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segunda-feira, 30 de julho de 2012

Como a pesquisa pode fazer a diferença na hora de abrir um negócio

Especialistas afirmam que um planejamento bem elaborado pode ser o diferencial entre o sucesso e o fracasso de um empreendimento.


Você já parou para pensar como surge uma empresa? Primeiramente, alguém pensa em uma ideia ou tem um "estalo" em sua cabeça que pode vir influenciado por "N" fatores. Essa ideia se transforma em uma pergunta que a maioria dos empreendedores costuma fazer para si: "e se eu abrisse um negócio sobre isso?".
Pronto, a pedra fundamental do empreendedorismo é lançada e um mundo de possibilidades é aberto. Claro que - dessa fase de ter a ideia até o negócio efetivamente dar certo - a trajetória que o empreendedor precisa fazer é gigantesca e, pode ter certeza, não é nada fácil.
Nesse início de percurso, uma etapa que pode fazer a diferença para obter sucesso no empreendimento é a pesquisa de mercado. De acordo com o administrador Rodolfo Ohl, country manager Brasil da SurveyMonkey, empresa especializada em questionários on-line, a pesquisa pode diminuir as margens de erro e oferecer mais garantias sobre se o negócio está ou não no caminho certo.
"A importância de realizar pesquisas é para facilitar e embasar as decisões da empresa com dados e não só em conceitos vagos e achismo. A partir do momento que você tem informações e dados sobre o seu cliente, ou seu potencial cliente ou até mesmo internamente da empresa, você toma melhores decisões", afirma Rodolfo.
E por incrível que pareça, a realização de uma pesquisa mercadológica antes do inicio de qualquer negócio é muito pouco discutida entre os empreendedores. De acordo com estatísticas do Sebrae, a maior parte dos empreendimentos quebram no primeiro ano de funcionamento por falta de conhecimento do negócio e não por falta de crédito, como muitos acreditam.
"Tenha em mente que a informação é a bússola do seu empreendimento. Uma ideia na cabeça combinada ao seu espírito empreendedor é um ponto de partida poderoso, só que o negócio pode naufragar se não for bem conduzido ao longo da rota", destaca Regina Paes, sócia-diretora da Visão Pesquisa & Gestão da Informação.

Mas como começar?

Os tradicionais e já conhecidos formulários fazem parte da primeira etapa desta pesquisa. E um meio bastante promissor é aproveitar as plataformas que oferecem esse serviço na internet pela rapidez e preço.
De acordo com Rodolfo Ohl, "o primeiro passo é definir o mercado que será pesquisado no início - público-alvo, concorrente, fornecedor - e os objetivos da pesquisa a ser realizada. Na sequência é preciso identificar o tipo de informação que será precisa para compor sua pesquisa. E na sequência é preciso elaborar as perguntas básicas de acordo com os tipos de informações relevantes". (Veja o box abaixo).
Mas não é só para lançar um produto ou abrir um negócio que é possível utilizar as pesquisas. Os usuários podem gerar diversas opções de questionários, como pesquisa de satisfação de clientes ou funcionários, desempenho de produtos e serviços, planejamento de eventos, avaliação de treinamento, trabalhos científicos e acadêmicos, dentre várias outras possibilidades.

Um negócio feito na pesquisa

Quem seguiu o script da pesquisa para fomentar todas as suas etapas de criação foi a startup Easy Taxi, primeira plataforma da América Latina desenvolvida para chamada de um táxi pelo próprio passageiro por meio do celular ou internet.
A Easy Taxi utilizou a ferramenta de pesquisas para aplicar a metodologia Lean Startup, que orienta o modelo de negócios a buscar respostas através da validação de hipóteses. O principal motivo dessa busca é o movimento chamado Pivô, em que você vai "pivotando" seu modelo de negócios até encontrar o mais rentável e escalável possível.
Nesse processo, chegou-se a plataforma que facilita o acesso do passageiro ao taxista com apenas alguns cliques e na média de dez minutos. "Esse é um mercado promissor e com muita oportunidade de crescimento, já que no Rio de Janeiro existem mais de 36 mil taxistas, dos quais 75% são autônomos, sem vínculo com nenhuma cooperativa", comenta Tallis Gomes, CEO da Easy Taxi.
A perspectiva do executivo é que o projeto ganhe ainda mais proporções em dois anos. "Isso será um diferencial nos eventos esportivos que acontecerão no Rio de Janeiro nos próximos anos, como a Copa do Mundo de 2014, quando teremos um grande número de turistas no País", acrescenta.

Etapas


Cinco etapas para fazer uma pesquisa satisfatória
1ª – Decisão Identificar qual a decisão você pretender tomar.
2ª – Dados e informaçõesQuais dados e informações seriam importantes para tomar essa decisão bem fomentada.
3ª - QuestionárioElaborar as perguntas pertinentes para a pesquisa. Existem modelos já prontos disponíveis por empresas de questionários.
4ª - Coleta das respostasEscolher os meios que distribuirá os formulários. E-mail, pessoalmente, através de um link no site, rede social etc.
5º - Análise A partir dos relatórios, analisar os resultados e fazer os cruzamento das informações.


sexta-feira, 1 de junho de 2012

Brasileiros são os que mais usam web para falar sobre produtos, diz estudo



Pesquisa da GFK mostra que 30% dos usuários de internet no país utilizam as redes sociais para fazer reclamações ou recomendações sobre as empresas (Imagem: Thinkstock)

Os brasileiros utilizam mais a internet para trocar informações sobre marcas que o restante da América Latina. A conclusão é de uma pesquisa feita pela GFK que concluiu que 30% dos usuários de internet no país utilizam as redes sociais para fazer reclamações ou recomendações sobre empresas e produtos, ficando à frente do México (23%) e Argentina (21%). No mundo esse índice é de 13%. De acordo com o levantamento, 63% dos usuários de internet no Brasil consideram a rede como um meio de ajudá-los a fazer coisas e não apenas como diversão. A mesma resposta é compartilhada por 54% dos argentinos e mexicanos e por 41% dos internautas no mundo. Os latino-americanos são os mais conectados. No Brasil, 54% das pessoas ouvidas afirmaram utilizar o telefone celular para enviar e receber fotografias e vídeos, contra 54% na Argentina e 46% no México. A média mundial é de 36%.


Com informações do site Administradores.

terça-feira, 29 de maio de 2012

Comércio eletrônico cresceu 43% no Brasil, segundo pesquisa

De acordo com especialista, empresas precisam estar preparadas para aproveitar o bom momento do setor

A América Economia Intelligence realizou uma pesquisa, a pedido da Visa, que constatou um aumento de 43% no comércio eletrônico no Brasil, com uma movimentação de US$ 25 bilhões, entre os anos de 2010 e 2011. O desempenho fez com que o Brasil se tornasse o primeiro país da América Latina em que o e-commerce atingiu 1% de seu Produto Interno Bruto (PIB).

O comércio eletrônico ajuda na expansão dos negócios para o âmbito internacional, por isso é importante que as companhias possuam estratégias voltadas para a venda à distância, segundo Carlos Cruz, diretor do Instituto Brasileiro de Vendas. "As companhias que investem em infraestrutura, com uma equipe comercial e de atendimento ao cliente qualificada e serviço de entrega eficiente, conseguem garantir melhores resultados ao fim do mês", define.

O levantamento também apontou que Brasil e América Latina mostraram um crescimento significativo nessa área nos últimos dois anos. Segundo a avaliação, entre os fatores determinantes no comportamento de aquisição da população estão: maior segurança e confiança no momento da compra, plataformas de negociação de canais como o social commerce (comércio por meio das redes sociais), reformas governamentais, aumento do nível de bancarização e o maior uso de meios de pagamentos eletrônicos, como cartões de crédito, por exemplo.

"A maioria das pessoas que realiza compras pela internet busca conforto, ou seja, procura alternativas para otimizar o tempo e evitar transtornos, como, por exemplo, fugir das filas, trânsito e shoppings lotados. Conhecendo o perfil dos consumidores, é possível adotar métodos diferenciados de atendimento e criar abordagens específicas para cada caso", explica Carlos Cruz.

O estudo ainda mostrou que, após o Brasil, com 59,1%, os países com maior participação de compras via web da América Latina são: México (14,2%), Caribe (6,4%), Argentina (6,2%), Chile (3,5%), Venezuela (3,3%), América Central (2,4%), Colômbia (2%) e Peru (1,4%).

Para o ano de 2012, é esperado que nosso país tenha um aumento de 26% no comércio eletrônico, para 2013 a estimativa é maior ainda, de 28,5%. Além disso, com a popularização da internet móvel, espera-se que até 2015 os números relativos à atividade de compra sejam mais altos, pois a penetração de smartphones deverá chegar a 50%.

"O vendedor precisa estar atento às movimentações do mercado. Ele não pode parar no tempo, por isso a importância de sempre procurar por cursos de atualização e se adequar aos novos cenários. Os clientes que sabem exatamente o que precisam para satisfazer as suas necessidades conseguem comprar facilmente pela internet e o papel dos vendedores profissionais é oferecer soluções diferenciadas por meio dos produtos e serviços que permitam conquistar clientes novos, fidelizá-los e, até mesmo, reativar os inativos com mais facilidade", aponta Carlos Cruz.

Com informações do site Administradores.

terça-feira, 29 de novembro de 2011

Ceará pode receber mais de 975 mil turistas


O Ceará tem se tornado cada vez mais o destino de turistas nacionais e estrangeiros. Um levantamento indica que mais de 975 mil pessoas visitem o estado durante esse período de férias.

O levantamento foi feito pela Secretária de Turismo (Setur) e incluiu tanto brasileiros quanto estrangeiros na pesquisa, um aumento de 8,5% em comparação aos visitantes que vieram ao Estado na temporada passada.

"O nosso desafio, que venceremos com certeza, é romper a barreira dos 900 mil turistas", declarou o titular da Secretaria, Bismarck Maia. Para ele, "o Ceará não tem mais baixa estação e uma alta nos indicadores registrados no fim do ano passado e começo deste já é algo surpreendente diante do "excelente resultado conquistado". Os dados da Setur indicam que 858.643 mil pessoas de outros estados vieram ao Ceará durante os três meses que compõem a alta temporada turística.

A expectativa nacional é que 917 mil pessoas visitem o Ceará. Pessoas vindas de São Paulo, Brasília, Rio de Janeiro e Pernambuco são as mais esperadas. Já entre os estrangeiros, a perspectiva é de 58 mil pessoas. Os países que nos trarão mais turistas são Itália, Portugal, Espanha e França, segundo a Setur.

quinta-feira, 17 de novembro de 2011

Surge um novo perfil de consumidores

A chegada de novas tecnologias está criando um novo tipo de consumidor. Segundo a pesquisa "Retail Trend 2012", esses novos “clientes” estão pesquisando muito mais e são bem mais exigentes antes de consumir algum produto ou serviço.

Graças às novas tecnologias esse novo tipo de consumidor tem acesso a informações que podem dar uma gama de possibilidades sobre aquilo que ele deseja consumir. Pesquisas de preços, de produtos, serviços, facilidades de pagamento, etc.

Em entrevista ao portal InfoMoney, o diretor-geral da Voltage, Paulo Al-Assal declara: "Na Europa, por exemplo, vemos uma geração de consumidores que busca conveniência de maneira ampla. As marcas, por sua vez, tendem a reduzir a gama de produtos oferecidos, focando nos essenciais - uma tentativa concreta de ser ágil e eficiente. Esse consumidor quer comprar um número reduzido de produtos que resolvam as necessidades diárias. Há o anseio por uma vida mais simples, descomplicada".

Esses consumidores, principalmente da Europa e EUA, tem certo receio quanto à procedência dos alimentos. “Eles querem saber de onde vêm e, sobretudo, a história da empresa. Alguns varejistas, inclusive, têm investido em exposições interativas e educacionais destinadas a aproximar o cliente do processo de produção", comenta.

A sustentabilidade também gera preocupação nesse novo cliente. "Os novos consumidores prestigiam marcas com uma postura ética, que usem valores do passado aos avanços digitais do futuro. De modo geral, autenticidade é a palavra que mais define essa demanda do consumidor", afirma.

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