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segunda-feira, 30 de abril de 2012

Saiba como lidar com crises em empresas de pequeno porte



No mercado de hoje é essencial que as empresas cuidem de sua imagem, tanto que muitas empresas estão investindo nas redes sociais a fim de manter e fortalecer sua marca. Porém,  existem situações em que mesmo certos cuidados não podem evitar a deterioração da imagem da instituição. Casos como recalls de fabricantes automotoras que afetam o País inteiro, ou acidentes de avião, com desdobramentos reprisados na mídia diariamente, são exemplos típicos. Mesmo pequenas empresas, no entanto, estão sujeitas a crises e devem se preparar para evitá-las e, em último caso, geri-las. 

"Uma empresa como a Coca-Cola tem 80% de seu valor atrelado à sua marca, o que torna uma crise de imagem algo muito grave. Mas não precisa ter tamanho para ter uma crise, basta ter CNPJ", afirma Patrícia Marins, especialista em gestão de crises e sócia-diretora da In Press Oficina, empresa brasiliense de relações públicas. 

Os problemas mais comuns em pequenas empresas são infecções alimentares ou fechamento do estabelecimento pela vigilância sanitária. "Pequenas empresas de construção têm tido até mesmo casos de óbitos de funcionários. Há também uma rede de padarias em crescimento que teve problemas com o fisco e prejuízos enormes em sua imagem", recorda Patrícia.

Às vezes as crises tem um efeito muito pior, perda de confiança por parte de clientes, fornecedores que com certeza não irão querer ter seu nome atrelado a uma empresa com problemas de imagem. Funcionários podem perder a motivação para trabalhar, entre outras coisas.

A especialista citou algumas dicas de como pequenas empresas podem evitar esses problemas.

1 – Seja bem assessorado
Tenha uma boa equipe, um advogado é fundamental para dar-lhe assessoria jurídica quanto à maior parte dos problemas, porém ele não saberá como lidar com a imprensa e com comunicação na internet. "O problema se resolve na Justiça, mas a imagem permanece arranhada, muitas vezes de forma irreversível", diz Patrícia. A especialista diz que empresas que possuam uma condição financeira favorável devem contratar profissionais para gerenciar crises, dessa forma, antecipando-a.

2 – Mapeie os atores envolvidos
Para planejar as formas de se proceder em casos de crise é preciso, antes de tudo, determinar com quais grupos a empresa deverá se articular. Clientes e imprensa são exemplos óbvios, mas também é preciso levar em consideração o proprietário do imóvel - caso esse seja alugado -, a comunidade do entorno do estabelecimento e os órgãos que regulam a atividade da empresa. "No caso da reincidência de produtos estragados, por exemplo, órgãos federais, e mesmo o Ministério Público, podem se envolver", destaca a especialista.

3 – Previna
Como diz a máxima “Prevenir é o melhor remédio” está correta, sempre previna a fim de evitar problemas futuros, a própria legislação é um bom começo para você saber que normas seguir com antecedência. Caso o problema surja mesmo assim, estar dentro da lei quanto a medidas de segurança ou regras trabalhistas significa sempre um peso a menos na hora de prestar contas. "Mesmo a forma que um funcionário lida com os clientes pode ser motivo para um processo e uma crise", explica Patrícia.

 4 – Planeje o que fazer em caso de crise
"Empresas que já estão preparadas são mais bem-sucedidas em casos de crise", coloca Patrícia. Segundo ela, manter contato com jornalistas e treinar os funcionários são medidas fundamentais. "Tanto o dono como o funcionário que está na ponta do negócio devem conhecer os possíveis problemas que a empresa está sujeita a sofrer e saber o que fazer nesses casos", diz.

5 – Aja imediatamente
"Se ocorre um problema no domingo à noite e o dono do negócio só lidar com ele na terça-feira porque o estabelecimento não funciona às segundas-feiras, muito já foi divulgado e a situação já está fora de controle", exemplifica.

6 – Nunca esconda os fatos
Quanto mais rápido você agir melhor, se você demorar em falar com o público, mais versões e boatos apareceram sobre sua empresa. "Sem um comunicado oficial, cada ator dá uma versão diferente. Temos que comunicar os fatos, mesmo os ruins, e administrar as versões deles", diz Patrícia. 

7 – Não poupe envolvidos
Caso a falha tenha saído de um funcionário, aja sempre co firmeza, mesmo que isso signifique punir duramente ou demitir alguém. . "Não é só uma questão de imagem, mas de risco", completa a especialista.

Com informações do Terra

terça-feira, 6 de março de 2012

8 dicas para para cortar custos nas pequenas empresas


Todos os empresários têm em mente a necessidade de estarem sempre cortando custos em suas empresas. Isto ocorre pela necessidade de serem sempre eficazes com o menor custo operacional possível. As pequenas empresas costumam manter-se com baixos custos até o inicio da expansão de seus negócios. Devido a falta de planejamento para o crescimento, que pode inchar muito seus custos operacionais e consequentemente diminuir sua lucratividade.

1 – Mantenha a folha de pagamentos o mais enxuta possível:  Mesmo com o crescimento, você deve pensar bem se vai ou não contratar um novo funcionário, uma vez que o custo fixo representado por ele é muito alto e gera ainda um grande passivo trabalhista no longo prazo. Às vezes, pagar hora extra ou trabalhar um pouco mais seja melhor.

2 – Tente terceirizar o que não for sua competência:  Sua empresa possui uma competência essencial, ou seja, aquilo que é o real negócio dela, isto você nunca deve ser terceirizado. Porém, tudo aquilo que estiver fora de sua competência é talvez seja interessante estudar a terceirização.

3 – Estude comprar equipamentos de segunda mão: Acredite, você pode encontrar muitas tecnologias e capital produtivo em ótimo estado por ótimos preços se pesquisar bem. Nem sempre é viável para a empresa a compra de um ativo pelo preço de mercado. Por exemplo, será que sua empresa realmente precisa daquele furgão novo? Talvez um seminovo que custa até 70% do valor pode suprir sua necessidade da mesma forma. Já pensou nisso?

4 – Chore por prazos melhores sempre: Os prazos mandam em seu negócio. Se seus clientes te pagam com 30 dias, não aceite menos do que isto dos seus fornecedores, quanto menos financiar seus clientes, melhor será para seus negócios.

5 – Cobre juros: Caso não consiga deixar de financiar seus clientes, então não faça isto de graça, cobre juros. Seu dinheiro não pode ficar em sua organização sem conseguir gerar receita.

6 – Faça cotações: Faça cotações sempre que for adquirir algum bem ou serviço para sua empresa, por menor que seja a diferença, no longo prazo ela significará dinheiro.

7 – Mantenha a informação acessível: Quanto menor o tempo gasto por seus funcionários para procurar uma informação, maior o tempo dele para fazer outras tarefas e melhorar a produtividade. Lembre-se sempre: Tempo é dinheiro!

8 – A Web 2.0 pode ajudá-lo: Existe uma infinidade de sites que oferecem uma gama de produtos a baixo custo ou mesmo gratuitos para sua empresa, isto possibilita uma grande economia na compra de licenças.

 Com informações do site Sobre Administração

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