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quinta-feira, 3 de maio de 2012

A Copa do Mundo pode alavancar consumo de alimentos orgânicos no país




Grandes eventos que o Brasil vai sediar nos próximos anos, como a Copa do Mundo de 2014 e as Olimpíadas de 2016, podem ser oportunidades para aumentar o consumo de orgânicos no país. Uma campanha, coordenada pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA), por meio do Núcleo Temático Copa Orgânica e Sustentável, tem o objetivo não só de promover o consumo consciente, como também de aumentar a circulação desses produtos no varejo.

"A intenção é aproximar oferta da demanda. E a Copa pode acelerar isso", afirma o coordenador do Núcleo Copa Orgânica e Sustentável, Arnoldo de Campos. Segundo Campos, o mercado de orgânicos movimenta cerca de R$ 500 milhões por ano. A meta é fazer esse número dobrar até o fim de 2014.
Além de estimular o consumo de orgânicos, a campanha Copa Orgânica e Sustentável, quer chamar a atenção do consumidor para valorizar também outros aspectos relativos à produção, como agricultura familiar, certificação de origem, comércio justo e economia solidária. Entre os produtos oferecidos no programa estão alimentos, bebidas, cosméticos e artesanato.

O projeto está fazendo parcerias com empreendimentos das 12 cidades-sede da Copa. Os estabelecimentos podem aderir à campanha comercializando os produtos credenciados direta ou indiretamente. Campos explica que "pode participar tanto um hotel que utilize peças artesanais de uma comunidade da Amazônia em sua decoração, quanto um restaurante que cozinhe refeições a partir de produtos orgânicos".

Os estabelecimentos que optarem por participar serão promovidos e farão parte de um guia de apoiadores da campanha. Segundo Campos, o foco é chegar a locais onde o consumidor vai circular durante a Copa, como bares, restaurantes, hotéis e estádios. "É o momento de expor o produto amazônico, da Caatinga, a nossa diversidade rural", afirma. O projeto deve ser lançado até o fim deste ano, para que seja testado na Copa das Confederações, que ocorre no país no ano que vem.

Campos vê os grandes eventos como catalizadores. "Se o hotel incorpora esses produtos para a Copa, dificilmente vai deixar de fazê-lo depois". Ele diz que a intenção é deixar esse tipo de consumo consciente como um dos legados da Copa.

Fonte: Terra

segunda-feira, 9 de abril de 2012

Aumente a lucratividade da sua empresa

O começo de uma empresa nunca é fácil, e só após alguns anos é que o empreendedor começa a ver os lucros. Segundos especialistas, é nesse momento onde muitos empresários erram e se acomodam. É nessa época que ele deve avaliar melhor sua empresa. O fundamental é estudar e buscar formas de aumentar a lucratividade e deixá-lo ainda mais estável.

"No mundo de hoje, um empreendedor não pode se acomodar e ficar pequeno, senão perde para o concorrente na negociação com o fornecedor e não terá como pagar bons profissionais. O empresário deve ter clareza que tem de aumentar sua receita, sempre", explica Luiz Antonio Secco, de uma empresa especializada em varejo.

Luiz Antonio listou algumas dicas que você empreendedor pode usar para aumentar o lucro de sua empresa.

1 - Foque naquilo que realmente importa
"Existem algumas frases aparentemente óbvias, mas que não deixam de ser verdadeiras. 'Foque nas coisas mais importantes', por exemplo. 'Aumentar as vendas e reduzir gastos evitáveis é outra", destaca Secco. Segundo ele o tempo que o empresário investe para enxugar valores poderia ser usado na criação de ideias para vendas.

2 – Construa uma base de clientes
"Ninguém tem dinheiro para propaganda ou marketing quando é pequeno. Então, é preciso apostar na construção boca-a-boca", sugere Secco. Caso o investimento em anúncios ainda esteja fora de suas possibilidades seria interessante que o empresário concentre-se no visual da loja, procure deixá-lo mais atrativo. Outra ideia é fazer promoções de fidelização para solidificar sua marca e manter uma base de clientes. "Faça uma lista de clientes que podem parcelar o pagamento, ou ter 20% de desconto. Faça o comprador se sentir especial", aconselha.

3 – Mude o ponto do seu negócio
"Essa é outra área em que entra o lado pessoal. Muitas empresas ficam num ponto caro porque se acostumaram com ele", diz Secco. É fundamental que o empresário tenha em mente os prós e os contras de um determinado local, caso seu negócio seja um restaurante , deve-se sempre calcular que se por um lado a mudança reduz o preço do aluguel, por outro exige um esforço para manter a base de clientes, ou mesmo criar uma nova.

4 - Congele gastos
Quando um negócio está crescendo sem aumentar os gastos, consegue otimizar seus custos. Investindo o mesmo dinheiro, obtém uma receita maior - o que é por si só uma forma de aumentar os lucros. "Se a empresa cresce 20% ao ano e não aumenta os custos, ela está aumentando os lucros com a diminuição do custo relativo das vendas", explica Secco.

5 - Reveja os contratos com seus fornecedores
Uma outra dica seria renegociar os preços com seus fornecedores, mas é bom manter em mente que você precisar oferecer melhores condições pra eles, muitas vezes aumentar as compras. Uma ideia para não aumentar os gastos é unificar aquelas que eram feitas com mais de uma fonte no fornecedor que oferecer a melhor oferta. Uma outra alternativa é comprar de fora. "Comprar da China virou opção em muitos setores. Muitos produtos estrangeiros têm um bom preço, principalmente por causa do real valorizado", exemplifica Secco.
Com informações do Terra.

quinta-feira, 29 de março de 2012

Trabalhar com comida rende lucro de até 20%



A taxa de desemprego ficou em 5,7% em fevereiro, segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), uma das menores da história. O rendimento médio real do trabalhador ficou em R$ 1,699,70, o que representou avanço de 1,2% sobre janeiro.

Esses fatores estimulam o setor de serviços no Brasil e uma das áreas mais beneficiadas é a de alimentação, pois os brasileiros com mais dinheiro no bolso podem comprar mais refeições fora de casa. O Sebrae (Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas) estima que já existam 1,5 milhões de bares/restaurantes no país, que geram 4,5  milhões de empregos.

E toda essa força também favorece os pequenos e médios negócios, como marmitarias e buffets. Segundo Karyna Dantas, consultora especialista para alimentação fora do lar do Sebrae-SP,  bem administrada uma empresa como essa pode ter lucratividade variando entre 10% a 20%. “Mas é preciso ter uma gestão bem assertiva e um gestor participativo”, ressalta.

Passos/ Ela orienta que um dos passos iniciais para quem quer entrar no ramo de marmitarias ou buffets, antes de pensar em custos, é a  elaboração do cardápio. O interessante é que o futuro empreendedor analise o que vai ofertar para o seu cliente para depois prever todos os custos de investimentos, abertura e implementação do negócio. Para isso ser feito com segurança, um plano de negócio deve ser elaborado.

Tudo isso para ter um planejamento anual, mais longo, ou seja,  diminui a chance de  tomar decisões apressadas ou erradas.  “Isso ajuda principalmente depois do negócio formalizado e constituído, onde deverá ser previsto os períodos de risco, como a sazonalidade de produtos, dos serviços e das demandas”, diz.

Para quem abre um negócio, a informalidade é sempre uma dúvida: pode-se pagar menos impostos, mas o empresário não tem acesso a financiamentos, fica fora das regras legais do país e por isso pode se acomodar e não pensar em crescer.

Uma alternativa para os pequenos se legalizarem é o Empreendedor Individual, programa do Ministério do Desenvolvimento que formaliza os negócios com o pagamento de um valor fixo mensal de R$ 36,10.  É uma boa dica para quem pensa em marmitaria. Isso dá direito a  benefícios como auxílio maternidade, auxílio doença, aposentadoria, entre outros. Veja mais em www.portaldoempreendedor.gov.br.

Também há instituições que emprestam dinheiro para pequenos empresários cobrando juros baixos. O Banco do Povo Paulista, por exemplo, cobra 0,5% ao mês (veja mais em www.bancodopovo.sp.gov.br). Também existe o programa nacional de microcrédito Crescer, que atende nos bancos públicos Caixa Econômica Federal e Banco do Brasil, com juros de 0,6% ao mês.

Com informações da Abrasel

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