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sexta-feira, 31 de agosto de 2012

Conheça algumas vantagens de usar o mail marketing em relação a outras redes sociais




Existe um boato de que o mail marketing está chegando ao seu fim, este rumor provém do avanço das ações de marketing divulgadas pelas redes sociais. Mas será mesmo que o marketing social pode ser considerado um concorrente do já consagrado email marketing? Especialistas dizem que não, embora as redes sociais tenham um imenso potencial, principalmente quando se trata de construção de imagem, mas é preciso entender que as duas mídias não são inimigas e por isso não devem se anular.

Uma pesquisa feita pela Ipsos no primeiro semestre de 2012, analisou o comportamento de 19.216 mil usuários de internet em 24 países, e constatou que 85% dos usuários preferem usar o email para se informar e ter acesso a ofertas de produtos. A pesquisa revelou também que os usuários ainda utilizamo email marketing como o principal canal de relacionamento com as empresas, enquanto apenas 62% utilizam as redes sociais para os mesmos fins informativos.

Custo operacional
Comparando os gastos de uma empresa que utiliza o mail marketing, com uma que teria iniciativas publicitárias em outras mídias, a competição acaba ficando desleal. Segundo dados do Instituto Forrester, especializado em pesquisas do mercado de tecnologia, ao longo de um ano, juntas, as principais empresas norte-americanas gastaram cerca de 1,5 bilhões de dólares com campanhas de email marketing. O número isolado parece alto, mas quando comparamos com as outras mídias vemos uma avassaladora diferença. De acordo com a eMarketer, centro de pesquisas e análises de marketing digital, cerca 64 bilhões dólares foram gastos em anúncios na TV, 34 bilhões com jornais e revistas e outros 39 bilhões com publicidade online. Ou seja, o mail marketing continua sendo um meio de comunicação mais barato e com um alcance bem satisfatório.

Oportunidade
Marcas que almejam o sucesso com o público precisam estar presentes nos ambientes em que esse público circula, não é mesmo? Nos dias de hoje a internet é o ambiente mais adequado para atingir um grande número de pessoas. Muitos trabalham on-line com seus e-mails abertos por até 8 horas. Aproveitar essa audiência para enviar conteúdos relevantes diretamente para os emails acaba sendo uma ótima maneira de impulsionar as vendas online.

Compartilhamento nas redes sociais
Muitas ações em redes sociais podem não ser uma forma de publicidade direta, já que você não está efetivamente vendendo seus produtos, mas essa relação é muito importante para criar uma identificação do usuário com a sua empresa. É importante que os emails marketing também disponibilizem links que levam o usuário não apenas às redes sociais, mas também ao site da empresa em questão. Quando uma pessoa entra na sua rede social, passa a interagir com as ações da sua marca, criando um relacionamento de confiança.

Mensuração
Um dos grandes diferenciais do mail marketing é poder medir, com precisão o resultado e que alcance estão tendo suas ações. Em campanhas televisivas, por exemplo, você não consegue identificar o perfil do público que está assistindo. O mesmo ocorre nos anúncios impressos, que, mesmo veiculados levando em conta a segmentação, não oferecem a possibilidade de avaliar os impactos imediatos. Já com o email marketing, por meio dos relatórios oferecidos, em algumas horas já é possível enxergar quais mensagens foram abertas, por quem, que tipo de interesse gerou, entre outros. Com base nessas respostas, é possível traçar novas e específicas estratégias, gerando mais acessos e consequentemente, vendas para a sua empresa.

Com informações do site Administradores.

sexta-feira, 3 de agosto de 2012

Blogs são poderosos para influenciar compradores

 
Cerca de dois terços dos consumidores que acessam blogs afirmam que suas decisões de compra são influenciadas por posts que mencionam uma marca ou promoção, segundo pesquisa realizada pela Burst Media. No entanto, quando levado em conta os compradores da faixa etária de 18-34 anos, a influência dos blogs é ainda maior, com aproximadamente 8 em cada 10 entrevistados de ambos os gêneros afirmando ter consumido por influência dessa mídia. Ainda assim, mulheres com idade entre 35-54 anos são 24% mais propensas que suas contrapartes masculinas a sofrer influência de blogs (65,8% contra 52,9%).

No geral, 57% dos entrevistados relatam ler frequentemente blogs. As mães (61,3%) são as leitoras mais ativas, seguido por homens (56,1%) e outras mulheres que não têm filhos (55%). Cerca de 3 em cada 4 mães dizem que suas decisões de compra são influenciadas por conteúdos de blogs.

De acordo com uma pesquisa divulgada pela BlogHer (Clique aqui para ler), em março de 2012, 61% das mulheres que acessam frequentemente blogs fizeram compras com base em recomendações encontradas nestes locais.

Redes sociais também influenciam
46,6% dos entrevistados afirmam que publicações feitas por amigos em redes sociais exercem muita ou pouca influência sobre suas preferências de marca e / ou decisões de compra. Esta opinião é mais evidente entre os consumidores da faixa de 35-44 anos (60%), seguido por aqueles com 18-34 anos (50,1%), 45-54 anos (29,9%) e 55 anos (29,9%).

Anúncios de display potencializam interações em redes sociais
Dados da pesquisa também apontam que 1 em cada 4 consumidores – incluindo um terço de mulheres mães – são pouco ou muito inclinados a seguir uma marca, produto ou serviço em redes sociais após tê-los vistos em sites de conteúdo através de anúncios de display. Os jovens de 18-34 anos são os que mais interagem após serem impactados (32,3%), seguido por aqueles com 35-54 anos (23,4) e acima de 55 anos (13,8%).

Outros dados importantes:
As mulheres são mais ativas em redes sociais do que os homens: 49% dos entrevistados do gênero feminino afirmam acessar plataformas sociais diversas vezes por dia, enquanto a proporção de homens que faz o mesmo é de 34%.

A maioria (37,1%) dos consumidores afirma passar a maior parte do seu tempo em sites de conteúdo, em comparação com 16% que preferem as redes sociais. Entre as mães, a diferença é menor (29,2% contra 21,7%).

Mais de 3 em cada 5 inquiridos gostam de seguir seus sites favoritos de conteúdo em redes sociais, sendo as mulheres mais propensas do que os homens a fazer isso (66,4% contra 56,9%). As mães são bastante engajadas, com cerca de 7 em cada 10 afirmando seguir frequentemente (27,4%) ou ocasionalmente (43,2%) sites de conteúdo em redes sociais.


Publicado na e-commercebrasil

quinta-feira, 26 de julho de 2012

Redes sociais vão movimentar US$ 16,9 bilhões em 2012, diz estudo

As redes sociais vão gerar uma receita global de US$ 16,9 bilhões em 2012, segundo estudo divulgado nesta quarta-feira pela empresa de pesquisas Gartner.

A cifra representa um crescimento de 43,1% na comparação com 2011, quando o segmento movimentou US$ 11,8 bilhões.


No cenário de projeções do Gartner, as vendas de publicidade continuarão a ser a principal fonte de receitas para as redes sociais, respondendo por um total de US$ 8,8 bilhões nesse ano.

Em outra frente, os jogos sociais vão atingir um faturamento de US$ 6,2 bilhões em 2012, enquanto as receitas com assinaturas irão somar US$ 278 milhões.

"O uso das mídias sociais on-line amadureceu e mais de um bilhão de pessoas em todo o mundo vão usar as redes sociais nesse ano", afirmou Neha Gupta, analista sênior de pesquisas do Gartner. "Embora o número de usuários de mídias sociais seja grande, esse mercado ainda está em seus estágios iniciais sob a perspectiva de receitas", acrescentou.

O Gartner também destacou que os departamentos de marketing estão destinando um alto volume de seus orçamentos de publicidade para as redes sociais, em virtude das possibilidades avançadas que essas mídias oferecem de identificar hábitos e preferências dos consumidores.

"As redes sociais devem desenvolver tecnologias de análises de dados para fornecer aos departamentos de marketing um retrato mais apurado desses consumidores", disse o analista.

Publicado na Folha de São Paulo

sexta-feira, 1 de junho de 2012

Brasileiros são os que mais usam web para falar sobre produtos, diz estudo



Pesquisa da GFK mostra que 30% dos usuários de internet no país utilizam as redes sociais para fazer reclamações ou recomendações sobre as empresas (Imagem: Thinkstock)

Os brasileiros utilizam mais a internet para trocar informações sobre marcas que o restante da América Latina. A conclusão é de uma pesquisa feita pela GFK que concluiu que 30% dos usuários de internet no país utilizam as redes sociais para fazer reclamações ou recomendações sobre empresas e produtos, ficando à frente do México (23%) e Argentina (21%). No mundo esse índice é de 13%. De acordo com o levantamento, 63% dos usuários de internet no Brasil consideram a rede como um meio de ajudá-los a fazer coisas e não apenas como diversão. A mesma resposta é compartilhada por 54% dos argentinos e mexicanos e por 41% dos internautas no mundo. Os latino-americanos são os mais conectados. No Brasil, 54% das pessoas ouvidas afirmaram utilizar o telefone celular para enviar e receber fotografias e vídeos, contra 54% na Argentina e 46% no México. A média mundial é de 36%.


Com informações do site Administradores.

segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

Brasileiros querem integrar TV às redes sociais

A Motorola Mobility apresentou esta semana nos EUA uma pesquisa inédita sobre os hábitos de consumo de mídia em 16 países, a "Media Engagement Barometer - How do people consume media and the internet". Pela primeira vez, a América Latina fez parte do painel, que entrevistou 9 mil pessoas, na América do Norte, Europa, Brasil, México e Argentina.

Segundo a diretora para o mercado doméstico nas Américas da empresa, Liz Davidoff, os dados levantados mostram as tendências-chave às quais as operadoras devem atentar para gerar aumento de receita e base de assinantes.

De acordo com o estudo, 72% das pessoas entrevistadas discutem o conteúdo da TV com seus amigos pelas redes sociais enquanto assistem aos programas. Em 2010, eram apenas 38%. Recomendações de filmes e séries são desejadas por 62% dos entrevistados. E 50% apontaram interesse em conectar o serviço de TV às redes sociais. "Percebemos que a conectividade tem que ser inteligente, os dispositivos precisam conversar entre si", diz Liz.

O Brasil lidera o uso de social TV na região, e está também acima da média global. No País, 43% das pessoas entrevistadas usaram as redes sociais para recomendar conteúdos. Também foi pesquisado o hábito de consumir TV em dispositivos móveis. No Brasil, 38% dos entrevistados afirmam ver conteúdos de TV no celular/tablet, enquanto na China este número é de 70%.

O Brasil é o maior usuário de mobile TV da região e o segundo do mundo. Ao todo, 19% dos brasileiros entrevistados afirmam assistir a vídeos no celular diariamente.
Segundo o estudo, o usuário da América Latina passa por semana, em média, 3 horas jogando games, 6 horas em redes sociais, 11 horas vendo TV ou filmes e 12 horas navegando na internet. São cinco horas semanais a menos de TV que na pesquisa do ano anterior.

Ainda segundo Liz, as maiores barreiras para a adoção de social TV são as limitações de acesso (rede), a falta de interesse e a dificuldade de uso. "Não é só questão de convergência tecnológica. O uso deve ser simples para o usuário", completa.

Com informações do Uol.

sexta-feira, 18 de novembro de 2011

Redes sociais podem fazer a diferença na hora de conseguir emprego

As redes sociais sempre foram usadas para se fazer amigos e manter contato com a família. Depois de um tempo elas passaram a fazer parte do cenário coorporativo, mas agora ela está sendo utilizada como recurso para ajudar a se conseguir emprego.

Segundo uma pesquisa da Jobvite, cerca de 22 milhões de pessoas nos Estados Unidos conseguiram um trabalho através de sites de relacionamento. Esse resultado representa um salto de 7,7 milhões, ou de 53% em relação a 2010.

Baseado no estudo, pesquisadores da Jobvite afirmam que cerca de 8,4 milhões de americanos encontraram o emprego atual por meio do Facebook, 10,2 milhões pelo LinkedIn e 8 milhões com ajuda do Twitter. Quase 90% dos entrevistados têm contas em redes sociais. A maioria no Facebook (84%), seguido pelo Twitter (39%) e LinkedIn (35%), e 31% afirmam estar nos três.

A Jobvite afirma que candidatos que estão presentes nas redes sociais adquirem melhores referências e tem mais chances que demais candidatos. 16% dos entrevistados afirmaram ter recebido uma indicação de trabalho pelo Facebook, contra 25% dos "Super Sociais". O mesmo aconteceu no caso do LinkedIn (9% dos usuários regulares em contraste com os 48% obtido pelos "Super Sociais" receberam indicações) e no Twitter (6% versus 32%).

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

64% dos seguidores de marcas no Twitter já eram seus clientes



Ou seja, 36% dos seguidores de empresas no Twitter, serão futuros clientes!

Cerca de 64% dos seguidores de empresas no Twitter já eram seus clientes, afirma novo estudo divulgado em outubro de 2011 por Chadwick Martin Bailey. Resultados do trabalho “10 Quick Facts You Should Know About Consumer Behavior on Twitter” indicam que cerca de 61% destes seguidores os fazem para estarem entre os primeiros a receber novas informações sobre estas marcas.

Nenhum outro motivo apresentado na pesquisa para se seguir um comerciante foi citado por mais da metade dos entrevistados. Entretanto, 48% o fazem para receber promoções e descontos. Outros 36% querem ter acesso a conteúdo exclusivo e 28% receber conteúdos e informações para posteriormente compartilhar e “retweetar” com outros usuários.

6 em cada 10 seguidores recomendam as marcas



Um combinado de seis em cada dez seguidores de empresas no Twitter são propensos a recomendá-las a outros usuários, sendo que 18% indicam muitas e 42% algumas. Outros 31% não são tendenciosos a apontar algum comerciante ao qual sigam e 9% afirmaram não saber.

Seguidores de empresas do Twitter de 35-49 anos são muito mais inclinados a indicá-las do que menores de 35 anos. Na faixa etária que vai dos 35-49, 33% são propensos a recomendar muitas marcas e 14% indicam algumas. Apesar de os seguidores com menos de 35 anos serem mais propensos a recomendar empresas do que a média geral (61% contra 47%), apenas 14% apontam muitas, enquanto 47% o fazem apenas para algumas.

Curiosamente, 33% dos seguidores de marcas nestes dois grupos etários não são mais tendenciosos a indicá-las. O maior diferencial está no grupo que afirma não saber se é propenso a recomendar um comerciante que sigam no Twitter: 20% no grupo de 35-49 contra apenas 7% entre os menores de 35.

Metade dos usuários do Twitter fica online mais de uma vez por hora

50% dos usuários do Twiiter se conectam à rede social mais de uma vez por hora, contra 34% dos utilizadores do Facebook e 29% dos da internet em geral. Os usuários do Facebook são um pouco mais propensos a se conectarem diversas vezes a cada par de horas (46%) do que os do Twitter (40%) e da web em geral (45%).

Enquanto isso, 20% dos utilizadores de internet em geral se conectam uma vez por dia, contra 17% dos usuários do Facebook e 7% dos do Twitter. Apenas 5% dos internautas em geral e 3% dos de redes sociais se conectam entre duas e seis vezes por semana.

Quase metade dos usuários do Twitter começou a “tweetar” a menos de um ano

38% dos que utilizam o Twitter entraram na rede há seis meses ou menos e outros 9% se inscreveram entre 7-11 meses, o que significa que 47% estão conectados ao site há menos de um ano. 38% já estão “tweetando” entre 1-2 anos, e apenas 15% já são usuários do site a mais de dois anos.

Além disso, 25% dos usuários do Twitter com mais de 50% estão inscritos no site a menos de um mês;

1/3 dos seguidores estão interagindo com mais empresas neste ano.

33% dos seguidores de empresas no Twitter estão interagindo com um número maior delas neste ano, enquanto 57% estão se conectando com o mesmo número e 11% interagem com menos marcas. Os homens aumentaram mais do que as mulheres a sua taxa de interação durante o último ano (38% contra 27%).

Outros resultados

79% dos usuários do Twitter seguem menos de 10 marcas, com 36% seguindo apenas uma ou duas;

75% dos usuários do Twitter nunca deixaram de seguir uma empresa;

26% dos usuários do Twitter na faixa etária de 18-35 anos seguem um comerciante, comparados a 17% entre os usuários de 35-49 anos e 13% dos maiores de 50 anos;

Metade dos seguidores afirma serem mais propensos a comprar de uma marca ao qual passaram seguir no site, incluindo 55% dos homens e 45% das mulheres.



Publicado no e-commerce brasil e e-commercenews

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Mais de 40% dos consumidores usam mídias sociais enquanto assistem à TV




Estudo da Ericsson mostra que a TV pela internet e sob demanda continua a crescer.

O ConsumerLab da Ericsson divulgou os resultados do seu estudo anual “TV & Video Consumer Trend Report 2011”, que mostra que as pessoas estão passando menos tempo assistindo às transmissões de TV programadas e estão gastando mais tempo assistindo à TV online via streaming e sob demanda. Mais de 44%  dos entrevistados afirmaram que assistem à TV sob demanda pela internet mais de uma vez por semana, enquanto 80% assistem a transmissões de TV mais de uma vez por semana.

Anders Erlandsson, conselheiro sênior do Ericsson ConsumerLab, diz: “assistir a programas online vem se tornando cada vez mais popular, enquanto assistir à TV permanece sendo a forma mais comum de se assistir televisão. As pessoas querem poder escolher entre a programação e o vídeo sob demanda. A TV e o vídeo não foram afetados negativamente pela internet da mesma maneira que a mídia impressa. Nós apenas assistimos à TV de mais formas do que antes”.

O estudo também mostra que o uso das mídias sociais impactou a forma como assistimos à TV. Mais de 40% dos entrevistados afirmaram que usam as mídias sociais em vários dispositivos, como smartphones e tablets, enquanto assistem à TV.

“Nossas entrevistas aprofundadas – especialmente aquelas feitas nos EUA, que estão na vanguarda das tendências de consumo em TV e vídeo – mostram como o uso das mídias sociais impacta a forma de se assistir à TV. A maioria das famílias combinam a TV com o uso do Twitter, Facebook, mensagens de texto, chamadas de voz e fóruns de discussão sobre o que estavam assistindo. É assim especialmente quando assistem a reality shows e esportes. Essa comunicação agrega uma nova dimensão à experiência de TV, à medida que os consumidores acham um reality show irritante mais divertido quando podem comentar nas mídias sociais sobre os cantores “horríveis”, as roupas “feias” ou quando seu time favorito faz um gol”, diz Erlandsson.

Em termos do que os consumidores mais esperam da sua TV, a boa qualidade permanece sendo o principal fator e ela é mais importante do que, por exemplo, a disponibilidade de TV 3D e acesso a aplicações.

A pesquisa também mostra quantas horas por semana em média as pessoas passam vendo TV e que porcentagem do total elas estão usando conteúdo sob demanda. As pessoas na Alemanha, por exemplo, passam pelo menos 25 horas por semana assistindo a TV e vídeo, mas apenas 28% deste conteúdo é sob demanda. Na Espanha, 44% de toda a audiência é sob demanda.

Publicado em 05/09/2011 pela Redação  do metaAnálise

terça-feira, 13 de setembro de 2011

Internet no Brasil chega a 78 mi de usuários



O número de pessoas com acesso à Internet no Brasil cresceu 5,5 por cento no segundo trimestre em relação ao mesmo período do ano passado, atingindo 77,8 milhões de habitante, segundo dados do Ibope Nielsen Online.

Na comparação com o segundo trimestre de 2009, o salto foi quase quatro vezes maior, de 20 por cento.

Em agosto apenas, foram contabilizados 45,4 milhões de internautas ativos no trabalho ou em domicílios, aumento de 9,2 por cento ano a ano. O tempo de acesso à Internet também cresceu no mês passado, em 6,4 por cento sobre julho, para 69 horas por pessoa.

De acordo com o Ibope, o maior volume de acessos foi proveniente de domicílios, com alta de 14,4 por cento em agosto sobre um ano antes, somando 37 milhões de usuários.

Os sites de Educação e Carreiras responderam pelo maior número de acessos únicos no mês passado, avançando 9,1 por cento (25,8 milhões de usuários) ante julho, seguido por aqueles de Ocasiões Especiais, com expansão de 8,3 por cento.

A categoria de Comunidades, que engloba os sites de redes sociais, alcançou 39,3 milhões de usuários em agosto, o que equivale a 87 por cento dos internautas ativos.

No último mês, o Facebook somou 30,9 milhões de usuários únicos, superando o Orkut, com 29 milhões. Já o Twitter marcou 14,2 milhões de internautas.

O crescimento do Facebook no país motivou a empresa iniciar uma operação local no Brasil este ano. A empresa contratou o ex-vice presidente para a América Latina do Google Alexandre Hohagen para expandir seus negócios na região.

O Ibope apurou ainda que, em agosto, o tempo gasto por usuários brasileiros em redes sociais foi de 7 horas e 14 minutos, em média.

Publicado na Info
Por Reuters
12 /09/2011

domingo, 20 de março de 2011

Facebook vai ser um grande mercado online




O comércio no Facebook está apenas começando, mas deverá movimentar muito dinheiro nos próximos anos.

Quem prevê isso é Vince Broady, CEO da empresa americana This Moment, especializada em marketing em redes sociais.
Broady falou sobre o tema hoje, durante o evento Web Expo Forum, que aconteceu em São Paulo. Para ele, uma primeira forma de comércio no Facebook pode ser vista em jogos como o FarmVille, da Zynga, e em iniciativas como a da Warner, que passou a oferecer, na semana passada, um serviço de aluguel de filmes na rede social.
Por enquanto, é possível assistir ao filme Batman: O Cavaleiro das Trevas pagando uma taxa de 30 créditos do Facebook, o equivalente a 3 dólares.
Mas essas formas embrionárias de comércio na rede social mal permitem vislumbrar o que vem por aí. "Há muitas empresas desenvolvendo novos projetos nessa área. Vão movimentar centenas de milhões de dólares", afirma Broady.
Facebook investe em live streaming de beisebol
Outra tendência identificada por ele é a de maior integração entre as redes sociais. Junto, vem a possibilidade de oferecer conteúdo específico para cada país, mas mantendo o gerenciamento centralizado.
Um exemplo pioneiro disso está na campanha que foi feita para o lançamento do filme Harry Potter e as relíquias da morte, também da Warner Bros."Houve uma grande festa, que foi transmitida ao vivo simultaneamente para o YouTube, o MySpace e o Facebook", diz Broady. Nos três sites, o layout básico usado para exibir as imagens era o mesmo.
A Warner ofereceu conteúdo específico parar 18 países, incluindo o Brasil, em 8 idiomas diferentes, mantendo um esquema centralizado de gerenciamento. E os usuários de uma das redes sociais podiam conversar com as pessoas que estavam em outra rede.
"As pessoas não têm tempo para ir a vários sites ver determinado conteúdo. Elas querem ter acesso a tudo num lugar só. Assim, faz sentido replicar a mesma experiência nas várias redes sociais", diz Broady.


Publicado por Maurício Grego, na EXAME.com Sábado, 19 de março de 2011 - 14h35

terça-feira, 21 de setembro de 2010

Campanha do McDonald's no Foursquare atraiu 33% mais pessoas às lojas


10:56 17/09/2010

Muitos ainda têm receio de anunciar nas novas mídias, mas a aposta do McDonald's parece que deu certo.
Rick Wion, diretor de mídias sociais da rede de fast food, revelou durante a conferência Mobile Social  Communications, que aconteceu em NY, que a campanha realizada pelo McDonald's no Foursquare Day conseguiu atrair 33% mais pessoas às lojas. A estratégia foi bastante simples e barata - com verba de USD 1 mil, a campanha distribuiu de forma aleatória cupons de desconto de USD 5 ou 10 para quem fizesse check in nas unidades do McDonald's. A iniciativa fez sucesso e também chamou a atençao da mídia, o que resultou em mais de 50 artigos que tratavam da açao da rede com o Foursquare.


Por Jacqueline Lafloufa no Blue Bus
Sobe notícia publicada no Mashable.

segunda-feira, 9 de agosto de 2010

Candidatos descobrem novos usos para a internet



Redes sociais e ferramentas online aproximam internautas de políticos

Segunda-feira, 09 de agosto de 2010 - 03:42

João Carlos Moreira
Agência BOM DIA

A força da internet na campanha eleitoral brasileira ainda pode estar longe do patamar alcançado na disputa pela presidência dos EUA em 2008, mas o mundo virtual já conquistou espaços.

Se em outras eleições os sites oficiais se limitavam a apresentar o candidato ao cargo e suas propostas de governo, neste ano as páginas de presidenciáveis e postulantes ao governo do estado na web servem como acesso do internauta às redes sociais referentes às candidaturas e abrem canais que aproximam o eleitor.

Resposta rápida às dúvidas do eleitor e espaço para sugestões e críticas são as palavras de ordem dos sites de campanha.

A tática explica a decisão do comando da campanha do presidenciável José Serra (PSDB) de criar a “central antiboatos”, uma seção do site tucano que recebe informações de eleitores ou aliados sobre acusações consideradas inverídicas e que imediatamente são respondidas e explicadas.

“Às vezes o eleitor recebeu um spam (e-mail não solicitado) fazendo uma determinada acusação. Você tem que dar uma resposta rápida a isso”, diz a ex-vereadora Soninha Francine (PPS), coordenadora da campanha virtual de José Serra.


Publicado em: Caderno Eleições 2010 Rede Bom Dia

quinta-feira, 5 de agosto de 2010

Empresas criam cargos para interagir com redes sociais como Facebook e Twitter



GABRIEL BALDOCCHI
COLABORAÇÃO PARA A FOLHA

A liderança mundial do Brasil em audiência nas mídias sociais criou uma demanda por analistas dessas redes em várias empresas. Três pesquisas feitas no Brasil sobre a área apontaram que as mídias sociais, como Facebook, Twitter e Orkut, estão presentes em 70% das empresas.

O levantamento da consultoria Delloite com 302 companhias mostrou que 55% delas recorreram a um profissional para cuidar exclusivamente das mídias sociais.

Doze empresas responderam ainda ter mais de cinco profissionais escalados para cuidar dos programas virtuais. Um levantamento feito a pedido Folha ao portal Catho encontrou 128 vagas para a função, com faixa salarial de R$ 510 a R$ 2.700.

O número representa crescimento de 60% em relação ao começo do ano. As vagas do site são uma fração do mercado, já que as mídias sociais são usadas como ferramenta de recrutamento e muitos postos são preenchidos por meio dele.

No Grupo Pão de Açúcar, o reconhecimento da relevância do tema foi oficializado com a criação de uma área específica, em fevereiro. O núcleo GPA Digital tem seis profissionais e prevê investimentos de R$ 10 milhões até o final do ano.

"Com o crescimento das redes de relacionamento e a evolução da forma como as pessoas se relacionam com as empresas e marcas, entendemos a necessidade de promover uma maior interação do grupo com o meio digital", declarou o vice-presidente do grupo, Hugo Bethlem, sobre a área de mídias sociais.

Medição feita pelo Ibope Inteligência em parceria com Worldwide Independent Network of Market Research apontou o Brasil como um dos dez países mais "sociáveis" do planeta. Programas de relacionamento alcançam 87% dos quase 37 milhões de usuários ativos.

O argumento que fundamenta maior mobilização de profissionais na área é o reflexo de resultados de ações com as ferramentas, como o anúncio da Dell americana de que promoções no Twitter geraram lucro de US$ 6,5 milhões.

As agências de comunicações também faturam com a demanda. No escritório da agência Digital, o número de analistas de mídias sociais saltou de apenas um em 2007 para os 19 atuais.


Publicado em: 05/08/2010 - 09h14 http://www1.folha.uol.com.br/mercado/778132-empresas-criam-cargos-para-interagir-com-redes-sociais-como-facebook-e-twitter.shtml

terça-feira, 3 de agosto de 2010

Digital Age 2.0 como unir consumidores, redes sociais e a “internet das coisas”


 Por:  Redação
Data: 03/08/2010

“Pepsico junta consumidores, redes sociais e a internet das coisas”. Esse é o tema da conferência que Shiv Singh fará no Digital Age 2.0, principal congresso de comunicação digital e marketing que acontece dias 18 e 19 de agosto, em São Paulo. Responsável pela estratégia digital do setor de bebidas da PepsiCo Americas e autor do livro Social Media Marketing for Dummies, Shiv Singh é especialista em estudos sobre a evolução das marcas diante da comunicação digital e mídias sociais, tendo sido apontado pela Advertising Age como um dos profissionais mais destacados na área de marketing em 2009.

Em sua apresentação, Shiv Singh vai mostrar como a Pepsico abraçou sem reservas a conectividade digital para estreitar o relacionamento com os consumidores. Singh também vai dar dicas de como usar as redes sociais a favor das empresas. Segundo ele, mídia social agora é mídia como todas as outras. \'E, como toda mídia, tem o risco de ser corrompida, poluída, muito comercial, politizada e exageradamente poderosa. Cabe a todos nós impedirmos que isso aconteça\', disse quando foi ouvido para o estudo “What the F**k is Social Media” (http://www.slideshare.net/mzkagan/what-the-fk-social-media), há dois anos. “Engana-se quem pensa que os riscos representados pelas mídias sociais resumem-se a questões de privacidade”, alerta Singh.

O Digital Age 2.0 é o principal congresso de comunicação digital e marketing que antecipa tendências no Brasil. O tema deste ano é “Ideias para um mundo em transformação” e vai discutir o presente e o futuro da comunicação digital, considerando um cenário definitivo para a transição do analógico para uma realidade totalmente digital e conectada.

 As inscrições para participar do Digital Age 2.0 estão abertas e podem ser feitas pelo site www.digitalage20.com.br. O convite custa R$ 1.850,00. Participantes de edições anteriores que se inscreverem antecipadamente terão desconto.

Digital Age 2.0
Organização e promoção: Now!Digital Business
Patrocínio: Globo.com; IG; iThink; Microsoft Advertising; PagSeguro, Uol Host, Web Trafic, IVC e Media Factory.
Data: 18 e 19 de agosto de 2010
Local: Sheraton WTC Hotel, São Paulo-SP

Mais informações: www.digitalage20.com.br ou pelo telefone (11) 3882.0009 e e-mail digitalage@fozzy.com.br

Acompanhe as últimas novidades do evento no Twitter - http://twitter.com/DigitalAge_2010.


Publicado em: 03/08/2010 B2BMagazine

quarta-feira, 28 de julho de 2010

Facebook e Twitter influenciam compras


por W. David Gardner | InformationWeek EUA
28/07/2010
Estudo do Gartner mede influência das mídias sociais nas decisões de compra

Redes sociais como Facebook e Twitter despontam como importantes ferramentas de compras para clientes e varejistas. A conclusão é de um relatório publicado na terça-feira (27/07) pelo Gartner.

Citando a importância das mídias sociais nas decisões de compra, o Gartner sugere que os lojistas podem elaborar suas ofertas online para influenciar os clientes, enquanto uma pesquisa da Deloitte indica que telefones móveis e plataformas de redes sociais terão forte influência, em breve, nas compras de voltas às aulas.

"Os consumidores estão cada vez mais ao telefones", afirma Alison Paul, vice-chairman da Deloitte. "A habilidade dos varejistas em influenciar as decisões de compras por meio de interações nas lojas cresce significativamente. As companhias que podem abraçar os clientes diretamente por meio de aplicações móveis, alertas de textos e conteúdo de vídeo podem ampliar os ganhos." Em sua pesquisa, a Deloitte ouviu 1.050 pais de crianças. A consultoria revelou que muitos consumidores planejam usar seus celulares para obter informações de preços, publicidades, cupons e liquidações. Perto de 30% dos entrevistados disse que redes sociais terão força nas decisões de compra.

Já o relatório do Gartner olha a influência nas comprar em diferentes classes e sugere que os marqueteiros poderiam focar as diversas classes para levar vantagem em seus respectivos nichos e ajudar a influenciar ainda mais as decisões de compra.

Ao focar audiências de forma inteligente, o Gartner acredita que as empresas podem ampliar a influência. "Nossa pesquisa mostra que um quinto da população de consumidores é composto por homens de venda, conectores e conhecedores", aponta Nick Ingelbrecht, diretor de pesquisa na consultoria. "Estes são os três influenciadores chave nas atividades de compra de 74% da população."

A categoria homens de venda é algo como um autodescritivo porque eles exercem influência chave nas redes sociais. Conectores, também importante, estão conectados com diversos grupos, enquanto, os conhecedores "detém informações e são experts em determinados assuntos".

Para o seu estudo, o Gartner ouviu quase quarto mil consumidores em dez mercados globais incluindo Estados Unidos, França, Alemanha e China.

Recentemente, a Frost & Sullivan fez levantamento similar no mercado brasileiro e também chegou à mesma constatação. De acordo com o estudo da consultoria, pelo menos 25% dos internautas brasileiros utilizam as redes sociais como auxiliar no processo de compra.

Publicado em: http://www.itweb.com.br/noticias/index.asp?cod=70405

sexta-feira, 16 de julho de 2010

Redes sociais influenciam decisão de compra


por IT Web
16/07/2010

Pesquisa da Frost & Sullivan avaliou comportamento dos usuários nas mídias sociais e característica de uso
A Frost & Sullivan divulgou uma pesquisa sobre redes sociais com usuários de internet no Brasil produzida durante o mês de junho de 2010. O estudo analisou a atual penetração dos usuários em diferentes redes sociais, assim como as características de uso e a influência das redes no processo de compra de produtos e serviços dos consumidores.
Dentre os usuários que possuem redes sociais, pelo menos 25% afirmaram ter utilizado alguma mídia social para auxiliá-los no processo de compra de um produto nos últimos seis meses. A utilização de ferramentas de vídeo e pesquisa sobre empresas em fóruns e comunidades se destacam como as mais populares.
De acordo com o analista de pesquisa da Frost & Sullivan, Fernando Belfort, cada rede social possui um perfil bem específico com relação a idade e escolaridade. Estas características se tornam mais evidentes quando levado em consideração os consumidores que já utilizam esses serviços em seus processos de compra. Para o especialista, as redes sociais se tornaram extremamente populares no Brasil. Ele lembra que mais de 60% dos usuários de internet que possuem redes sociais, estão cadastrados em mais de duas redes ao mesmo tempo.

Publicado em: http://www.itweb.com.br/noticias/index.asp?cod=70082

Alerta: só três em cada dez empresas estão prontas para as redes sociais


Por Computerworld/EUA
Publicada em 16 de julho de 2010 às 07h55

Pesquisa do Yankee Group revela que consumidor quer interagir com as empresas via mídia social; aversão pode colocar negócio em risco.
A maioria dos consumidores quer interagir com as empresas por meio de redes sociais como Facebook e  Twitter, mas apenas 30% das companhias estão preparadas, de acordo com uma pesquisa.
Cerca de 70% dos consumidores buscam informação e comunicação por redes sociais, mas as empresas falham em suas tentativas de ingressar nessas redes e colocam a si mesmas em risco, alerta o Yankee Group, uma empresa de análises de mercado que produziu uma pesquisa para a Siemens Enterprise Communications, uma empresa de software corporativo.
O relatório, feito com base em entrevistas realizadas com 750 americanos entre março e abril de 2010, também revelou que a satisfação dos consumidores com suas interações comerciais em redes sociais ficou em 65%.
"As mídias sociais estão mudando o modo como negócios, clientes e empregados interagem, e isso cria oportunidades significativas para que contact centers e empresas aumentem a integração dessas ferramentas em seus processos de negócio", afirmou Zeus Kerravala, vice-presidente sênior do Yankee Group, em comunicado.
"À medida que a integração da mídia social evolui dentro do contact center e nos sistemas de colaboração e comunicações unificadas, as empresas podem melhorar sua interação com os consumidores e causar um impacto positivo na produtividade e no envolvimento dos empregados", disse Kerravala.

Agilidade
O estudo destaca que as companhias podem não abraçar os sites de redes sociais, como Facebook e Twitter, ou ferramentas corporativas 2.0 com a agilidade necessária para satisfazer muitos de seus clientes.
O Yankee e a Siemens Enterprise informaram que cerca de 60% dos entrevistados disseram que as empresas com presença nas mídias sociais podem potencialmente aumentar a lealdade que eles nutrem por elas. A maioria disse esperar que as empresas monitorem as redes sociais em busca de comentários e queixas de consumidores.
O estudo também mostrou que 50% dos entrevistados usam mídia social pelo menos uma vez por dia.
No começo do ano, Andrew McAfee, um cientista do Centro para Negócios Digitais da Sloan School of Management do MIT, afirmou à Computerworld que muitas empresas têm começado vagarosamente usar as ferramentas corporativas 2.0, e que isso é apenas o começo das mudanças que virão no modo como as pessoas trabalham e como as empresas fazem negócios.


(Sharon Gaudin)

Publicado em: http://idgnow.uol.com.br/internet/2010/07/16/alerta-so-tres-em-cada-dez-empresas-estao-prontas-para-as-redes-sociais

segunda-feira, 5 de julho de 2010

Como as empresas podem usar as redes sociais



Rogerio Jovaneli, de INFO Online
Segunda-feira, 05 de julho de 2010 - 16h17

SÃO PAULO – As redes sociais representam um mercado em potencial para muitas empresas, mas poucas se dão conta disso.
De acordo com recente pesquisa da Associação Comercial de São Paulo, apenas 17% das organizações afirmaram ter implantado estratégias de comunicação em redes como orkut, Facebook e Twitter.
Leia também:
Ainda segundo esse mesmo levantamento, as companhias financeiras são as que mais se utilizam das redes sociais: 26% delas estão presentes na rede para manter contato com os clientes e divulgar as atividades relacionadas ao mercado de ações.
Na sequência, aparecem as companhias de serviços (21%), de comércio atacadista (17%) e indústria (15%).
Esses números demonstram a importância das redes sociais para as corporações, seja por meio de divulgação de produtos e serviços nas mídias sociais ou mesmo como mais um canal de interatividade com o cliente.
Confira, a seguir, algumas dicas práticas para o empresário interessado em iniciar uma estratégia de comunicação online por meio do Twitter, Orkut, Facebook, Flickr e You Tube, elaboradas por Urgel Augustin, diretor de operações na Talk Interactive, empresa especializada em relacionamento digital.
Twitter
- Comece a seguir seus clientes e, assim, ser seguidos por eles;
- Atualize o seu perfil com novidades sobre os produtos e crie campanhas de divulgação por meio dessa ferramenta;
- Monitore o que as pessoas falam sobre a sua empresa no Twitter;
- Muitas empresas já utilizam o Twitter como Serviço de Atendimento ao Cliente. Considere isso como forma de oferecer uma rápida resposta ao seu cliente.

orkut e Facebook
- O Orkut é atualmente a rede social com mais usuários ativos no Brasil e por isso não pode ser desprezada;
- Se sua empresa é fabricante de móveis, por exemplo, vale interagir em comunidades relacionadas à decoração e design de ambientes;
- Crie uma comunidade sobre a sua empresa e adicione funcionários e clientes nesse ambiente. A estratégia pode ser utilizada também no Facebook, a partir da criação de Fan Page da empresa;
- Neste ano, o Facebook cresceu muito no Brasil, principalmente entre as classes A e B. Vale também interagir com grupos relacionados ao setor de atuação da empresa.
Flickr
- O Flickr é uma excelente ferramenta para a organização de fotos. Essa rede social pode ser utilizada caso você queira expor o seu portfólio de produtos, por exemplo;
- Além de expor os seus produtos para clientes, o Flickr tem um grande poder de indexação nos mecanismos de busca. Isso vai abrir a possibilidade de sua página ser encontrada por um futuro cliente, por exemplo, durante uma pesquisa de produtos na internet.
YouTube
- Na internet, os vídeos muitas vezes substituem as palavras. Por isso é essencial que a empresa utilize o YouTube como forma de divulgação de seus produtos;
- Crie um canal da sua empresa no YouTube e produza vídeos com informações sobre os produtos fabricados e também sobre o seu mercado de atuação.


quinta-feira, 24 de junho de 2010

Clientes confiam mais em empresas que tuítam



Rogerio Jovaneli, de INFO Online
Quinta-feira, 24 de junho de 2010 - 17h33

SÃO PAULO – Marcas que fazem uso do Twitter para fornecer respostas em tempo real a seus clientes estão ganhando um maior grau de confiança desses consumidores, diz reportagem da agência Reuters, em Nova Iorque.
De acordo com o texto, que cita estudo realizado empresa de relações públicas Fleishman-Hillard, nada mais nada menos do que 75 por cento das pessoas entrevistadas afirmaram confiar mais em empresas que dão feedback por meio de mensagens curtas e freqüentes no microblog do que aquelas que não o fazem.
Para Brian McRoberts, vice-presidente sênior de pesquisa digital em Fleishman-Hillard, as empresas também precisam estar bem estabelecidas no mundo digital antes que algum problema ocorra, construindo uma relação de confiança com seus clientes, o que, segundo ele, irá ajudar na hora de lidar com uma crise.
Entre as suas conclusões, uma maioria esmagadora dos entrevistados disseram que usaram a internet para pesquisar produtos para comprar, sendo que cerca de 90 por cento dos desses consumidores afirmaram que a internet os auxiliou a comparar as opções disponíveis.
A pesquisa da Fleishman-Hillard ouviu 4.243 pessoas em sete países, incluindo Estados Unidos e China, entre dezembro e janeiro.

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