terça-feira, 22 de março de 2011

E-commerce do país faturou R$ 14,8 bi em 2010




As vendas pela internet em 2010 somaram R$ 14,8 bilhões, resultado 40% superior aos R$ 10,6 bilhões faturados pelo segmento no ano passado.

É o que aponta a 23ª edição do relatório WebShoppers da e-bit, empresa especializada em monitorar o comércio eletrônico do país, com o apoio da Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico (camara-e.net).

O desempenho do e-commerce brasileiro em 2010 superou a previsão inicial da empresa, que considerava um faturamento de R$ 14,5 bilhões.

Segundo o e-bit, os bons resultados do setor podem ser atribuídos principalmente ao incremento das vendas em decorrência da última Copa do Mundo. Para a empresa, o evento futebolístico colaborou, sobretudo, no aumento da comercialização de televisores de tela fina, especialmente aparelhos de LCD.

Outros fatores relevantes para o superaquecimento do setor no ano foram a entrada de novos players, a consolidação de grandes grupos de varejo e o aumento da renda do consumidor. Essas ações contribuíram para aumentar a confiança dos e-consumidores no setor e alavancar as cifras, diz o e-bit.

O número de pedidos em 2010 ultrapassou 40 milhões, contra 30 milhões de 2009. Já o número de clientes que gastaram, em média, R$ 373, chegou a 23 milhões em 2010, ante 17,6 milhões no ano anterior.

As categorias que terminaram o ano como as preferidas nos carrinhos virtuais dos e-consumidores foram: eletrodomésticos (14%), livros, assinaturas de revistas e jornais, saúde, beleza e medicamentos (12%), informática (11%), e eletrônicos (7%).

Compras coletivas

Em pesquisa realizada entre 10 e 14 de março deste ano, 61% dos consumidores virtuais consultados afirmaram conhecer o conceito de compras coletivas, segmento em que sites oferecem produtos ou serviços com descontos por meio de vendas de cupons. Entre aqueles que conhecem o segmento, 49% disseram já ter realizao alguma compra de oferta.

Nas entrevistas com clientes que já compraram por esse meio, 82% disseram que pretendem fazer novas compras pelo canal nos próximos três meses.

Segundo o estudo, 37% das pessoas que compraram em sites de compras coletivas ficaram sabendo do serviço por recomendação de amigos e parentes e 19% alegaram ter recebido uma promoção por e-mail.

Fonte: INFO Online por Rogerio Jovaneli
Terça-feira, 22 de março de 2011 - 14h38

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