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sexta-feira, 10 de agosto de 2012

Como acabar com os clientes insatisfeitos da sua empresa


O cliente sempre tem razão. O clichê que rege quase todos os vendedores parece ser deixado de lado quando as empresas estabelecem regras e obrigam os clientes a segui-las. Isso gera consumidores insatisfeitos que, além de não voltarem, ainda espalham a queixa por aí. Em “É o Cliente que Importa”, Michael A. Aun defende que as empresas precisam ter clientes felizes e, para isso, é preciso cumprir suas promessas.

Lançado recentemente no Brasil, o livro conta como as empresas devem agir para garantir que seus clientes sejam sempre felizes, gerando mais lucros para o negócio, e defende que um cliente infeliz contamina a imagem que pelo menos outras 10 pessoas têm da sua marca. O primeiro passo para impedir esse movimento é assumir que o cliente não é culpado por fracassos na venda. Mudar processos para ter um atendimento mais rápido, por exemplo, pode aumentar o nível de satisfação de quem compra na sua pequena empresa.

Outro ponto importante é cumprir as promessas usadas para divulgar sua empresa. Se você promete devolver o dinheiro se o cliente não gostar do produto,cumpra isso, quantas vezes for preciso. Assim, o consumidor ganha confiança no seu negócio e pode também ajudá-lo a melhorar que não agradou. Segundo a publicação, 95% dos clientes infelizes podem voltar caso seus problemas sejam resolvidos com agilidade.
Por fim, invista em seus vendedores. Ter um time de vendas mal pago, por exemplo, é correr o risco de ter atendentes pouco motivados e até mal educados. Invista na qualidade dos profissionais que prestam serviço ao consumidor já que eles serão a vitrine da sua marca.

Aun é vendedor, atua no ramo de seguros há mais de 30 anos e já escreveu vários livros sobre o tema. O título “É o Cliente que Importa” foi lançado em português pela editora Sextante e custa cerca de 20 reais nas principais livrarias.

Com informações do site Exame.

quinta-feira, 9 de agosto de 2012

Quanto custa ter um profissional feliz na empresa?

Se fizermos uma rápida busca na internet, encontraremos algumas pesquisas que mostram que pessoas felizes, satisfeitas e equilibradas trabalham mais e melhor.

Consequentemente, tendo pessoas felizes no quadro de funcionários, a empresa ganha mais, rende mais, lucra mais. Mas o que deixa uma pessoa feliz no ambiente de trabalho?

Lendo entrevistas de diretores e gestores de recursos humanos de grandes companhias, percebo um discurso um tanto genérico sobre o assunto. Segundo esses executivos, para ser feliz, o ambiente de trabalho deve ser desafiador, ter um bom clima organizacional e oferecer oportunidades claras de crescimento. Posso citar ainda mais uma dúzia de situações que deixam um profissional satisfeito. E, se todas elas vierem no mesmo pacote, teremos então a empresa mais feliz do País.

Todo esse discurso é real, é factível para deixar o ambiente de trabalho mais saudável, com pessoas felizes e equilibradas. Porém, falta um componente importantíssimo, que poucos gestores abordam: a saúde financeira do profissional. E quando falo em saúde financeira, não estou aqui dizendo se o funcionário tem um salário alto ou baixo, se tem benefícios ou não.

Ter saúde financeira é mais do que isso. É saber o quanto se ganha e saber como administrar esse dinheiro. É chegar ao final do mês com as contas pagas e sem dívidas, principalmente cheque especial e cartão de crédito no rotativo. É passar todo o mês sabendo quanto se tem no bolso e quanto se pode gastar de forma organizada – e ressalto que isso não quer dizer comprar em várias parcelas porque \'cabe no bolso\'.

Se, além de um ambiente empresarial compatível com o discurso dos gestores de recursos humanos, o profissional tem uma vida financeira equilibrada, ele será uma pessoa equilibrada também e produzirá mais. Caso contrário, além de estar sempre preocupado, desatento e desmotivado, ainda culpará o empregador por achar que tem um salário baixo, quando na verdade ele não tem equilíbrio financeiro. Saber como organizar as finanças, ter educação financeira, independe de valor de salário. Já vi casos de desequilíbrio tão grande que o profissional fez acordo com a empresa para ser demitido para, assim, poder usar recursos da rescisão contratual para saldar dívidas.

Muitas empresas acham que investir em educação financeira é caro e, por isso, optam por não oferecê-la aos funcionários. Por outro lado, orgulham-se em dizer que investem em ações de qualidade de vida para esses profissionais.

O fato é que investir em educação financeira também significa proporcionar qualidade de vida. Ensinar o valor do dinheiro e o que se pode ter com ele também faz com as pessoas sejam mais felizes. E, se estão felizes, elas produzem mais e as empresas ganham mais. É como um ciclo virtuoso.

Assim, pergunto: se educação financeira e qualidade de vida estão interligados, por que as empresas não investem nesse caminho? Ou será que as companhias não acreditam que o equilíbrio profissional também passa pelo bolso?

Com informações do site Administradores.

quarta-feira, 8 de agosto de 2012

Redução de Custos – Controlar os Custos no Restaurante


Entendimento de que a questão dos custos e rentabilidade é uma das maiores preocupações para o presente restaurateur. Abaixo 10 dicas para controlar os custos dos negócios, tentando oferecer uma ferramenta para medir até que ponto é cada estabelecimento.

Um aspecto fundamental a considerar é entender que a falta de controle de custos é a causa da baixa rentabilidade da maioria dos bares, restaurantes e cafés. É por isso que convidamos você a visitar a lista a seguir e verifique qual dessas ações são feitas e o que deve ser implementada agora.

Dicas para o controle de custos:

1 – Identificar e conhecer todos os custos, fixos e variáveis, do estabelecimento.

2 – Manter constantemente atualizado receitas padrão para todos os itens do menu.

3 – Conheça todos os negócios da informação, com especial atenção para a declaração de renda e ponto de equilíbrio.

4 – Controle de ordens mediante solicitação, aquisição, recebimento e armazenamento.

5 – Durante o processo, controlando a adaptação às receitas, porcionamento e resíduos.

6 – Saber exatamente o encolhimento de diferentes materiais no processo, aplicando o fator de correção.

7 – Estabelecer um consumo eficiente de controle interno de gravação, incluindo o pessoal de alimentos e consumo próprio ou autorizado pelos proprietários.

8 – Sejam ordens de estrito controle usando comandas, pré-numeradas e atribuídas a cada servidor a ter um conhecimento profundo de vendas.

9 – Estabelecer controles adequados para evitar o roubo.

10 – Fazer um preço correto.

Não há receitas secretas ou soluções mágicas, mas a experiência mostra que o controle efetivo desse controle básico é feito nos custos das empresas que podem melhorar significativamente a sua rentabilidade.

Com informações do site Gestão de Restaurantes.

terça-feira, 7 de agosto de 2012

4 ações para sua empresa bater a concorrência

Investir na qualidade do produto ou serviço e focar no relacionamento com os clientes são recomendações de especialistas.

Lidar com um concorrente que anuncia promoções com preços baixíssimos não é uma tarefa fácil para um pequeno ou médio empresário. Apesar de ser fácil, oferecer desconto e baixar seu preço não é a melhor solução a longo prazo. Neste caso, fazer diferente é uma alternativa para quem não quer reduzir sua margem de lucro e, ainda assim, se destacar no mercado.

A raiva do concorrente grande e que oferece preço baixo pode levar o empresário a associar a concorrência com o termo inimigo, o que não é recomendável. Mário Rodrigues, diretor do Instituto Brasileiro de Vendas, conta que, às vezes, os esforços de empreendedores para anular o concorrente acabam resultando na perda do foco com os consumidores e com o negócio. “As pessoas acabam lembrando o cliente do concorrente de tanto que falam sobre outras marcas”, afirma.

1. Saiba tudo sobre sua empresa

É importante analisar as ações dos players no mercado, sem deixar de lado o seu negócio. É recomendável que o empresário faça uma revisão estratégica de seus objetivos periodicamente, de preferência a cada seis meses. “Ao tornar isso um hábito, ele saberá se está no caminho certo”, afirma Luis Henrique Stockler, sócio-diretor da consultoria ba}Stockler.

Para evitar que as vendas de sua pequena empresa sejam afetadas por promoções dos concorrentes, o ideal é se prevenir. Dependendo do tipo de negócio, em datas comemorativas, por exemplo, é possível se programar e investir.

2. Invista em qualidade

Liste os diferenciais do seu produto ou serviço em relação aos outros concorrentes: ressalte a matéria-prima utilizada, destaque a durabilidade do que você está oferecendo ou enfatize o design do seu produto.

Stockler recomenda que o empreendedor reserve um tempo para pensar em que pontos o que seu negócio se sobressai em relação ao concorrente. “A agenda do empreendedor fica muito focada no operacional e não sobra tempo para ter insights estratégicos”, afirma.

3. Evite comparações

Ressaltar o quanto você é melhor que as outras empresas pode ser um tiro no pé para quem está vendendo. “Evite ao máximo falar dos seus concorrentes na frente dos clientes”, afirma Rodrigues.

O cliente quer soluções para os seus problemas. Por isso, para evitar que ele vá literalmente bater na porta de outra empresa, invista no treinamento de sua equipe. Dessa maneira, o bom atendimento se transformará em uma qualidade do seu negócio.

4. Conheça as razões dos clientes

O cliente escolheu a sua empresa por algum motivo. Para especialistas, descobrir quais são as razões pelas quais o consumidor opta pelo seu produto ou serviço é importante. Se o caixa da empresa não permite o pagamento de uma pesquisa de mercado personalizada, busque alternativas baratas. Para Stockler, focar nas mídias sociais ou participar de grupos de discussão são atitudes de baixo custo para quem quer saber qual é o posicionamento do consumidor em relação à sua empresa.

Tente comprar ou criar uma metodologia para monitorar o concorrente. Vale, inclusive, acompanhar as promoções e alterações de preço que as outras empresas estão oferecendo.

Com informações do site Exame.

sexta-feira, 3 de agosto de 2012

Lei do Estágio ajuda empreendedor a descobrir novos talentos


Segundo dados de uma pesquisa nacional realizada em 2006 pela TNS Interscience, 64% dos estagiários brasileiros são efetivados ao final do estágio. Para Eduardo de Oliveira, superintendente de operações do Centro de Integração Empresa-Escola (CIEE), de São Paulo, esses dados só comprovam os benefícios da admissão de estagiários. "As vantagens são inúmeras, porque o mercado exige mão de obra capacitada. Nada mais lógico do que dar oportunidade ao estudante. Com isso, a empresa pode formar esse profissional e encontrar seus futuros talentos", afirma. "Dessa forma, ele tem, em pouco tempo, um funcionário pronto para assumir cargos efetivos."

Entre os benefícios desse regime estão a possibilidade da empresa estabelecer contratos com uma carga horária que atenda à sua demanda, uma vez que a jornada de um estagiário pode ser de quatro a seis horas diárias - o que não acontece em uma contratação CLT. A isenção de encargos trabalhistas e a economia devido aos valores mais baixos da bolsa-auxílio em relação aos salários também são pontos positivos para a empresa.

Contratação e benefícios Qualquer empresa ou profissional liberal de nível superior pode contratar estagiários. Segundo a Lei de Estágio, de 2008, é permitido que cada profissional efetivo supervisione até dez estagiários. "Não há a necessidade do registro em carteira. O contrato é um termo de compromisso de estágio feito entre a empresa, a escola e o aluno", explica Eduardo.

No contrato devem constar as atividades que serão desempenhadas pelo estagiário, que devem ter relação com o curso do estudante, e a carga horária, que deve ser de no máximo 30 horas semanais, para que o programa não interfira nos estudos. Os benefícios obrigatórios por lei são auxílio transporte, seguro de vida, e bolsa auxílio. "Deve-se ter por base o valor de mercado, mas o ideal é que essa bolsa cubra pelo menos a mensalidade escolar, ou uma parte dela", orienta Eduardo.

Ao completar um ano na empresa, o estudante tem direito a um recesso remunerado de 30 dias. O período máximo de permanência de um estagiário na mesma empresa é de dois anos.

A contratação do estagiário pode ser feita por conta do empreendedor ou com o auxílio de empresa e instituições especializadas nesse tipo de contratação. O CIEE, por exemplo, auxilia desde o processo de recrutamento e seleção do candidato até a gestão da relação empresário-escola.

Gestão

Ao admitir estagiários, a empresa tem, além das vantagens, algumas obrigações quanto à formação desse profissional. Eduardo assinala que o estudante deve ter um mentor dentro da companhia, que será o responsável por fazer relatórios regulares sobre o seu desempenho e evolução. As atividades do estagiário também devem estar de fato relacionadas com os trabalhos da empresa, uma vez que o programa visa uma atividade de formação profissional e não simplesmente transformar o estudante em um "faz-tudo".

Segundo dados do CIEE, estão abertas, no momento, 7,5 mil vagas de estágio, só no Estado de São Paulo. Eduardo acredita que, com o conhecimento da Lei de Estágio por parte dos empresários, a tendência é que esse número aumente ainda mais. "Às vezes, por desconhecimento o empresário acaba não contratando. Ele desconhece a questão da lei, mas é importante que ele se atente, principalmente nos dias atuais. Dessa forma, ele encontra talentos para a sua empresa e isso beneficia a sociedade como um todo", defende.

Com informações do Terra.

quinta-feira, 2 de agosto de 2012

Crédito ao consumidor deverá crescer com mais força só em 2013, aponta Serasa Experian

Crédito às empresas avançará em ritmo moderado com reativação da economia.

O Indicador Serasa Experian de perspectiva do crédito ao consumidor recuou 0,1% em junho de 2012, a menor queda mensal dos últimos sete meses, atingindo o patamar de 98,6. Como, por sua metodologia de construção, o indicador possui a propriedade de antever os movimentos cíclicos da concessão de crédito com seis meses de antecedência, a virtual estabilização deste indicador em patamar inferior ao nível 100 revela que as concessões de crédito ao consumidor continuarão evoluindo em ritmo mais lento durante o segundo semestre deste ano. Neste sentido, ficará para 2013 a perspectiva de voltarmos a presenciar um crescimento mais vigoroso do crédito ao consumidor.

De acordo com os economistas da Serasa Experian, a maior seletividade e rigor na análise e aprovação de crédito por parte das instituições financeiras e a necessidade do consumidor em equacionar as suas finanças, face à elevação dos seus níveis de inadimplemento ocorrida partir do início do ano passado, impedirão uma recuperação mais acentuada das concessões de crédito neste segundo semestre de 2012, a despeito dos estímulos fiscais e monetários que têm sido colocados pelo governo.

Empresas

O Indicador para empresas também recuou 0,1% em junho de 2012, atingindo o patamar de 100,0.

A proximidade deste indicador em relação ao nível 100 é um sinal de que o crédito às empresas deverá continuar evoluindo gradualmente ao longo dos próximos meses concomitante à expectativa de reativação do crescimento da economia.

Segundo os economistas da Serasa Experian, tal cenário tenderá a se concretizar desde que não haja agravamento da situação financeira internacional durante a segunda metade deste ano.

Com informações do site Administradores.

quarta-feira, 1 de agosto de 2012

Um retrato dos restaurantes

Pesquisa sobre o setor de alimentação fora do lar mostra como estão faturamento, empregabilidade, gestão e principais desafios dos estabelecimentos

A Associação Nacional dos Restaurantes (ANR) divulgou nesta terça-feira (30) a 1ª Pesquisa de Conjuntura Econômica do setor de restaurantes no Brasil. De acordo com a Associação Brasileira das Indústrias de Alimentação (ABIA), o setor de alimentação fora do lar, que engloba 2 milhões de estabelecimentos e emprega 6 milhões de pessoas, movimentou R$ 65,2 bilhões em 2009.

O setor de alimentação fora do lar cresceu 13,8% de 2007 para 2008. A ANR explicou que esse é o dado mais atual que existe, porque as pesquisas do segmento englobam até o varejo em supermercados, não somente a alimentação fora do lar. Por causa dessa defasagem, a ANR, em conjunto com a ECD Consultoria, colheu dados de 2.517 pontos de venda no final do ano passado, para conhecer os números de 2008 e do primeiro semestre de 2009. 

A pesquisa dividiu os estabelecimentos de food service em três tipos básicos: restaurantes independentes (22%), redes independentes (22%) e redes de franquias (56%). Os estabelecimentos independentes têm um preço médio de refeição mais alto, de R$ 69 a R$ 73 e, de 2008 para 2009, tiveram queda de 8,3% no público. “Com a retração causada pela crise mundial, os consumidores procuraram reduzir o tíquete médio por refeição, e migraram para estabelecimentos mais em conta”, diz Roberto Lyra, diretor executivo da ANR. Como resultado desse movimento, redes independentes, com preço médio de R$ 42 a R$ 44, e redes de franquias, média de R$ 16 a R$ 17 por refeição, tiveram aumento de faturamento de 9,7% e 8,5%, respectivamente. 

Quem são os restaurantes 

Os estabelecimentos pesquisados gastam de 6% a 9% do faturamento bruto com a estrutura, o que inclui aluguel, IPTU e quaisquer outras taxas – um valor relativamente alto por causa de taxas e impostos, de acordo com Lyra. A mão de obra dos estabelecimentos abocanha em média 20% do faturamento bruto, incluídos encargos sociais e tributos. O principal gasto dos restaurantes é com a matéria-prima para fazer os pratos, que fica em uma média de 31% do faturamento.
“Junto com o setor de telemarketing, os restaurantes são os estabelecimentos que mais contratam jovens no primeiro emprego”, afirma Lyra. Outra característica é a alta rotatividade dos estabelecimentos. Nos restaurantes e redes independentes a taxa fica entre 10% e 15%, mas nas redes de franquia o número salta para 51,9%. Por causa disso, do total gasto pelos restaurantes com funcionários, 6,5% vão para programas de capacitação. De acordo com a pesquisa, 61% dos pesquisados possuem programas de capacitação para seus funcionários. 

Lyra reconheceu uma desaceleração nos negócios por causa da crise, estampada principalmente na queda de 5,4% no número de funcionários, mas ele afirma que o movimento já está se revertendo. 94,4% dos pesquisados afirmaram querer aumentar os investimentos em 2010, e a média de investimento é 10% do faturamento bruto. As áreas que mais receberão investimentos são equipamentos e reformas estruturais.
A gestão dos restaurantes está sofisticada, como apontam os seguintes dados: 80% dos estabelecimentos têm nutricionistas (além de 47% que têm técnicos em nutrição e 23% que empregam engenheiros de alimentos), e 81% recebem o apoio de consultorias. “Com a tendência de formalização do setor, vemos uma tendência de maior uso de serviços de técnicos e especialistas”, diz Cláudio Miccieli, presidente da ANR. Além dos especialistas, 94% dos restaurantes afirmam ter software de gestão, 89% realizam pesquisa de satisfação, e 75% mantêm cadastro de sua clientela.
Por último, o estudo indagou qual era o maior desafio dos restaurantes. O maior de todos é o custo da matéria-prima. “Se o custo da matéria-prima aumentar, os restaurantes não podem simplesmente aumentar o preço, porque a concorrência é muito grande e eles podem perder muitos clientes”, explica Miccieli. Os encargos tributários ocupam o segundo lugar na preocupação dos empresários, e em terceiro ficam os custos trabalhistas. 

Com informações do site http://revistapegn.globo.com/

segunda-feira, 30 de julho de 2012

Como a pesquisa pode fazer a diferença na hora de abrir um negócio

Especialistas afirmam que um planejamento bem elaborado pode ser o diferencial entre o sucesso e o fracasso de um empreendimento.


Você já parou para pensar como surge uma empresa? Primeiramente, alguém pensa em uma ideia ou tem um "estalo" em sua cabeça que pode vir influenciado por "N" fatores. Essa ideia se transforma em uma pergunta que a maioria dos empreendedores costuma fazer para si: "e se eu abrisse um negócio sobre isso?".
Pronto, a pedra fundamental do empreendedorismo é lançada e um mundo de possibilidades é aberto. Claro que - dessa fase de ter a ideia até o negócio efetivamente dar certo - a trajetória que o empreendedor precisa fazer é gigantesca e, pode ter certeza, não é nada fácil.
Nesse início de percurso, uma etapa que pode fazer a diferença para obter sucesso no empreendimento é a pesquisa de mercado. De acordo com o administrador Rodolfo Ohl, country manager Brasil da SurveyMonkey, empresa especializada em questionários on-line, a pesquisa pode diminuir as margens de erro e oferecer mais garantias sobre se o negócio está ou não no caminho certo.
"A importância de realizar pesquisas é para facilitar e embasar as decisões da empresa com dados e não só em conceitos vagos e achismo. A partir do momento que você tem informações e dados sobre o seu cliente, ou seu potencial cliente ou até mesmo internamente da empresa, você toma melhores decisões", afirma Rodolfo.
E por incrível que pareça, a realização de uma pesquisa mercadológica antes do inicio de qualquer negócio é muito pouco discutida entre os empreendedores. De acordo com estatísticas do Sebrae, a maior parte dos empreendimentos quebram no primeiro ano de funcionamento por falta de conhecimento do negócio e não por falta de crédito, como muitos acreditam.
"Tenha em mente que a informação é a bússola do seu empreendimento. Uma ideia na cabeça combinada ao seu espírito empreendedor é um ponto de partida poderoso, só que o negócio pode naufragar se não for bem conduzido ao longo da rota", destaca Regina Paes, sócia-diretora da Visão Pesquisa & Gestão da Informação.

Mas como começar?

Os tradicionais e já conhecidos formulários fazem parte da primeira etapa desta pesquisa. E um meio bastante promissor é aproveitar as plataformas que oferecem esse serviço na internet pela rapidez e preço.
De acordo com Rodolfo Ohl, "o primeiro passo é definir o mercado que será pesquisado no início - público-alvo, concorrente, fornecedor - e os objetivos da pesquisa a ser realizada. Na sequência é preciso identificar o tipo de informação que será precisa para compor sua pesquisa. E na sequência é preciso elaborar as perguntas básicas de acordo com os tipos de informações relevantes". (Veja o box abaixo).
Mas não é só para lançar um produto ou abrir um negócio que é possível utilizar as pesquisas. Os usuários podem gerar diversas opções de questionários, como pesquisa de satisfação de clientes ou funcionários, desempenho de produtos e serviços, planejamento de eventos, avaliação de treinamento, trabalhos científicos e acadêmicos, dentre várias outras possibilidades.

Um negócio feito na pesquisa

Quem seguiu o script da pesquisa para fomentar todas as suas etapas de criação foi a startup Easy Taxi, primeira plataforma da América Latina desenvolvida para chamada de um táxi pelo próprio passageiro por meio do celular ou internet.
A Easy Taxi utilizou a ferramenta de pesquisas para aplicar a metodologia Lean Startup, que orienta o modelo de negócios a buscar respostas através da validação de hipóteses. O principal motivo dessa busca é o movimento chamado Pivô, em que você vai "pivotando" seu modelo de negócios até encontrar o mais rentável e escalável possível.
Nesse processo, chegou-se a plataforma que facilita o acesso do passageiro ao taxista com apenas alguns cliques e na média de dez minutos. "Esse é um mercado promissor e com muita oportunidade de crescimento, já que no Rio de Janeiro existem mais de 36 mil taxistas, dos quais 75% são autônomos, sem vínculo com nenhuma cooperativa", comenta Tallis Gomes, CEO da Easy Taxi.
A perspectiva do executivo é que o projeto ganhe ainda mais proporções em dois anos. "Isso será um diferencial nos eventos esportivos que acontecerão no Rio de Janeiro nos próximos anos, como a Copa do Mundo de 2014, quando teremos um grande número de turistas no País", acrescenta.

Etapas


Cinco etapas para fazer uma pesquisa satisfatória
1ª – Decisão Identificar qual a decisão você pretender tomar.
2ª – Dados e informaçõesQuais dados e informações seriam importantes para tomar essa decisão bem fomentada.
3ª - QuestionárioElaborar as perguntas pertinentes para a pesquisa. Existem modelos já prontos disponíveis por empresas de questionários.
4ª - Coleta das respostasEscolher os meios que distribuirá os formulários. E-mail, pessoalmente, através de um link no site, rede social etc.
5º - Análise A partir dos relatórios, analisar os resultados e fazer os cruzamento das informações.


quarta-feira, 25 de julho de 2012

Ideias que podem fazer o seu negócio brilhar

Integrada ao projeto de arquitetura, a iluminação correta proporciona bem estar e conforto, além de criar o ambiente ideal para o seu restaurante 

Quando o assunto é alimentação, uma imagem pode valer mais que mil sabores. Não basta somente oferecer comida saborosa, é preciso produzir pratos de encher os olhos e ter um ambiente aconchegante, com visual atrativo. Primeira impressão da arquitetura, a iluminação pode ser um bom e eficiente instrumento para isso, possibilitando criar climas, valorizar detalhes e desenhar ambiências em bares e restaurantes. Resultado de diversos fatores estéticos, o que é uma fórmula de sucesso para um, nem sempre se aplica aos demais. Uma atmosfera para o jantar não pode ter tanta luminosidade quanto um espaço destinado ao café da manhã. Nem um barzinho à beira da praia deve ter um projeto de iluminação tão elaborado quanto o de um restaurante luxuoso. “É como colocar muita pimenta na comida errada”, compara o lighting designer Guinter Parschalk, diretor do Studio Ix, escritório especializado em percepção visual e luminotécnica. Ele ressalta que o resultado do aproveitamento da luz deve ser uma equação que leva em consideração quanta luz é ideal para o exercício de determinada atividade no ambiente. “Excesso de luz é tão prejudicial quanto sua ausência”, observa. 


O especialista lembra que a receita ideal para se criar um projeto de iluminação leva mais que a medida certa de luz. É preciso entender o público do estabelecimento, levar em conta aspectos arquitetônicos para a definição do conceito e considerar questões técnicas e elaboradas, como, por exemplo, a luz que incidirá sobre o alimento ou sobre o ambiente como um todo. “Depois de relacionar a necessidade do cliente com o ambiente que ele possui, precisamos tornar o sonho realidade, inovar e, até, causar certa surpresa”, revela. Na hora de definir a iluminação ideal para um bar ou restaurante, Guinter diz que além de conhecer o espaço e suas necessidades, o empresário deve buscar modelos de ambientes que têm a ver com o seu desejo e escolher um bom profissional. “Um serviço dessa natureza, que qualifica o seu restaurante, não pode ser feito por alguém por quem não se tem empatia. Esse profissional precisa entender a relação entre sabor e comida, pois a luz é algo que está muito relacionado a isso tudo. Esse elo é fundamental para se criar fotografias vivas dos ambientes”, reforça. Um aspecto fundamental, de acordo com o designer, é estar atento aos detalhes, como o horário em que o restaurante funciona. Se o estabelecimento opera de dia, as condições de luz são completamente diferentes. “Para se criar um clima de bistrô na hora do almoço, por exemplo, não se pode ter janelas grandes. Durante o dia, o cliente tem um timing diferente, está energizado, vibrante. À noite, ele está mais relaxado, e essa circunstância deve definir a ambiência de luz do restaurante”, explica. Se a luz é a primeira impressão da arquitetura – capaz de criar o clima ideal para um ambiente – sem a iluminação adequada, qualquer investimento em reformas, decoração e bom atendimento cai por terra. Pesquisas demonstram que a luz influencia no comportamento dos consumidores. Níveis mais baixos de iluminação provocam uma diminuição de ruídos, já que as pessoas tendem a falar mais baixo nestes ambientes. Em restaurantes, o tempo de permanência dos clientes também pode ser determinado pelo tipo de iluminação. Para locais onde se espera que o consumidor fique pouco tempo, como restaurantes de fast food, a iluminação é forte, pois estimula a refeição de curta duração. Em cafés e restaurantes de serviços à la carte, os projetos de iluminação buscam propiciar relaxamento e conforto e estimular a permanência prolongada dos clientes. 

Para quem pretende criar ambientes aconchegantes, o ideal é procurar um profissional especializado em luminotécnica. Mas vale lembrar que são os pequenos detalhes que fazem a diferença. Até para quem não tem dinheiro para investir. “Os recursos de iluminação devem condizer com o espírito da casa. Basta ter certo conhecimento técnico e alguma noção estética, mas o que deve prevalecer é a alma do lugar”, conclui Guinter. 

Com informações do Gestão de Restaurantes.

terça-feira, 24 de julho de 2012

Publicidade em tela dupla: o consumidor conectado

Especialistas em mídia apontam que esse tipo de publicidade alcança as pessoas de maneira altamente impactante, desde a transmissão para audiência em massa a partir da primeira tela (TV) até uma uma interação mais personalizada que ocorre na segunda tela.

Qual foi a última vez que você assistiu a um programa de TV do começo ao fim? Apesar de ser um comportamento cada dia mais raro, isso não é difícil de acontecer. Mas tenho certeza que você dividiu sua atenção com o conteúdo exibido na tela de um smartphone, tablet, laptop ou qualquer outro aparelho com acesso à internet. Entre 63% a 80% das pessoas interagem com outro dispositivo enquanto assistem à televisão. E os anunciantes já se demonstram dispostos a embarcarem nessa tendência. No entanto, ainda há uma série de desafios para explorar todo o potencial que a publicidade para tela dupla (dual screening) tem a oferecer.

Os especialistas em mídia apontam que esse tipo de publicidade alcança as pessoas de maneira altamente impactante, desde a transmissão para audiência em massa a partir da primeira tela (TV) até uma uma interação mais personalizada que ocorre na segunda tela. Emissoras, marcas e anunciantes buscam soluções para engajar a audiência com conteúdos relevantes e inovadores.

Mas o que realmente significa \'dual screening\'? Em um primeiro momento, a definição seria uma tela secundária capaz de duplicar o conteúdo exibido em uma tela primária, ou seja a TV, certo? Não é bem assim. As possibilidades se reduzem muito se pensarmos apenas em replicar o conteúdo da primeira tela ou esperar que o telespectador busque conteúdo relacionado a uma marca ou anúncio.

A força do vídeo in-stream

O aumento das taxas de cliques para anúncios com vídeo mostram que esse tipo de publicidade atravessa um bom momento. De acordo com um estudo da MediaMind (http://bit.ly/NmPpc4), os internautas são 200 vezes mais propensos a clicarem em um anúncio com vídeo in-stream que em um banner standard.

Ao mesmo tempo em que um anúncio apresenta novidades tecnológicas e possibilidades inéditas de interação, ainda há um abismo entre os anúncios clicáveis e o tempo em que o conteúdo da segunda tela deve ser exibido. Se o fator de inovação se desgastar, as marcas e os anunciantes devem descobrir novas maneiras de engajar as audiências a ativarem conteúdos "clique aqui" ainda mais desafiadores.

Entendendo os consumidores

Acredito que o telespectador não deva ter a responsabilidade de ativar o conteúdo da segunda tela. A riqueza tanto em um vídeo como no conteúdo da segunda tela extrapola o clique. Para tornar a experiência do usuário realmente engajadora o usuário não deve, por exemplo, apenas fazer uma busca no na Internet para encontrar o conteúdo relacionado a um determinado produto.

Ao invés disso, o conteúdo da publicidade para telas secundárias deve ser uma extensão natural e um reflexo da pessoa conectada a um tablet ou smartphone. Podemos pensar em um cara assistindo a um jogo de futebol na tela grande de um bar. O smartphone, nesse caso, é a segunda tela. Mais tarde, ele volta para casa e assiste a um programa de entrevistas, enquanto checa a classificação do seu time no tablet. O próximo passo é alcançar essa pessoa – e outras pessoas – de acordo com seus hábitos de consumo.

Repensando a TV

Conectar o consumidor à sua segunda tela, oferecer conteúdo em tempo real e engajar os consumidores com sua marca. Tudo isso é mágica? Claro que não. Oferecer conteúdo e sincronizá-lo em duas telas em tempo real já é uma realidade. Mas quão longe podemos ir? Os programas de TV podem trazer alguns pontos posicionados estrategicamente na narrativa. Eles são criados para encorajar audiência a complementar a ação a partir de uma segunda tela.

Imagine, portanto, um anúncio de um refrigerante exibido durante o intervalo de um programa no horário nobre. O telespectador posiciona o smartphone na frente da imagem do produto para ser direcionado a um site com promoções, cupons ou links com os endereços dos pontos de venda mais próximos. Agora pense em um spot de TV 3D. Uma mão sai da tela, oferece uma garrafa da bebida e a tela do seu celular se transforma em um copo que vai se enchendo aos poucos... As possibilidades são infinitas basta sabermos qual é maneira mais eficiente para nos conectarmos com o telespectador e oferecermos uma experiência altamente engajadora.

Com informações do Administradores.com.

segunda-feira, 23 de julho de 2012

3 regras de ouro para um bom networking

A prática, na dose certa, faz com que você descubra o que seus clientes desejam e qual é a motivação das pessoas


O ditado 'não importa o que você sabe, mas quem você conhece', faz referência ao fato de que, muitas vezes, nos negócios as relações pessoais são mais importantes do que o conhecimento especializado. Eu não acredito que a chave do sucesso seja apenas conhecer as pessoas certas.

Pense nas pessoas aparentemente bem-sucedidas que se deram mal com a crise dos últimos quatro anos. Elas tinham os contatos certos, pelo menos, era o que pensavam. Faziam parte do sistema, mas não perceberam que estavam se isolando. E este é o desafio, além de fazer novos contatos, é importante avaliar estes relacionamentos e ponderar sobre novas ideias.

O networking no contexto comercial representa a interação social que busca por vantagens. Nos países asiáticos, a tradição ensina que se você deseja negociar com alguém, primeiro deve estabelecer o contato social, incluindo a troca de presentes. Os anglo-saxões, em grande parte, acreditavam que poderiam fazer negócios sem nenhum agrado e foi com atraso que perceberam a importância do networking.

A globalização minimizou essas diferenças culturais. Hoje por mais que tenhamos ampla capacidade de nos conectarmos, seja por meio do Twitter, Facebook ou videoconferência, é fácil nos sentirmos solitários. Ao atingir um determinado patamar, é possível escolher as pessoas com quem queremos conversar, excluir as demais e trabalhar por meios virtuais em muitas situações. O que pode transformar o networking em algo tão seletivo que deixa de funcionar como deveria.

Devemos nos esforçar para estarmos disponíveis. Saia na rua e veja ao seu redor. Utilize as mídias eletrônicas, fique conectado. Mas não se esqueça de conversar com a sua equipe e com pessoas de outras áreas, pois podem lhe ajudar a fazer ótimos contatos. O networking na dose certa faz com que você descubra o que seus clientes desejam e qual é a motivação das pessoas. Confira algumas dicas:

1. Envolva-se em todos os tipos de mídias sociais, de modo a ampliar suas conexões. Viaje para explorar novos mercados, conhecer possíveis clientes e ouvir conselhos de pessoas experientes em cada local. Converse com sua equipe e com amigos. Esteja aberto a encontros casuais que podem surgir depois de conferências em locais públicos. Mas lembre-se de que este é o estágio inicial, o de fazer novos contatos.

2. Crie laços. O networker bem sucedido deve conseguir relaxar e persuadir outras pessoas a fazerem o mesmo. O que é impossível se você estiver muito determinado em vender algo ou ganhar uma discussão. Pessoas extrovertidas são legais, mas ser muito determinado pode fazer com que o outro fique na defensiva. Respeite as pessoas, ouça , dê a elas a chance de se expressarem. É impossível fingir: tenha a mente aberta, cultive a capacidade de escutar e aprender. Seja paciente e as oportunidades irão surgir.

3. Dê prosseguimento. Entregar apenas um cartão, não convence. Se existe uma oportunidade de negócio, este é o momento de ter iniciativa. Reflita no que a pessoa está interessada, envie um e-mail, ofereça algo, convide para um evento, e se houver dúvidas, procure esclarecê-las. Um bom networking se constrói com interação pessoal e respeito.

Com informações do Administradores.

quinta-feira, 19 de julho de 2012

5 dicas para ter um restaurante de sucesso

Abrir um restaurante é o sonho de muitos empreendedores. O glamour do negócio atrai milhares de empresários para esta área. Esta é a única atividade presente em todas as cidades do Brasil, inclusive em vilarejos.

De acordo com dados da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel/SP), existem 1,2 milhão de restaurantes no país, que empregam mais de seis milhões de pessoas e movimentam 73 bilhões de reais ao ano.

A cidade de São Paulo, que só perde para Nova York na quantidade de restaurantes, abriga 12,5 mil restaurantes, de 52 tipos de cozinha, 500 churrascarias, 250 restaurantes japoneses, 60 restaurantes vegetarianos e 1,5 mil pizzarias. Ainda de acordo com a Abrasel, 35% dos restaurantes fecham com menos de um ano de funcionamento. Só 3 em cada 100 estabelecimentos sobrevivem mais de 10 anos. Em um mercado concorrido e versátil como este, só sobrevivem as empresas que sabem gerir bem o negócio. “Quando você vai montar, é fundamental ter convicção e foco do que quer e se preparar para isso”, sugere Marcelo Fernandes, que comanda cinco restaurantes em São Paulo e foi eleito o restaurante do ano pela publicação Veja São Paulo Comer & Beber.

No comando de 130 funcionários, Fernandes já foi sócio do chef Alex Atala e, hoje, fatura quase 1 milhão de reais por mês na administração de dois restaurantes. “O sucesso está em um tripé de atendimento, cardápio e ambiente excepcionais”, diz. Veja essa e outras dicas do empresário para quem quer abrir um restaurante de sucesso.

1. Siga as regras

Os empresários do setor de bares e restaurantes costumam reclamar da alta carga tributária e da burocracia do negócio. Lei seca, lei antifumo e lei do silêncio são alguns exemplos de que tipo de regulação os empresários precisam se adaptar. Por isso, a informalidade aparece quase como uma tentação. “Não crie um negócio pensando em burlar o esquema”, ensina Fernandes.

O primeiro passo para dar certo é prever o negócio com todos os custos, inclusive de impostos. “Assim, você já larga prevendo todas as adversidades”, explica.

2. Treine o atendimento

Excepcional. É assim que Fernandes define como deve ser o atendimento em seus restaurantes. “Isso necessita de muito treinamento”, diz. Em São Paulo, quase 800 mil pessoas trabalham na área gastronômica. Mas nem todo mundo está disposto a trabalhar dias e noites, inclusive aos finais de semana e a rotatividade é bastante alta. “A gente perde muitos colaboradores e está constantemente buscando novos. Por isso, tente reter talentos com plano de carreira”, diz.

Entre as práticas sugeridas pelo empresário, está a chance de participação dos funcionários na empresa. “Dê chance dos colaboradores terem participação no negócio. O Araújo, por exemplo, era maître no D.O.M. e hoje tem participação na Mercearia do Francês”, conta.

3. Prepare o ambiente

Não tente impressionar os clientes com um ambiente excessivamente luxuoso nem seja simplista demais a ponto de ser desconfortável. “Não é só beleza e riqueza. Precisa ter harmonia de entender seu espaço para que fique confortável e seja uma extensão da casa do cliente, onde ele tenha prazer”, sugere Fernandes. Ele reforça a ideia de que disposição das mesas e a decoração sejam pensadas para que o seu público-alvo se sinta em casa. Assim, ele terá a chance de aproveitar melhor a refeição e vai querer voltar.

4. Dedique-se ao cardápio

Apesar de atender um público de classe A, Fernandes acredita que algumas regras valem para qualquer tipo de restaurante. “Busque produtos da estação com preço confortável para o cliente e rentável para o restaurante”, sugere.

Para quem quer criar, a dica é estar muito atualizado com o que está acontecendo no mundo. “Os meus chefs são focados em trazer os produtos da estação no melhor momento. Precisa ter um equilíbrio para atender o paladar do cliente e não o do chef”, ensina.

5. Administre despesas

A gestão de um negócio de gastronomia é tão importante quanto o atendimento, cardápio e ambiente, para Fernandes. “Para investir em um restaurante, você tem que ter muita certeza e enxergar a oportunidade”, explica. Outra dica do empresário é estar atento aos custos e as perdas. “Saiba administrar despesas. Eu, dificilmente, estou administrando lucros”, diz.

Com informações do site Exame.

quarta-feira, 18 de julho de 2012

Como transformar seu negócio em franquia?

Segundo dados da Associação Brasileira de Franchising (ABF), o setor de franquias no país faturou R$ 89 bilhões em 2011.


 Depois de conseguir consolidar um negócio, é natural a vontade de caminhar a passos largos para expandi-lo. E uma das opções para multiplicar o modelo do seu empreendimento de sucesso é transformá-lo em uma franquia. Para isso, é importante fazer algumas adaptações, de modo que seu negócio possa ser replicado seguindo sempre o mesmo padrão.

Segundo dados da Associação Brasileira de Franchising (ABF), o setor de franquias no país faturou R$ 89 bilhões em 2011. Em números, são 2.031 redes e 93.098 unidades, que geram 837.882 empregos diretos. E a expectativa é que o faturamento seja 15% maior neste ano.

Há muitas vantagens em franquear o negócio. Porém, não basta apenas achar que sua ideia é franqueável, é preciso preencher outros requisitos antes de entrar nesse promissor mercado. A essência do sistema de franquia é o que se oferece ao consumidor final, tanto em serviços quanto em produtos. Sendo assim, é fundamental buscar um diferencial no que se vende, para que desperte o interesse dos investidores.

Uma das principais vantagens para o dono da marca é a expansão com baixo investimento de capital, o que acelera o processo de consolidação territorial em comparação à montagem de uma rede própria. Isso porque são os franqueados que arcam com os gastos na instalação de suas unidades, enquanto que ao franqueador cabe a tarefa de fornecer uma estrutura de suporte à rede e também a de fiscalizar se tudo está sendo seguido à risca. Desse modo, a imagem da marca se fortalece e há economia de escala, já que o fato de se trabalhar em rede permite que a matriz negocie melhor com seus fornecedores. E esses benefícios devem ser repassados aos parceiros, claro.

Há potenciais franqueadores com os mais variados perfis, dos extremamente centralizadores, que gostam de "colocar a mão na massa" e trabalhar no dia a dia do negócio, aos que delegam totalmente a execução para se dedicar à administração do empreendimento. Independentemente do estilo de trabalho, é importante analisar se o know-how é sistemático, transmissível e replicável; ou seja, se o negócio pode ser rentável nas mãos de outras pessoas além do seu fundador e se tem futuro em longo prazo.

A experiência do dono é seu principal atestado de sucesso. Então, quando surge algum tipo de problema em que é necessária a interferência do franqueador, a resposta deve ser rápida e eficiente. Se o franqueado identificar que faltam expertise e competência ao criador da rede, há o risco de cada um começar a tomar suas próprias decisões, com base no que entende que seja melhor para si, e a matriz perde o controle sobre sua marca.

Para que esse atendimento seja adequado, a franqueadora deve dispor de pessoal. O início até pode ser com uma equipe mais enxuta, mas que deve crescer juntamente com a empresa. Isso para que o quadro de funcionários seja suficiente para atender à comercialização de franquias, ao treinamento e à operação da rede em si.

Mas o ponto principal é a formatação do sistema de franquia, já que o mercado rejeita profissionais despreparados. Pode até ser que o seu negócio tenha começado sem compromisso e dado certo, mas lembre-se de que não há mais espaço para amadorismo. Na fase de estruturação da rede, o ideal é contratar um profissional do ramo para ajudar. Caberá a ele estudar os impactos de impostos, calcular o número necessário de funcionários, definir a logística do trabalho e as taxas do sistema e pensar na proteção do negócio. Caso este seja baseado em uma marca, pensar no método registrável ou patente de invenção. Isso além de elaborar os manuais de operação da franquia e um business plan.

Essa formatação inclui também elaborar os documentos jurídicos a respeito da relação entre os franqueados e o franqueador. Um deles é a Circular de Oferta de Franquia, que traz informações básicas sobre o sistema – incluindo a mostra de um modelo de contrato, com todos os serviços, produtos e suporte que o franqueador pretende oferecer aos franqueados, e também de pré-contrato, quando necessário – e determina as obrigações de cada uma das partes.

Cercar-se de uma boa documentação, que garanta o amparo pela lei, minimiza problemas comuns a esse sistema de negócio, decorrentes do baixo controle sobre os franqueados – que, vale lembrar, não são empregados do franqueador, mas empreendedores independentes, que anseiam gerir sua própria empresa. Para isso, é essencial definir que tipo de perfil você quer para ser seu parceiro, já que a má escolha dos franqueados pode trazer sérios prejuízos e, no limite, levar sua rede ao fracasso.

Acredito no franchising como um excelente sistema para expandir negócios. Com boas ideias e estratégias podem nascer ótimos conceitos, possíveis de se consolidar no mercado, permitindo a expansão. É claro que, como todo processo de mudança e crescimento, requer muito trabalho. Meu principal conselho: cerque-se dos melhores profissionais para evitar erros nas etapas essenciais e, assim, garantir o sucesso de sua marca.

Com informações do site Administradores.com.

terça-feira, 17 de julho de 2012

9 pontos indispensáveis para o sucesso de uma negociação

Negociar faz parte de nossa vida profissional, familiar e social, e passamos cerca de 80% do nosso tempo negociando. Mais ainda: a competência de liderar, na era do trabalhador do conhecimento, dependerá da capacidade de exercer influência em situações para as quais não se tenha autoridade formal, como com superiores hierárquicos, colegas e pessoas de fora da organização. Negociar é - e será cada vez mais - uma habilidade indispensável para os profissionais do século 21. A seguir apresentamos alguns fundamentos que fazem a diferença entre o sucesso e o fracasso em qualquer negociação, seja ela simples ou complexa.

1 - Conheça o assunto da sua negociação

Faz alguns anos, num dos treinamentos que desenvolvi, um participante me pediu ajuda numa negociação que estava realizando. Analisei a situação e constatei que ele ia ter sérios problemas. Por quê? É que ele estava analisando a situação só pela ótica técnica, mas a dificuldade principal desta negociação era de natureza jurídica e ela precisava, e com urgência, da ajuda de um advogado. Sem isto, não haveria possibilidade de se sair bem nesta negociação.

Assim, conheça muito bem o assunto da sua negociação na totalidade dos pontos de vista que podem ser, entre outros, de natureza administrativa, jurídica, técnica, econômica, financeira, fiscal e cultural. Quem não conhece muito bem o assunto da sua negociação é como uma pessoa que anda de táxi numa cidade desconhecida. Pode ser ludibriada com a maior facilidade.

2 - Defina muito bem os seus objetivos e lute pelo desejável

Negociação é o processo de alcançar objetivos através de um acordo nas situações em que existam interesses comuns, complementares e opostos, isto é, conflitos, divergências e antagonismos de interesses, ideias e posições.

Assim, a negociação, como tudo na vida, começa pela boa formulação de objetivos. Existem três categorias de objetivos: acomodados, alucinados e ousados, mas possíveis. Devemos ter presente que quem espera pouco alcança pouco, mas quem tem objetivos alucinados vai ter frustração. Os objetivos além de desafiantes devem ser SMART, ou seja, específicos, mensuráveis, alcançáveis, relevantes e definidos no tempo. Um outro aspecto é que em negociação, os objetivos também devem ser definidos pela margem de negociação, que é o espaço que vai do desejável, ou seja, aquilo que consideramos o resultado que mais queremos, e o limite, que representa o máximo de concessões que estamos dispostos a fazer, que se não for obtido fará com que seja preferível o impasse. Assim, defina sua margem de negociação para tudo o que for ser negociado, como características técnicas, preços e prazos. Lute pelo desejável, mas com flexibilidade. Mais ainda, não tenha receio do impasse pois quem receia o impasse acaba fazendo concessões em demasia. Para saber se é melhor conceder ou ir para o impasse se pergunte pelas consequências do impasse. E é isto o que eu chamo de MADI - Melhor Alternativa Disponível Diante de um Impasse.

3 – Processo

É o caminho percorrido desde o início até o final da negociação e, quer se tenha consciência ou não, toda negociação é um processo. Assim, o sucesso não depende apenas do conhecimento do assunto, mas também da sequência, ou seja, das etapas, como este assunto é tratado. Existem 7 etapas que são: Preparação, Abertura, Exploração, Apresentação, Clarificação, Ação Final e Controle/Avaliação. Em geral, as pessoas dão pouca atenção ao processo e se concentram mais no conteúdo, ou seja, no assunto da negociação. Um ponto importante neste processo é que o que importa não é o que se faz, mas a resposta que se obtém pelo que se faz, ou seja, o feedback que se está recebendo. E se aquilo que se faz não der a resposta que se quer, devemos mudar. Assim, o foco deve estar no outro negociador. E muitos negociadores esquecem deste ponto de capital importância.

Um outro aspecto que deve ser realçado neste processo é que a negociação só acaba quando o acordo foi cumprido não acaba quando o acordo foi firmado. E quem acha que a negociação acaba quando o acordo foi firmado, pode ser vítima do falso acordo, ou seja, um acordo em que uma das partes faz sem ter a intenção e o comprometimento para cumpri-lo. Assim, aquilo que se considera uma ótima negociação, pode vir a se transformar num grande pesadelo.

4 - Prepare-se

A maioria das negociações é ganha ou perdida, bem feita ou mal feita, de acordo com a qualidade da preparação. É sempre bom ter presente que "quem não leva a sério a preparação de algo, está se preparando para o fracasso". Portanto fracassar é a coisa mais fácil do mundo. Bata apenas não se preparar. A diversidade dos assuntos e competências necessárias pode fazer com que, frequentemente, seja preciso negociar em equipe. Equipes bem preparadas podem ser extremamente fortes. As mal preparadas, um verdadeiro desastre. Assim, a primeira coisa é a consciência da importância da preparação. Mas só isto não basta. É preciso saber como se preparar para o sucesso. Para isto desenvolvi uma metodologia extremamente útil e poderosa, a Matriz de Preparação. Ela mostra como se preparar levando em contra todas as partes envolvidas e, mais ainda, como realizar uma análise de risco. E isto é fundamental, tendo em vista que a era da certeza acabou. Assim, devem ser considerados o melhor que pode acontecer, mas também o que fazer no caso da Lei de Murphy, que nunca pode ser desprezada, se manifestar. A preparação deve ser feita para todas as etapas e sempre se deve levar em conta que a negociação só acaba quando o acordo foi cumprido. 5 - As duas formas de se negociar:

Existem 2 formas de se efetuar uma negociação que são:

a) Barganha de Propostas - que pode ser agressiva, tipo comprador de supermercado, ou suave, tipo quem negocia a compra e venda de automóveis. O objetivo de qualquer barganha é obter o máximo de concessões da outra parte. A diferença está que na barganha agressiva não existe preocupação com o relacionamento com a outra parte. Já na barganha suave, o relacionamento também é importante e, mais ainda, levar vantagem fazendo o outro acreditar que foi ele quem se deu melhor na negociação.

b) Solução de problemas - quem segue este caminho aprofunda a compreensão do que está sendo negociado e procura encontrar alternativas e soluções que atendam aos interesses das partes. Todo negociador quer ganhar. Mas existem duas maneiras de ganhar. Uma, às custas do outro. Outra, de forma que os interesses das partes sejam atendidos. O que deve ficar claro é que as negociações internas, numa empresa, devem ser conduzidas na base da solução de problemas. Caso contrário o resultado será o perde/perde e assim, quem perde é a própria empresa. Portanto, só pode haver sinergia caso as negociações internas sejam conduzidas na base da solução de problemas.

6 - Conheça as táticas éticas e as não éticas

As táticas referem-se à informação, tempo e poder. Informação é a matéria prima da negociação. Assim, é básico saber como dar, negar e obter informação, separando-se o joio do trigo. Devemos levar em conta o que se diz em computação: "se entra lixo, sai lixo". Toda negociação ocorre no tempo e neste sentido devemos levar em conta a urgência e os tempos limites. Mas também, toda negociação é um jogo de poder. Devemos saber como influenciar a outra parte e igualmente considerar as formas como a outra parte pode nos influenciar.

As táticas podem ser éticas e não éticas. Existem duas categorias de táticas não éticas: as falcatruas e as táticas de fragilização do estado mental. Entre as falcatruas estão a falsa negociação, a criação de dependências e a surpresa final. Já entre as táticas de fragilização do estado mental estão o menosprezo, coitadinho, mocinho/bandido, ameaças e a raposa e o corvo.

6 - Identifique os cenários Toda negociação ocorre em três cenários. O primeiro diz respeito aos negociadores, estejam eles negociando individualmente ou em equipe. Procure verificar a autoridade da pessoa com quem você está negociando. O segundo cenário refere-se às pessoas que estão por trás dos negociadores. É o chamado eleitorado. Todo negociador tem um eleitorado. E um dos maiores temores de qualquer negociador é ser desconsiderado pelo seu eleitorado. Tenha sempre uma saída honrosa para o outro lado. Um outro aspecto do segundo cenário é apoio logístico, como banco de dados, setor de inteligência estratégica e suporte para quem estiver negociando. Somente competência individual pode não ser suficiente. Podem também ser necessárias as competências de equipe e organizacional. O terceiro cenário é tudo o que está fora dos dois cenários anteriores e pode variar da ONU ao bar da esquina. Existem pessoas que soltam informações extremamente sigilosas em suas conversas nos restaurantes.

7 – Relacionamento interpessoal

Negociação implica relacionamento entre pessoas e, consequentemente, comunicação. Toda negociação é uma conversa e nesta conversa é muito importante estar atento ao clima emocional. Um clima carregado quebra o processo de comunicação e consequentemente a negociação. Assim, cuidado para não confundir a pessoa do outro negociador com suas propostas. O outro pode ter posições ou idéias contrárias à sua. Mas isto não significa que deva ser tratado como inimigo. Igualmente, não confunda firmeza com grosseria. É possível ser firme e cortês.

8 - Realidade pessoal

Tem a ver com o chamado jogo interno da negociação, ou seja, com o que se passa na mente do negociador e que depende de estados mentais, crenças e valores. Tenha presente que quem perde o jogo interno, perde o jogo externo. Portanto, o sucesso numa negociação começa pelo sucesso no jogo interno. Mas isto não é só para negociação e sim para qualquer coisa na vida, como constatou Tim Gallwey, o precursor do coaching. Assim, os princípios para se ter sucesso numa negociação são os mesmos princípios para se ter sucesso em qualquer coisa na vida e que são conhecidos Princípios Universais do Sucesso. Os princípios são universais, mas a aplicação é caso a caso. Isto significa que o que deu certo no passado, se aplicado mecanicamente no presente, pode redundar em grande fracasso.

9 – Aprenda

Faça de cada negociação uma oportunidade de aprendizado. Avalie acertos e desvios. Quem não procura aprender com a prática acaba cometendo sempre os mesmos erros. Tenha como princípio que é sempre possível fazer diferente e melhor. E que mar tranquilo não faz bom marinheiro.

Com informações do Administradores.

segunda-feira, 16 de julho de 2012

Quer ser promovido? Veja 9 conselhos que podem encurtar o caminho

De acordo com quem já chegou no topo, nem sempre cumprir bem suas tarefas é o suficiente para avançar um degrau na empresa.

Ser promovido no trabalho é o objetivo de quase todos os profissionais. Entretanto, nem sempre, cumprir bem suas tarefas é o suficiente para avançar um degrau na empresa. Assim, o site Learn Ve$t foi ouvir quem já chegou ao topo, para ajudar a encurtar o caminho.

1 - “Diga-me que estou errado”. Segundo o levantamento, os chefes costumam gostar de profissionais que conseguem mudar a percepção deles sobre alguma coisa. Contudo, fique atento; pois isso não quer dizer que o profissional deve discutir com o gestor, por conta de uma opinião divergente;

2 - “Dê primeiro a má notícia”. Muito se ouve que as notícias ruins devem ser ditas no final de uma conversa. Mas, segundo o estudo, não é assim que as coisas devem funcionar. Problemas graves devem ser reportados o quanto antes, porém, diga sempre o que você está fazendo para resolvê-los;

3 – “Não faça drama”. A maior parte dos chefes acredita que a principal função dos colaboradores é tornar a vida deles mais fácil. Assim, aconselham, não faça drama e tente resolver os problemas, antes de procurar o superior;

4 - “Sorria”. Segundo o estudo, não importa o quão pesado está o seu trabalho, ou o quão perto está o seu prazo, o importante é sorrir. O chefe deve ter a impressão de que você aprecia a oportunidade que lhe foi dada;

5 - “Anote”. Chefes odeiam ter que dar explicações repetidas vezes. Assim, procure anotar as instruções que lhe forem dadas e esclarecer as dúvidas que surgirem na hora;

6 – “Não deixe de comparecer às festas do escritório”. As festas da empresa são vistas pelos chefes como uma maneira que o funcionário tem para socializar, por isso ele conta com a presença de todos;

7 - “Não espere por recompensas”. Não deixe transparecer que você espera por uma promoção. Segundo os gestores, tal atitude pode parecer arrogante. O ideal é deixar o seu trabalho falar por você;

8 – “Ofereça ajuda”. Se você quer novas oportunidades, ofereça ajuda. Pergunte como pode contribuir com um determinado projeto, ou mesmo com a empresa;

9 - “Conheça o seu trabalho e realize-o”. Quais são as suas responsabilidades? O Que você deve priorizar? De tempos em tempos, faça esta reflexão e certifique-se que está priorizando as coisas certas.

Com informações do site Administradores.

sexta-feira, 13 de julho de 2012

Ferramenta online ajuda microempresas a encontrar bons negócios

Dicas de como aproveitar e do que não fazer no Empreendemia, uma ferramenta com foco em ajudar micros empresários a fazerem mais negócios


Fala-se muito sobre a importância de se vender online, do bom atendimento, de estar presente nas mídias e redes sociais e outros tantos aspectos do dia-a-dia do micro empresário. Mas faltava algo para colocar em prática todo esses conhecimentos e de fato fazer negócios online. Para isso existe o Empreendemia, rede focada em acelerar negócios entre micro empresas.

Veja algumas dicas de como você pode, através do Empreendemia, conseguir potenciais clientes em menos de 30 minutos.

Como o Empreendemia pode me ajudar a conseguir clientes?

De forma resumida, no Empreendemia você pode achar novas empresas para fazer negócios. Existe um diretório com mais de 17 mil empresas cadastradas, de todo o país.

Se você precisa de bons contatos, tanto de fornecedores como clientes, o Empreendemia é o lugar pra isso.
E quais os passos para fazer isso?

São apenas 4 passos para fazer bons contatos pelo Empreendemia:

1. Cadastre-se e monte seu perfil

Essa etapa leva apenas alguns minutos e é bem simples. Para montar seu perfil só é necessário colocar seus contatos e os produtos/serviços que você vende. Com isso, você cria sua vitrine virtual que será visualizada pelas pessoas da rede.

Além disso, essa página da sua empresa aparecerá no Google e isso te ajudará a receber novos contatos.

2. Defina o seu público-alvo

Um erro muito comum das empresas é achar que qualquer um pode ser seu cliente. O problema disso é que atirar para todos os lados sem nenhum foco normalmente é uma tática muito ineficaz.

Antes de abordar outras empresas, avalie: Quem é o meu cliente ideal?

Para facilitar essa análise, pense em quem é atualmente o seu melhor cliente. Quais são as características que o tornam o melhor cliente? Qual o porte da empresa, o ramo, a localização? Como ele te conheceu? Qual o problema que ele tem que você resolve?

Tendo esse perfil bem claro, fica muito mais fácil saber com quem você deve entrar em contato.

3. Encontre possíveis clientes

Sabendo com quem você quer entrar em contato, o Empreendemia te permite filtrar as empresas por cidade e setor, além de ter um sistema de busca bem bacanudo.

4. Inicie o contato com o pé direito

Ao invés de já tentar vender seus serviços logo de cara, mande uma mensagem curta perguntando primeiro como ele enxerga o problema que você resolve.

Por exemplo, suponha que sua empresa faça otimização de sites para o Google. Ao invés de sair oferecendo esse seu serviço para todo mundo, primeiro pergunte para algumas empresas se elas já cuidam disso e tente entender melhor o cliente precisa.

"Olá fulano, tudo joia?

Estava dando uma olhada no seu site e gostei bastante. Você tem feito algum trabalho para otimizar os resultados dele no Google? Tem sentido diferença nos contatos que recebe?

Abraços"

A partir das respostas dessa mensagem, fica muito mais fácil para você continuar o contato e saber quais serviços pode oferecer a ele.

E o que eu não devo fazer?

Tão importante quanto os 4 passos acima é a dica abaixo. Você pode acabar estragando seus contatos e desperdiçar possíveis clientes por causa disso.

A dica é: não mande spam.

Mande mensagens curtas e personalizadas (mais pessoais), e não saia copiando e colando mensagens. Por mais que isso te faça diminuir o número de contatos, pode ter certeza que a qualidade deles trará resultados muito melhores do que o spam.

Conclusão: Gostou? Vai lá e faz!

Apesar das dicas serem muito legais, só é realmente possível aprender na prática. Vá agora ao Empreendemia e já coloque em prática o que você acabou de aprender nesse artigo. O cadastro é grátis!

Com informações do Administradores.com

quinta-feira, 12 de julho de 2012

Inovação para melhorar o atendimento ao cliente

O cliente chega ao restaurante e depara-se com uma longa lista de espera por uma mesa. Quarenta minutos depois, consegue sentar-se. Para pedir o cardápio, o homem levanta a mão de modo tranquilo e educado. O garçom, no entanto, não percebe ou finge que não vê. Frustrado e já irritado, o senhor acena de forma mais brusca. Mas todo o esforço para chamar atenção foi inútil. Vinte minutos depois, uma garçonete finalmente lhe entrega o cardápio. “Por favor, o bife acebolado”, pede o cansado cliente. “Não temos”, responde a apática garçonete. “E o salmão grelhado?”, insiste o consumidor. “Já lhe adianto que não está fresco”, retruca a mal humorada atendente. Ele opta, então, por macarrão ao molho bolonhesa. Depois de confusões de pedidos e de erros nos valores apontados na conta, o consumidor se aborrece de vez e promete nunca mais retornar ao estabelecimento. O atendimento prestado ao cliente em questão é exatamente o oposto ao oferecido por um restaurante inovador.

Seja um restaurante à la carte, uma lanchonete fast food ou uma loja de roupas, a qualidade do atendimento ao cliente deve ser prioridade para o empresário. Afinal, o sucesso do empreendimento depende totalmente da clientela, que é exigente e gosta de ser bem tratada. A Rede de Conhecimento Faça Diferente, criada pelo Sebrae, divulgou a história do empreendedor Leonardo Lamartine, dono de um restaurante em Recife, Pernambuco.

Você ouviu no programa de rádio que o trunfo do empresário foi antecipar-se às necessidades do cliente. A empresa tem pontos de venda especialmente em shoppings e foi uma das primeiras a contratar funcionários para anotar os pedidos dos consumidores ainda na fila. Além disso, os clientes são convidados a conhecer a cozinha do estabelecimento e, apesar do restaurante ser do tipo fast food, a qualidade das refeições se aproxima daquela oferecida pelos sistema à la carte.

Setor de alimentação

A exemplo do Bonaparte, os restaurantes e as lanchonetes devem demonstrar, sobretudo, que os cozinheiros preparam os alimentos com segurança e qualidade. Convidar os clientes para conhecer a cozinha, pedir aos funcionários que cuidem da higiene pessoal e vistam uniformes limpos são atitudes de extrema importância para conquistar a clientela. Além disso, os proprietários de buffets e de restaurantes que servem comida a quilo precisam deixar as gôndolas sempre protegidas de insetos e de outras impurezas.

Os garçons devem ser treinados para atender os consumidores com rapidez, sem perder a cordialidade, a eficiência e o bom humor. Mais do que entregador de bandejas, o garçom é um vendedor: recomenda pratos, sugere promoções e faz a propaganda das especialidades da casa. Os mais dedicados prestam atenção no perfil dos clientes. Para os apaixonados, oferece um vinho elegante e caro. No caso do casal que está junto há muitos anos, um chopp gelado será a melhor pedida. Se há um aniversariante na mesa, que tal contemplá-lo com sobremesa gratuita? As mulheres que frequentam o restaurante ficarão agradecidas se o garçom lhes oferecer um suporte para bolsas. O empresário que vai até as mesas e pergunta se o atendimento está bom também ganha muitos pontos com o consumidor.

Os proprietários de restaurantes não devem receber mais clientes do que a capacidade de atendimento do negócio. O tamanho da cozinha e o número de cozinheiros contratados precisam estar de acordo com o espaço do salão. De nada adianta aumentar o número de mesas se o os garçons não conseguem trabalhar com eficácia e agilidade. Dessa forma, os consumidores esperam tempo excessivo pelos pratos, os atendentes ficam estressados e cresce a chance de troca de pedidos e de erros nas contas. O péssimo serviço levará os clientes a relatar aos amigos a má impressão que tiveram do estabelecimento e a estratégia do empresário surte efeito inverso: o grande salão passa a ficar vazio.

Atendimento dos setores varejistas e de turismo

Os vendedores de lojas de roupa, de sapatos, de livros e comércios semelhantes devem ter bom senso ao atender os clientes. Não é recomendado seguir os consumidores pela loja, conversar demais, e oferecer produtos de forma excessiva e insistente. Essa atitude constrange e afugenta a clientela. Ao mesmo tempo, os funcionários não podem ignorar a entrada do cliente na loja. O bom atendente é cortês, simpático e mantém certa distância do consumidor para deixá-lo mais à vontade.

Na área do turismo, a qualidade do atendimento ao cliente também é primordial. As agências devem ter o cuidado de vender pacotes que correspondam exatamente ao serviço a ser proporcionado ao consumidor. Essa recomendação também vale para os proprietários de hospedagens que precisam estampar no site fotos que sejam fiéis à realidade dos quartos e outras áreas do hotel. Imagine a decepção do turista que enfrenta problemas de reserva e encontra cômodos sujos, com menos conforto do que o esperado. O consumidor insatisfeito não poupará o estabelecimento de duras reclamações, podendo, inclusive, brigar para ter o dinheiro de volta.

Sempre em contato direto com o cliente, os guias turísticos necessitam aprimorar o dom da paciência, mesmo que seja difícil controlar o tempo de permanência nas atrações e conseguir que todos continuem próximos uns dos outros. O período de férias é esperado com ansiedade por qualquer trabalhador. Por isso, os passeios não podem se tornar cansativos ou estressantes. É função do guia garantir que as visitas sejam prazerosas e que o turista se lembre da agência da próxima vez que decidir viajar. É importante também que os trabalhadores do setor de turismo aprendam outras línguas para melhor atender os estrangeiros.

Conheça melhor o seu cliente. Esse é um dos conselhos mais importantes e preciosos que o Sebrae pode lhe oferecer. A dica vale para todas as empresas que desejam se tornar inovadoras, principalmente aquelas que prestam atendimento direto ao consumidor. Se você, empresário, deseja aprimorar a maneira de atender a clientela, peça o auxílio dos nossos consultores no escritório do Sebrae da sua cidade. A empresa que eleva a qualidade da prestação de serviço passa a ser mais prestigiada pelo mercado. Isso significa aumento dos lucros e inovação!

Com informações do Sebrae.

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