sexta-feira, 8 de março de 2013

Mobile Analytics – Monitorar Visitas de Smartphones no seu Site

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Jan 24th 2013, 11:57

mobile shopping

Já não é de hoje que sobram notícias apontando como o uso de Smartphones tem aumentado no Brasil. Até a notícia de que hoje temos mais celulares do que pessoas no país já ficou velha. E tanto Smartphone assim só poderia resultar em um crescente aumento de uso desses aparelhos para acesso a Internet.

Estatísticas apontam que mais da metade dos donos de Smartphones realizaram compras online:

Compras Mobile - ThinkWithGoogle

Agora, responda a pergunta: Você já conferiu no seu website como anda o volume de acessos via Smartphones e até Tablets? Se você usa o Google Analytics para monitorar as visitas do seu site, deixo uma ajuda para te dar as primeiras impressões sobre os acessos por dispositivos móveis ao seu site, a Dashboard Mobile360:

Dashboard Mobile360 - Google Analytics

A Dashboard segue a linha Acquisition > Behavior > Outcome, da primeira coluna para a última, ou seja, responde as perguntas:

  • De onde as visitas vieram?
  • Onde chegaram?
  • O que foi conquistado?

Quem já leu os materiais do Avinash Kaushik, certamente estará familiarizado com a ideia. Aproveite: Dashboard Mobile360.

Quer receber estes estudos e descobertas em primeira mão? Curta a nossa página no Facebook ou assine a nossa newsletter semanal; E fique de olho em nossos cursos de Google Analytics e de SEO.


Confira o artigo original publicado pela MestreSEO: Mobile Analytics – Monitorar Visitas de Smartphones no seu Site



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Entrevista com Paddy Moogan, autor do Link Building eBook

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Feb 14th 2013, 14:48

Link Building Book

Olá leitores da MestreSEO,

No começo do mês a comunidade de SEO recebeu um super presente de um profissional da área: o lançamento de um eBook exclusivamente sobre Link Building. O autor desta super peça de conteúdo, é o britânico Paddy Moogan, que atualmente é consultor na Distilled, uma renomada empresa britânica e com presença mundial.

Tive a oportunidade de entrevistar o Paddy aqui para o nosso blog e gostaria de recomendar a vocês a compra do eBook. Adquirimos aqui na MestreSEO e todos os profissionais estão adorando. O valor é muito baixo, de 37 dólares, aproximadamente 75 reais, o que não é nada para um material super atualizado e bem rico.

Veja mais detalhes sobre o livro de link building

Ainda recomendo que você combata a pirataria e incentive o conteúdo de qualidade. Não pegue o livro de amigos ou em torrents, faça uma contribuição para o mercado e invista no seu futuro, adquirindo esta peça de conhecimento sensacional.

Paddy Moogan

Você pode nos contar um pouco mais sobre você e sua formação?

Sim, claro. Eu sou um consultor de SEO da Distilled no escritório deles em Londres. Eu estou atualmente localizado na Nova Zelândia pois estou em um período sabático (o sabático é um período de afastamento do trabalho que o uma pessoa ou um executivo utiliza para refletir sobre a sua vida e a sua carreira), mas estou fazendo o meu trabalho como um trabalhador remoto. Eu entrei na área de SEO durante a universidade quando eu estava estudando advocacia. Eu vi que eu precisava de um dinheiro extra e criei alguns sites para ganhar dinenheiro com o Google Adsense. O próximo passo natural foi aprender sobre SEO e, por acaso, eu consegui um trabalho em web design e desenvolvimento em uma empresa próxima a Birmingham, cidade onde eu nasci. Em Maio de 2010 eu me transferi para a Distilled.

O seu ebook é direcionado apenas para profissionais de SEO avançados ou os iniciantes podem aprender também?

Honestamente, ele é provavelmente mais direcionado para iniciantes e intermediários em SEO. Ele possui conteúdo que eu considero avançado pois é mais direcionado para SEOs Sênior ou gerentes que desejam criar um time, tercerizar da maneira correta ou melhorar seus processos. Mas de modo geral, ele provê muita informação para os iniciantes.

Um assunto que você comenta no ebook e eu acredito que seja muito importante é o entendimento do negócio antes de criar links. Você pode comentar um pouco mais sobre isto?

Sim, isto é algo que eu sinto fortemente e escrevi recentemente um artigo no SEOmoz sobre o assunto. Eu sinto (e me sinto culpado por isto) que algumas vezes a resposta padrão dos clientes é "ganhar mais links" e nenhuma informação é dada sobre o tipo de link que eles precisam. Para entender os tipos de links que eles precisam, você precisa entender muito bem sobre o negócio do cliente e quais são as suas metas. Isto significa que você pode criar links que vão além de ajudá-lo a ganhar rankings, mas você pode ganhar links que irão trazer um tráfego também.

O que você acredita que funciona melhor para link building: um time in-house ou tercerizar este trabalho?

Isto depende das circunstâncias da empresa e quais são os seus ponts fortes mas, de modo geral, eu sou a favor de lidar com SEO / link building de forma in-house e utilizar agências / pessoas externas para um nível de estratédia e consultoria.

Você acredita que links sociais contam?

Sim eles contam. Eles não são tão fortes quanto os links tradicionais, mas eu tenho visto que eles possuem um efeito positivo em posicionamentos orgânicos de websites. Se os links sociais são uma causa direta disto ou não, está claro que eles importam bastante.

Falando sobre técnicas de link building, qual é a melhor dica que você compartilhou no seu eBook?

Eu realmente gosto de link building com imagens. É uma forma bem limpa e realmente original de pedir um link e, segundo a minha experiência, as taxas de conversão são bem maiores do que as técnicas tradicionais. As imagens por si só são um bom conteúdo também, em particular para alguns tipos de sites como o caso do segmento de viagens.

Qual é a sua ferramenta favorita de link building? Por quê?

Honestamente, é o Google. Você pode encontrar tudo o que deseja a partir de poucas pesquisas de prospecção de links e detalhes de contatos. Isto é tudo o que você precisa para ganhar links e apesar de todas as ferramentas que existem, eu ainda amo a sensação de descobrir bons sites e conseguir links deles. Em termos de ferramentas atuais, eu amo a BuzzStream e recentemente eu venho realmente usando o Boomerang para gerenciar os meus envios e respostas de email.

Você dá dicas no eBook para pessoas que tiveram problemas com o Penguin Update? Qual é a melhor?

Sim, eu coloquei uma seção em como diagnosticar e corrigir problemas como o Penguin e outros updates que causam uma queda no tráfego. A melhor dica que eu posso dar é ficar longe de técnicas que possam ser escaladas de forma muito fácil. Está claro que o Google não gosta disto e mesmo que você não seja pego agora, você será em algum ponto e, pessoalmente falando, eu não quero ficar assustado toda vez que eu ouvir que o Google liberou algum novo update.

Você não acha que 37 dólares é muito barato? Você está pensando em prover algo no futuro para as pessoas que quiserem aprender SEO com você?

Eu acho que o preço está certo. De modo geral, os leitores parecem estar felizes com o preço e eu tive alguns que reclamaram que eu deveria deixar o livro gratuito. Eu acho que eu poderia ter cobrado mais caro, mas eu gostaria de encontrar um meio termo entre o tempo que eu investi escrevendo o eBook e um preço que não fosse tão caro para a maioria dos profissionais e que justificasse o preço.

Finalmente, você tem planos de visitar o Brasil? O que você ouviu sobre o nosso mercado e empresas de SEO daqui? Você escutou algo?

Eu tenho muita vontade de conhecer o Brasil um dia pois escuto coisas muito legais dos meus amigos que já estiveram aí. Eu tenho escutado muitas coisas nos últimos 12-18 meses, principalmente que o mercado está crescendo rapidamente e algumas empresas de SEO já tenham estabelecido um escritório aí e estão tentando se aproveitar deste crescimento. Espero ter a chance de conhecer pessoalmente isto um dia!

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Google possui 84% do Market Share no Brasil

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Feb 1st 2013, 12:05

Mercado e Tendências do Marketing Digital

A Hitwise revelou em seu estudo que o Google Brasil detém 78,63% de participação nas buscas no mercado brasileiro. O período selecionado é de 4 semanas terminadas em 29 de dezembro de 2012

Após o gigante das buscas, segundo maior market share é do Bing, buscador da Microsoft, com 7,61% da preferência dos usuários, seguido de Ask Brasil, com 5,34% e Google.com, com 5,03%.

Somando-se todos os domínios do Google entre os top 10 buscadores mais visitados no Brasil, o buscador atinge 84,43% de participação no mesmo período de 4 semanas terminadas em 29 de dezembro. Já o Bing e Bing Brasil têm, juntos, 8,19% da participação de buscas no período.

O Yahoo! Brasil está em quinto lugar na preferência dos usuários de Internet no país, com 1,19% de participação de buscas nas 4 semanas terminadas em 29 de dezembro de 2012. Ainda entre os top 10 buscadores mais usados no Brasil no período estão Google Portugal (0,74%), Ask (0,65%), Bing (0,58%), Yahoo! (0,064%) e Google Espanha (0,035%).

Market Share de Buscas no Brasil

Yahoo! Brasil lidera em taxa de sucesso

O Yahoo! Brasil ficou no topo do ranking de taxa de sucesso dos 10 buscadores mais relevantes na Internet brasileira. No período de 4 semanas terminadas em 29 de dezembro de 2012, buscador registrou 82,89%, enquanto o Bing Brasil atingiu 81,32%. Isto significa que, para os dois mecanismos de busca, mais de 80% das buscas executadas resultaram em uma visita a um site.

Já o Ask Brasil registrou taxa de sucesso de 77,80%, seguido do Ask (76,66%), Google (72,55%), Yahoo! (72,21%), Google Portugal (70,78%), Bing (70,73%), Google Brasil (68,13%) e Google Espanha (67,61%).

A taxa de sucesso é calculada pela proporção das buscas realizadas em cada uma das ferramentas que geraram efetivamente uma visita a um site.

Buscas contendo uma palavra são maioria

As buscas contendo uma palavra foram 31,56% do total no período de 4 semanas terminadas em 29 de dezembro de 2012, seguidas por buscas que continham duas palavras, com 20,16%, e três palavras, 19,11%. As buscas contendo quatro palavras somaram 11,25% do total, enquanto aquelas contendo cinco palavras totalizaram 7,89%.


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Funil de Conversão no Google Analytics – Criar e Analisar

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Mar 6th 2013, 14:35

Se você já estudou sobre monitoramento e Configuração de Conversão no Google Analytics, já está preparado para fazer a configuração do Funil de Conversão para o seu site, este que é um dos recursos mais interessantes do Google Analytics, mas muitas vezes esquecido pelos usuários da ferramenta.

No Google Analytics, o funil de conversão somente está disponível para ser configurado em Goals (em português, Metas) que sejam do tipo URL Destination – URL de destino. Isso pois essa configuração avalia, na verdade, quantos usuários (e qual percentual) navega no site passando por uma determinada sequência de páginas. E você escolhe essas páginas de acordo com os passos que os visitantes precisam cumprir para que aconteça uma conversão no site.

Um exemplo clássico é o formulário de contato dos sites, que geralmente se localiza em uma página chamada /contato e, após envio do formulário pelo visitante, ele é então direcionado para uma página de agradecimento (/contato/enviado, por exemplo).

O Funil de Conversão é a sua arma para descobrir “de todas as pessoas que visualizam o formulário de contato, quantas efetivamente preenchem e enviam o formulário” – e, possivelmente, passar a modificar o formulário de forma que mais pessoas o utilizem. Como resultado: aumento de conversão.

Essa configuração tem diversas aplicações:

  • Formulário de contato;
  • Processos de compra em e-commerce (funil de vendas);
  • Processos de compra utilizando meios de pagamento;
  • Processo de cadastro de dados (informações pessoais, criação de conta em site, …)
  • Qualquer estudo de navegação por um determinado grupo de páginas e em uma determinada sequência.

Vou usar de exemplo, aqui, um funil simples para saber a eficiência de uma página de coleta de emails de pessoas interessadas em receber newsletter/email marketing, ou seja, pessoas que desejam receber novidades por email.

Criar Funil de Conversão no Google Analytics

A criação do funil pode ser feita tanto no momento de criação do Goal do tipo URL Destination, como pode ele pode ser adicionado em um Goal do tipo URL de destino já existente. Infelizmente, no Google Analytics, o funil (como as próprias conversões), não tem efeito retroativo. Se você modificar uma meta para que ela tenha essa configuração, somente as novas conversões terão o funil avaliado.

Sendo assim, vamos até a página de criação de meta para podermos fazer o funil de conversão. Tudo começa acessando a área de administração da conta e depois o perfil do site que terá o funil monitorado:

Admin - Google Analytics

Na sequência, visite a aba Goals e clique em +Goal para criar um novo Goal, ou altere um que você já tenha configurado previamente e deseja montar um funil:

Google Analytics - Admin - Goals

Agora, sim, veja a seguinte configuração do nosso exemplo de conversão, o Cadastro de Newsletter:

Exemplo de Criação de Funil de Conversão - Google Analytics

Observe na imagem que:

  • Goal Name: contém o nome da meta, que será também utilizada na representação visual do funil, então, seja descritivo;
  • Goal Type: está marcado com a opção URL Destination, para que a meta possa ter a possibilidade de uso do funil;
  • Goal URL: está com a página de resposta a tentativa de cadastro no sistema de newsletter;
  • Match type: está com a opção Exact Match selecionado;
  • Use funnel: está selecionado. Esta opção, destacada no círculo vermelho da imagem é o que efetivamente ativa a possibilidade de uso do funil;
  • Step 1: está definido como /newsletter – é a página que apresenta o formulário para que as pessoas se cadastrem; logo depois, o nome desse primeiro passo “Página de cadastro.” Novamente, seja descritivo, pois este nome aparecerá na representação gráfica do funil;
  • Required step: deixei desmarcado, como não sendo um passo obrigatório. Na verdade não há outra forma de cumprir a meta a não ser preenchendo o formulário, então essa opção não importa muito nesse funil específico. Avalie o seu caso.

Esta é uma configuração mínima para se ter o funil em ação. Você pode colocar até 20 passos e avaliar o caminho dos visitantes com mais amplitude se quiser. Com tudo configurado, nos relatórios de conversão do Google Analytics você poderá usar a seção de Funnel Visualization (Visualização de Funil) e a resposta para “de todas as pessoas que visualizam o formulário de newsletter, quantas efetivamente preenchem e enviam o formulário” começa a se desenhar:

Funil de Conversão - Google Analytics

Neste caso, a resposta é: de 40 entradas na Página de cadastro (/newsletter), 31 efetivamente preencheram o formulário. 77,50% de conversão no processo. É possível ver ainda por onde essas 40 entradas aconteceram, e para onde as 9 pessoas que não passaram pelo processo de conversão completamente foram.

Supondo que eu não estivesse satisfeito com taxa de conversão, o próximo passo seria avaliar a página de cadastro para tentar identificar maneiras de:

  1. Melhorar a comunicação com as pessoas para que elas venham a efetuar o cadastro (explicar melhor o valor de se cadastrar?)
  2. Mudar o formulário de cadastro (muito grande? Solicita informações pessoais?)
  3. Mudar o layout da página (o formulário fica muito longe dos olhos e as pessoas não sabem o que fazer para se cadastrar?)

Entre outras ideias que podem surgir a medida que você avalia o seu funil e a troca de passos que está perdendo visitantes, aquela que tem uma baixa conversão. Ao escolher uma ideia, você pode usar o próprio Experiments do Google Analytics para testar uma versão diferente que seja candidata a aumentar as conversões. Mas esses detalhes ficam para outro artigo.

E se você precisar de ajuda em qualquer das partes: configurar o funil, analisar o funil ou usar o Experiments, conte com a nossa consultoria em Google Analytics para ajudá-lo a desbravar a ferramenta e seus recursos.


Confira o artigo original publicado pela MestreSEO: Funil de Conversão no Google Analytics – Criar e Analisar



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Google penaliza Interflora e Jornais Britânicos por Compra e Venda de Publieditoriais

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Feb 27th 2013, 14:48

Google penaliza Interflora

Olá leitores da MestreSEO,

Na última semana vários blogs europeus e americanos noticiaram que o Google penalizou o site britânico de flores, Interflora, por compra de publieditoriais, “advertorials” como é chamado lá fora. A punição foi bem severa e um dos prints, retirado pelo Martin Macdonald, mostra que o site sequer ranqueia para o seu próprio nome:

Interflora sem raqueamento

O Antes e Depois da Punição

Ainda segundo a publicação do Martin Macdonald, o site Interflora era um dos líderes do segmento, com uma visibilidade invejável, conforme mostra o relatório da Search Metrics:

Posicionamento da Interflora

O gráfico de visibilidade é um tanto quanto assustador, pois mostra a queda gigantesca em termos de visibilidade no Google:

Visibilidade no Google do site Interflora

Segundo o blog do David Naylor, um antes e depois dos rankings também pode ser visto:

Após a penalização, o site aparece próximo a página 5 em quase todas as palavras:
Ranking após a penalização

Os Publieditoriais

Segundo a investigação dos sites e profissionais, o site Interflora começou uma campanha de link building para se preparar para o dia dos namorados, que lá é chamado de “Valentine’s Day” e é comemorado no início do ano. Para a estratégia, o site pensou em divulgar o seu modelo de trabalho em diversos jornais britânicos, reforçando sua marca e ganhando um link em cada matéria.

Publieditoriais realizados

Este processo é largamente conhecido no Brasil como publieditorial e é usado em larga escala por grandes marcas e normalmente “oferecido” por blogueiros.

As Diretrizes do Google

Uma das coisas que sempre faço nos cursos de SEO para os meus alunos é ler todas as Diretrizes para Webmasters para que eles estejam cientes do que o Google considera uma infração às regras. Observando o caso, constata-se a seguinte infração:

Participar em esquemas de links

Ainda segundo o Google:

Os links que visam manipular a classificação de um site nos resultados de pesquisa do Google podem ser considerados parte de um esquema de links. Isso inclui comportamentos que manipulam links para seu site ou links em seu site que direcionam para sites externos. A manipulação desses links pode afetar a qualidade de nossos resultados de pesquisa. Por isso, trata-se de uma violação das diretrizes para webmasters do Google.

O Que Poderia Ser Feito

Ainda segundo as diretrizes do Google, existe um conselho quando se faz este tipo de compra de espaço:

Os links de anúncios PPC (pagamento por clique) que não passam o PageRank ao comprador do anúncio não violam nossas diretrizes. Há diversas maneiras de impedir que o PageRank passe, tais como:

  • Adicionando um atributo rel=”nofollow” à tag “a”
  • Redirecionando os links para uma página intermediária bloqueada a partir de mecanismos de pesquisa com um arquivo robots.txt

Caso o site Interflora exigisse a inserção da tag rel=”nofollow” em todos os links contidos nos publieditoriais a campanha seria totalmente válida, pois não manipularia o algoritmo.

Os Jornais Também São Penalizados

Assim como comprar links, o ato de vendê-los também é passível de punição. Neste caso, o Google também atuou frente aos jornais britânicos, diminuindo o valor do PageRank de seus domínios:
Jornais Penalizados no Caso Interflora

Ainda que não tenhamos notado uma perda de posicionamento direta por este ato, os jornais perdem credibilidade junto ao Google e podem, a longo prazo, não conseguirem o mesmo desempenho que antes. É uma espécie de quebra de confiança.

A Versão do Google

Ainda na mesma semana, o grande representante do Google nestes casos, Matt Cutts, entrou em cena no blog oficial do Google para Webmasters e relembrou a todos que o uso de publieditoriais ricos em links e que sejam utilizados para manipular o buscador é uma violação das diretrizes.

Google has said for years that selling links that pass PageRank violates our quality guidelines. We continue to reiterate that guidance periodically to help remind site owners and webmasters of that policy.

Please be wary if someone approaches you and wants to pay you for links or “advertorial” pages on your site that pass PageRank. Selling links (or entire advertorial pages with embedded links) that pass PageRank violates our quality guidelines, and Google does take action on such violations. The consequences for a linkselling site start with losing trust in Google’s search results, as well as reduction of the site’s visible PageRank in the Google Toolbar. The consequences can also include lower rankings for that site in Google’s search results.

Cenas do Próximo Capítulo

A novela de compra/venda de links estava praticamente no fim quando um dos profissionais de SEO mais antigos e respeitados do mundo, Aaron Wall, entrou em cena para refletir sobre o caso.

Segundo o profissional, ainda que o Google tenha tomado esta posição contra os publieditoriais, ele deveria olhar um pouco mais de perto o que ele mesmo está fazendo. Em sua publicação, ele mostra dois casos, descarados ao meu ver, de compra de publieditoriais por parte do Google! Exatamente, o Google compra publieditoriais em jornais para divulgar os seus produtos.

Publieditorial do Google

Em um segundo publieditorial, o Google divulgou o Hangout e seu Chromebook:
Segundo publieditorial pelo Google

Ainda que o Google seja o Google, se ele pratica regras para estar em seu índice, ele deve exigir isto de todos, inclusive dos seus times. Eles devem estar alinhados às diretrizes para webmasters assim como todos nós.

O correto seria penalizar da mesma forma que o site Interflora e jornais britânicos, as propriedades do Google mencionadas (Adwords, Analytics, Hangout e Chromebook) além dos jornais utilizados na divulgação.

Onde será que estão os profissionais que sempre defenderam as diretrizes para webmasters, tais como Pedro Dias, Ariel Lambrecht, Miguel Silva e um dos atuais integrantes do time de webspam do Google, André Rosa. Qual será a visão deles sobre o caso da empresa que defenderam ou defendem?

Qual a sua opinião? Comente!


Confira o artigo original publicado pela MestreSEO: Google penaliza Interflora e Jornais Britânicos por Compra e Venda de Publieditoriais



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Remarketing no Facebook – Melhore a sua Taxa de Conversão

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Feb 19th 2013, 19:32

Remarketing no Facebook

Você cria uma campanha no Facebook, conquista percepção da marca, novos fãs, interação, mas a taxa de conversão é sempre baixa? Ou ainda, você recebe muitas visitas no seu site (e nada de conversões), e descobre que seus clientes potenciais passam mais tempo no Facebook?

Calma, não é o fim do mundo! Aliás, é bem comum.

Exemplo de remarketing no Facebook Uma das maiores dores de cabeça quando se trata de publicidade no Facebook é a taxa de conversão. Para ser mais dramática, até identificamos que a taxa de conversão pelo Facebook é sempre menor se comparada com outros canais.

Isso acontece porque visitantes do Facebook geralmente não têm em mente o objetivo de comprar, e sim de interagir com seus amigos, reclamar que é segunda-feira ou simplesmente compartilhar aquela piadinha clássica de keep calm que hoje é sexta-feira.

Mas se, de acordo com a própria rede social, mais de 955 mil pessoas passam mais de seis horas por mês no Facebook, são leais e voltam sempre, por que não atingi-las com intuito de compra?
Uma boa estratégia para isso é o remarketing, que significa "divulgar novamente" e promete aumentar seu ROI da noite para o dia.

Mas afinal, o que é o remarketing?

É uma forma de publicidade dirigida onde o anúncio online é destinado aos clientes potenciais com base em suas ações anteriores na Internet, em situações em que essas ações não resultaram em uma venda ou conversão, ou seja, o remarketing serve anúncios às pessoas com mais frequência depois de terem deixado o site do anunciante.

Exemplos

Exemplo da plataforma de retargeting no Facebook A didática é simples: o cliente potencial viu seu produto em sua fanpage, em alguns casos até chegou a colocar no carrinho de compras, mas desistiu e foi fuçar a vida dos amigos na rede. Você vai perdê-lo? Não! Você vai "segui-lo" criando anúncios que possam chamar sua atenção novamente e, assim, levá-lo a converter.

Outro exemplo: você vende cursos, o cliente potencial passou horas pesquisando sobre cursos no seu site, mas não converteu e foi papear com os amigos no Facebook, o que fazer? Segui-lo! Com o remarketing, você consegue direcionar o usuário que visitou seu site e exibir publicidade relevante a ele no Facebook, mais precisamente sobre aquele curso que ele passou horas namorando no seu site.

Para uma chance maior de conversão, continue sempre a conversa com algo como "Saiba mais sobre este produto" ou "Ainda com o problema X?" e assim levará seu potencial cliente a lembrar que alguma vez já se interessou por aquilo e que pode ser a hora certa de finalmente comprar.

Caso você tenha uma loja virtual, o ponto-chave da estratégia pode ser segmentar as listas de remarketing em três estágios de compra: procura de produtos, visualização de preços e carrinho de compras abandonado. Para cada estágio de venda será acionado constantemente um anúncio relacionado à categoria de produtos que ele buscava na sua loja. Você também pode ter uma lista separada para os ex-clientes, passando a exibir anúncios de produtos relacionados aos que eles compraram da última vez, conquistando-os novamente.

Remarketing para Conversão

Embora seja bastante focado em conversões para e-commerce, o remarketing também pode ser usado para empresas cujo objetivo é conquistar mais formulários preenchidos, contatos ou telefonemas, desde que a missão seja bem definida.

Então, antes de chorar em cima da taxa de conversão baixa, pense que você tem a oportunidade de mostrar seus produtos novamente, de uma forma mais atraente e no local onde seu alvo passa o maior tempo, o Facebook!

Tem mais dúvidas ou quer aderir ao milagre do remarketing? Entre em contato conosco!


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quarta-feira, 6 de março de 2013

A importância das métricas no planejamento das ações de e-mail marketing

Blog de Email Marketing
Conteúdos elaborados por especialistas do setor.
A importância das métricas no planejamento das ações de e-mail marketing
Mar 6th 2013, 13:27

Marco Salvi, gerente de marketing e serviços ao cliente da Virtual Target, fala sobre a importância das métricas no planejamento das ações de e-mail marketing e como analisá-las.

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terça-feira, 5 de março de 2013

Como fazer um “call to action” eficaz no e-mail marketing

Blog de Email Marketing
Conteúdos elaborados por especialistas do setor.
Como fazer um "call to action" eficaz no e-mail marketing
Mar 5th 2013, 17:29

Dicas para utilizar o botão de "call to action" para aprimorar o engajamento e interação dos usuários com as campanhas de e-mail marketing.

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Por que a limpeza de seu mailing é tão importante?


Por que a limpeza de seu mailing é tão importante?
Mar 5th 2013, 13:17
De tempos em tempos, vejo profissionais de marketing relutantes em suprimir contatos antigos ou inativos de seu mailing de assinantes. Recuperar clientes que compraram uma única vez pode parecer uma boa ideia, mas fazer isso sem um direcionamento de dados significativo pode ser desastroso.

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

A qualidade de sua lista de contatos afeta o resultado de seu envio

Ademir Diniz
Blog sobre e-mail marketing
A qualidade de sua lista de contatos afeta o resultado de seu envio
Feb 28th 2013, 17:06

Muitas empresas e pessoas compram listas de contatos. Provavelmente ambas sabem que essa não é uma boa prática e que podem manchar o nome da empresa. Agora o que muitas não sabem é que uma lista de má qualidade afeta diretamente o resultado do envio.

Uma lista de má qualidade pode ter contatos inválidos, contatos que irão fazer denúncias de spam e até mesmo Spam Traps. Nos dois últimos casos estão claros os problemas, certo? Denúncias de spam para órgãos como Spamcop ou Barracuda fará com que seus IPs e domínios caiam em blacklists. O mesmo serve para enviar para Spam Traps.

O que poucos sabem é que uma lista com muitos contatos inválidos gera bloqueios temporários e, dependendo da quantidade, até mesmo bloqueios definitivos.

A prova disso são o UOL e a Locaweb que deixam bem claro isso em seus postmaster:

O UOL pode rejeitar conexões de servidores cuja lista de destinatários gere de forma consistente mais do que 10% de erros (ex: mais de 10% da lista de e-mails é destinada a usuários que não existem em nosso sistema)

http://email.uol.com.br/ajuda/pm/index.jhtm

Os servidores da Locaweb poderão rejeitar conexões de servidores que apresentem mais que 10% de erro na lista de destinatários.

http://www.locaweb.com.br/sobre-locaweb/contratos-politicas/postmaster.html

Já no item 7 do postmaster do UOL diz o seguinte:

O UOL pode rejeitar conexões de remetentes que são incapazes de aceitar ao menos 90% das mensagens de erro/retorno (mailer-daemon, mensagens de erro/falha) destinadas ao seu sistema.

Isso também está relacionado à qualidade de sua lista. Se tiver muitos e-mails inválidos e o seu servidor não comportar a demanda das respostas será barrado no UOL.

O que acontece em casos como esse é que o UOL começa a rejeitar as conexões e até mesmo os e-mails válidos não são entregues. O importante é manter a lista de contatos atualizada.

Pensar que vai obter ótimos resultados logo no primeiro envio comprando uma lista de milhões de contatos e enviando é o maior dos enganos e inocência.

Minha dica é:

Atualize sua lista de contatos constantemente. Retire os e-mails inválidos e cuide para que não envie novamente para estes, ok?

Abraço e até a próxima

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terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

Usabilidade nos processos de opt-in e opt-out do Email Marketing

Blog de Email Marketing da Templateria » Português
Blog de Email Marketing da Templateria
Usabilidade nos processos de opt-in e opt-out do Email Marketing
Feb 26th 2013, 19:06

A grande maioria das empresas que enviam email marketing não explora ou aproveita todos os recursos que sua plataforma de envios oferece, principalmente a API, que permite integração entre o site e a plataforma.

Dois importantes recursos que deveriam ser melhor explorados são o opt-in e o opt-out com o objetivo de melhorar a usabilidade para os destinatários e deixar esses processos mais transparentes.

Melhorando a usabilidade do processo de opt-in

Empresas que enviam mensagens com muita frequência e abordam assuntos de diferentes naturezas, como redes varejistas e portais de notícias, podem criar uma página especial para receber o opt-in das pessoas.

Opt-in CNET

Opt-in CNET

O opt-in para newsletters da CNET é um ótimo exemplo. Eles dispõem de diversos tipos de emails aos quais as pessoas podem se cadastrar, cada qual com seu próprio nome, descrição, exemplo e aviso sobre a frequência de envio.

Esse projeto pode ser realizado por meio da integração entre o site e a plataforma de envios. Após o cadastro do usuário no site, seus dados serão registrados na plataforma em listas de contatos diferentes, de acordo com seus interesses apontados.

12 dicas para construir a página de opt-in

  • Ao criar uma página específica para o opt-in, posicione o link para este local no menu principal de navegação, no topo à direita do site ou no rodapé com a clara indicação no nome “Newsletter”.
  • Se seu site promove outros modos dos visitantes se manterem atualizados com seus conteúdos, como links para redes sociais, posicione o link para a página de opt-in próximo a eles.
  • Se seu site oferece mais de uma opção de email para o usuário se cadastrar (newsletters de diversos assuntos, por exemplo), crie um nome e uma descrição fáceis de compreender para cada uma, deixando claro também sua frequência de envio.
  • Nesse mesmo caso, ofereça uma opção para o usuário se cadastrar em todas as newsletters de uma vez, sem que ele precise selecionar uma por uma.
  • Não deixe pré-selecionada nenhuma newsletter para que o usuário não a assine acidentalmente, sem ter visto que essa opção estava habilitada.
  • Ao escolher o nome de sua newsletter, evite termos clichê e já super utilizados, como alerta, news, info etc. Evite, especialmente, citá-los no Subject da mensagem.
  • Se não quiser escolher um nome, sem problemas. Apenas organize seus diferentes tipos de email em categorias de forma que os usuários compreendam o conteúdo que será abordado em cada email.
  • Se possível, disponibilize próximo a cada opção de email um link para que o usuário confira seu envio mais recente como um exemplo do que ele passará a receber.
  • Na página de exemplo do email que será enviado, mantenha visível o link ou botão para opt-in a partir dali mesmo.
  • Permita que os visitantes de seu site se cadastrem para receber seus emails sem precisar se cadastrar no site com login e senha.
  • Elimine os elementos de distração da página de opt-in para não tentar o visitante a abandonar o processo de cadastro para conferir outra coisa que lhe chamou a atenção.
  • No formulário de opt-in solicite apenas as informações necessárias do usuário, de preferência, apenas nome e email. Quanto mais longo o formulário, menores as chances de alguém concluí-lo.

Além da vantagem de oferecer ao usuário um ambiente de opt-in “confortável” e transparente, há também o benefício do SEO, conforme explicamos em um artigo anterior.

Se optar por criar esta página personalizada de opt-in, faça isso também para o opt-out. Assim, há uma coerência na comunicação e no relacionamento com as pessoas.

Melhorando a usabilidade do processo de opt-out

Também já falamos antes que o opt-out não precisa ser visto como a partida definitiva do destinatário do mailing. Muitas vezes, o motivo do opt-out é a mudança de email do destinatário, então por questões de organização, ele faz opt-out de um email e se cadastra com outro endereço.

Por isso, para facilitar este processo, é muito útil oferecer aos destinatários, em cada email, um link para atualização de cadastro que permita a alteração do email registrado no mailing do remetente. Nesse processo, faz-se opt-out do email antigo do destinatário e opt-in do novo endereço em uma única operação.

Voltando novamente ao exemplo de remetentes que enviam emails regularmente e sobre assuntos diversos, ter um ambiente de opt-out personalizado é de extrema importância para que o usuário tenha uma visão macro de todos os emails aos quais está inscrito e qual a sua frequência de envio.

Após passar a receber os emails do remetente com certa frequência, o email diário pode passar a ser um estorvo, mas o semanal continua sendo útil. Quando o remetente oferece, em seu site, um ambiente em que o destinatário pode controlar facilmente suas opções de recebimento, o relacionamento entre as partes fica muito mais saudável.

Supondo que a área de opt-out será a mesma do opt-in, as dicas de usabilidade se mantêm, acrescentando apenas que é imprescindível que esse sistema funcione adequadamente, respeitando as atualizações de preferências do destinatário.

O CAPEM indica que o pedido de opt-out feito por link direto do email deve ser cumprido em até 2 dias úteis, porém, se o destinatário fez hoje o pedido de opt-out de um envio diário e voltar a recebê-lo amanhã, certamente a mensagem receberá deste destinatário um reporte de spam. Fique atento à atualização de seu mailing no sistema.

Os motivos do opt-out

Muitas plataformas de envio oferecem a seus clientes a possibilidade de criar uma pesquisa na página de opt-out que pergunte ao destinatário o motivo pelo qual ele quer parar de receber os emails. É um recurso muito válido, desde que o opt-out seja feito imediatamente após o clique do destinatário no link do email, e não fique condicionado à resposta dessa pesquisa.

Em algumas plataformas, a resposta a essa pesquisa não é obrigatória, mas o opt-out só é efetivamente realizado quando o destinatário clica novamente no botão de confirmação do opt-out dessa página, mesmo que não tenha fornecido motivo algum para seu descadastro.

O esperado de um link de opt-out é a remoção imediata do email do destinatário daquele mailing, para que ele não precise perder seu tempo em ler as instruções da página de destino e depois perceber que um segundo clique ainda será necessário para efetivamente sair da lista do remetente.

O destinatário que clica no link de opt-out do email e não presta atenção às instruções da pagina de opt-out à qual foi levado, não terá seu email removido do mailing do remetente e, na próxima mensagem que receber dele, vai imaginar que seu pedido de opt-out não foi respeitado, reportando o remetente como spammer.

Quanto maior o controle que o destinatário tiver sobre suas preferências de recebimento de emails, melhor e mais duradouro será o relacionamento com o remetente.

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segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

Feedback Loop. Você sabe o que é isso e para que serve?

Ademir Diniz
Blog sobre e-mail marketing
Feedback Loop. Você sabe o que é isso e para que serve?
Feb 25th 2013, 15:47

Feedback Loop é um programa criado pela Return Path e adotado por diversos provedores no mundo e consiste em um sistema de alertas via e-mail informando que um usuário do provedor marcou uma mensagem como lixo eletrônico ou spam.

Este programa serve para que as empresas mantenham em suas bases de contatos apenas destinatários que possuem interesse em seu conteúdo.

Todos nós sabemos que é muito mais fácil marcar uma mensagem como lixo eletrônico do que cancelar o cadastro. Principalmente aqui no Brasil onde muitas empresas não respeitam a privacidade dos destinatários.

Esse programa foi adotado por diversos provedores, como, Yahoo!, Hotmail, Terra, AOL, dentre outros. No final listo os provedores que participam neste programa.

Vou te dar um único bom motivo para que você se inscreva no programa.

A Microsoft usa como filtro anti spam o SmartScreen, uma tecnologia criada por eles que é composta por diversos fatores para determinar se uma mensagem é lixo eletrônico ou não. Um desses fatores é a quantidade usuários que marcam sua mensagem como lixo eletrônico e se você continua enviando mensagens a eles depois disso.

Neste caso, o programa te ajudaria a remover de seus envios os contatos que marcaram sua mensagem como lixo eletrônico e isso te ajuda a obter melhores resultados. Bom não acha?

Vamos ao programa então. Como se cadastrar?

Em alguns casos como, Yahoo! e Terra, por exemplo, são super simples. Basta cadastrar seus domínios através de um formulário no Yahoo! e seus IPs de envio através de um formulário no Terra.  Já no caso do Hotmail é mais trabalhoso. Você precisa se cadastrar no programa informando os endereços de IP que utiliza em seus envios, aguardar a aprovação da primeira fase, depois garantir que os IPs são de uso exclusivo por sua empresa e por final assinar digitalmente esse acordo para participar do programa. Realmente, é trabalho, mas compensa.

Em conversa com a representante da Return Path aqui no Brasil, ela me disse que em breve o UOL fará parte do programa também.

Vamos aos links. Veja os links para inscrição nos provedores:

Yahoo! – http://feedbackloop.yahoo.net/

Hotmail – https://support.msn.com/eform.aspx?productKey=edfsjmrpp&page=support_home_options_form_byemail&ct=eformts&scrx=1

Terra – http://fbl.mail.terra.com.br/

AOL – http://postmaster.aol.com/Postmaster.FeedbackLoop.php

Comcast – http://feedback.comcast.net/

Road Runner – http://feedback.postmaster.rr.com/

Cox – http://fbl.cox.net/

BlueTie – http://feedback.bluetie.com/

USA.net – http://fbl.usa.net/

O Gmail não faz parte do programa, porem ele possui um mecanismo de cancelamento de cadastro automático que funciona assim:

Quando um usuário marca uma mensagem como spam e a mensagem é de um remetente confiável (não spammer) o Gmail exibe a opção do usuário cancelar o cadastro. Ao confirmar essa opção o Gmail envia um e-mail para o remetente da mensagem solicitando o cancelamento do cadastro deste usuário. O funcionamento deste recurso é semelhante ao Feedback Loop, mas não abrange todo mundo e não é optativo. Você precisa ser um remetente confiável.

Se quiser saber mais sobre esse recurso do Gmail acesse: https://support.google.com/mail/bin/answer.py?hl=br&hlrm=en&answer=80405&ctx=mail

O importante é que tudo isso é Grátis.

Abraço e até a próxima

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sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013

5 dicas para o uso estratégico do monitoramento de redes sociais

Heat Marketing Digital
Marketing Digital & SEO
5 dicas para o uso estratégico do monitoramento de redes sociais
Feb 22nd 2013, 14:04

Saber o que as pessoas falam de sua marca. Certamente essa é a primeira impressão que se tem quando o tema é monitoramento de redes sociais.

Mas será que este serviço está limitado somente a isso? O monitoramento pode ir além do que sua imaginação permitir. Múltiplos usos, estratégicos, podem ser definidos com as ferramentas certas e metas estabelecidas.

Geralmente essa atividade fica concentrada com o time de Marketing, com suas buscas e objetivos voltados para analisar os esforços dessa área. Porém, seu potencial pode atravessar essas barreiras, ajudando a colher insumos para outras áreas como Produtos, Comercial, RH e Jurídico por exemplo.

Para lhe ajudar a entender como usar melhor sua estrutura de monitoramento, aí vão algumas dicas:

1.       Analisando o mercado

Uma das grandes vantagens do monitoramento é a possibilidade de rastrear qualquer termo de forma aberta. Por que não aproveitá-lo para conhecer seu mercado?

Definir as empresas concorrentes de seu segmento e analisar seu posicionamento, ações e opinião de clientes pode gerar informações valiosas para seu negócio.

Você também pode comparar o desempenho de seus índices com os dessas empresas e avaliar como sua empresa está em relação a suas concorrentes.

2.       Insights sobre produtos

As redes sociais são muito utilizadas pelos consumidores para troca de informações e experiências de uso de produtos. É um caldeirão de ricas informações pra quem já tem um produto no mercado ou pretende lançar algo novo.

Se seu produto já é comercializado, você pode saber a opinião de quem o usa como as principais reclamações, elogios, falhas de design e comparações com a concorrência. Esses insumos podem auxiliá-lo em ações de melhoria contínua e aprimoramento de seus produtos.

Já se seu interesse é lançar novos produtos, aproveite para entender quais são as necessidades dos consumidores, do que sentem falta no mercado. Com um olhar atento, é possível descobrir boas oportunidades ainda não exploradas.

 3.       Suporte ao RH

Encontrar talentos muitas vezes é uma tarefa árdua para quem trabalha com RH. As redes sociais podem ajudar bastante essa equipe em seu trabalho diário.

Identificar comunidades e perfis interessantes, conhecer o que os profissionais buscam em uma empresa e conhecer as oportunidades da concorrência são algumas das possibilidades de uso do monitoramento para o RH.

4.       Oportunidades comerciais

Já parou para imaginar quantas oportunidades de negócios surgem todos os dias nas redes sociais? São milhares de pessoas manifestando opiniões e desejos de forma aberta para suas redes de conexão.

Integrar seu time comercial a essa atividade pode ser muito produtivo. Com um olhar focado certamente será possível identificar potenciais clientes e parceiros e aumentar seus resultados comerciais.

5. Cuidando de casos críticos

Os consumidores já descobriram o poder que possuem dentro das redes sociais. Hoje, elas são utilizadas cada vez mais para gerar barulho por consumidores insatisfeitos e as empresas precisam estar atentas para essas situações.

Identificar esses casos o mais cedo possível, alinhando com seu departamento jurídico a tomada de ação ideal para cada caso, pode livrar sua empresa de grandes dores de cabeça e melhorar o atendimento a seus clientes.

E você, utiliza o monitoramento de redes sociais em sua empresa? Conte pra gente!

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