escolher um bom profissional. “Um serviço dessa natureza, que qualifica o seu restaurante, não pode ser feito por alguém por quem não se tem empatia. Esse profissional precisa entender a relação entre sabor e comida, pois a luz é algo que está muito relacionado a isso tudo. Esse elo é fundamental para se criar fotografias vivas dos ambientes”, reforça.

Segundo o especialista você deve estar sempre atento aos detalhes, como o horário de funcionamento. Se o estabelecimento opera de dia, as condições de luz são completamente diferentes. “Para se criar um clima de bistrô na hora do almoço, por exemplo, não se pode ter janelas grandes. Durante o dia, o cliente tem um timing diferente, está energizado, vibrante. À noite, ele está mais relaxado, e essa circunstância deve definir a ambiência de luz do restaurante”, explica.

Lembre-se, a iluminação influencia diretamente no comportamento do cliente. Pesquisas apontam que níveis baixos de iluminação provocam uma diminuição de ruídos, já que as pessoas tendem a falar mais baixo nestes ambientes. Em restaurantes, o tempo de permanência dos clientes também pode ser determinado pelo tipo de iluminação. Para locais onde se espera que o consumidor fique pouco tempo, como restaurantes de fast food, a iluminação é forte, pois estimula a refeição de curta duração. Em cafés e restaurantes de serviços à la carte, os projetos de iluminação buscam propiciar relaxamento e conforto e estimular a permanência prolongada dos clientes.

Se sua ideia é criar um ambiente confortável e aconchegante é aconselhável a procura de um profissional especializado em luminotécnica. Sempre tenha e mente que são os detalhes que fazem a diferença. Até para quem não tem dinheiro para investir. “Os recursos de iluminação devem condizer com o espírito da casa. Basta ter certo conhecimento técnico e alguma noção estética, mas o que deve prevalecer é a alma do lugar”, completa Guinter.

Com informações da Revista Bar & Restaurantes

quinta-feira, 27 de setembro de 2012

Pesquisa demostra que o mercado de restaurantes e lanchonetes é o segmento que mais emprega no Brasil



O tradicional arroz e feijão está sendo trocado por pratos sofisticados, ou até mesmo pelo fast food, e quem ganha com isso é o setor gastronômico. Uma pesquisa realizada recentemente pela Central Mailing List, empresa especialista em banco de dados, revela que o Brasil possui 222.358 empresas no ramo alimentício.

A pesquisa da revelou que em 2011 foram abertos 18.399 restaurantes no país. O Amapá foi o estado que mais inaugurou empresas, foram 130, ao todo. Já os paulistas são os que mais possuem opções gastronômicas, foram registrando 55.459 estabelecimentos.

As regiões Norte e Nordeste são as que mais crescem no segmento, se comparadas ao ano de 2011. O estado do Amapá foi o campeão, lá o crescimento foi de 21,35%. Em seguida, vem Pará (17,40%), Piauí (16,55%), Acre (16,19%), Paraíba (15,29%) e Roraima (15,22%). São Paulo está abaixo dos 10% na taxa de crescimento, ficando no 24º lugar (7,68%).

A baixa na pesquisa é referente à grande quantidade de restaurantes e lanchonetes que São Paulo possui, e por este motivo, fica cada vez mais difícil encontrar um ponto disponível, segundo dados da pesquisa.

O segmento de alimentação é um dos que mais emprega no Brasil, independente da ocupação, a pesquisa também mostrou que, em média, 876.346 brasileiros trabalham no ramo da alimentação com registro em carteira. Só no estado de São Paulo, a taxa correspondente é de 27,63% funcionários atuando neste segmento. Rio de Janeiro e Minas Gerais também estão no ranking das contratações.

"Sair para comer fora não é mais um programa para o fim de semana, ou para comemorar datas especiais. A grande mudança no dia a dia da população contribui significativamente para esta mudança na rotina de cada brasileiro", revela Marcos Rodrigues, diretor da Central Mailing List.

Com informações do site Administradores

quarta-feira, 26 de setembro de 2012

Aprenda agora como controlar os gastos em seu restaurante




Manter um restaurante é rentável, mas difícil, por isso o empreendedor deve saber administrar bem e controlar os custos de seu negócio. Esse aspecto é fundamental e se não for levado em consideração pode ser desastroso, por isso a seguir você encontrará 10 dicas para controlar os custos dos negócios, tentando oferecer uma ferramenta para medir até que ponto é cada estabelecimento, veja quais ações estão sendo feitas e quais precisam ser implantadas.

1. Saber identificar e conhecer todos os custos, fixos e variáveis, do estabelecimento.

2. Sempre mantenha atualizada as receitas padrão para todos os pratos presentes no menu.

3. Conheça todos os negócios da informação, com especial atenção para a declaração de renda e ponto de equilíbrio.

4. Controle de ordens mediante solicitação, aquisição, recebimento e armazenamento.

5. Durante o processo, controlando a adaptação às receitas, porcionamento e resíduos.

6. Saber exatamente o encolhimento de diferentes materiais no processo, aplicando o fator de correção.

7. Estabelecer um consumo eficiente de controle interno de gravação, incluindo o pessoal de alimentos e consumo próprio ou autorizado pelos proprietários.

8. Sejam ordens de estrito controle usando comandas, pré-numeradas e atribuídas a cada servidor a ter um conhecimento profundo de vendas.

9. Estabelecer controles adequados para evitar o roubo.

10. Fazer um preço correto. Faça uma pesquisa de mercado, analise seus concorrentes, local e redondezas, considere tudo antes de chegar ao preço final.

Não existe uma fórmula mágica do sucesso, mas a experiência mostra que a preparação e o controle feito nos custos das empresas que podem melhorar significativamente a sua rentabilidade, trazendo assim, o sucesso de sua empresa.

Com informações do site reducaocustos.blogspot.com.br

quarta-feira, 19 de setembro de 2012

Saiba escolher os aparelhos de Buffet para seu restaurante




O número de brasileiros que come fora cresce a cada dia, e muitos empreendedores buscam pegar uma fatia desse mercado, porém abrir um restaurante requer muito planejamento e muitos detalhes. Os aparelhos de Buffet merecem uma atenção e maior para aqueles que querem abrir um self-service.
Apresentação

Existem 2 tipos de Buffet: O quente e o refrigerado. O Buffet quente funciona com aquecimento em banho-maria e tem em sua composição o GN’s. Os GN’s são as cubas de aço que se enciaxam no Buffet. O tamanho delas é padrozinado, porém você pode mudar no Buffet a disposição deles. Existem também os rechauds. Os rechauds trazem uma elegância maior ao ambiente, mas requerem mais atenção por parte do empreendedor, além de ocupar mais espaço.

Já os buffets refrigerados que geralmente comportam saladas possuem uma pista fria. Normalmente dá-se a preferência para vasilhames de vidro ou plástico para a apresentação das saladas. As cubas de aço inox costumam “congelar” os alimentos em contato com elas.

Serviço
O fluxo de clientes podem fazer com que a os tipos de Buffet mudem. Existem buffets só com um lado em linha, em linha com dois lados e Buffet em ilha. Essa escolha dependerá do ambiente.
Pronto ou sob medida?
Várias lojas espalhadas pelo país disponibilizam todo tipo de Buffet, mas a pergunta é: você deve comprá-lo pronto ou sob medida? Alguns fatores podem lhe ajudar nessa escolha. O primeiro é relacionado ao investimento, se o Buffet estiver pronto você irá gastar menos do que em um Buffet sob medida. Em compensação o Buffet sob medida é feito para se adaptar a qualquer local e o acabamento ficará mais a cara do conceito  do restaurante, limitações estas frequentes na compra de um buffet comprado pronto.

Características técnicas
Você pode evitar várias dores de cabeça com algumas atenções básicas antes de fechar negócio. Veja se o Buffet tem rodas para deslocamento, pois isso irá facilitar bastante na hora de limpar. Verifique a tensão disponível para o aparelho e veja se você possui disponibilidade no seu imóvel. Na grande maioria dos buffet a tensão é de 220V. O Buffet também deve possuir um aquecimento ou resfriamento uniforme por toda sua superfície. As luminárias devem ser bem protegidas com acabamento plástico para evitar acidentes.

Com informações do site Gestão de Restaurantes.

quinta-feira, 6 de setembro de 2012

Como está o site do seu restaurante?




Muitos gestores de restaurantes são exigentes com seus colaboradores no que tange à aparência, ao uniforme e às atitudes profissionais. Bem como, com o letreiro e com a limpeza na frente do estabelecimento. Porém, muitas vezes esquecem que muitos consumidores consideram o site e a Fan Page no Facebook como ferramentas diretas, rápidas e fáceis para se relacionar com seus fornecedores de produtos e serviços.

A presença do restaurante na internet informa a localização exata, os caminhos e meios para se chegar mais facilmente. Oferece condições para realizar reservas sem erros. Possibilita a divulgação do cardápio, de menus especiais associados às efemérides e de campanhas de fidelização. São ideais também para aumentar as vendas por meio de delivery, principalmente por minimizar a possibilidade de falhas nos pedidos, para conhecer os hábitos de seus consumidores e para obter o cadastro de seus clientes.

Com mais e melhores informações sobre os clientes é possível ainda aumentar as vendas sugestivas e a conquista de novos clientes que guardam alguma relação com os clientes atuais.

Uma coisa é certa: ninguém gosta de acessar seu restaurante na internet e se deparar com os erros como:

  • Site estar fora do ar
  • Lentidão
  • Erros ao carregar formulários e outros elementos do site
  • Mensagens que não traduzem corretamente o que está acontecendo
  • Solicitar informações desnecessárias para realizar as operações
  • Erros no uso da língua portuguesa


Portanto, fica a orientação cuide bem do site do seu restaurante, e saiba que estes cuidados são fatores que minimizam as perdas nas vendas com os clientes atuais e com os novos que tentam conhecê-los pela internet.

Com informações do site Instituto Brasileiro para a Gestão de Restaurantes

quinta-feira, 30 de agosto de 2012

Saiba quais cuidados se deve ter na hora de abrir um restaurante




Se tornou um hábito bastante comum entre os brasileiros, comer mais fora de casa.  Por isso, abrir um restaurante, bar ou lanchonete se tornou um negócio atrativo e lucrativo. Todavia, ao contrário do que se pode pensar comumente, este é um segmento complexo e demanda muito esforço do empreendedor.

Listamos cinco cuidados essenciais para quem pretende abrir um negócio no ramo de alimentação. Para o consultor de marketing do Sebrae-SP, Marcelo Sinelli, penas cozinhar bem não é garantia de que o negócio será bem-sucedido. Para ele, no setor de alimentação, o empresário deve planejar, ser profissional e estar atento aos custos de operação.

Veja alguns cuidados que de deve ter antes de abrir um restaurante:

Talento na cozinha não é o bastante
Cozinhar bem não é garantia de que o negócio será bem-sucedido. O sucesso depende de um conjunto de fatores, como um bom cardápio, atendimento, conforto e preço justo. Fazer um plano de negócios é essencial para reduzir riscos. O empreendedor também deve ter em mente que, como este é um tipo de negócio que lida com atendimento ao público, é importante investir no treinamento e qualificação dos funcionários.

O investimento deve ser proporcional ao faturamento
O valor máximo de investimento deve ser calculado com base no faturamento previsto. Segundo o diretor da Food Service Company, Adri Vicente Junior, o lucro líquido não pode ser menor do que 4% do investimento no negócio. Por exemplo, se um restaurante que fatura R$ 100 mil por mês tem lucro líquido, em média, de R$ 20 mil (20% do faturamento bruto). Nesse caso, o investimento não pode ultrapassar R$ 500 mil, pois o lucro (R$ 20 mil) representa 4% do que será investido (R$ 500 mil).

Inove nas opções do cardápio 
O consultor Marcelo Sinelli também afirma que o mercado de alimentação é concorrido, mas não significa que não haja oportunidades. O setor vive de novidades e pegar carona nas tendências para inovar no cardápio pode ser uma forma de se diferenciar. A mortalidade de empresas é alta no ramo. De acordo com dados da Abrasel (Associação Brasileira de Bares e Restaurantes), de cada cem estabelecimentos abertos no setor, 35 fecham as portas no primeiro ano de atividade e metade deles até o fim segundo ano.

Aproveite lugares com grande fluxo de pessoas
Avalie os atrativos da região onde pretende instalar o negócio. Universidades, bancos, grandes empresas e lojas de varejo costumam atrair um fluxo grande de pessoas e potenciais clientes. Aproveitar o tráfego já existente é mais fácil e barato do que criá-lo com divulgação e propaganda. Por isso, áreas consagradas pela grande concentração de estabelecimentos gastronômicos costumam ser melhor opção. A visibilidade é maior e o investimento em publicidade é menor do que em regiões menos conhecidas. Porém, você não ficará isento do público fazer alguma comparação com a concorrência e, se o serviço não agradar, o negócio não sobrevive por muito tempo.

Conheça o público de um restaurantes por quilo e a la carte 
Restaurantes que vendem comida por quilo são mais indicados para regiões comercias e de grande fluxo de pessoas. No período de almoço, os trabalhadores destas regiões precisam de opções rápidas e diversificadas para se alimentar. O horário de funcionamento pode ser estendido para o jantar, mas, neste caso, são públicos diferentes. Quem vai à noite tem mais tempo para pedir um aperitivo ou sobremesa e saborear a refeição. Já os restaurantes a la carte, normalmente, têm pico de movimento no jantar, mas também podem funcionar durante o período de almoço. O público tende a exigir um pouco mais de qualidade – tanto no sabor como no atendimento, e costumam gastar mais tempo para fazer a refeição.

Fique atento às autorizações para funcionamento
Na escolha do ponto comercial, é importante checar na prefeitura se o zoneamento do município permite o funcionamento do negócio naquela região. Em algumas áreas residenciais não é permitida a atividade comercial. Os estabelecimentos do ramo de alimentação precisam de autorização de funcionamento por parte do Corpo de Bombeiros. Por conta do fluxo de pessoas, a exigência visa garantir a segurança dos clientes em caso de acidente. Botijões de gás devem ficar do lado de fora e extintores de incêndio devem ficar em locais estratégicos. Outra autorização específica para a área de alimentação é emitida pela Vigilância Sanitária. O empreendedor deve se preocupar com normas de higiene, como a manipulação, estocagem e temperatura correta para aquecimento ou resfriamento dos alimentos, colocar azulejos nas paredes da cozinha até o teto, instalar telas nas janelas para evitar a entrada de insetos, entre outras exigências.

Estabelecimento tem de respeitar normas de higiene e segurança
Documentos e autorizações necessárias para o início das atividades merecem atenção especial do empreendedor. Além de CNPJ (Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica) e alvará de funcionamento, estabelecimentos do ramo de alimentação precisam passar por fiscalizações da Vigilância Sanitária e do Corpo de Bombeiros. Normas de higiene e segurança, bem como a manipulação, estocagem e temperatura correta para aquecimento ou resfriamento dos alimentos, colocação de azulejos nas paredes da cozinha até o teto, botijões de gás do lado de fora e extintores de incêndio em locais estratégicos, precisam ser respeitadas. O descumprimento destas exigências gera punições. “O estabelecimento pode pagar multa, ser intimado a fazer melhorias ou até ser interditado para regularização [das normas], dependendo da gravidade”, afirma Percival Mericato, diretor jurídico da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes de São Paulo - Abrasel-SP.

Com informações do site UOL.

quinta-feira, 23 de agosto de 2012

Preparo em gestão é chave para sucesso em restaurantes




Para conhecer bem seu negócio, é importante que o proprietário passe por várias posições de trabalho dentro do restaurante
Seja no almoço de domingo, ou organizando um jantar para os amigos, gostar de cozinhar é algo corriqueiro para muitas pessoas. Por ser uma área muito próxima do cotidiano, a culinária é vista por muitos empreendedores de primeira viagem como uma oportunidade de investimento. Mas, além do talento para as panelas, a aposta em um restaurante exige do proprietário uma boa qualidade de gestão – especialmente para lidar com algumas dificuldades típicas desse ramo, como higiene ou controle de estoque de perecíveis.

Alison Figueiredo, gastrônomo da GR Gestão de Restaurantes, explica que encontra diariamente casos não só de pequenos, como também de grandes negócios, que têm problemas sérios de gestão. Segundo ele, uma má administração faz com que a empresa seja menos lucrativa – ou até inviabiliza o negócio.

"Quem busca empreender em alimentação, às vezes com um Fundo de Garantia ou o dinheiro da venda de algum imóvel, muitas vezes entra sem nenhum conhecimento na área", diz. Mas ele destaca que, por ter de lidar com estoque, higiene e conservação, o negócio de restaurantes é particularmente exigente.

Pesquisa de mercado
Para empreender na cidade de Contagem, em Minas Gerais, as amigas Marielen Dutra de Lima e Elisângela Alves Amorim, clientes da GR, levantaram capital com a venda de alguns imóveis. "Sempre tivemos o sonho de abrir um restaurante. No ano passado, saí do meu trabalho como administradora da área de recursos humanos, a Elisângela me fez o convite e eu aceitei", conta Marielen.
Antes de determinar o perfil do negócio, o primeiro passo tomado pela GR em parceria com as executivas foi uma pesquisa de mercado. A partir disso, decidiram abrir o restaurante Sabor, de self-service, aliado a uma choperia à noite.
Segundo Alison, é importante atentar para o perfil do consumidor antes de montar o cardápio. "Não adianta ter pratos com insumos e preços muito elevados se não vai ter ninguém com o nível socioeconômico para consumi-los", ensina.
Além disso, ele orienta que os restaurantes montem cardápios que ofereçam alternativas para os clientes, com pratos mais leves para quem quer cuidar do peso, por exemplo, mas sem sair do foco. Um restaurante dificilmente conseguiria ter tanto pratos de comida italiana quanto chinesa mantendo a qualidade.

Gestão
Segundo Alison, antes de abrir o restaurante é importante montar um plano de negócios com a história da empresa, a estrutura que pretende montar, custos do local, equipamento e marketing. Trata-se de um estudo prévio sobre a viabilidade do negócio, que revela se o capital disponível é necessário para montá-lo até o fim. Segundo ele, para conhecer bem o negócio, é importante também que o gestor passe por vários setores, seja como atendente, cozinheiro ou caixa.
O consultor explica que, antes de fixar os preços pelos produtos, é preciso levantar as fichas técnicas de cada prato. Essa ficha leva em conta tanto os preços dos insumos quanto os operacionais, que serão divididos entre os pratos de acordo com o volume de vendas de cada um. Somando o custo operacional às fichas técnicas de cada produto, é possível determinar quanto cada prato deverá custar, levando-se em conta a expectativa de lucro.

Instalações
Segundo Marelen, um dos fatores que tomaram mais tempo antes da abertura do restaurante foi a adaptação do imóvel – que havia sido uma loja de móveis – para o funcionamento do restaurante.
Alison explica que, na hora de estruturar o local, é importante que todas as áreas estejam planejadas corretamente. A cozinha, por exemplo, precisa ter um tamanho que permita a circulação dos trabalhadores para não contaminar nem as pessoas nem os alimentos. "O ideal é contratar um projetista para fazer o projeto técnico dentro dos padrões da Agência Nacional de Vigilância Sanitária", explica.

Qualificação
Funcionários bem treinados têm a capacidade de vender o produto, evocando seu modo de preparo, aroma e sabor, muito melhor do que qualquer cardápio. Uma equipe bem treinada na cozinha, por outro lado, poupa tempo e gastos com ingredientes.
Para novos integrantes da equipe, é importante ter disponível um manual de boas práticas que os oriente sobre todos os processos que devem ocorrer dentro da empresa, como higienização de alimentos, controle de estoque, apresentação dos funcionários etc.

Alison lembra que o proprietário também deve se preparar. Em cursos de gastronomia, o aluno aprende não só sobre culinária, mas também como montar um plano de negócios, marketing e planejamento de cozinha, entre outras habilidades. Ele ressalta que instituições como o Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) possuem cursos e seminários de curta duração para quem está começando no setor. Pensando nisso, Marielen fez um curso de gestão de restaurantes. "Os tópicos que a consultoria nos passou foram reforçados", conta.

Com informações do site Gestão de Restaurantes.

quarta-feira, 1 de agosto de 2012

Um retrato dos restaurantes

Pesquisa sobre o setor de alimentação fora do lar mostra como estão faturamento, empregabilidade, gestão e principais desafios dos estabelecimentos

A Associação Nacional dos Restaurantes (ANR) divulgou nesta terça-feira (30) a 1ª Pesquisa de Conjuntura Econômica do setor de restaurantes no Brasil. De acordo com a Associação Brasileira das Indústrias de Alimentação (ABIA), o setor de alimentação fora do lar, que engloba 2 milhões de estabelecimentos e emprega 6 milhões de pessoas, movimentou R$ 65,2 bilhões em 2009.

O setor de alimentação fora do lar cresceu 13,8% de 2007 para 2008. A ANR explicou que esse é o dado mais atual que existe, porque as pesquisas do segmento englobam até o varejo em supermercados, não somente a alimentação fora do lar. Por causa dessa defasagem, a ANR, em conjunto com a ECD Consultoria, colheu dados de 2.517 pontos de venda no final do ano passado, para conhecer os números de 2008 e do primeiro semestre de 2009. 

A pesquisa dividiu os estabelecimentos de food service em três tipos básicos: restaurantes independentes (22%), redes independentes (22%) e redes de franquias (56%). Os estabelecimentos independentes têm um preço médio de refeição mais alto, de R$ 69 a R$ 73 e, de 2008 para 2009, tiveram queda de 8,3% no público. “Com a retração causada pela crise mundial, os consumidores procuraram reduzir o tíquete médio por refeição, e migraram para estabelecimentos mais em conta”, diz Roberto Lyra, diretor executivo da ANR. Como resultado desse movimento, redes independentes, com preço médio de R$ 42 a R$ 44, e redes de franquias, média de R$ 16 a R$ 17 por refeição, tiveram aumento de faturamento de 9,7% e 8,5%, respectivamente. 

Quem são os restaurantes 

Os estabelecimentos pesquisados gastam de 6% a 9% do faturamento bruto com a estrutura, o que inclui aluguel, IPTU e quaisquer outras taxas – um valor relativamente alto por causa de taxas e impostos, de acordo com Lyra. A mão de obra dos estabelecimentos abocanha em média 20% do faturamento bruto, incluídos encargos sociais e tributos. O principal gasto dos restaurantes é com a matéria-prima para fazer os pratos, que fica em uma média de 31% do faturamento.
“Junto com o setor de telemarketing, os restaurantes são os estabelecimentos que mais contratam jovens no primeiro emprego”, afirma Lyra. Outra característica é a alta rotatividade dos estabelecimentos. Nos restaurantes e redes independentes a taxa fica entre 10% e 15%, mas nas redes de franquia o número salta para 51,9%. Por causa disso, do total gasto pelos restaurantes com funcionários, 6,5% vão para programas de capacitação. De acordo com a pesquisa, 61% dos pesquisados possuem programas de capacitação para seus funcionários. 

Lyra reconheceu uma desaceleração nos negócios por causa da crise, estampada principalmente na queda de 5,4% no número de funcionários, mas ele afirma que o movimento já está se revertendo. 94,4% dos pesquisados afirmaram querer aumentar os investimentos em 2010, e a média de investimento é 10% do faturamento bruto. As áreas que mais receberão investimentos são equipamentos e reformas estruturais.
A gestão dos restaurantes está sofisticada, como apontam os seguintes dados: 80% dos estabelecimentos têm nutricionistas (além de 47% que têm técnicos em nutrição e 23% que empregam engenheiros de alimentos), e 81% recebem o apoio de consultorias. “Com a tendência de formalização do setor, vemos uma tendência de maior uso de serviços de técnicos e especialistas”, diz Cláudio Miccieli, presidente da ANR. Além dos especialistas, 94% dos restaurantes afirmam ter software de gestão, 89% realizam pesquisa de satisfação, e 75% mantêm cadastro de sua clientela.
Por último, o estudo indagou qual era o maior desafio dos restaurantes. O maior de todos é o custo da matéria-prima. “Se o custo da matéria-prima aumentar, os restaurantes não podem simplesmente aumentar o preço, porque a concorrência é muito grande e eles podem perder muitos clientes”, explica Miccieli. Os encargos tributários ocupam o segundo lugar na preocupação dos empresários, e em terceiro ficam os custos trabalhistas. 

Com informações do site http://revistapegn.globo.com/

quinta-feira, 12 de julho de 2012

Inovação para melhorar o atendimento ao cliente

O cliente chega ao restaurante e depara-se com uma longa lista de espera por uma mesa. Quarenta minutos depois, consegue sentar-se. Para pedir o cardápio, o homem levanta a mão de modo tranquilo e educado. O garçom, no entanto, não percebe ou finge que não vê. Frustrado e já irritado, o senhor acena de forma mais brusca. Mas todo o esforço para chamar atenção foi inútil. Vinte minutos depois, uma garçonete finalmente lhe entrega o cardápio. “Por favor, o bife acebolado”, pede o cansado cliente. “Não temos”, responde a apática garçonete. “E o salmão grelhado?”, insiste o consumidor. “Já lhe adianto que não está fresco”, retruca a mal humorada atendente. Ele opta, então, por macarrão ao molho bolonhesa. Depois de confusões de pedidos e de erros nos valores apontados na conta, o consumidor se aborrece de vez e promete nunca mais retornar ao estabelecimento. O atendimento prestado ao cliente em questão é exatamente o oposto ao oferecido por um restaurante inovador.

Seja um restaurante à la carte, uma lanchonete fast food ou uma loja de roupas, a qualidade do atendimento ao cliente deve ser prioridade para o empresário. Afinal, o sucesso do empreendimento depende totalmente da clientela, que é exigente e gosta de ser bem tratada. A Rede de Conhecimento Faça Diferente, criada pelo Sebrae, divulgou a história do empreendedor Leonardo Lamartine, dono de um restaurante em Recife, Pernambuco.

Você ouviu no programa de rádio que o trunfo do empresário foi antecipar-se às necessidades do cliente. A empresa tem pontos de venda especialmente em shoppings e foi uma das primeiras a contratar funcionários para anotar os pedidos dos consumidores ainda na fila. Além disso, os clientes são convidados a conhecer a cozinha do estabelecimento e, apesar do restaurante ser do tipo fast food, a qualidade das refeições se aproxima daquela oferecida pelos sistema à la carte.

Setor de alimentação

A exemplo do Bonaparte, os restaurantes e as lanchonetes devem demonstrar, sobretudo, que os cozinheiros preparam os alimentos com segurança e qualidade. Convidar os clientes para conhecer a cozinha, pedir aos funcionários que cuidem da higiene pessoal e vistam uniformes limpos são atitudes de extrema importância para conquistar a clientela. Além disso, os proprietários de buffets e de restaurantes que servem comida a quilo precisam deixar as gôndolas sempre protegidas de insetos e de outras impurezas.

Os garçons devem ser treinados para atender os consumidores com rapidez, sem perder a cordialidade, a eficiência e o bom humor. Mais do que entregador de bandejas, o garçom é um vendedor: recomenda pratos, sugere promoções e faz a propaganda das especialidades da casa. Os mais dedicados prestam atenção no perfil dos clientes. Para os apaixonados, oferece um vinho elegante e caro. No caso do casal que está junto há muitos anos, um chopp gelado será a melhor pedida. Se há um aniversariante na mesa, que tal contemplá-lo com sobremesa gratuita? As mulheres que frequentam o restaurante ficarão agradecidas se o garçom lhes oferecer um suporte para bolsas. O empresário que vai até as mesas e pergunta se o atendimento está bom também ganha muitos pontos com o consumidor.

Os proprietários de restaurantes não devem receber mais clientes do que a capacidade de atendimento do negócio. O tamanho da cozinha e o número de cozinheiros contratados precisam estar de acordo com o espaço do salão. De nada adianta aumentar o número de mesas se o os garçons não conseguem trabalhar com eficácia e agilidade. Dessa forma, os consumidores esperam tempo excessivo pelos pratos, os atendentes ficam estressados e cresce a chance de troca de pedidos e de erros nas contas. O péssimo serviço levará os clientes a relatar aos amigos a má impressão que tiveram do estabelecimento e a estratégia do empresário surte efeito inverso: o grande salão passa a ficar vazio.

Atendimento dos setores varejistas e de turismo

Os vendedores de lojas de roupa, de sapatos, de livros e comércios semelhantes devem ter bom senso ao atender os clientes. Não é recomendado seguir os consumidores pela loja, conversar demais, e oferecer produtos de forma excessiva e insistente. Essa atitude constrange e afugenta a clientela. Ao mesmo tempo, os funcionários não podem ignorar a entrada do cliente na loja. O bom atendente é cortês, simpático e mantém certa distância do consumidor para deixá-lo mais à vontade.

Na área do turismo, a qualidade do atendimento ao cliente também é primordial. As agências devem ter o cuidado de vender pacotes que correspondam exatamente ao serviço a ser proporcionado ao consumidor. Essa recomendação também vale para os proprietários de hospedagens que precisam estampar no site fotos que sejam fiéis à realidade dos quartos e outras áreas do hotel. Imagine a decepção do turista que enfrenta problemas de reserva e encontra cômodos sujos, com menos conforto do que o esperado. O consumidor insatisfeito não poupará o estabelecimento de duras reclamações, podendo, inclusive, brigar para ter o dinheiro de volta.

Sempre em contato direto com o cliente, os guias turísticos necessitam aprimorar o dom da paciência, mesmo que seja difícil controlar o tempo de permanência nas atrações e conseguir que todos continuem próximos uns dos outros. O período de férias é esperado com ansiedade por qualquer trabalhador. Por isso, os passeios não podem se tornar cansativos ou estressantes. É função do guia garantir que as visitas sejam prazerosas e que o turista se lembre da agência da próxima vez que decidir viajar. É importante também que os trabalhadores do setor de turismo aprendam outras línguas para melhor atender os estrangeiros.

Conheça melhor o seu cliente. Esse é um dos conselhos mais importantes e preciosos que o Sebrae pode lhe oferecer. A dica vale para todas as empresas que desejam se tornar inovadoras, principalmente aquelas que prestam atendimento direto ao consumidor. Se você, empresário, deseja aprimorar a maneira de atender a clientela, peça o auxílio dos nossos consultores no escritório do Sebrae da sua cidade. A empresa que eleva a qualidade da prestação de serviço passa a ser mais prestigiada pelo mercado. Isso significa aumento dos lucros e inovação!

Com informações do Sebrae.

sexta-feira, 29 de junho de 2012

Preparo em gestão é chave para sucesso em restaurantes

Seja no almoço de domingo, ou organizando um jantar para os amigos, gostar de cozinhar é algo corriqueiro para muitas pessoas. Por ser uma área muito próxima do cotidiano, a culinária é vista por muitos empreendedores de primeira viagem como uma oportunidade de investimento. Mas, além do talento para as panelas, a aposta em um restaurante exige do proprietário uma boa qualidade de gestão - especialmente para lidar com algumas dificuldades típicas desse ramo, como higiene ou controle de estoque de perecíveis. 

Alison Figueiredo, gastrônomo da GR Gestão de Restaurantes, explica que encontra diariamente casos não só de pequenos, como também de grandes negócios, que têm problemas sérios de gestão. Segundo ele, uma má administração faz com que a empresa seja menos lucrativa - ou até inviabiliza o negócio.

 "Quem busca empreender em alimentação, às vezes com um Fundo de Garantia ou o dinheiro da venda de algum imóvel, muitas vezes entra sem nenhum conhecimento na área", diz. Mas ele destaca que, por ter de lidar com estoque, higiene e conservação, o negócio de restaurantes é particularmente exigente. 

Pesquisa de mercado 

Para empreender na cidade de Contagem, em Minas Gerais, as amigas Marielen Dutra de Lima e Elisângela Albves Amorim, clientes da GR, levantaram capital com a venda de alguns imóveis. "Sempre tivemos o sonho de abrir um restaurante. No ano passado, saí do meu trabalho como administradora da área de recursos humanos, a Elisângela me fez o convite e eu aceitei", conta Marielen. 

Antes de determinar o perfil do restaurante, o primeiro passo tomado pela mercado para descobrir qual o tipo de restaurante que a região em que GR, em parceria com as executivas, foi o de a realizar uma pesquisa de pretendiam abrir o negócio precisava. Daí surgiu a ideia de abrir o restaurante Sabor, de self-service, aliado a uma choperia à noite. 

Segundo Alison, é importante atentar para o perfil do consumidor antes de montar o cardápio. "Não adianta ter pratos com insumos e preços muito elevados se não vai ter ninguém com o nível socioeconômico para consumi-los", ensina. 

Além disso, ele orienta que os restaurantes montem cardápios que ofereçam alternativas para os clientes, com pratos mais leves para quem quer cuidar do peso, por exemplo, mas sem sair do foco. Um restaurante dificilmente conseguiria ter tanto pratos de comida italiana quanto chinesa mantendo a qualidade. 

Gestão 

Segundo Alison, antes de abrir o restaurante é importante montar um plano de negócios com a história da empresa, a estrutura que pretende montar, custos do local, equipamento e marketing. Trata-se de um estudo prévio sobre a viabilidade do negócio, que revela se o capital disponível é necessário para montá-lo até o fim. Segundo ele, para conhecer bem o negócio, é importante também que o gestor passe por vários setores, seja como atendente, cozinheiro ou caixa. 

O consultor explica que, antes de fixar os preços pelos produtos, é preciso levantar as fichas técnicas de cada prato. Essa ficha leva em conta tanto os preços dos insumos quanto os operacionais, que serão divididos entre os pratos de acordo com o volume de vendas de cada um. Somando o custo operacional às fichas técnicas de cada produto, é possível determinar quanto cada prato deverá custar, levando-se em conta a expectativa de lucro. 

Instalações 

Segundo Marelen, um dos fatores que tomaram mais tempo antes da abertura do restaurante foi a adaptação do imóvel - que havia sido uma loja de móveis - para o funcionamento do restaurante. 

Alison explica que, na hora de estruturar o local, é importante que todas as áreas estejam planejadas corretamente. A cozinha, por exemplo, precisa ter um tamanho que permita a circulação dos trabalhadores para não contaminar nem as pessoas nem os alimentos. "O ideal é contratar um projetista para fazer o projeto técnico dentro dos padrões da Agência Nacional de Vigilância Sanitária", explica. 

Qualificação 

 Funcionários bem treinados têm a capacidade de vender o produto, evocando seu modo de preparo, aroma e sabor, muito melhor do que qualquer cardápio. Uma equipe bem treinada na cozinha, por outro lado, poupa tempo e gastos com ingredientes.

Para novos integrantes da equipe, é importante ter disponível um manual de boas práticas que os oriente sobre todos os processos que devem ocorrer dentro da empresa, como higienização de alimentos, controle de estoque, apresentação dos funcionários etc. 

lison lembra que o proprietário também deve se preparar. Em cursos de gastronomia, o aluno aprende não só sobre culinária, mas também como montar um plano de negócios, marketing e planejamento de cozinha, entre outras habilidades. Ele ressalta que instituições como o Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) possuem cursos e seminários de curta duração para quem está começando no setor. Pensando nisso, Marielen fez um curso de gestão de restaurantes. "Os tópicos que a consultoria nos passou foram reforçados", conta. 

Com informações do Terra.

quarta-feira, 27 de junho de 2012

Organizando móveis, equipamentos e utensílios no restaurante

Quando a organização é bem feita, os serviços de atendimento ficam bem mais ágeis


 A mise en place

Mise en place é uma expressão de origem francesa que significa arrumação, colocar em ordem. É o conjunto de trabalhos, previamente executados, para colocar o local, os objetos, os alimentos e as bebidas em ordem.

Quando bem realizada, ajuda a agilizar os serviços na hora de atender o cliente. Ela deve ser definida de acordo com o tipo e padrão de serviço prestado pelo restaurante.
Antes, porém, é necessário verificar se o restaurante está limpo (piso, paredes, mesas, cadeiras, objetos de decoração, aparadores, cortinas, portas, balcões). Se não estiver, verifique se você está na escala da limpeza. Se estiver, comece a limpar.

Piso

Só deve ser varrido se as mesas não tiverem sido postas, pois a poeira vai sujar os utensílios já polidos. Nunca varra quando os alimentos estiverem expostos.

Mesas e cadeiras

Faça o alinhamento obedecendo ao padrão de arrumação do restaurante. Lembre-se de que é necessário reservar espaço de circulação para clientes, maîtres, garçons e commis. Verifique o estado de conservação e equilíbrio das mesas e cadeiras para prevenir acidentes. Separe as que apresentem defeito e comunique ao supervisor.

Quadros e objetos de decoração

Limpe e posicione os quadros seguindo o padrão da decoração do restaurante.

Cortinas

Faça os ajustes de abertura. Verifique se elas servem para proteger do sol ou apenas como decoração. Olhe também se estão limpas, pois elas costumam acumular poeira.

Iluminação

Teste a iluminação e verifique se alguma lâmpada está queimada para que seja trocada. As luminárias devem estar limpas.

Refrigeração do ambiente

Se houver comando dentro do restaurante, faça o teste de funcionamento. Se for central, fique atento ao horário de ligá-lo e solicite ao responsável que o faça.

Se o restaurante usar ventiladores, eles devem estar limpos e funcionando perfeitamente. Fique atento à direção do vento, para não causar desconforto aos clientes.

Sistema de som ambiente

Verifique o funcionamento, para que não haja ruídos quando o restaurante estiver aberto. As caixas de som devem estar limpas e direcionadas de forma a não incomodar os clientes.

Cardápios

Confira se estão em perfeito estado de conservação e limpeza. Se estiverem riscados, sujos ou amassados, separe e entregue ao supervisor ou maître. Verifique se a quantidade é suficiente para o serviço.

Aparadores

Veja se estão limpos e com os materiais em quantidade suficiente para o funcionamento do restaurante. Geralmente os itens de reposição ficam guardados nos aparadores: talheres, pratos, ménage, guardanapos, cinzeiros, etc.

Ménages

Ménage é um conjunto de utensílios para colocar sal, azeite, pimenta, etc., que vai à mesa durante o serviço. Verifique se estão limpos. Se não estiverem, leve para a área de higiene de utensílios. Os ménages devem ser abastecidos com os itens específicos. Confira o estoque de açúcar, pimenta, sal, azeite, palitos, vinagre, etc. e a data de validade de cada produto.

Abastecimento de bebidas

Confirme o estoque de bebidas e, se necessário, faça a reposição, colocando sob refrigeração as que serão servidas geladas. Veja se todos os abridores de garrafas e saca-rolhas estão em perfeito estado de conservação e higiene. Antes das latas irem para a geladeira, devem estar limpas e livres de papelões e plásticos que as envolvem.

Enxoval

Há vários tipos de enxoval e você deve saber quais seu restaurante usa forro, toalha de mesa, cobre-manchas, jogos americanos, guardanapos, etc.

Separe a roupa suja e encaminhe à lavanderia. Não se esqueça de fazer a lista e entregar ao supervisor. Verifique o estado de conservação da roupa limpa, separando e entregando ao supervisor ou maître as que apresentarem defeitos, como furos, rasgos, manchas, etc.

Guardanapos devem ser dobrados e mantidos em local protegido até o momento do uso. Estar sempre com as mãos limpas ao realizar essa tarefa e evitar a manipulação excessiva.

Carrinhos de sobremesas e bebidas

Organizar os carrinhos seguindo o padrão determinado pelo estabelecimento. Verificar também o funcionamento do carrinho, seu estado de conservação e limpeza. As bebidas podem ser colocadas com antecedência.

Para as sobremesas, o carrinho deve ter, preferencialmente, um sistema que mantenha a temperatura e proteja os alimentos. As sobremesas devem ser colocadas no carrinho próximo ao horário de abertura do restaurante.

Com informações do site Gestão de Restaurantes.

quinta-feira, 14 de junho de 2012

Treinamento da equipe: sua empresa está fazendo isso corretamente?

"Se você não tem as pessoas contratadas da maneira correta, não adianta trazer uma grande personalidade para fazer milagres", afirma especialista.

 Treinar a equipe, sem dúvida, é um dos mais importantes meios de mantê-la atualizada e capacitá-la para o exercício eficaz e eficiente do trabalho. Muitas organizações, entretanto, acabam se perdendo na forma de fazer isso. E aí a busca por uma solução pode acabar se tornando um problema.

Para o consultor e palestrante Claudio Diogo, especialista em vendas, "não adianta você plantar uma semente em terreno que não é fértil. Se você não tem as pessoas contratadas da maneira correta, não adianta trazer uma grande personalidade para fazer milagres". Por isso, ele destaca que o primeiro passo para que um treinamento dê resultados é, antes de tudo, saber contratar corretamente a equipe. 

"Elas investem corretamente a partir do momento em que treinam as pessoas certas no momento certo. Ou seja, eu considero que se elas contrataram de maneira correta elas já deram um passo muito importante em termos de treinamento", complementa.

 Em entrevista ao Administradores.com, o especialista detalha esse e aborda outros assuntos sobre os famosos treinamentos. Confira. 

Treinamentos: as empresas estão fazendo isso corretamente? 

Elas investem corretamente a partir do momento em que treinam as pessoas certas no momento certo. Ou seja, eu considero que se elas contrataram de maneira correta elas já deram um passo muito importante em termos de treinamento. Os problemas são as empresas que só investem em treinamento e não na contratação. Elas só têm o resultado esperado em uma pequena parcela a partir do momento que contratam corretamente e investem certo. 

Afinal, para que serve um treinamento? Basta levar um especialista para falar sobre algum tema relevante ao dia a dia dos profissionais? 

Não adianta nada. Não adianta você plantar uma semente em terreno que não é fértil. Se você não tem as pessoas contratadas da maneira correta, não adianta trazer uma grande personalidade para fazer milagres. Para um treinamento ser produtivo, ele precisa ser feito para as pessoas certas, da forma certa e sob medida para atender as reais necessidades de cada um. Treinamentos genéricos quase não funcionam. Se as pessoas mensurassem treinamentos não fariam treinamentos genéricos. Para um treinamento funcionar, primeiro deve-se avaliar as habilidades, os pontos fracos dos integrantes da equipe e que você consegue desenvolver com treinamento. Depois, quando você consegue dividir isso, que é muito básico, você dá um passo brutal e passa a atender as verdadeiras necessidades de cada um dos integrantes dos treinamentos. No fim das contas, o que interessa é que treinamentos genéricos não sensibilizam pessoas, enquanto que treinamentos feitos sob medida conseguem isso, o que faz toda a diferença. 

Como é, normalmente, a receptividade dos funcionários aos treinamentos? Às vezes, a abordagem não agrada e acaba não dando resultados… 

 Quando um treinamento diz respeito a um grande interesse de qualquer ser humano, esse treinamento passa a causar um grande interesse. Para quem adora pesca, você fala de pesca e causa um grande interesse. Ou seja, você precisa descobrir o que causa um grande interesse em seus vendedores. Assim, antes de contratar um treinamento, conheça sua equipe e entenda o que ela gosta e o que ela precisa. Quais são as ferramentas de que ela precisa? Como pode produzir mais? O que precisa para produzir mais?

Quais são suas dicas para as empresas que buscam treinamentos? 

 1 – Saiba pra onde você vai. Tenha um planejamento e crie uma causa. 

2 – Contrate pessoas que possam se sensibilizar pela sua causa. 

3 – Ensine essas pessoas a conquistar essa causa. A vontade delas de seguir sua causa será visceral. 

4 – Conduza essas pessoas a buscar essa causa. Ou seja, regue as plantas. Preparou o terreno, plantou a semente, fez com que ela crescesse e em seguida fez a manutenção? Grandes chances de conseguir obter a produtividade total das pessoas envolvidas.

Com informações do site Gestão de Restaurantes.

quarta-feira, 6 de junho de 2012

E quando o cartão não passa?

Responsabilidade de resolver problemas técnicos é do estabelecimento; cliente não pode ser constrangido em hipótese alguma. 

Na hora de pagar a conta, vem a surpresa: “Sua transação não foi autorizada”. Para os usuários de cartão de crédito, ouvir essa frase pode gerar, além do constrangimento, uma afronta aos direitos garantidos pelo Código de Defesa do Consumidor. Na prática, a pessoa que comprovadamente possui limite suficiente para efetuar uma compra e não tem a devida autorização está diante de uma falha na prestação de um serviço. 

Se a situação é resultado de um problema técnico com o equipamento, a responsabilidade é do próprio estabelecimento. Já nos casos em que a autorização é ne­­gada sem uma justificativa razoável, a responsabilidade recai sobre a operadora e a administradora do cartão, que podem ser acionadas via Procon. “Com­provada a falha, ambos devem responder solidariamente”, explica o advogado do Instituto Brasileiro de Defesa do Con­su­midor (Idec) Alessandro Gianeli. Segundo ele, as denúncias também servem para incentivar as autoridades competentes a fiscalizar o setor para que prestem um serviço adequado.

A coordenadora do Procon-PR, Ivanira Gavião Pinheiro, explica que, quando há um problema operacional, o estabelecimento deve comunicar aos clientes, na forma de cartaz na entrada, que não está aceitando temporariamente o pagamento via cartão. “Isso evita que o cliente entre na loja, escolha os produtos e só seja informado do problema na hora de pagar”, diz. “Além disso, todo estabelecimento deve informar os meios de pagamento com os quais não trabalha”, completa. 

E, como as maquininhas não informam o motivo pelo qual a operação não foi aprovada – limitando-se a indicar que a transação não foi autorizada –, em hipótese alguma o fornecedor pode constranger o consumidor, acusando ou deduzindo que ele não possui fundos para realizar a compra. 

Sem lavar pratos - Já em casos em que o cartão não passa na hora de pagar a conta de um bar ou restaurante – e o cliente não tem outros meios de pagamento disponíveis –, nada de lavar pratos. Nessas situações, o que vale é a negociação entre as partes. “A situação é constrangedora, mas deve prevalecer o bom senso. Nesse caso, ambos devem agir de boa-fé, combinando um prazo para pagamento futuro”, orienta Gianeli, do Idec. É preciso ressaltar, no entanto, que o estabelecimento não pode reter documentos pessoais do cliente, como carteira de identidade, CPF ou carteira de motorista. 

Com informações do site Gestão de Restaurantes

quarta-feira, 30 de maio de 2012

Dicas para um bom atendimento


A postura correta de um profissional é de extrema importância para que se possa passar ao cliente uma imagem de credibilidade, tornando a apresentação completa e desenvolvendo um nível de comunicação de qualidade, o que facilitará toda a seqüência de atendimento e também o desempenho de vendas do profissional.

É importante que todas as pessoas, sem exceção, sejam bem atendidas e sintam-se à vontade desde o momento em que chegam até o momento que saem. Sendo assim, é importante que o profissional saiba se expressar bem física e verbalmente.

Todos os profissionais devem atentar-se ao asseio, ou seja, uniforme completo, limpo e bem passado, sapatos limpos e confortáveis. Os homens devem estar sempre com a barba feita, o cabelo curto e as mãos limpas com as unhas sempre feitas, as mulheres com os cabelos presos, maquiagem leve e discreta e também com as mãos limpas e unhas feitas. Deve-se evitar o uso de perfumes doces ou fortes. Se você é fumante jamais fume em seu ambiente de trabalho e tenha uma atenção especial com o hálito.

Mantenha sempre uma postura ereta, nunca fique parado(a) de costas para o cliente e não fique sentado(a) ou debruçado(a) em mesas e balcões. Quando falar com alguém, seja um cliente ou um colega de trabalho, não fique com os braços cruzados, olhe a pessoa sempre nos olhos, não aponte o dedo, evite gesticular muito e tenha sempre um simpático sorriso no rosto.

Fale sempre de forma objetiva, evitando gírias, vícios de linguagem, erros de português e em um tom de voz equilibrado, sem gritar, mas também sem falar muito baixo.

Algumas empresas têm termos técnicos para uso interno, visando facilitar a padronização e a comunicação entre a equipe, entretanto o cliente não tem a obrigação de conhecer tais expressões e estas não devem ser usadas ao falar com ele.

Use com frequência “palavras mágicas” como boa tarde ou boa noiteseja bem vindo(a)por favorcom licença e obrigado, tanto com seus clientes como com seus colegas de trabalho.

Evite comunicar-se com os colegas de forma inadequada: não fale de longe para não ter que gritar, não discuta em situações de estresse devido a problemas operacionais ou desentendimentos e não discuta dificuldades internas da empresa na frente dos clientes.

Jamais deixe um cliente com algum tipo de dúvida, procure sempre conhecer os produtos e serviços oferecidos, procedimentos internos, horários de funcionamento e etc. para que possa passar informações completas e corretas, evitando a insatisfação do cliente.

Procure sempre manter o bom humor e a concentração, não permita que preocupações pessoais interfiram no seu trabalho, evite conversas paralelas com os colegas e evite também discutir de forma profunda assuntos como futebol, religião e política.

Tenha em mente que apesar da necessidade de seguir estes padrões você precisa "imprimir" um pouco da sua personalidade ao atendimento para que não se torne algo mecânico, repetitivo e artificial, afinal, lidamos de forma direta com pessoas de diversas culturas, com opiniões e gostos diferentes e isso traz a necessidade de criarmos uma sintonia com o interlocutor, fazendo assim um atendimento realmente personalizado.

Lembre-se que seguindo estas orientações, o serviço fluirá de forma coordenada e ágil. É importante que durante todo o processo haja comunicação objetiva e constante entre a equipe para que não ocorram erros desnecessários e também a colaboração mútua e o bom senso farão com que tudo aconteça harmoniosamente.

Nunca faça nenhuma tarefa pela metade, mantenha o seu trabalho em um ritmo ágil, mas não corrido e desordenado, seja organizado(a) e lembre-se que cada ação tem começo, meio e fim.
  • Procure conhecer seus clientes mais assíduos e chame-os pelo nome.
  • Não trate os clientes ou colegas de trabalho por apelidos.
  • Mesmo que alguns clientes sejam seus amigos pessoais, mantenha o profissionalismo e evite intimidades e contato físico.
  • Seja sempre atencioso(a) e simpático(a), tendo cuidado para não ser chato e“grudento”.
  • Evite conversas muito longas com os clientes para que não atrase o seu serviço.
  • Mantenha sempre a boa aparência.
  • Respeite as regras internas da empresa.
  • Atualize-se sempre por meio de cursos, palestras e outras atividades relacionadas ao seu trabalho.

Siga uma pequena, mas muito importante regra para lidar com o público:
“RESPEITE PARA SER RESPEITADO”.

Com informações do site Voxtopia.

Twitter Delicious Facebook Digg Stumbleupon Favorites More

 
Design by Free WordPress Themes | Bloggerized by Lasantha - Premium Blogger Themes | Best Hostgator Coupon Code