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quarta-feira, 22 de agosto de 2012

4 cuidados antes de investir em uma franquia famosa




Ser dono de uma franquia do McDonald’s, Habib’s ou de outras marcas famosas é o sonho de algumas pessoas. A principal vantagem de se investir em franquias como essas é que o risco para o empreendedor é menor se comparado com uma marca pouco conhecida. Mas, nem por isso você deve deixar de fazer seu dever de casa. “Independente de quão famosa a marca seja, não significa que ela não tenha problemas”, afirma Liana Bittencourt, sócia e diretora do Grupo Bittencourt.

E, como qualquer outro tipo de negócio, o empreendedor precisa estar atento a todos os detalhes que envolvem a empresa. Afinal, não é porque você é consumidor assíduo de determinado produto ou serviço que o trabalho de ser dono de uma franquia será mais fácil. Além do investimento inicial, prazo de retorno, valores das taxas e outras informações básicas, é preciso conhecer bem sobre como funciona a gestão dessa marca. De acordo com André Friedheim, diretor da Francap, é importante que o empresário saiba se terá dificuldade em contratar uma equipe ou como funciona o abastecimento da loja, por exemplo. Confira abaixo quatro dicas de especialistas para interessados em investir em uma franquia famosa.

1. Pergunte sobre o potencial de crescimento
Alinhe a sua expectativa com o que acontece na prática. No caso de marcas famosas, nem sempre é possível investir em quatro ou cinco franquias. Filomena Garcia, sócia-diretora da Franchise Store, explica que é importante que o empreendedor pergunte sobre o plano de expansão e quanto ainda há de espaço para crescer. O empresário também deve questionar sobre qual é o seu território de atuação e quais são os critérios para a abertura de novas unidades para aqueles que já operam.

2. Descubra quanto capital você realmente precisa
Os dados sobre investimento divulgados pela franquia normalmente são uma média do que os franqueados costumam gastar. Por isso, é importante que você calcule o quanto de capital de giro realmente é necessário para o negócio. “Procure saber como é o prazo de pagamento e recebimento. Hoje, 90% dos pagamentos são feitos com cartão de crédito e, por isso, são necessários 60 dias para receber“, explica Liana. Ela recomenda que o empreendedor faça uma pesquisa de campo com os franqueados e procure principalmente aqueles que tenham o perfil semelhante a ele ou que trabalhe em uma região com características parecidas com o local que deseja abrir um franquia. “Pergunte sobre qual foi o orçamento dos últimos investidores”, diz Friedheim.

3. Pesquise sobre o apoio do franqueador
É essencial entender os bastidores do negócio que você tem interesse em investir. Qual é o suporte do franqueador para o investidor iniciante? Como é o treinamento inicial? Filomena alerta que, ao entrar na rede, é preciso seguir o mesmo caminho que outros franqueados. No caso de uma franquia famosa, a vantagem é que, normalmente, esses programas são mais estruturados. “Veja se já existem comitês de franqueados para cuidar de assuntos diversos e qual é a efetiva participação de um franqueado”, conta Friedheim.

4. Questione sobre o plano de marketing
Redes grandes normalmente têm campanhas de marketing institucionais, por isso, é importante que o empreendedor entenda que, às vezes, o marketing local terá que sair de seu próprio bolso. “Franquias famosas anunciam bastante”, afirma Friedheim. O especialista recomenda que o empreendedor tenha claro que parte desses gastos com marketing é paga pelo franqueado.

Com informações do site Exame.

quinta-feira, 12 de abril de 2012

Trabalhar com comida rende lucro de até 20%


Bom nível de emprego e aumento da renda no Brasil estimulam o desenvolvimento do setor de alimentação

A taxa de desemprego ficou em 5,7% em fevereiro, segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), uma das menores da história. O rendimento médio real do trabalhador ficou em R$ 1,699,70, o que representou avanço de 1,2% sobre janeiro.

Esses fatores estimulam o setor de serviços no Brasil e uma das áreas mais beneficiadas é a de alimentação, pois os brasileiros com mais dinheiro no bolso podem comprar mais refeições fora de casa. O Sebrae (Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas) estima que já existam 1,5 milhões de bares/restaurantes no país, que geram 4,5 milhões de empregos.

E toda essa força também favorece os pequenos e médios negócios, como marmitarias e buffets. Segundo Karyna Dantas, consultora especialista para alimentação fora do lar do Sebrae-SP, bem administrada uma empresa como essa pode ter lucratividade variando entre 10% a 20%. “Mas é preciso ter uma gestão bem assertiva e um gestor participativo”, ressalta.

Passos

Ela orienta que um dos passos iniciais para quem quer entrar no ramo de marmitarias ou buffets, antes de pensar em custos, é a elaboração do cardápio. O interessante é que o futuro empreendedor analise o que vai ofertar para o seu cliente para depois prever todos os custos de investimentos, abertura e implementação do negócio. Para isso ser feito com segurança, um plano de negócio deve ser elaborado.

Tudo isso para ter um planejamento anual, mais longo, ou seja, diminui a chance de tomar decisões apressadas ou erradas. “Isso ajuda principalmente depois do negócio formalizado e constituído, onde deverá ser previsto os períodos de risco, como a sazonalidade de produtos, dos serviços e das demandas”, diz.

Formalização

Para quem abre um negócio, a informalidade é sempre uma dúvida: pode-se pagar menos impostos, mas o empresário não tem acesso a financiamentos, fica fora das regras legais do país e por isso pode se acomodar e não pensar em crescer.

Uma alternativa para os pequenos se legalizarem é o Empreendedor Individual, programa do Ministério do Desenvolvimento que formaliza os negócios com o pagamento de um valor fixo mensal de R$ 36,10. É uma boa dica para quem pensa em marmitaria. Isso dá direito a benefícios como auxílio maternidade, auxílio doença, aposentadoria, entre outros.

Veja mais em www.portaldoempreendedor.gov.br.

Com informações do Diário de São Paulo

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

Banco do Brasil prevê expansão de 16% em carteira de crédito

Um novo recorde foi comemorado pelo Banco do Brasil. A concessão de crédito para antecipação do 13º atingiu R$ 1,15 bilhão antecipados com a promessa de pagar a dívida quando o salário extra chegar à conta, em novembro e dezembro.

O vice-presidente de varejo e novos negócios do BB, Paulo Rogério Caffarelli divulgou que a antecipação do 13º salário foi 9,25% maior que em 2010 e a estimativa é que termine 2011 em R$ 1,25 bilhão, valor recorde. As previsões para 2012 apontam que esse valor pode alcançar R$ 1,45 bilhão, com crescimento de 16% da carteira no próximo ano.

“Esse é um mês com diversas despesas extraordinárias, como impostos, matrícula e material escolar e as compras de fim de ano pagas com o cartão", afirma Caffarelli em entrevista à Isto É Dinheiro, justificando o porquê desse aumento.

"Em agosto, muitos clientes antecipam para melhorar o perfil da dívida ao trocar um empréstimo mais caro por outro mais barato. Em novembro, há demanda entre os clientes que já querem começar a fazer as compras de fim de ano", diz o executivo.

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