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segunda-feira, 8 de outubro de 2012

Aumente as vendas de seu e-commerce atraindo o seu cliente


photo by El_Enigma

O e-commerce no Brasil já está bem assimilado pelos consumidores de uma forma geral. As pessoas usam muito mais a internet hoje, movimentando o e-commerce com cada vez mais transações, pesquisando preços e produtos e sendo cada vez mais exigentes com suas compras.

Para José Patriota, especialista em e-commerce da eWave do Brasil, está surgindo uma nova onda de lojas virtuais no Brasil. As lojas precisam se adequar para satisfazer o cliente, encontrando soluções para os produtos que eles procuram e personalizando a venda. “As visualizações dos consumidores são mapeadas, mesmo sem a conclusão da compra, pois isso revela um desejo do consumidor. Assim, é possível oferecer posteriormente o produto desejado com um desconto personalizado, por exemplo”.

Uma estratégia interessante é a venda combinada. No momento da compra, o site oferece produtos similares ou complementares ao que está sendo comprado, ou de outras marcas, com depoimentos de outros clientes do site, além mudanças visuais e de designs na loja.

Uma novidade importante é a possibilidade de acessar a loja virtual de diferentes dispositivos. “ele pode iniciar uma pesquisa de compra em casa, utilizando um notebook ou um PC e, de repente, caso precise mudar de dispositivo, ele pode continuar do seu iPad do exato momento onde parou. Caso ele saia de casa, nada impede, ainda, que ele conclua a compra através do smartphone”, conclui José.

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Fonte: Blog do E-commerce
Foto: El_Enigma

quinta-feira, 4 de outubro de 2012

Consumidor deve ter cautela nas compras a prazo no Dia das Crianças, recomenda Serasa Experian





No dia 12 de outubro será comemorado o Dia das Crianças, data conhecida pelo comércio como termômetro para o Natal. Quem ainda não providenciou os presentes, pode aproveitar os dias que faltam para planejar melhor o dinheiro e pesquisar os lugares que oferecem boas condições de pagamento. Segundo os economistas da Serasa Experian, na hora da compra, é preciso que o consumidor tenha cautela evite os prazos mais longos de financiamento que comprometem ainda mais a sua renda, principalmente para quem já está endividado.

Ainda de acordo com os economistas da empresa, não há problemas em parcelas os presentes, entretanto, fazer uma compra e assumir muitas parcelas envolve maior incerteza no futuro, considerando a aproximação das festas de final de ano e as despesas típicas do início de 2013, como IPVA, IPTU, matrícula, material escolar, entre outras.

Para quem já está endividado ou inadimplente e perdeu o controle das dívidas, o primeiro passo é buscar a renegociação. O consumidor deve aproveitar quando receber a parcela do 13º salário para organizar sua vida financeira. Ele mesmo pode regularizar suas dívidas diretamente com os credores, sem precisar contratar serviços de terceiros.

Veja abaixo seis dicas simples que a Serasa Experian preparou para uma renegociação bem sucedida:
  1. Antes de renegociar, faça suas contas e anote no papel uma proposta que se encaixe no seu orçamento. Jamais recorra ao cheque especial ou a empréstimos que possuam taxas muito altas. Tente procurar alternativas mais baratas, como o crédito consignado, por exemplo.
  2. No momento da renegociação, tenha em mãos todas as informações que podem ajudar na conversa, como as contas em atraso e as cartas de cobrança que recebeu em casa.
  3. Avalie com calma as suas reais condições de pagamento e tenha clareza se, para regularizar suas dívidas, você precisa de prazo, de desconto, ou das duas coisas.
  4. Seja sincero com o atendente da empresa que irá avaliar o seu caso. Não se sinta constrangido, fale abertamente sobre os motivos que fizeram você deixar de pagar as contas.
  5. Ouça a proposta que o atendente irá lhe apresentar e, caso você não esteja de acordo, apresente a sua sugestão. Tente chegar o mais próximo possível das condições que você apresentou, antes de finalizar o acordo.
  6. Ao fechar a renegociação, não se esqueça de pegar o comprovante que formaliza o acordo sobre o pagamento da dívida.
Para o consumidor consultar gratuitamente se há pendências em seu nome, a Serasa Experian oferece gratuitamente o Serviço de Atendimento ao Consumidor em suas agências localizadas em todas as capitais e principais cidades do Brasil. Os serviços ficam em prédios que oferecem segurança e privacidade ao consumidor, além de instalações equipadas com sistema informatizado integrado, o que torna o atendimento mais ágil.


Via divulgação. Crédito da imagem: Adam Foster via Compfight.

4 lições do varejo para o seu ecommerce





Produtos Quentes
Como em uma loja de rua, os produtos que oferecem melhores condições ou mais procurados ocupam a frente da loja. Essa mesma regra deve ser utilizada no mundo virtual, além das promoções, é possível criar seções de produtos mais procurados, mais comprados, mais favoritados. O mais importante é que esta informação chegue ao cliente que perguntou, evitando excesso de informação.

Segmentação Comportamental
Um vendedor de loja por muitas vezes conhece seus clientes, ou consegue identificar gostos e preferências. Através das interações do seu cliente, – busca, comentário, compartilhamento, votação, crie uma base de dados que lhe permita oferecer os produtos que ele realmente quer.

Colecione Emoções
Um produto na maioria das vezes sempre provoca algum tipo de emoção nas pessoas, porém essa forma de expressão virtualmente só pode acontecer por meio de comentários, que muitas vezes são incompreensíveis no nível visual. Em vez do tradicional sistema voto (1 a 5 ou ótimo, bom, médio, ruim), oferecer termos que se adaptem as emoções como: Adorei, Incrível, Estranho, Importante, Detestável, entre outros tantos. E convertê-los para símbolos visuais que demonstrem uma emoção, criando assim mais uma referência.

Objetivo: Vender
Normalmente as vendas virtuais sempre são tratadas para maximizar o número de itens que compõem o carrinho final, utilizam-se ferramenta como “Compre um Melhor (UpSell)”, “Quem comprou isto, comprou aquilo (CrossSell)”. Porém, isso poderá funcionar como atritos que diminuem a impulso de vendas imediatas. Ou seja, aproveite o impulso e faça a venda imediata. Tudo o que o cliente quer, em geral é escolher o que quer, pagar sem percalços e receber seu pacote em casa o mais rápido possível.


segunda-feira, 1 de outubro de 2012

Extra lança e-commerce de alimentos

Primeiro hipermercado online conta com um sortimento de 15 mil itens, entre mercearia, açougue, congelados, pet shop e higiene pessoal

Isa Sousa, do  
 O Extra inaugura no Brasil o primeiro hipermercado online. O serviço conta com um sortimento de 15 mil itens, entre mercearia, açougue, congelados, laticínios, padaria, hortifruti, pet shop, limpeza e higiene pessoal. Os consumidores também terão direito a participar de promoções, como a 4ª Extra e Extra Vantagem. Inicialmente, o comércio eletrônico funcionará apenas em São Paulo.
O hipermercado investiu R$ 15 milhões para implementação do sistema e contratou 250 funcionários para atuar na separação e distribuição das compras. A operação conta com uma frota própria personalizada e desenvolvida exclusivamente para as entregas de alimentos. O objetivo do Extra é ampliar o número de contratados até o final deste ano.

Para comprar pelo e-commerce de alimentos, é necessário entrar na página já existente da marca e clicar no botão da categoria de alimentos e bebidas. Nas compras acima de R$ 100,00 com os cartões do Grupo Pão de Açúcar, o frete é grátis até dia 30 de setembro e para os demais cartões ou outras formas de pagamento disponíveis o frete é de R$ 11,90. O prazo de entrega é de até 48 horas.

A partir de setembro, algumas regiões contarão com a Entrega Express, em até 4 horas, com frete de R$ 8,90. O serviço está disponível para a região do Morumbi, Pinheiros, Brooklin, Jardins, Centro, Tatuapé, Santana, Alphaville e Tamboré. No Rio de Janeiro, o supermercado Zona Sul oferece o serviço de vendas online.
Publicado na EXAME

Nota: 
Em Sorocaba o serviço de entrega já está disponível. Taxa pelo serviço R$ 12,90
Para acessar a loja online de alimentos: http://www.deliveryextra.com.br/

Você ainda está pensando se investir em uma loja online é um bom negócio, enquanto o EXTRA vende até PALITO de DENTE na loja online?
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domingo, 30 de setembro de 2012

Mais de 80% dos varejistas brasileiros ainda não acordaram para o e-commerce


Novas tecnologias como sites de varejo, compras coletivas, automação comercial informatizada e displays interativos não são utilizadas por 82% dos empreendedores do varejo brasileiro. O dado foi revelado pela pesquisa encomendada pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC), e realizada pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) nas 27 capitais do país.

O resultado abre uma nova oportunidade de mercado para empresas que desenvolvem software e prestam serviços / consultorias na área de tecnologia da informação. Segundo o presidente da Confederação Nacional dos Lojistas (CNDL), Roque Pellizzaro, as empresas de T.I pecam por priorizar produtos e serviços para o varejo de grande porte. “Enxergo nas pequenas e médias empresas um mercado de aproximadamente 800 mil varejistas com grande potencial a ser explorado”, afirma.

Os varejistas se mostram interessados em investir. Dos entrevistados, 53% demonstraram intenção de fazer ampliações na loja, adquirindo maquinário e contratando mão de obra. Para isso, utilizarão o capital próprio. Essa opção se deve, de acordo a CNDL, à limitação do crédito oferecido pelos bancos, a alta burocracia e aos juros caros.

Ao abrir o empreendimento, 77% dos empreendedores utilizaram o capital próprio e 9% pediram empréstimos aos familiares. Apenas 7% usaram linhas de crédito bancário. Para o presidente Roque, apesar de toda publicidade em torno da redução de juros e direito ao crédito, “o empreendedor não está sendo alcançado pelo sistema financeiro nacional”.

O setor varejista, tem uma significativa presença feminina, 31%, mas são os homens que ainda lideram o mercado, com uma fatia de 69%. Em relação à escolaridade, 46% têm ensino médio e 43% possuem formação superior ou pós-graduação. Dos empresários entrevistados, 63% estão no negócio atual há mais de 10 anos e 67% já haviam trabalhado no varejo ou tiveram negócios herdados da família.

“Esses dados refletem o grau de maturidade do empreendimento do lojista. Empresas que passam do segundo ano de operação conseguem desenvolver a atividade comercial por mais tempo”, pontua o economista da CNDL e do SPC, Nelson Barrizzelli.

De acordo com a pesquisa, o perfil do empresário do setor varejista é de um homem de 42 anos, que possui ensino médio, já trabalhou no varejo, tem faturamento bruto de até R$ 60 mil por mês, emprega familiares e não usou financiamento bancário na hora de abrir o próprio negócio.


Publicado na ecommercebrasil

terça-feira, 25 de setembro de 2012

Como vender mais?


Muitas pessoas ficam com medo na hora de vender os produtos de suas companhias. Isso acontece porque não entendem o mecanismo da venda. Ao contrário do que muita gente pensa, não é preciso ter “técnicas secretas” para que se possa fazer uma boa venda. Tenha em mente, que a venda nada mais é, do que você resolver o problema do seu cliente com seus produtos. Preocupe-se sinceramente com o problema que o seu cliente tem, e mostre as soluções. Porém, há mais algumas coisas que você precisa saber para ter sucesso com suas vendas.

Siga estas 5 dicas:


1. Conheça seu produto.

Não pense em fazer anúncios dos seus produtos sem que conheça tudo a respeito deles. Eu recomendo que você os use, para que você saiba se realmente funcionam e quais os benefícios que darão aos seus clientes. Se você fizer isso, as pessoas verão que você tem autoridade quando falar sobre eles e a venda será muito mais fácil.


2. Desenvolva seu próprio modelo de vendas.

O modelo usado por outras pessoas, pode não funcionar com você. Procure perceber quais os métodos que você mais gosta de fazer e quais os que trazem melhores resultados e fique com eles. Se você for orientado a fazer alguma coisa de uma maneira e perceber que não está tendo resultado, mude sua estratégia. O importante é que seus produtos estejam sendo vendidos e o dinheiro entrando no seu bolso.


3. Confiança.

Se você tem problemas de auto-estima e sofre com complexo de inferioridade, dificilmente terá sucesso com vendas. Procure livrar-se disto o mais rápido possível. Você tem de ser confiante o tempo todo, pois as pessoas irão reparar nas suas emoções. Lembre-se de que seus clientes dependem de você quando querem tomar as decisões certas, e dificilmente confiarão em uma pessoa que não tem confiança nem em si mesma.


4. Tenha bom humor.

Este é uma das melhores qualidades de um bom vendedor. Tenha bom humor quando estiver fazendo uma apresentação ao seu cliente. Ao contrário do que muita gente ensina, nunca presuma que você irá fazer a venda. Procure ser divertido e preocupe-se genuinamente com o problema da pessoa.


5. Crie um senso de urgência.

Claro que você não irá querer que seu prospecto saia sem que você faça uma venda. Então, procure sempre criar um senso de urgência em suas apresentações. Um bom exemplo é oferecer algum desconto ou mesmo alguma coisa gratuita se a pessoa comprar naquele momento.


Seguindo estas pequenas dicas, com toda certeza terá mais sucesso em suas vendas e conquistará muito mais clientes satisfeitos a longo prazo.


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3 dicas para seu e-commerce se sobressair entre os concorrentes


Vivenciamos uma era totalmente digital e globalizada, em âmbito nacional podemos notar o poder de disseminação, a grandeza e magnitude da internet. Este meio, por abranger majoritariamente os brasileiros, bem como pela facilidade de acesso, vem seduzindo-os e tornando-os propensos a iniciarem novas experiências online, tal como o comércio eletrônico.

A exemplo disto as estatísticas apontando que, apenas em 2011, mais 9 milhões de pessoas fizeram sua primeira compra online, ressaltando que metade desses novos consumidores são da classe C.

Tendo isto em mente, é necessário se sobressair dentre tantos concorrentes, modificando seu empreendimento em prol de uma experiência cativante, única e exclusiva, tornando seu e-commerce a mais eficiente ferramenta de marketing existente, com o intuito de fidelizar estes novos potenciais clientes.

Deste modo, citamos três dicas valiosas para auxiliar você, lojista, nesta tarefa, confira.

O dinamismo e a usabilidade caracterizam o e-commerce de sucesso nos dias atuais. A otimização perante aos mecanismos de busca não visam quantidade, mas sim a qualidade do conteúdo publicado e a originalidade do mesmo, desta forma, tornar seu empreendimento relevante significa atualizá-lo todos os dias, para que, além de bem posicionado, seu e-commerce seja bem visitado, lembrando que, para os buscadores conteúdo repetido é visto como spam, atente-se;

Elimine qualquer impedimento e empecilho, tudo que possa dificultar a navegação de um visitante deve ser terminantemente excluído e, ou modificado. Não utilize-se, por exemplo, de arquivos em PDF, isto servirá apenas para dificultar a vida do usuário. Qualquer desempenho que necessite iniciar aplicativos e etapas extras não deve compor seu e-commerce;

O uso da internet é essencialmente intuitivo, ou seja, é necessário facilitar a navegação, a procura e a compra em si, ao máximo. Trabalhe um layout “clean”, simples e funcional, destacando elementos estratégicos, de modo a impactar o usuário.

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A Fotografia no Ecommerce como estratégia



Várias vezes ouvi os alunos dos nossos cursos de ecommerce dizerem que uma das diferenças do ecommerce para as vendas físicas é que no ecommerce o consumidor não compra por impulso. É verdade que no ecommerce o consumidor tem mais tempo para comparar produtos, ler opiniões de outros consumidores e tomar a sua decisão com tranquilidade, sem a pressão de um vendedor ao seu lado.


Mesmo assim, muitas pessoas compram pela Internet por impulso. Os bons resultados de campanhas de e-mail marketing e o alto volume de vendas dos sites de compras coletivas são algumas das provas disso. Enviar ofertas relevantes e atraentes para o consumidor, na hora certa, aumentam muito as vendas da loja virtual.

Além das ofertas, o lojista virtual deve explorar ao máximo as descrições e as imagens de seus produtos. Do ponto de vista das descrições, são importantes não apenas para que os visitantes tirem todas as dúvidas em relação aos produtos, entendam suas características, funcionalidades e vejam o que outras pessoas estão falando sobre aquilo. As descrições bem feitas irão ajudar também o robozinho do Google a entender melhor o que é aquele produto, quais as palavras-chave que estão relacionadas a ele e melhor posiciona-lo nos resultados de buscas.

Dessa forma, descrever bem é um investimento de tempo e dinheiro para que a loja virtual fique bem posicionada na busca orgânica e assim o lojista poderá investir sua verba de links patrocinados em outras palavras.

Com relação às fotos dos produtos, ainda há muita dificuldade das lojas virtuais brasileiras em fazer bom uso delas. A captação e tratamento é vista como cara, o que faz com que grande parte dessas imagens acabem sendo buscadas nos sites e catálogos dos fabricantes. O ruim disso é que no final das contas, todo mundo usa as mesmas imagens.

Como já dizia uma velha propaganda de refrigerantes, imagem é tudo. Boas fotos, exclusivas, aumentam muito as taxas de conversão. Aumentam até mesmo as compras por impulso. Saber tirar boas fotografias no ecommerce é um diferencial competitivo que deve ser explorado principalmente pelos micro e pequenos empresários, que teoricamente, tem um mix de produtos menos do que os médios e grandes.

Não há muito mistério em captar boas fotos no ecommerce, basta ter o equipamento adequado e conhecer algumas técnicas. Segue abaixo algumas dicas para captar boas fotos para sua loja virtual:


  • Compre uma câmera semiprofissional
  • Dependendo do tamanho dos produtos que você vende, compre uma tenda fotográfica (produtos pequenos) ou uma mesa still (produtos maiores)
  • Compre pelo menos duas boas fontes de luz com tripés (use uma de cada lado). O ideal são três, uma de cada lado e outra por cima do produto
  • Digitalize as imagens com alta definição
  • Use fundo branco (há exceções)
  • Capture o produto por diversos ângulos e detalhes
  • Faça a calibragem correta da câmera
  • Configure o ISO da câmera
  • Conecte a câmera ao computador para ganhar agilidade
  • Quanto melhor for a qualidade da iluminação e a calibragem do equipamento, menos trabalho você terá no tratamento das imagens. Algumas pessoas podem confundir qualidade com resolução. São coisas diferentes. A qualidade é a forma com que a imagem foi captada, sem sombras, com ângulos bem feitos. A resolução é o que dará a definição das bordas do produto, caso você utilize a ferramenta de zoom na imagem. Também não adianta exagerar na resolução e subir imagens pesadas. Isso vai prejudicar as pessoas que ainda usam conexões discadas de Internet, por exemplo. Quem quiser visualizar as fotos usando dispositivos móveis como smartphones e tablets, também terá dificuldade. Portanto use o bom senso ao subir as imagens pra loja virtual. Teste o carregamento usando uma conexão discada.


Ainda com relação ao tratamento das fotos para ecommerce, você pode excluir o fundo branco, deixando transparente e salvando no formato de PNG ao invés de JPG. Use também marcas d’água nas suas fotos. Há pessoas inescrupulosas, que adoram copiar conteúdos de terceiros sem citar a fonte.

Por último, salve suas fotos para ecommerce sempre com o nome e modelo do produto. Isso vai ajudar muito o SEO. Se você fotografou uma camisa listrada, por exemplo, pode salvar o arquivo com um nome parecido com Camisa-Social-Listrada-Manga-Curta.JPG. É muito importante que você nunca deixe espaços em branco no nome do arquivo.

Vá em frente e invista nas fotos de seu ecommerce. Com certeza as vendas aumentarão.

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Fonte: e-commerce news

quarta-feira, 5 de setembro de 2012

Prazo de retorno do investimento no e-commerce

 Existe uma certa confusão em torno do retorno do investimento no e-commerce, principalmente de parte de alguns novos empreendedores digitais. Criou-se um mito de que na Internet o retorno do investimento em um determinado projeto é imediato, crença que às vezes causa uma profunda decepção em quem, antes de montar sua loja virtual, não se informou adequadamente sobre o ambiente de negócios com o qual iria se deparar.

O retorno do investimento no e-commerce obedece à mesma lógica aplicada no varejo físico. Dependendo do projeto e do apelo que ele traz, pode ser bem curto, mas se o ambiente for mais competitivo, temos que trabalhar com um horizonte temporal maior. É por isso que em nosso curso sobre criação de lojas virtuais sempre indicamos que os novos empreendedores online optem por trabalhar em nichos de mercado.

As variáveis para o retorno do investimento no e-commerce
Podemos passar horas falando sobre o prazo de retorno do investimento no e-commerce, mas o fato é que isso depende de uma série de variáveis que irão afetar o desenrolar do processo.

Margem de lucro é determinante para o retorno do investimento no e-commerce
A margem de lucro é fundamental para determinação do prazo de retorno do investimento no e-commerce como em qualquer investimento no mundo físico. Em função das distorções econômicas de nosso país, alguns segmentos ficam quase impraticáveis para o comércio eletrônico em função das baixas margens praticadas, notadamente aqueles que enfrentam a concorrência com produtos chineses.

Segmento de atuação
Quanto mais nicho for o mercado em que você pretende atuar menor será o prazo de retorno do investimento em seu comércio eletrônico. A explicação é bem simples, a concorrência é menor e geralmente as margens de lucro são maiores, justamente pela falta de concorrência.

O e-commerce no Brasil ainda está em um estágio inicial e por isso existem áreas que não foram sequer arranhadas. Existem muitas minas de ouro espalhadas por ai, acredite.

Capacitação de pessoal reduz o prazo de retorno do investimento
Estamos vivendo um momento em que ocorre uma transição do capital financeiro para o capital humano nas empresas. Pessoal capacitado é essencial para o sucesso de qualquer negócio, e no e-commerce isso é mais sensível ainda. Uma equipe capacitada, principalmente na área do marketing digital, é essencial para fazer com que o retorno do investimento ocorra no menor prazo possível.

Comércio eletrônico também é percepção de novas oportunidades de negócios e uma equipe treinada para identificar essas oportunidades, certamente será um diferencial para o seu e-commerce.

Velocidade e capacidade de transformação
Para que o retorno do investimento no e-commerce seja o maximizado e no menor tempo possível, é importante também que a empresa tenha capacidade de identificar tendências e mudanças tanto em termos tecnológicos quanto em relação aos hábitos dos consumidores. O caminho para isso é a análise detalhada dor relatórios fornecidos pelo Google Analytics ou qualquer outro software de monitoramento de tráfego que você estiver usando em sua loja virtual.

É importante que você, na hora de escolher a sua plataforma de e-commerce, se certifique que ela possui a opção de uso do Google Analytics para e-commerce.

Quando você for avaliar o prazo de retorno do investimento no e-commerce, tenha uma visão do negócio como um todo e não somente pelo aspecto numérico, pois a quantificação de algumas variáveis é bem subjetiva.


Fonte: Ecommercenews

Como escolher o melhor meio de pagamento para sua loja virtual


Quando falamos em ter um site vendendo online não raras às vezes o item “meios de pagamento” é o último a ser pensado. Esse assunto é tão ou mais importante para a loja virtual do que várias outras áreas operacionais na gestão do eCommerce. A escolha dos meios de pagamento não se trata somente das opções de pagamentos que você oferecerá em sua loja virtual. Isso por si só já aumentaria suas vendas, mas ela é principalmente uma decisão de gestão/management no entendimento do processo de vendas e conhecimento do cliente. Se analisarmos com cuidado é o “pequeno item” capaz de determinar se todo o investimento feito para levar o consumidor final para o momento de clicar “comprar” virará receita ou só um custo.

Gateway de Pagamento: Primeiramente, a escolha do sistema de pagamento é fator estratégico para o sucesso do seu negócio. Escolher uma plataforma completa que dá flexibilidade suficiente para maximizar o seu negócio especificamente é a porta de entrada para uma boa gestão de todo o processo de pagamento. Outras perguntas que você deve fazer é se esse gateway processa pagamentos com as mais novas tecnologias e melhores práticas, se ele é PCI compliant (segurança de dados), se tem uma plataforma de conciliação de recebíveis que suporte suas necessidades, se tem suporte em português e mais tantas variáveis que só serão descobertas quando você precisar de ajuda durante um problema.

Capacidade de transação e SLA: Independente do tamanho da sua loja virtual, ter sempre a plataforma de pagamentos disponível é de suma importância. Então, nesse momento é preciso identificar quantas transações o gateway é capaz de realizar por segundo e também qual o nível de acordo de serviço (SLA) dele. No final das contas, se a sua solução de pagamentos estiver fora do ar, você não está vendendo.

Custos: Nesse momento, é preciso colocar alguns números na ponta do lápis. A primeira pergunta a fazer é se você sabe qual é o custo atual de processar uma transação de pagamento. Ele não envolve apenas a conexão com seu adquirente e a taxa de administração do mesmo, ele envolve a manutenção dos seus sistemas, servidores, firewalls etc. Além do custo fixo da sua infraestrutura, existem vários custos operacionais na viagem de uma transação do momento de compra até dinheiro na conta e tudo conciliado na sua contabilidade. Todos esses custos podem ser muito reduzidos e otimizados com o uso de empresas especializadas em processar pagamentos. Elas normalmente só cobram pelo serviço prestado, ou seja, pelas transações processadas; e algumas delas não cobram sequer o setup.

Gestão de riscos e outros serviços: Valor agregado. Essa é a palavra de ordem. Quanto mais valor agregado o seu parceiro de soluções de pagamentos lhe proporciona, mais você consegue extrair e otimizar de seus processos. Não deixe de perguntar se a plataforma conta com algum sistema de antifraude; ou se existem alarmes de cartões em blacklist; sistemas que conseguem capturar um charge back antes mesmo que sua fatura seja paga. Esses são itens que tornarão sua empresa capaz de brigar de igual para igual com qualquer competidor.

Pense sempre em pagamentos num nível estratégico – é a chave para maximizar as suas vendas e minimizar os seus custos operacionais.

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Fonte: ecommercenews

segunda-feira, 27 de agosto de 2012

Persuasão e Usabilidade para comércio eletrônico

Para iniciar esse post, a primeira coisa a ser feita é explicar o que é Persuasão. De acordo com a Wikipédia:“Persuasão é uma estratégia de comunicação que consiste em utilizar recursos lógicos – racionais ou simbólicos para induzir alguém a aceitar uma ideia, uma atitude, ou realizar uma ação.” Persuadir é conquistar, convencer, levar o cliente a fazer o que você quer que ele faça, comprar.

Já percebeu que muitas vezes persuasão é confundida com usabilidade? Já ouviu alguém falar: a usabilidade da loja não está boa, não dá vontade de clicar no botão comprar. Opa, vontade não é usabilidade, é persuasão.

Mas vamos entender um pouco mais da relação desses dois itens tão importantes para o e-commerce: Persuasão e Usabilidade. Basicamente é o que eu quero vender com a facilidade de como vender. OK, mas como juntar esses dois ingredientes no meu e-commerce?

O que a grande maioria dos lojistas virtuais tem feito é copiar as ações dos grandes varejistas. Isso pode estar errado! Antes de sair copiando ações de sucesso, veja se elas se enquadram como o seu público alvo. E aí está a maior dificuldade dos lojistas, definir quem é o público alvo.

Você só conseguirá montar uma loja virtual pervasiva, ou seja, aquela em que o cliente entra, escolhe e compra sem praticamente nem pensar nas ações que está fazendo, se conhecê-lo.

Vários estudos apontam que o maior argumento de compra de um cliente é a experiência. As pessoas não compram apenas porque precisam, mas compram para sentirem uma experiência inovadora e é nisso que você deve investir.

Evite implantar ações na sua loja só por que “você” acha que é legal, se alguém tem que achar alguma coisa legal, esse alguém é o seu cliente. Faça pesquisas de opinião, mas evite fazer pesquisas com pessoas que não tenham o perfil do seu cliente, elas podem te direcionar a tomar uma ação que pode não trazer sucesso.

Persuadir o cliente não significa apenas inserir um monte de banners promocionais na sua loja, está além disso. A tendência a cada dia tem sido trabalhar com Behavioral Marketing, ou seja, ter conteúdo de acordo com o perfil dele, explorar ao máximo ferramentas como:
  • Produtos relacionados: Se você está vendendo um calçado, por exemplo, evite relacionar outros calçados com esse produto, isso pode gerar dúvida na escolha. Ao invés disso, relacione produtos que ele pode usar junto o produto escolhido, seguindo este exemplo, pode ser: meias, produtos de limpeza, acessórios, roupa, enfim, produtos que possam aumentar o valor da compra e não gerar dúvidas.
  • Compre junto: Seguindo a ideia de aumentar o valor da compra, sugira combinações de compra daquele produto e ofereça uma vantagem para que ele adquira o kit inteiro. As vantagens podem ser um desconto, um brinde, Frete grátis, entre outras.
  • Programa de afiliados: Atinja seus clientes em outros canais que eles também frequentam. Pense fora da loja também.
  • Ferramentas de ajuda: para tornar a decisão mais rápida. Ainda no exemplo de calçados, disponibilize uma tabela de medidas.

Agora, de nada vale se para cada ação planejada e implantada, não houver um indicador de performance. É preciso saber se o que foi feito trouxe resultados positivos e pra ter uma percepção ainda melhor, faça pesquisas de satisfação com seus usuários, veja se eles realmente aprovaram suas ações.


Fonte: ecommercenews

Linha de assunto no e-mail marketing: como persuadir o consumidor?

O uso de ferramentas como e-mail marketing é muito comum entre os profissionais de e-commerce. O baixo custo, a rapidez na execução e facilidade com que os resultados podem ser mensurados são grandes atrativos. Para aproveitar todos os recursos que a ferramenta oferece de forma eficiente, o profissional deve estar atento a alguns detalhes para evitar falhas que possam comprometer o resultado de suas campanhas. Um dos grandes entraves nesse sentido é a escolha do assunto (subject) do e-mail a ser enviado.

Um bom assunto requer desenvolvimento de pesquisa e estratégia; ele quem vai fazer o internauta abrir ou não a mensagem. Além disso, é crucial para o sucesso de qualquer ação por e-mail, entender as necessidades e o comportamento da sua base de contatos e oferecer ao público alvo o que ele quer receber em sua caixa de e-mails, no momento mais oportuno. O que faz do e-mail marketing um diferencial é, que, basta um clique para você se aproximar do seu público.

Segundo o gerente de comunicação e afiliados da E-Goi – empresa portuguesa e plataformas de marketing multicanal – Hugo Pascoal, é importante perceber que o primeiro contato entre destinatário e e-mail marketing é justamente o assunto nele contido. “É nesse momento que o receptor da mensagem decide se irá ou não abrir o email. Por isso o remetente deve ser objetivo e ao mesmo tempo criativo, para que seu email não seja apenas mais um entre as centenas que chegam todos os dias às caixas de correio eletrônico”, ressalta Pascoal.

Existem inúmeras técnicas avançadas utilizadas no e-mail marketing, contudo, o efeito que uma linha de assunto pode causar não deve ser subestimado, diz relatório apresentado em agosto pela Adestra – empresa especializada em e-mail marketing. A pesquisa analisou diversas campanhas de e-mail mkt, cada uma com mais de cinco mil e-mails disparados por grandes empresas varejistas, totalizando 932 milhões de e-mails em um período de seis meses.

O velho ditado “o conteúdo é rei” ainda é válido, de acordo com o relatório, mas quando se trata de linhas de assunto, se torna mais complexo, pois é necessário transpor todo o conteúdo do e-mail em menos caracteres que um tweet. Segundo o estudo – maior já realizado sobre o tema – as linhas de assunto possuem um efeito massivo (tanto positivo, quanto negativo) nas taxas de resposta das campanhas.

Em outro estudo, realizado pela Return Path, foi descoberto que a taxa de abertura de e-mails com linhas de assunto que possuíam menos de 49 caracteres foi 12,5% maior do que as que continham 50 caracteres ou mais. Já a taxa de cliques em assuntos mais curtos foi 75% maior (índice referente ao percentual de pessoas que clicaram no e-mail). No entanto, a Alquimia Worx apontou que, apesar das linhas de assunto com menos de 60 caracteres serem as mais abertas, as taxas de cliques também tiveram bom desempenho em e-mails com mais de 70 caracteres no assunto.

A pesquisa realizada pela Adestra mostra a diferença relativa entre a taxa de abertura de campanhas com até 10 caracteres na linha de assunto e a taxa média geral. A primeira apresenta aumento superior a 15% se comparado com a taxa média de todas as demais linhas de assunto. Quando se trata de e-commerce, os dados da pesquisa são paradoxais. De acordo com o relatório, tanto a escolha por linhas de assunto curtas quanto longas possuem um bom desempenho. O que deve ser considerado, nesse caso, são os objetivos do envio do e-mail, para em seguida, construir a linha de assunto.

A pesquisa aponta que o comércio eletrônico é como um catch-22 – expressão usada para designar uma situação que apresenta alternativas indesejáveis. No e-commerce, quando as taxas de abertura de e-mails sobem, as taxas de cliques descem, quando as taxas de abertura descem, as de cliques sobem. De acordo com o relatório, linhas de assuntos com média de 70 e 90 caracteres, mesmo que tenham expressividade em relação a cliques, contém apenas o espaço para incluir uma oferta pouco descritiva.

“Um subject demasiado pequeno pode não ser suficiente para descrever o conteúdo, mas demasiado grande pode fazer com que se perca o interesse de o ler, mas este e praticamente todos os fatores devem ser sempre testados através dos split-testings com algumas variantes do assunto e perceber o que funciona melhor para cada um”, explica o executivo da E-Goi.

Outro fato curioso relacionado ao e-commerce é que em alguns campos da pesquisa os espaços estão em branco. O exemplo disso está na análise do tamanho do assunto por caracteres, na qual as mensagens com menos de dez letras não tiveram estatísticas significativas por conta do baixo uso. Assuntos com 120, 130, 140 e 150 caracteres também não foram inclusos por falta de resultados. Um dado positivo é que, ao comparar o percentual de e-mails abertos e a média enviada, os que continham até 110 caracteres obtiveram 122.4% a mais de efetividade.

É evidente que, no comércio online, nem todas as ofertas devem ser criadas igualmente. As palavras “cupons” e “comprovante” foram arruinadas por sites de compras coletivas e por isso, seu retorno é ineficiente. No entanto, fornecer informações específicas sobre a oferta parece conduzir ambas a aberturas e cliques. Por exemplo, “% Off” e “venda” revelaram-se expressões eficazes, bem como “grátis”, todas com desempenho de 60% superior na comparação de e-mails abertos e a média enviada. Ao promover uma oferta, o anunciante deve ser claro sobre o que está oferecendo.

Para Pascoal, segmentar a linha de assunto é, de fato, um dos aspectos que mais pode influenciar a taxa de aberturas de e-mails e, conseqüentemente, o volume de vendas de um site de compras. “De uma forma geral, é importante ser relevante para atender às expectativas do cliente. O conteúdo deve corresponder ao que foi anunciado no assunto”, afirma. “No email marketing para compras coletivas, podemos verificar os piores exemplos, onde a oferta não é direcionada para segmentos específicos da base de dados, sendo muitas vezes segmentada por região, interesses, entre outros”.

O gerente comenta que uma das técnicas que podem ajudar a aumentar os resultados no e-commerce, é estimular o cliente a interagir com promoções relâmpago: “50% de desconto nas primeiras 5 TV adquiridas hoje” ou “só faltam 20 pontos para receber seu bônus”. Pascoal diz que o varejista deve, além das promoções, fazer o cross-selling e oferecer demais produtos e/ou acessórios após o cliente ter comprado o produto. “Confira nossos acessórios para seu Iphone 4″, explica. “Personalizar o e-mail com o nome do destinatário no assunto, embora, hoje seja algo banalizado, sempre ajuda a destacar seu email dos demais. Enfim, criatividade é a palavra de ordem”, finaliza Pascoal.

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Fonte: ecommercenews

terça-feira, 21 de agosto de 2012

E-Commerce nos EUA fatura US$ 51 bilhões no 2° trimestre

O comércio eletrônico nos EUA movimentou 51,1 bilhões de dólares durante o segundo trimestre de 2012, acréscimo de 15% sobre o mesmo período do ano anterior, segundo um relatório divulgado pelo Departamento de Comércio dos Estados Unidos.

Desconsiderando ajustes sazonais, o e-commerce representou 4,7% do volume total transacionado pelo varejo estadunidense, à frente dos 4,3% registrados há um ano. No entanto, o resultado foi mais tímido, quando comparado ao trimestre anterior. O documento mostra o mercado on-line norte-americano cresceu 1,8% no trimestre a trimestre.

Já em uma base sazonalmente ajustada, este percentual sobre para 5,1%. Esta é a primeira vez que o comércio eletrônico representa mais de 5% do varejo geral.

Outra pesquisa, divulgada recentemente pela comScore, aponta um faturamento de 43 bilhões de dólares para o e-commerce norte-americano durante o 2° trimestre, alta de 15% frente ao mesmo período do ano anterior. Este é o décimo trimestre consecutivo de crescimento e o sétimo em que aumenta na casa de dois dígitos.


Fonte: ecommercenews

Falhas Comuns de Design numa Loja Virtual

Cada dia que passa a competição está mais acirrada no mercado online, logo é crucial ter uma loja virtual poderosa e funcional. Uma maneira de facilitar isso é evitar erros comuns em seu conteúdo, funcionalidade e layout.

Mensagens Confusas
Usuários de internet estão constantemente à procura de informações. Se em vez de encontrar uma mensagem clara sobre o que a loja trata, eles irão partir imediatamente para outro lugar a procura da informação. Portanto, é importante delinear claramente as suas mensagens de uma forma ordenada e eficaz, a fim de manter seus visitantes envolvidos.

Conteúdos Relevantes
Conteúdo de uma loja virtual é muito importante para seu sucesso. Se oferecido conteúdo novo e relevante, automaticamente irá atrair e reter os visitantes, o que resultará em maior sucesso. O conteúdo deve ser capaz de responder às perguntas do seu tráfego alvejado. No entanto, é importante garantir não haja sobrecarga de conteúdo na loja, porque informação irrelevante pode ser contra produtivo.

Navegação Complexa
Layout de um comércio eletrônico deve ser simples e claro para os usuários. Isso se aplica especialmente para a página inicial que é na maioria das vezes a primeira página que os visitantes vão interagir. Deve dar-lhes uma orientação clara de onde encontrar as informações que eles precisam.

Compatibilidade de Navegador
Há muitos navegadores hoje disponíveis, tais como Internet Explorer, Safari, Firefox, Opera e Chrome. Uma vez que nem todos os seus visitantes estarão usando o mesmo navegador, é importante que a loja virtual seja compatível entre os principais navegadores para evitar perca de audiência. Devemos procurar utilizar as diretrizes do W3C, essa normatização garantirá que o código HTML seja processado em múltiplas plataformas.

Cor da Fonte
A cor influência o valor estético. Uma boa mistura de cores vai atrair visitante e criar um interesse neles para saber mais sobre o site. Os tipos de cores que devem ser usadas irão promover a usabilidade ou não. Evite muitas cores brilhantes, que facilmente cansam os olhos dos seus visitantes. Os designers devem ter uma boa noção do uso da cor para promover a usabilidade do seu site e valor.

Propagandas Descabidas
É melhor restringir os anúncios para uma determinada seção e não tê-los misturado com o conteúdo, uma vez que irá criar um efeito difusor para os visitantes. A maioria dos usuários não gosta de pop-ups e interrupções de anúncios durante a navegação.

Pesquisa não está Disponível
Sempre fornecer uma função de busca na loja virtual, isso permitirá que os usuários acessem facilmente a informação que estão procurando. E mais importante ainda, é que a função de busca realmente ofereça resultados relevantes e tenha um mínimo de inteligência para auxiliar os usuários nas suas buscas falhas.
 
 
Fonte: ecommercenews

segunda-feira, 20 de agosto de 2012

Amazon.com inicia vendas no Brasil em 1º de setembro

Jeff Bezos, presidente da Amazon, vai começar operação com produtos que podem ser transportados pelos Correios


A Amazon cravou uma data para começar sua operação de comércio eletrônico no Brasil: 1º de setembro, de acordo com documento ao qual o Brasil Econômico teve acesso.

Enquanto procura um centro de distribuição no estado de São Paulo, a varejista americana faz planos para sua primeira fase de vendas no país. Por enquanto, nada de móveis ou televisores de LCD, disponíveis em sua Amazon.com.

Por aqui, apenas objetos de pequeno porte estarão ao alcance dos internautas como aparelhos Kindle, CDs, DVDs, livros, vídeo-games e softwares.

De setembro a dezembro deste ano, a previsão é vender aos brasileiros 1,1 milhão destes produtos. Em 2013, a estimativa é de chegar a 4,8 milhões de itens.

"Mas nada impede que a Amazon passe a comercializar mercadorias de maior porte a partir do ano que vem. Tudo vai depender do resultado alcançado nestes três primeiros meses", diz um executivo ligado à companhia.

Segundo ele, faz todo o sentido a Amazon começar com um centro de distribuição em São Paulo. A B2W, dona da Amercianas.com, Submarino e Shoptime, vende para o Brasil inteiro, mas o estado paulista é o coração de seu comércio virtual. "São Paulo representa metade das vendas da B2W", diz Renato Prado, analista de varejo da Fator Corretora.

A chegada da Amazon, apelidada por analistas estrangeiros de Walmart do comércio eletrônico, deve impor mudanças ao mercado brasileiro, responsável por R$ 18,7 bilhões em vendas no ano passado. A situação da líder B2W, por exemplo, pode se complicar ainda mais. Mesmo com pesados investimentos em logística, a varejista brasileira acumula problemas.

Recentemente, o Procon-SP determinou que a companhia deixasse de operar no estado de São Paulo por três dias devido ao aumento do número de reclamações dos consumidores. Fato semelhante aconteceu em 2011, no Rio de Janeiro, quando a companhia passou a ser investigada pelo Ministério Público do estado, também por problemas com clientes.

O resultado destes tropeços foi um prejuízo de R$ 89,2 milhões em 2011, quando o mercado cresceu nada menos que 26%.

Mesmo com crescimento imponente, o total vendido na internet pelas empresas que atuam no Brasil não faz nem cócegas à Amazon, com experiência de 17 anos e receita de US$ 48,8 bilhões no ano passado.

No entanto, este currículo não significa sucesso garantido no Brasil, que reserva uma série de desafios. Um deles diz respeito a forma de pagamento dos clientes. Nos Estados Unidos, os consumidores pagam suas compras à vista no cartão de crédito e quem precisa de financiamento para comprar um produto recorre diretamente à operadora de cartão.

No Brasil, a varejista terá de financiar diretamente seus clientes com pagamento parcelado.

"Para isso vai ter de negociar muito bem com as operadoras de cartão de crédito", diz João Pissutto, consultor de varejo da IBM. No caso de parcelamento com cobrança de juros, a companhia também precisará aprender gerenciar diferentes preços para um mesmo item. "Algo que ela não está acostumada a fazer", afirma o especialista.

E não é só isso. Ainda existem as dificuldades de logística e a complexa tributação brasileira. "Achar um bom parceiro logístico será fundamental para a operação da Amazon", afirma Pissutto.

Antes disso, porém, a companhia terá a chance de sentir o mercado, dependendo somente dos Correios, já que os produtos comercializados na primeira fase de operação serão de pequeno porte.

Publicado no Brasil Econômico


ATUALIZAÇÃO:

Estreia da Amazon no Brasil fica para 2013

Confira no link: http://www.brasileconomico.ig.com.br/noticias/estreia-da-amazon-no-brasil-fica-para-2013_121427.html

quarta-feira, 15 de agosto de 2012

Pesquisa indica que apenas 30% dos e-commerces estão ativos no Brasil


O crescimento do comércio eletrônico brasileiro é feito com tecnologia e pessoas. Por trás desse crescimento há uma força de trabalho cada vez mais preocupada em melhorar suas habilidades para se diferenciar nesse mercado. Além disso, um grande contingente de vagas e oportunidades são abertas diariamente no varejo digital.

O problema se agrava pois as escolas tradicionais de graduação e formação profissional não conseguem formar profissionais para atender essa demanda, seja por lentidão na mudança de suas grades curriculares, seja por falta de professores especializados com experiência de mercado e didática.

Tendo isso em vista, a Ecommerce School fez uma pesquisa especial sobre o mercado de trabalho no ecommerce brasileiro. A pesquisa foi separada em duas fases: uma qualitativa e uma quantitativa.

De acordo com dados levantados na pesquisa, existem atualmente 23 mil lojas virtuais no Brasil. Dessas, apenas 30% estão ativas, ou seja, investem em divulgação e realizam pelo menos dez vendas por mês.

Estima-se que esse número alcance 45.000 até o final de 2014, mantendo-se a proporção de 30% ativas.

As outras 70% estão no ar, mas foram “abandonadas”, ou seja, não investem e consequentemente não vendem. O principal motivo pelo qual tantas lojas, são criadas mas poucas dão certo, é que a barreira de entrada no mercado é muito baixa. Com menos de R$ 50,00 por mês é possível abrir uma loja virtual. Por outro lado, falta de conhecimento e planejamento são empecilhos para continuarem no mercado.

*Não basta ter uma loja na internet!
Para vender é preciso investir em divulgação e em pessoal qualificado para manter a loja atualizada e visível.
Com um investimento pequeno, porém, contínuo é possível se destacar no bilionário mercado de vendas online.


Publicado na ecommerceBrasil
*Observações adicionadas por Márcio Eiras

segunda-feira, 13 de agosto de 2012

Loja Virtual - Como atender e entender seu Cliente

Um dos maiores problemas enfrentados pelos consumidores, atualmente, é o atendimento ao cliente que as empresas disponibilizam, seja em seu site, pessoalmente, redes sociais ou telefone.

Quem é que nunca teve uma péssima experiência com o SAC de alguma empresa, ou então não tem um conhecido que já tenha lhe contado alguma história horripilante sobre sua experiência junto ao SAC? Não é à toa, um dos maiores fenômenos da Internet, as Redes Sociais, têm se transformado cada vez mais em postos de reclamações online.

Basta ver qualquer fan page ou timeline no Facebook ou Twitter de uma empresa, e contar a quantidade de reclamações de consumidores falando mal, reclamando e dando seu parecer sobre suas experiências. Mas afinal, por que esses consumidores têm utilizado tanto estas ferramentas para reclamar, quando têm disponível outros canais? A principal mudança na relação deu-se pelo fato do consumidor perceber a sua força ao reclamar em canais públicos. Reclamar para um atendente tem certa força e efeito. Reclamar em um canal público, com milhares de fãs, com certeza tem um peso muito maior. O consumidor sabe que hoje está mais no poder, como nunca antes esteve.

Alguns empresários tentam se enganar e retirar os perfis das suas empresas nas redes sociais, tentando assim, acabar com esse movimento de reclamações. Tudo em vão. Se a empresa não tiver um perfil oficial, os consumidores indignados criam esse perfil e iniciam suas reclamações. Recentemente, ouvi de uma gerente de atendimento de um grande fabricante de eletrodomésticos, que ela era obrigada a ir contra política de troca de produtos da sua própria empresa quando uma reclamação era colocada de forma pública na internet. Tudo isso para não ter sua “imagem queimada”. Mesmo que vá contra o que a empresa acredita.

Mas afinal, como resolver esse pesadelo para as empresas? Como minimizar os danos causados por estes consumidores furiosos contra a empresa? De que forma a empresa pode evitar isso? A forma mais fácil de responder esta questão é dividindo a resposta em duas. A primeira resposta é para as empresas que realmente têm problemas graves, seja de qualidade em seus produtos, ou nos seus serviços/procedimentos.

Para as empresas que se encaixam neste perfil, felizmente existe uma solução! Nem sempre é fácil, mas a solução seria melhorar a qualidade dos seus produtos e/ou serviços. Esta é a única solução viável para empresas que ainda não perceberam que a qualidade de seus produtos e/ou serviços é primordial para se ter uma base de consumidores satisfeitos. Nos dias de hoje, com a concorrência acirrada e acesso a informação, empresas que não prezam pela qualidade de seus produtos podem se considerar com os dias contados.

Porém, engana-se quem pensa que apenas empresas com problemas graves possuem reclamações. Muitas empresas bem estruturadas e organizadas e com ótimos produtos também têm problemas e precisam saber como resolver. Neste caso, diferentemente, a solução passa a entender o consumidor.

Para estas empresas, segundo dados coletados em 2011 pela NeoAssist, cerca de 85% das reclamações que de alguma maneira foram parar no Facebook, Twitter ou Reclame Aqui, tiveram este destino por não ter tido uma resposta satisfatória quando procuraram o SAC.

Quando falo em entender o consumidor, quero dizer que, quando o consumidor entra em contato com a empresa, é importantíssimo saber exatamente o que ele procura. Fornecer informações que atendam a expectativa dele e não da empresa. Vamos aos principais pontos:

1) Uma dúvida mal resolvida pode virar uma reclamação: Imagine uma situação bem comum: Um cliente compra um produto em sua loja virtual e, ao fechar o pedido, é informado que o prazo de entrega daquela mercadoria é de sete dias úteis após a aprovação do pagamento. O consumidor, desatento, imagina que o prazo é de sete dias úteis após o fechamento da compra. Ao entrar em contato com o SAC para saber o status de seu pedido, passado o prazo dos sete dias, a atendente informa que ainda faltam dois dias para a entrega, sem explicar o motivo que o levou a acreditar que o prazo era outro. Automaticamente, este cliente está insatisfeito e começa a postar sua reclamação de forma pública para todos.

Caso a empresa tenha um procedimento de atendimento padrão, com funcionários bem treinados, ferramentas que padronizam respostas e regras claras, o consumidor entende que pode ter obtido a informação de forma errada e aceita o que o atendente diz. Já vivenciei diversos casos, seja como consumidor ou prestando consultoria para empresas onde, por incrível que pareça, simples informações não conseguem ser passadas de forma clara e o consumidor se frustra.

2) Integrar o SAC a todos departamentos da empresa é fundamental: Um exemplo de situação muito comum para quem trabalha com e-commerce: Um consumidor faz o pedido no site, com prazo de entrega prometido para 5 dias. O prazo estoura e o consumidor não recebeu a mercadoria. Ao entrar em contato com o SAC para pegar uma posição do pedido, o atendente não possui nenhuma informação sobre o atraso e não consegue posicionar o consumidor. Este é um tipo de reclamação muito comum também para sites de e-commerce.

Atualmente, algumas plataformas para atendimento ao cliente possuem módulos de Workflow que conseguem integrar o SAC com outros departamentos da empresa. Com esta integração, os atendentes podem se comunicar com outros departamentos, de forma organizada, com prazos para receber retorno de suas chamadas e assim, passar sempre uma informação atualizada para o consumidor.

Este tipo de ferramenta é importante, principalmente nos dias de hoje onde todos defendem uma empresa “voltada ao consumidor”. Não adianta voltar somente o SAC e os outros departamentos continuarem a agir sem este comprometimento estabelecido.

3) Mais importante do que fidelizar é atender o consumidor: Parece simples. Na verdade, a grande maioria dos leitores deve estar pensando: “Mas eu já atendo meus consumidores”. Na visão da empresa sim, na visão dos consumidores, não.

A maioria dos supervisores de atendimento tem como meta fidelizar e encantar seus consumidores. Um recente estudo da Harvard Business Review com supervisores de call center nos Estados Unidos, indica que 80% deles tem como métrica principal de sua operação a satisfação do consumidor como balizador da experiência no SAC. O entendimento geral é que, quanto mais satisfeito o consumidor, mais fiel. Por outro lado, o mesmo estudo entrevistou diversos consumidores e o resultado é impressionante. Apenas 20% deles se dizem fieis as empresas e 28% dos não satisfeitos, ainda assim fariam negócio com a empresa. Existe uma diferença enorme entra a expectativa do consumidor e dos supervisores.

Apesar do serviço de atendimento conseguir incrementar pouco na fidelização do consumidor, ele pode (e geralmente faz) minar a relação entre os dois. Consumidores estão quatro vezes mais propensos a terminar um atendimento totalmente “desfiel” do que fiel.

Para resolver este item, que considero o mais importante de todos, a empresa deve resolver os problemas do consumidor de forma rápida e fácil. Isto significa remover obstáculos no atendimento. Consumidores detestam, por exemplo, ser transferidos “n” vezes ou ter que ligar no 0800 quando querem ser atendidos via web. Vale lembrar que, especialmente no e-commerce, a vasta maioria dos consumidores quer ser atendido via web e de forma rápida, de preferência em ter sua dúvida esclarecida em segundos, sem filas de espera ou prazos gigantes – este é outro dado importantíssimo extraído da pesquisa.

Resolvendo estes três pontos, com certeza o número de reclamações públicas de sua empresa diminuirá. O consumidor, ao entender que suas dúvidas e reclamações estão sendo atendidas e entendidas, passa a procurar a empresa para resolver seus problemas, afinal, o objetivo primário é ter seu problema resolvido e não denegrir a imagem da companhia.

Fonte: Ecommerce News

sábado, 4 de agosto de 2012

E-Commerce deve faturar R$ 810 milhões no Dia dos Pais


As vendas realizadas através da internet no Brasil devem atingir R$ 810 milhões durante o Dia dos Pais, acréscimo de 20% sobre o valor registrado no mesmo período de 2011, segundo uma pesquisa divulgada nesta quarta-feira (01/08) pela e-bit.

O estudo ainda prevê uma maior procura por produtos com alto valor agregado. As categorias de Informática, Eletrônicos (de grande e pequeno porte, como televisores, MP3 players, barbeadores, etc.), Perfumes e Acessórios Automotivos devem conduzir as vendas no período. Isso deve manter o tíquete médio em torno de R$ 340,00.

Para a diretora da e-bit, Cris Rother, enquanto a intenção de compra do comércio físico tende a diminuir, o e-commerce ganhou de vez a preferência dos consumidores.

“De acordo com a pesquisa trimestral de intenção de compra no varejo, realizada pelo PROVAR, em parceria com a e-bit, 53,8% dos consumidores pretendem comprar no mundo offline no período de Julho a Setembro desse ano. Ao mesmo tempo, 86,7% pretendem comprar online no mesmo espaço de tempo. Ou seja, o e-commerce ganhou espaço onde o varejo físico perdeu. Esse comportamento engloba justamente a época de Dia dos Pais”, explica a Rother. A executiva ainda faz uma recomendação: “É preciso que a compra seja programada, para que o crescimento no volume de pedidos para a data não seja um empecilho na hora da entrega dos produtos”.



Publicado na e-commercebrasil

sexta-feira, 3 de agosto de 2012

Blogs são poderosos para influenciar compradores

 
Cerca de dois terços dos consumidores que acessam blogs afirmam que suas decisões de compra são influenciadas por posts que mencionam uma marca ou promoção, segundo pesquisa realizada pela Burst Media. No entanto, quando levado em conta os compradores da faixa etária de 18-34 anos, a influência dos blogs é ainda maior, com aproximadamente 8 em cada 10 entrevistados de ambos os gêneros afirmando ter consumido por influência dessa mídia. Ainda assim, mulheres com idade entre 35-54 anos são 24% mais propensas que suas contrapartes masculinas a sofrer influência de blogs (65,8% contra 52,9%).

No geral, 57% dos entrevistados relatam ler frequentemente blogs. As mães (61,3%) são as leitoras mais ativas, seguido por homens (56,1%) e outras mulheres que não têm filhos (55%). Cerca de 3 em cada 4 mães dizem que suas decisões de compra são influenciadas por conteúdos de blogs.

De acordo com uma pesquisa divulgada pela BlogHer (Clique aqui para ler), em março de 2012, 61% das mulheres que acessam frequentemente blogs fizeram compras com base em recomendações encontradas nestes locais.

Redes sociais também influenciam
46,6% dos entrevistados afirmam que publicações feitas por amigos em redes sociais exercem muita ou pouca influência sobre suas preferências de marca e / ou decisões de compra. Esta opinião é mais evidente entre os consumidores da faixa de 35-44 anos (60%), seguido por aqueles com 18-34 anos (50,1%), 45-54 anos (29,9%) e 55 anos (29,9%).

Anúncios de display potencializam interações em redes sociais
Dados da pesquisa também apontam que 1 em cada 4 consumidores – incluindo um terço de mulheres mães – são pouco ou muito inclinados a seguir uma marca, produto ou serviço em redes sociais após tê-los vistos em sites de conteúdo através de anúncios de display. Os jovens de 18-34 anos são os que mais interagem após serem impactados (32,3%), seguido por aqueles com 35-54 anos (23,4) e acima de 55 anos (13,8%).

Outros dados importantes:
As mulheres são mais ativas em redes sociais do que os homens: 49% dos entrevistados do gênero feminino afirmam acessar plataformas sociais diversas vezes por dia, enquanto a proporção de homens que faz o mesmo é de 34%.

A maioria (37,1%) dos consumidores afirma passar a maior parte do seu tempo em sites de conteúdo, em comparação com 16% que preferem as redes sociais. Entre as mães, a diferença é menor (29,2% contra 21,7%).

Mais de 3 em cada 5 inquiridos gostam de seguir seus sites favoritos de conteúdo em redes sociais, sendo as mulheres mais propensas do que os homens a fazer isso (66,4% contra 56,9%). As mães são bastante engajadas, com cerca de 7 em cada 10 afirmando seguir frequentemente (27,4%) ou ocasionalmente (43,2%) sites de conteúdo em redes sociais.


Publicado na e-commercebrasil

terça-feira, 31 de julho de 2012

E-mail marketing influencia dois em cada três brasileiros a comprar


Pesquisa recente divulgada pela Exact Target, empresa especializada em soluções de marketing digital, mostra que dois terços dos brasileiros compraram produtos após receberem e-mail marketing. A pesquisa ouviu 1.400 consumidores.

Embora apenas 42% da população possuem acesso à internet, 91% dos internautas estão cadastrados para receber e-mail marketing. Já 68% dizem ter feito uma compra após receber mensagens via e-mail, e 53% ficaram mais interessados em comprar produtos depois de efetuar cadastro e receber e-mail de determinada empresa.

Receber descontos e promoções (60%), avisos de lançamento de mercadorias (54%) e manter-se atualizados sobre produtos e serviços já existentes (53%) são os principais motivos que levam os consumidores a cadastrarem seu endereço em mailing de empresas.


Publicado na e-commercebrasil

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