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segunda-feira, 8 de outubro de 2012

Tornou-se líder? Saiba enfrentar com esta nova fase





Com jovens cada vez mais capacitados no mercado não é novidade ver estes profissionais ocupando cargos de liderança, mas como ele deve lidar com este novo momento?

A gerente sênior da divisão de engenharia d marketing&vendas da Robert Half, Daniela Ribeiro conta que o profissional deve ter muita maturidade ou experiência ou ele pode acabar comprometendo seu cargo e sua equipe. Por isso, a gerente listou algumas dicas que irão ajudar o jovem a encarar a promoção com mais tranquilidade e sabedoria.

1. Vestir a camisa de líder e aprender a delegar

O bom líder precisa entender que existem tarefas que ele não consegue fazer, por isso é ideal que ele saiba lidar com os profissionais que vão realizar estes trabalhos. É interessante ler livros sobre esse assunto e assim tornar-se um bom líder.

2. Entender a situação da equipe
O líder deve sempre manter uma boa comunicação com  os funcionários, coloque-se sempre em uma postura de parceria. Para Daniela o bom líder precisar passar a imagem de “facilitador”, de quem está ali para ajudar.

3. Conversar individualmente com cada funcionário de sua equipe
Conheça cada funcionário, o que ele faz na empresa, a quanto tempo está lá, etc. Conheça aquele profissional e o que ele espera do novo líder.

4. Envolver e estimular a equipe para alcançarem juntos os resultados
“O líder precisa entender o que motiva cada integrante de sua equipe para trabalhar com cada um, de forma individual”, sugere.

5. Ter um olhar para a empresa
Daniela enfatiza que juntamente com o olhar atento para a equipe, o líder deve saber que toda decisão deve ser tomada pensando no que vai ser melhor para a companhia.

6. Assumi a gestão da minha equipe
Se você era funcionário e recentemente foi promovido a algum cargo de liderança, as dicas cima podem lhe ajudar, mas Daniela lembra que este movimento é muito delicado.
Neste caso, ela acredita que mais do que nunca o líder deve fazer as conversas com sua equipe e se colocar numa postura “mais humilde e de mais ajuda, evitando criar inimizades", enfatiza.

Com informações do site Administradores.com

terça-feira, 18 de setembro de 2012

Liberte o líder que existe em você, perca o medo de liderar




Saber o que tem que ser feito, não significa necessariamente fazer o que tem que ser feito. Via de regra todo mundo sabe o que precisa ser feito, e o que é transformado em ação eficaz é um percentual pequeno perante o que se sabe? Eis o grande drama vivido está no campo da arte da liderança. Um líder pode comandar, porém um comandante pode não liderar.

Profissionais e executivos entrevistados sobre o que esperam de um líder dizem: Inspirador. Desenvolvedor de pessoas. Direcionador estratégico. Competitivo. Influenciador. Orientado para resultados. Desses predicados, Inspirador + Desenvolvedor de pessoas representam 60% das respostas e desejos. Isso quer dizer, o que é esperado nas corporações e na gestão pública é muito mais do que a competência técnica. A expectativa humana contemporânea para liderar clama por “inspiração”. Um inspirador, no dicionário Aurélio, é assim descrito: “do latim inspiratore. Que faz recordar; que lembra; entusiasma; arrebata. Inspiração significa qualquer estímulo ao pensamento ou à atividade criadora.”

O líder inspirador é o que arrebata, e o faz lembrando cada pessoa do seu poder único e diferenciador da sua ação criadora. As pessoas não suportam a ideia de serem simplesmente mais uma. Desejam que o seu melhor seja arrancado, arrebatado de suas entranhas e que a empresa possa ser o veículo para a sua legítima felicidade. Quer dizer, a realização do seu melhor, de sua verdade íntima. E o desenvolvedor de pessoas? Um real educador, aquele que contribui para eliminar as lascas das pedras brutas humanas, expondo o belo do seu design, de sua essência. Ah, mas que difícil é isso. Não é nada difícil, basta perder o medo de liderar. Basta perder a vergonha de doar-se às experiências e com isso lapidar o seu próprio talento. Basta assumir a sua responsabilidade como líder e colíder de qualquer área, departamento ou organização onde esteja agora atuando.

Nada falta no nosso entorno. Nada falta ainda conhecer que já não saibamos intimamente. Só precisamos da coragem e de superar o medo de passarmos a agir como líderes das nossas circunstâncias e realidades. Liberte o líder que existe em você e supere tudo em equipe, pois não há saída fora da construção de equipes.

Com informações do site Exame.

segunda-feira, 10 de setembro de 2012

Siga 3 dicas e conquista de vez a confiança de seu time

Qual o verdadeiro propósito de um líder? Especialistas dizem que a real função do líder é engajar as pessoas e alcançar os resultados desejados. Quando um funcionário está engajado ele desempenha todo o seu potencial. Acompanhe a seguir três dicas que o especialista em liderança, desenvolvimento humano e performance organizacional Alexandre Prates recomenda para que você ganha todo o engajamento e confiança de seu time.  

1 - Definir claramente quais são os resultados que as pessoas devem entregar:

Vários profissionais tendem a confundir a confundir suas reais funções, existe diferenças entre as atribuições que seu cargo pede e os resultados alcançados. Um funcionário não deve pensar que somente porque ele chega e sai no horário e faz tudo o que lhe é atribuído, ele será valorizado como um grande profissional, portanto quando você conversar com seus colaboradores não fale sobre trabalho e sim sobre resultados.

 2 - Exponha a causa da empresa e a sua causa como líder

As pessoas se comprometem com a causa da empresa e do líder e não com a empresa ou com o líder. Esse é o ponto principal. As pessoas querem empenhar o seu potencial em empresas que se importam com o futuro e com as pessoas. Da mesma forma, as pessoas se comprometem com líderes que se importam com o seu desenvolvimento profissional. As pessoas não se comprometerão com uma empresa apenas porque ela é grande, mas porque querem construir seu futuro nessa empresa. As pessoas não seguirão um líder porque ele é capa de revistas de negócios, e sim, porque ele permite as pessoas aprender, crescer e contribuir.  

3 – Conheça e respeite os sonhos de cada um

Um erro muito comum de líderes é achar que todos querem a mesma coisa, "eu pago altas comissões, o que mais eles querem?". Exatamente, o que mais eles querem? Dinheiro nem sempre motiva a todos, e alguns casos o reconhecimento é muito mais importante para um funcionário, pois ele sente que seu trabalho foi valorizado, ele sente que está crescendo junto com a empresa. Uma carta de agradecimento, assumir um projeto audacioso, participar de reuniões importantes, enfim, as pessoas possuem motivos diferentes para sentirem-se felizes. E como descobrir o que motiva cada um: Simples! Converse, pergunte! O que te motiva? O que te faz feliz? É o único caminho.  

Com informações do site Administradores.com

terça-feira, 14 de agosto de 2012

Como administrar seu negócio sem estresse



Saber organizar o estoque e manter as contas em dia fazem parte de uma gestão menos estressante. E-mail, família, contas para pagar. Não deve haver um ser neste planeta que escape de uma rotina estressante. Com os empreendedores, as coisas podem ser ainda piores e a administração da pequena empresa pode ser motivo para dor de cabeça.

Mesmo assim, até quem não é expert em gestão e finanças consegue administrar um negócio de forma mais prazerosa. Para Reinaldo Messias, consultor do Sebrae/SP, o estresse é causado pela falta de planejamento. “O empresário se estressa com coisas que poderiam ser evitadas”, diz. Confira a seguir seis dicas para administrar seu negócio de forma mais tranquila e menos dolorosa.

Enxergue a realidade

O primeiro passo para uma administração sem estresse é não se enganar. Enxergue seu negócio e o ambiente econômico em que ele está inserido com clareza. “Comece a dar uma olhada e se informar sobre o que está acontecendo no mundo. Alguns indicadores ajudam a entender melhor o seu negócio e a economia”, diz Messias. Conhecendo bem este cenário, estabeleça metas. “Quem não tem meta não sabe para onde vai”, explica. “O ideal é investir em inovação e competitividade e não ficar esperando para ver quanto vai vender no mês”, ressalta.

Planeje mesmo

As metas fazem parte de um processo de planejamento. Para o consultor do Sebrae/SP, os empresários devem levar a sério o momento de planejar e usar dados reais. “O planejamento deve ter propósito, processos, pessoas, parcerias e prazer para não ter estresse”, ensina.Para isso, seja claro e objetivo com os objetivos que quer para sua empresa. Isso inclui manter o foco na oferta de produtos e serviços. “Não venda um produto que não combina com o seu negócio só porque um cliente pediu”, diz Messias.

Use capital próprio

Use todo o capital próprio que você tiver para investir no negócio. “Dinheiro lá fora custa caro, ainda mais em tempos de restrição ao crédito”, diz o consultor. Financiar o negócio com o seu dinheiro ou dos sócios pode valer mais a pena do que ficar dependente de instituições financeiras.

Controle o estoque

Ter estoque é excelente para não perder vendas. Mas pode ser um problema quando significa perder dinheiro. “Ter estoque é bom, mas quando é alto, ele consome o capital de giro”, explica Messias. Por isso, para gerir o seu negócio de forma mais tranquila, é preciso conhecer bem o que você vende e o que compra. Um estoque controlado e bem organizado evita dor de cabeça na hora de organizar as contas da empresa.

Conheça o cliente

A preocupação com as vendas pode ser amenizada com uma equipe de vendedores bem preparada e conhecendo bem quem é o seu público-alvo. “Siga as pegadas do cliente e descubra os desejos que ele tem, os preços que ele espera encontrar, onde é melhor atendido e o que mais o agrada”, diz. Rastrear os hábitos de consum - quem é, o que faz e o que compra - serve para amenizar o estresse de momentos ruins.

Seja o líder da sua empresa

Quem não se dedica à empresa integralmente ou não acompanha o dia-a-dia operacional do negócio corre o risco de deixar as decisões para outras pessoas. “Não deixe o funcionário ser mais líder do que o empresário. Lidere o processo e tome as decisões importantes. Para isso, é preciso estar presente mesmo que de forma virtual”, ressalta Messias. É trabalho do líder também cuidar para que a empresa seja ética. “Cumpra com as obrigações legais, tributárias, trabalhistas e comerciais. Por trás de uma empresa não ética, tem sempre alguém estressado”, afirma.

Com informações do site Exame.

segunda-feira, 4 de junho de 2012

E as Metas de Atuação?

Qual o grande desafio de um líder? Direcionar, educar, acompanhar, inspirar, cobrar, motivar e tantos outros verbos no infinitivo.

Mas de todos os verbos citados, sinto que na prática, o campeão deve ser o cobrar. O problema é como se faz a cobrança. A cobrança hoje, na maioria das empresas é burra! Burra em se traçar uma meta financeira e seja o que Deus quiser. Números definidos por históricos passados, percentual de crescimento desejado, momento do mercado ou até mesmo intuição. 

E depois do número definido e divulgado para a equipe começa a eterna correria para atingir o desejado numeral. Mas, e as metas de atuação? Quem deve direcionar, educar, acompanhar, inspirar, cobrar e motivar de uma forma justa? O líder, é claro!

Agora entra a minha sugestão. Além de traçar metas financeiras, criar as metas de atuação que nada mais são do que a forma, o caminho que o líder espera que o profissional de vendas trilhe para atingir determinado objetivo. Deve ser simples, direta e elaborada em conjunto com o seu executor afinal, a era do líder impositor já foi faz tempo. Veja algumas dicas:

Crie critérios de medição. Elabore uma forma de medir a execução do plano. Estipule um período de duração, nem curto demais, nem longo demais. Um plano de atuação com duração de três a quatro meses está de ótimo tamanho. Faça avaliações constantes e dê um feedback no estilo – totalmente insatisfatório, parcialmente satisfatório, satisfatório e excelente.

Seja específico em cada ponto. Defina a forma como você deseja que o profissional atue e seja específico. Imagine, por exemplo, que a sua empresa vende produtos para hotelaria: a meta é de prospectar 10 clientes no mês, não é o bastante. O ideal é deixar mais claro. Veja: Prospectar 10 clientes/mês no grupo: Hotel – subgrupo: Hotel Turismo no Estado de SC e na Região do Vale do Itajaí. Assim fica muito mais claro!

Nada de exageros. As metas de atuação não são para ser um tratado governamental com 200 páginas. O ideal é que não passe de uma página e direcione a forma de atuar e seja condizente com a estratégia definida. Direcione o profissional para atividades que agreguem valor e que o auxiliem a manter o foco e a disciplina na sua rotina.

Acompanhe e dê feedback. Outro ponto em que os líderes pecam é na questão de acompanhar. Atropelados pela própria rotina acabam por esquecer que a meta principal do líder de vendas é fazer os outros venderem. Sugiro que ao menos uma vez por semana e não mais do que quinze dias, com duração do encontro pré-determinado, se reúna com o profissional e faça a seguinte pergunta: O que você está fazendo para atingir as suas metas? Caso a empresa tenha um sistema de vendas peça para ele mostrar os lançamentos feitos e os negócios, prospecções e recuperações de inativos em andamento. Deixe-o falar, ouça e depois faça suas sugestões ou críticas, sempre construtivas.

Essa forma de atuação é simples, direciona e dá foco. Além disso, os membros da equipe se sentem mais seguros e verdadeiramente liderados. Inteligência em vendas é isso! Contribuir para que as vendas aconteçam de forma natural e de forma sustentável sempre direcionando cada profissional dentro das suas características e pontos fortes. Sem as metas de atuação o fim do mês é sempre uma loucura quando a meta não consegue ser atingida. Uma correria danada, preço lá embaixo, vendedores estressados e mal direcionados. Sem estratégia, não há resultados. Sem pessoas bem direcionadas, não há estratégia que funcione. Simples e difícil assim!

Com informações do site rhevistarh.com.br.

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