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quinta-feira, 2 de agosto de 2012

Crédito ao consumidor deverá crescer com mais força só em 2013, aponta Serasa Experian

Crédito às empresas avançará em ritmo moderado com reativação da economia.

O Indicador Serasa Experian de perspectiva do crédito ao consumidor recuou 0,1% em junho de 2012, a menor queda mensal dos últimos sete meses, atingindo o patamar de 98,6. Como, por sua metodologia de construção, o indicador possui a propriedade de antever os movimentos cíclicos da concessão de crédito com seis meses de antecedência, a virtual estabilização deste indicador em patamar inferior ao nível 100 revela que as concessões de crédito ao consumidor continuarão evoluindo em ritmo mais lento durante o segundo semestre deste ano. Neste sentido, ficará para 2013 a perspectiva de voltarmos a presenciar um crescimento mais vigoroso do crédito ao consumidor.

De acordo com os economistas da Serasa Experian, a maior seletividade e rigor na análise e aprovação de crédito por parte das instituições financeiras e a necessidade do consumidor em equacionar as suas finanças, face à elevação dos seus níveis de inadimplemento ocorrida partir do início do ano passado, impedirão uma recuperação mais acentuada das concessões de crédito neste segundo semestre de 2012, a despeito dos estímulos fiscais e monetários que têm sido colocados pelo governo.

Empresas

O Indicador para empresas também recuou 0,1% em junho de 2012, atingindo o patamar de 100,0.

A proximidade deste indicador em relação ao nível 100 é um sinal de que o crédito às empresas deverá continuar evoluindo gradualmente ao longo dos próximos meses concomitante à expectativa de reativação do crescimento da economia.

Segundo os economistas da Serasa Experian, tal cenário tenderá a se concretizar desde que não haja agravamento da situação financeira internacional durante a segunda metade deste ano.

Com informações do site Administradores.

sexta-feira, 20 de julho de 2012

Veja cinco maneiras de conseguir crédito para a sua empresa

A maior parte das empresas - não importa o porte ou o segmento - necessita, ou vai precisar, no futuro, de crédito. Esta é uma prática comum do mercado, já que para expandir a atuação e implantar inovações, é preciso investir capital. Com a ajuda de Samy Dana, professor da Escola de Economia de São Paulo da Fundação Getulio Vargas (FGV-EESP), listamos cinco maneiras de conseguir crédito para sua empresa.

Cartão BNDES

O produto do Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) serve para financiar a compra de equipamentos com juros fixos que chegam, atualmente, a 0,97% ao mês. A vantagem é a agilidade. Uma vez obtido o cartão, o empreendedor tem acesso a crédito pré-aprovado, ou seja, não precisa passar pela aprovação de sua instituição financeira quando quiser liberar o dinheiro. O teto é de R$ 1 milhão. O crédito, no entanto, pode ser gasto apenas com fornecedores cadastrados junto ao BNDES. Atualmente, esses são mais de 41 mil, entre fabricantes e distribuidores, trabalhando com cerca de 196 mil produtos.

Empréstimo bancário

Essa é a forma mais criticada de crédito pelos especialistas. Isso porque a lógica dos bancos eleva os juros quanto maior é o risco. "Por isso o financiamento de uma casa - que é um ativo e, caso não haja pagamento, vai a leilão - tem os juros mais baixos do que o empréstimo para pequenas empresas, que teoricamente oferecem um risco maior", explica Samy.

Caixa futuro como garantia

A operação, conhecida como factoring, acontece quando uma empresa pequena, mas que tem clientes de grande porte, comprova que tem notas para receber e consegue o empréstimo bancário com juros menores, parecidos com os praticados para grandes organizações. "O pequeno empresário usa o seu caixa futuro como garantia", explica Samy.

Cooperativas

Ao contrário dos bancos, que dependem em grande parte de empréstimos tomados diretamente do Banco Central, a maioria das cooperativas se financia com o dinheiro dos próprios correntistas cooperados. Isso torna o preço do crédito desconectado, ao menos de forma direta, das variações das taxas de juros. Por reverter a maior parte dos lucros em custos administrativos - como contratação de funcionários e encargos fiscais - ou no próprio barateamento do crédito, as cooperativas fornecem taxas mais baixas do que a média do mercado. Em geral, as instituições oferecem produtos similares àqueles de um banco comum, como conta corrente, poupança e financiamento.

Empréstimo familiar

A modalidade mais informal de crédito tem justamente no seu caráter pouco profissional o maior problema. "Se a empresa quebra e o empresário vai à falência, ele vai precisar lidar também com a tensão familiar que o calote traz" diz Samy. Além disso, pode acontecer de o parente pedir a antecipação do pagamento porque precisa do dinheiro, o que gera, novamente, um desconforto familiar. Levado isso em consideração, é importante que o pagamento do crédito seja feito com juros. Samy recomenda que se pague o percentual da taxa Selic, que é a quantia que o familiar ganharia caso tivesse investido o dinheiro em títulos públicos.

Com informações do Terra.

terça-feira, 13 de dezembro de 2011

Mudança no sistema de Crédito irá beneficiar bons pagadores

O Banco Central terá mais acesso às informações sobre operações de créditos e as instituições financeiras terão mais conhecimento sobre seus clientes com as mudanças no Sistema de Informação de Crédito (SCR).

A partir de Abril do ano que vem o SCR poderá identificar os clientes com operações acima de R$ 1 mil. A vantagem é que o bom pagador poderá ter acesso às taxas mais baixas de juros, já que haverá mais informações sobre os clientes. As pequenas e micro empresas deverão enviar essas informações até julho do ano que vem.

Essa mudança no sistema ajudará o Banco Central a ter mais controle sobre as informações de crédito, renda de pessoas físicas e faturamento de empresas e também fiscalizar e evitar que aconteçam irregularidades nas vendas de cartas de crédito e a utilização de imóveis como garantia para mais de um empréstimo.

Com informações da Agência Brasil.

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